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ronimoraes Roni Moraes

PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS. Leia por sua conta e risco. "Seus olhos permearam os espaço entre eles - aluna e professor - e ela queria que fosse inexistente. " Ana e Acheron. "Aproximando o rosto do seu, ele sentiu a respiração de Aleph inundando seus poros, e se perdeu na imensidão do azul dos seus olhos. A sensação era de que a vida toda ele tivesse o coração em uma gaiola, e agora ela havia sido aberta pela primeira vez. " Oryn e Aleph


Erótico Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

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Ana e Acheron

Foi numa segunda feira, ela se lembra. Estava atrasada para a aula de história e havia esquecido de dizer à Susana que não poderia ir a sua festa de aniversário naquela noite. Não, ela tinha outros planos em mente.

Ana entrou na sala de aula e rapidamente escaneou a mesma atrás da cadeira perfeita. Ela sabia que Acheron demoraria mais uns cinco minutos para sair da sala dos professores e começar a aula, por isso rapidamente retocou o batom e deu uma olhadinha no espelho. O decote ainda estava no lugar, mostrando o vale entre seus seios volumosos. E apesar de se sentir desesperada, nada transparecia em seus olhos - essa era sua principal preocupação. Ele nunca poderia saber o que causava nela.

— Boa tarde, turma — o professor Acheron adentrou a sala, deixando que seu tom barítono tomasse a atenção de todos. — Hoje iremos iniciar nossa profunda análise da civilização Inca…

Tudo o que foi dito depois disso se tornou alheio à Ana. Ela já havia estudado toda a planilha do semestre nas últimas semanas, e não podia se preocupar mais com o que Acheron tentasse lecionar - Ana já havia notado que antigas civilizações das américas não era a especialidade dele.

O homem era uma muralha. Moreno alto, com olhos amendoados e um sotaque imprevisível. Estava sempre bem vestido, e suas roupas sempre deixavam transparecer os músculos bem trabalhados que pareciam ter sido feitos sob medida.

Ana nunca deixava de notar o volume em suas calças - a sombra bem definida de um pau curvo, provavelmente cheio de veias, como ela gostava de imaginar. A garota conseguiu ser discreta ao encarar nas primeiras vezes, mas não demorou para que Ash finalmente notasse...

— Ana, um minuto, por favor — disse ele.

Ela ergueu a cabeça para encontrar seu olhar, percebendo que passara a aula inteira distraída e todos os estudantes já haviam saído, restando apenas os dois. Seus olhos permearam os espaço entre eles - aluna e professor - e ela queria que fosse inexistente.

Ash engoliu em seco, sentindo a ereção lhe incomodar entre as pernas. Já havia notado o efeito que sua presença causava em Ana, e se perguntava vez e outra se estava disposto a cruzar a linha. A menina era perfeita - seios de encher as mãos, uma bunda cheia para subir e descer em cima dele, e um olhar de quem sabe muito bem que quer. Chances como essa não aparecem todo o dia, Acheron.

— Professor, o senhor me chamou? — Ana se ergueu da cadeira, sem se preocupar em ajeitar a saia que exibia o topo das coxas.

Meses sem sexo, era só isso que ele conseguia pensar. Meses construindo e acumulando a maldita de uma tensão sexual com uma aluna exemplar. Ash olhou Ana nos olhos e ajeitou o pau, sentindo indícios uma pré ejaculação.

— Por que tão distraída na minha aula, Ana? — seus olhos a escrutinaram.

Ana sentiu as bochechas se avermelharem e a umidade se acumular entre as pernas. Ele nem havia tentado ser discreto ao ajeitar a ereção nas calças, mas talvez ela tivesse imaginado…

— Eu estava…

— Não minta para mim. — seus dedos envolveram o pulso dela, apertando até sentir seu batimento cardíaco. — Seu olhar estava vago, e suas pernas estavam abertas. Até Ricardo reparou, e ele é o meu aluno mais distraído.

Ash sorriu ao terminar de falar, achando fofo que ela ainda estivesse corada. Não havia uma parte do seu corpo que acreditasse que Ana fosse alguém inocente. Uma parte, em particular, não dava a mínima.

O sorriso dele fez os joelhos dela vacilarem, e Ana se aproximou mais da mesa, apoiando-se e umedecendo os lábios quando Ash encarou seu decote.

— Minha calcinha? — ela ergueu uma sobrancelha elegante.

— Sim, Ana — ele sussurrou, soltando o seu braço e tocando o joelho da garota. — , a sua pequena calcinha.

Ana deixou um suspiro escapar, fechando os olhos para aproveitar a sensação da mão dele subindo por sua perna. O professor começou a sentir a gravata comprimir seu pomo de adão, e a soltou antes de abrir a camisa.

— Eu consigo sentir o cheiro do que tem na sua calcinha daqui - ele inalou forte, abrindo o cinto e olhando para a camada de suor se acumulando no decote dela. — Fala para mim, Ana — Ash se aproximou e tocou o rosto da menina. — Você tem namorado?

A mente dela estava tão nebulosa que a aluna demorou a entender a pergunta.

— Sim. — ela respondeu, lembrando-se levianamente do rapaz que sua mãe havia lhe arrumado. Eles nunca nem haviam transado.

Ash grunhiu, pensando com o que tipo de pau aquela bucetinha deveria estar acostumada. Provavelmente um pivete adolescente. Sem mais delongas, ele puxou Ana para cima da sua mesa e a fez erguer a bunda. Com uma satisfação de meses de espera, ele ergueu a saia apertadinha dela, deixando dois enormes glóbulos brancos a mostra.

Acariciando o pau, o professor emitiu um grunhido de satisfação.

— Ach-Acheron — Ana gaguejou, sentindo os mamilos se esfregarem na mesa. — Por favor…

Ele olhou na direção da porta, percebendo que perderia o emprego caso fossem pegos. Foi uma sensação maravilhosa esfregar a bunda dela e observar como tremia. Hm, imagina como iria se comportar quando ele lambesse o que desejava.

19 de Julho de 2018 às 17:31 1 Denunciar Insira 0
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Lauane Oleias Lauane Oleias
3 de Setembro de 2018 às 23:14
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