Lista Negra Seguir história

sailorji Luna Kim

Desde que seus pais foram assassinados no dia de seu aniversário de 12 anos, Jiyong dedicou sua vida a encontrar os responsáveis do crime, os colocando em uma lista negra. Mesmo depois de tantos anos, o paradeiro do chefe da máfia coreana, Lee Guk Do, continua um mistério. Por ironia do destino, o filho do mafioso, Lee Seunghyun, acaba atuando como detetive na Scotland Yard, e Jiyong vê no rapaz uma possibilidade de descobrir mais sobre Guk Do. Entretanto, sentimentos pelo detetive não estavam previstos no plano de Jiyong.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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Prólogo

Inglaterra, 18 de agosto de 1943


Era uma tarde bonita e quente de verão. A noite havia demorado a chegar, mas o calor permanecia. Na sala, presentes escondidos atrás do sofá e na cozinha, um bolo de chocolate com cerejas, o preferido de Jiyong Kwon, o aniversariante do dia.

O garotinho de — agora — 12 anos saiu feliz do banho. Não tinha o que reclamar; apesar de estar cansado pelo dia repleto de brincadeiras com os amigos, continuava com a energia típica de uma criança no dia de seu aniversário.

Jiyong lembrava de pedir uma bola nova de futebol ou mais um trem de brinquedo para sua coleção. Correu curioso para o topo da escada, observando como um espião o que os pais faziam no andar de baixo.

A mãe estava com um sorriso no rosto e o pai alisava a barriga por baixo do vestido rosa da esposa.

— Poderemos contar hoje ao Jiyong que ele ganhará um irmãozinho ou uma irmãzinha? — A mulher comentou, pensativa, sem desfazer o sorriso.

O esposo pareceu ponderar teatralmente:

— Será que ele vai ficar feliz em saber que será irmão mais velho de alguém?

Jiyong sorriu contido. Não esperava por aquilo, também estranhou a conversa. Mas ele iria virar irmão mais velho! Não conseguiu deixar de ficar animado com a ideia. Sua mãe estava esperando um bebê, isso deveria ser muito especial na cabeça do rapazinho. Seus pais escutaram e viraram rapidamente, fazendo Jiyong se esconder para não ser pego. Os mais velhos riram juntos, sabiam da curiosidade do primogênito, mas fingiram saber que ele não estava ali.

— Querido… — a mulher falou, a voz saiu mais baixa e o olhar tornou-se preocupado. — O senhor Lee aceitou sua saída da organização?

O homem suspirou. Ambos agora acreditavam, pelo silêncio, que o filho havia corrido de volta para o seu quarto e não escutava a conversa.

— Eu fiz o que pude, Daisy… mas você sabe como são essas pessoas… — ele falou triste e sentiu um carinho singelo em sua bochecha. — De qualquer forma, eu não podia continuar com aquilo, a nossa família é mais importante. Eu vou fazer de tudo para proteger você, o bebê e o Jiyong, eu prometo. — Finalizou, deixando um beijo breve na testa da mulher de cabelos tão escuros quanto os seus.

Batidas na porta foram escutadas. Não eram altas nem escandalosas, mas mesmo assim causou apreensão no casal. O coração da mulher parou por um segundo, e por instinto protetor, voltou seu olhar automaticamente até onde vira Jiyong pela última vez, suspirando de alívio por acreditar que ele estava seguro em seu quarto.

— Quem é? — O pai de Jiyong perguntou com cautela, aproximando-se mais da porta.

— Por favor, Dong Sun… — a voz do outro lado era melodiosa e soava sarcástica. — Abra a porta para seu velho amigo. Vim trazer um presente para o pequeno Jiyong.

O corpo de Dong Sun estremeceu. Conhecia bem a voz masculina, era um dos homens de confiança do senhor Lee, Yesung.

Mesmo distante, Jiyong conseguiu escutar que alguém lhe trouxera um presente. Para uma criança, isso era a melhor coisa do mundo.

O rapazinho não conseguiu distinguir tudo que aconteceu, era muita informação e muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Em um momento, espiava quem era o visitante, era um homem bonito que falava coreano, igual a seu pai. Ao seu lado, mais dois homens bem vestidos. Logo depois, disparos de armas, gritos, sangue.

Jiyong ficou em choque por um instante, mas sabia que tinha que correr, correr muito. Lembrou automaticamente da passagem secreta no quarto dos seus pais. Seu pai havia lhe dito uma vez que se o pequeno viesse a se sentir ameaçado, deveria seguir para lá.

Os homens procuraram Jiyong por toda casa e não o encontraram, então trataram de vistoriar a vizinhança, com certeza o filho de Daisy e Dong Sun Kwon estaria correndo perdido por aí. 

21 de Julho de 2018 às 23:25 0 Denunciar Insira 1
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