tiatatu Tatu Albuquerque

Todos dias milhares de pessoas, amores, intrigas e confusões passam por aqui. Entre uma estação e outra, cada um de nós é uma peça importante nas engrenagens da máquina que mantém isso aqui em pleno funcionamento. É tudo tão automático que esbarramos uns nos outros e nem notamos, é tudo tão mecânico que esquecemos que atrás desses rostos existem histórias, é tudo tão corriqueiro que até o errado se torna normal por conta da pressa. Andarilhos, seguranças, trabalhadores, vagabundos e estudantes, todos nos têm como um ponto de encontro e ligação, é aqui que todas as linhas de nossas vidas se encontram e se tornam laços inquebráveis. Senhores passageiros, sejam bem-vindos ao nosso metrô! HINO DE CAPA FEITA PELA SATSUKIMARI.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

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Prólogo

Velhos, jovens, crianças… Andarilhos, ambulantes, prostitutas, crentes, trabalhadores comuns… Às vezes até um engravatado. Bem, não importa quem você é lá fora, no metrô, você é só um passageiro, um usuário de transporte público que torce pra não ser vítima dos usuários de drogas ou dos bandidinhos que rondam por aqui e os seguranças não dão conta.

Todo mundo passa por aqui com pressa, todo mundo passa por cima de todo mundo, seja pela própria pressa ou seja essa apenas uma metáfora. Poucos ali pensam naqueles que tem o metrô como único meio de sobrevivência, naqueles que estão cheios de problemas em casa e no trabalho, naqueles que têm uma família a proteger, naqueles que têm suas paixonites, naqueles que em seu desespero recorrem ao metrô pra se aliviar de seus problemas, naqueles que mantém tudo funcionando ou naqueles que alegram nosso dia, mostrando seus talentos esquecidos em troca de alguns trocados.

Quem sabe aquele segurança sério é um homem totalmente diferente por trás do uniforme? Quem sabe aquela mulher cansada que vai trabalhar enquanto a irmã vai pra escola se mantém sorrindo enquanto tudo desaba sobre sua cabeça? Quem sabe o arquiteto, entre seus projetos mais belos, mantêm em sua pasta os esboços de um desenho daquela bela moça que apenas vê ali? Quem sabe aqueles artistas de rua sonham em se apresentar nos palcos? Quem sabe aqueles meninos abandonados não serão grandes homens um dia?

Quem sabe…

A vendedora de bolos, ah, aquela cheia de sonhos e batalhas, que vende seu café e dá de graça sua cortesia, ela sabe. Talvez ela seja a única que, além de pessoas, nos vê como histórias.

24 de Julho de 2018 às 00:38 0 Denunciar Insira Seguir história
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Conheça o autor

Tatu Albuquerque Mãe de Konohamaru, madrinha de Hanabi, adepta da Fé do Sagrado KonoHana. Você tem 5 minutos pra ouvir a palavra da minha igreja? Kaiten no cu e gritaria, kore!

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