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yura-neves1530676328 Yura SugaLip�dio

O rei Jeon Jungkook, um alfa lúpus, vivia seus dias chatos como qualquer outro rei. Assinando papeis aqui, cuidado de colonias ali e regras e mais regras para tudo. Até que, em um dia chato, como qualquer outro, uma carta lhe é entregue, não uma carta qualquer, mas sim uma carta com um remetente desconhecido que irá bagunçar sua cabeça.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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A carta

Jeong Jungkook  estava cansado. 

Ser rei, com certeza, não era fácil, muito menos quando se tinha menos de vinte anos. 

Ele se jogou em sua cama macia e, logo em seguida, afundou a cabeça no travesseiro branco.

Ainda faltavam dois messes inteiros para a cerimônia de coroação, mas o sofrimento já havia começado. Desde a morte de seus pais, no naufrágio, o Jeon não tinha descanso, era papelada pra cá, reclamações pra lá, aulas de mil e uma matérias diferentes, isso tudo sem contar os vários eventos e encontros com seus pretendentes ômegas.

- Aí, minha cabeça... - Sussurrou, contra o travesseiro, quando sentiu uma pontada de dor o incomodar. –Mas que merda...

A dor se tornou mais intensa quando ouviu duas batidas na porta.

•TOQUE •TOQUE•

-Entre! – Falou, um pouco mais alto, sem tirar a cabeça do travesseiro.

A porta foi aberta e uma empregada, ômega, de cabelos loiros presos em um coque e vestida em tons de terra, entrou com uma bandeja de prata em sua mão, encima desta, algumas cartas destinadas ao rei repolsavam.

- Majestade. – Disse a ômega, se curvando, com cuidado para não derrubar a bandeja. –Trouxe as cartas de hoje.

-Pode deixá-las em qualquer lugar, e, por favor, fale mais baixo, estou com dor de cabeça. – Ele respondeu, baixinho, com o som sendo abafado pelo travesseiro.

-Sim, senhor. Peço perdão, majestade. – A loira falou, baixando o tom de voz. Ela foi até uma mesa de vidro no canto do enorme quarto e deixou a bandeja ali, delicadamente, tentando não fazer barulho. – Majestade, não quer que eu chame o médico? – Ela perguntou, preocupada, fitando o rei.

-Não precisa. Obrigado. – Jeon respondeu, curto. Só queria ficar sozinho, envolto pelo silêncio.

-Então durma bem, majestade. – Ela falou, já saindo

-Muito obriagado...

Jungkook esperou alguns minutos antes de tirar a cabeça do travesseiro e se levantar para pegar as cartas recém chegadas.

A primeira carta era branca, sem nenhum resquícios​ de sujeiras​ ou dobras, com um selo vermelho, ilustrando uma águia e uma barra de ouro, selando a mesma.

“Deve ser o relatório mensal da nova colônia.” - Deduziu o rei, contebdo a vontade de revirar os olhos. – “Não estou com cabeça pra isso agora”

Deixando aquela carta de lado, foi para a segunda. Um papel num tom de rosa delicado, dobrado em três partes, simetricamente, com uma letra muito bonita.

“Alguma das minhas pretendentes... Posso ver isso depois também”. – Pensou, antes de deixar essa de lado e ir para a próxima.

Ele estava evitando mesmo ler coisas inúteis. Sua cabeça precisava de um repolso.

A terceira carta. Esta era, mesmo de longe, a mais interessante alí. Um papel branco com algumas manchas em marrom e meio amaçado, claramente velho. 

O rei franziu as sobrancelhas, inclinando a cabeça para o lado, levemente. Não era sempre que recebia um envelope assim... Na verdade, provavelmente, isso nunca havia acontecido.

Curioso, Jungkook abriu a carta. Não era como se sempre recebesse papéis naquelas condições, com certeza seria alguma coisa diferente.

Desdobrou a folha gasta.

“Seja quem for o escrivão, a letra é bonita, mas a tinta é de má qualidade...” – Pensou, ao perceber algumas letras com pequenas falhas no papel sujo e frágil.

Desceu seus olhos direto para o final da carta, procurando pelo remetente.

PJ

“PJ? Mas quem diabos é PJ?”

Não demorou nem cinco segundos para a curiosidade tomar conta de seu corpo e ele se encontrar sentado em sua cama, com as costas apoiadas no macio travesseiro branco e os olhos passando por cada palavra da carta. Até sua dor de cabeça parecia ter o deixado naquele momento.

“Vossa majestade, Jeon Jungkook.

 Eu sei que deve ter muita coisa para fazer agora, mas vou me permitir ser egoísta, pelo menos uma vez na vida, e roubar um pouco do seu precioso tempo, peço que me desculpe por isso.

Antes que o senhor se preocupe, já aviso que essa carta não é de alguém importante sobre um assunto importante, mas peço, com carinho, que leia até o fim.

Nossa... Mal cheguei no terceiro parágrafo e já lhe pedi duas coisas. Prometo não lhe pedir nada absurdo, pode ser?

Meu nome é PJ e eu vou me matar. Não hoje, e nem depois de escrever essa carta, isso seria dramático e clichê, o que não combina com a minha personalidade, mas sim, daqui há três meses.

Não vou ficar contando meus motivos, não gosto de me fazer de vítima, não que minha vida seja boa, porque não é, mas tenho certeza que muita gente por ai tem a vida muito mais fodida.”

“Fodida?”

Jungkook se pegou dando risada do linguajar de PJ.

“Achei que só eu falasse assim.”

De fato, não era como se muita gente por ai falasse esse tipo de palavra. Ninguém gostava de ser deselegante. - Menos Jungkook, claro, ele não estava nem aí. Jungkook era o rei, não era como se alguém fosse repreende-lo.

“Tenho um irmão mais novo, já noivo, que ficará há cuidados do senhor, no orfanato real, quando eu morrer. Sei que ele terá condições melhores nas mãos do palácio, então te peço, antecipadamente, que cuide bem dele e de seu noivo que o acompanhará. São bons meninos e a culpa não é deles de eu ser um fraco, mas não estou escrevendo essa carta para falar disso.

Eu soube que os pais de vossa majestade morreram num naufrágio. Imagino que não queira falar disso e que tenha bons médicos que cuidam da sua saúde mental e que minhas palavras sejam inúteis, mas eu também perdi meus pais há algum tempo, então, talvez, minhas palavras sejam úteis, espero te ajudar de alguma forma.

Quando meu pai se foi e deixou minha pobre mãe viúva eu evitava pensar no assunto, já que isso me fazia chorar muito, mesmo assim, se uma nova estrela surgisse no céu a cada vez que pensei em meu pai após sua morte, esse universo não seria grande o bastante para o brilho de todas elas e, até hoje, ele não sai da minha mente. Hoje não choro mais quando penso nele porque acho que ele não gostaria de me ver chorando, se pudesse me ver, então eu tento sorrir, pensando nas coisas boas que ele me ensinou, como ler e escrever. São poucos, se não nenhum, os ômegas, com as minhas condições financeiras, que sabem ler e escrever, mas meu pai dizia ser algo necessário pois livros contam histórias que foram escritas para nunca serem esquecidas e, se ninguém lê-las, elas, com certeza, serão esquecidas.

Quando, finalmente, consegui sorrir todas as vezes que me lembrava do meu amado pai, minha mãe se foi em um acidente trágico. Dói-me saber que ela morreu sofrendo, assim como seus pais, mas também tento sorrir ao lembrar dela.

Era uma mulher guerreira, mesmo sendo ômega, se recusou a casar de novo após a morte de meu pai, criando eu e meu irmão sozinha. Ela dizia que jamais amaria alguém se não ele e que eu e meu irmão, um dia, amaríamos alguém como ela o amou. Bem... Meu irmão já está noivo, mas isso não aconteceu comigo a tempo, a não ser que um milagre aconteça em três messes, eu jamais amarei alguém, e ser correspondido está fora de cogitação, já que sou sujo e impuro. Já fui corrompido tantas vezes que perdi as contas e as esperanças. Não tenho certeza disso, mas devo ter perdido até o brilho do olhar.

Estou escrevendo essa carta para o senhor, meu rei, porque sei que deve ser difícil perder os dois pais de uma única vez e ainda ter que cuidar do reino e das pequenas colônias que possui. Sei que deve ter deixado de acreditar na felicidade várias vezes, mas, por favor, acredite nas palavras de minha mãe, o senhor, meu rei, não é sujo ou corrompido como eu, então acredite que um dia será amado e que amará alguém tanto que passará a viver apenas pelos sorrisos dessa pessoa. Acredite nas palavras de minha mãe, já que eu não pude acreditar nelas, e nunca desista de sua vida, como eu estou fazendo. Sempre que se sentir sozinho, meu rei, eu te prometo que, se existe vida após a morte, eu estarei no céu te vigiando e te ouvindo.

PJ”

O rei já estava aos prantos. Soluços altos abndonavam os lábios finos e rosados, a fcae se encontrava cheia de lágrimas salgadas e a pele se tingia cada vez mais com o vermelho rosado.

Seus pais haviam partido a pouquissimo tempo e, se lembrar de todo o carinho que recebera de ambos, era muito doloroso. Odiava pensar que não havia dito um "Eu te amo" antes dos dois partirem naquela enorme embarcação e odiava mais ainda se sentir culpado por isso.

Ele não tinha como prever o naufrágio, não era sua culpa, mas ainda assim se sentia péssimo.

Tinha uma relação maravilhosa com seus pais e não tinha como aquilo doer mais. Seu peito se apertava cada vez que pensava em ambos, os olhos ardiam, a garganta oarecia trancar. Insuportável.

-PJ...Quem é você?

Era tudo muito confuso, uma carta de alguém “sujo e impuro”...

“Sujo e impuro? Por que, PJ? Por quê?”

Bem... Devia ser um ômega, não?

Jeon sabia muito bem o que significava um ômega impuro. Era um ômega que já não era mais virgem e, portanto, não conseguiria um bom casamento, isso se conseguisse algum.

Poucos eram os ômegas com essa característica. A pior ofensa para um ômega era ser chamado de "Impuro".

“Mas por que você seria impuro, PJ? Que tipo de ômega, em sã consciência, se entregaria para alguém que não é seu noivo sabendo que não conseguiria mais casar e que seria desprezado pela sociedade depois de tal ato?”

E o que mais incomodava Jeon, era o porquê de PJ dizer que cuidaria dele após sua morte. Por que ele era tão importante assim para esse ômega misterioso?

-Quem é você, PJ? – O moreno perguntou, em vós alta, enquanto encarava a carta de papel frágil. –Eu não vou deixar você morrer... Você disse que me protegeria, não é? Então vou te proteger também, mas antes tenho que achar um jeito de te responder essa carta e preciso ter certeza de que você vai ver a minha resposta... Vou dar um jeito.

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POV Park Jimin:

Já estava escuro e eu voltava do trabalho, prestando atenção no caminho e tremendo de medo. O escuro sempre me assustava porque sempre apareciam pessoas más e me corrompiam. 

Falar isso desse jeito, tão direto, pode soar estranho e até biazarro, mas é apenas um fato.

Perdi as contas de quantas vezes fui corrompido e a cidade toda já sabia disso, até o rei já devia saber disso, mas ninguém podia fazer nada, afinal, aquilo que eles chamam de “sexo” não é crime, mesmo que contra a vontade do ômega, não há lei que puna tal ato.

Claro que era errado. Eu podia ver isso, mas de que adiantava apenas eu ver?

Eu carregava uma sacola cheia de laranjas que estava bem pesada. O terreno em que eu trabalhava plantando sementes, pela manhã, tinha muitas frutas e hoje o chefe me permitiu pegar algumas laranjas.

“TaeTae e Yoongi vão amar isso” – Pensei comigo mesmo. - “Até pensei que ficaríamos sem jantar hoje, mas parece que não, chupa essa mundo! Hahaha!”

Eu já estava perto de casa - O que era um alívio. - caminhando por uma estrada de terra vazia e silenciosa. O mesmo caminho de sempre.

 Olhei para o céu e waw... Acho que as estrelas nunca estiveram tão à mostra como nessa noite. Eu podia identificar cada constelação e a lua cheia brilhava tanto que iluminava todo meu caminho.

-Que noite bonita, não é?

Ouvi uma voz masculina atrás de mim. Na mesma hora eu congelei e segurei a respiração, sentindo meus musculos travarem por completo.

“De novo não...”

Pensei em me virar para ver o rosto do homem, mas minhas pernas estavam bambas e recusavam-se a se mexer, meus olhos estavam arregalados e minhas mãos pequenas, de repente, ficaram tão moles que se abriram, derrubando a sacola de laranjas. Tentei manter a calma e voltar a respirar e o que senti foi um cheiro forte de menta com limão que queimava meu nariz e ia até a minha garganta, me corroendo.

Um alfa.

O odor deveria ser bom, mas me assustava.

Antes que pudesse dizer algo já senti meus olhos ardendo e lágrimas se formando abaixo destes.

 Comecei a chorar.

-Por favor, não faça isso. – Implorei, já com a voz alterada e a garganta doendo, fungando altamente.

-Isso o que? – Senti uma mão pesada apertar minha bunda, repentinamente, e mordi o lábio inferior com força, tentando conter as lágrimas. – Está chorando, ChimChim? Achei que já estivesse acostumado, já que toda a cidade já fodeu essa sua bunda gostosa.

Estremeci, ainda parado. Simplesmente não conseguia me mover.

-P-por que vocês f-fazem isso comigo? P-por que? P-por que e-eu? – Eu já havia perdido as esperanças. Já sabia que aconteceria de novo e minhas pernas quase não aguentava mais​ o peso do meu corpo. 

Eu conhevia aquele roteiro mais do que bem.

Meu rosto estava encharcado pelas lágrimas, como se meus olhos tivessem virado duas pequenas cachoeiras, e eu não tinha controle algum sobre isso.

-Você não sabe o porquê? – O homem deu uma risada grave e alta, o que apenas me preencheu um pouco mais com o medo. – Por que você é o ômega mais gostoso dessa cidade, talvez? Se não do reino todo! E esse cheiro delicioso... – Ele apertou minha bunda novamente, com força, e eu senti minha carne arder contra seus dedos brutos, enquanto cheirava meu pescoço e apenas fechei os olhos e mordi o lábio inferior, com mais força ainda. – Agora quietinho... Se bem que... Ninguém vai te ouvir gritar mesmo.

E aconteceu de novo. Aquele mesmo roteiro de sempre.

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Cheguei em casa com a sacola de laranjas na mão. Já havia parado de chorar e estava mancando devido a dor lá em baixo, mas me mantinha firme.

Bati na porta.

-Tae! Sou eu!

Não demorou muito para Taehyung abrir a porta com um sorriso no rosto. Atrás dele, Yoongi estava sentado no chão, me olhando com indiferença.

Por mais que os dois tivessem apenas doze anos, já eram noivos, minha mãe arranjou o noivado deles quando descobriu que Yoongi era a paixão secreta de Tae e que o mesmo o correspondia, como minha mãe era uma romântica incurável, logo achou um jeito de noivar os dois betas, e o único jeito foi comprando Yoongi de sua família que dependia desse dinheiro para sobreviver e não era muito apegada ao garoto. Yoongi sofreu muito quando foi vendido, mas Tae sempre faz de tudo para colocar um sorriso em seu rosto, e era sempre o único que conseguia tirar um sorriso do garoto de apsrencia fria.

-O que é isso hyung? – Tae me perguntou, olhando para a sacola em minha mão, enquanto sorria quadrado.

Eu sorri com aquela cena e gritei, levantando a sacola.

- QUEM QUER LARANJA?

-EU! – Tae gritou feliz e, lá trás, eu pude ver Yoongi arregalar os olhos, surpreso. Realmente não era fácil conseguir comida boa, muito menos conseguir um jantar.

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Eu estava deitado no chão sujo, tentando dormir, mas as lembranças de algumas horas atrás não saiam da minha cabeça.

Era sempre assim. Mesmo que o roteiro fosse sempre o mesmo ele nunca saia da minha mente. Simplesmente ficava ali, me perturbando, batendo na minha porta, me lembrando de cada grito.

“Calma Jimin... Só mais três meses.”

Faltavam exatamente três meses. Em três meses eu estaria no meu primeiro cio.

Olhei para a esquerda e vi Tae e Yoongi dormindo abraçados, em um  colchão de palha, de solteiro. Tae sorria de leve, com os braços em volta da cintura de Yoongi que também abraçava o noivo e apoiava sua cabeça em seus cabelos.

“Vocês parecem anjos...” – Pensei comigo mesmo. – “Meus anjos... Daqui a três messes o príncipe vai cuidar de vocês e vocês poderão até ir para a escola. Vai ser melhor assim.”

POV Park Jimin OFF

“Todos os jovens com menos de 18 anos, sem um responsável (maior de 18 anos), deveriam ser acolhidos no orfanato do reino .”

Essa era a regra e assim que Jimin, já com 18 anos, tirasse a própria vida, Tae e Yoongi teriam uma vida muito melhor. Viveriam em um orfanato criado pelo antigo rei e teriam acesso à educação e saúde.

-Só vou passar mais três messes com vocês. – Jimin falou, baixinho, mais para si mesmo do que para os garotos, que ainda dormiam abraçados. – Me perdoem mas, quando meu cio chegar e meu cheiro ficar insuportável, eu não vou aguentar todos os alfas da cidade querendo me tocar. Eu não sou forte como a mamãe era, não sou bom o bastante para aguentar isso, meus anjos, mas o rei vai cuidar de vocês, o orfanato vai cuidar de vocês e vai ficar tudo bem.

Nessa hora Jimin sorriu, não por saber que em três messes tudo ficaria bem, mas sim por lembrar-se de sua amada e corajosa mãe.

 Park Sun-Hi trabalhava no palácio e foi mandada para uma viagem com o rei e a rainha, mas, infelizmente, o barco havia afundado e todos morreram afogados.

Os príncipes Jeon Jungkook e Jeon Hoseok ficaram inconsoláveis e Jungkook logo teve que assumir toda a responsabilidade como rei, já que era o mais velho, mesmo antes da coroação, que seria dali dois messes.

-Se é difícil para mim, imagina para você, Majestade, tendo que cuidar do reino e ainda saindo com vários ômegas para escolher um bom casamento, sempre tendo que estampar um sorriso no rosto, sendo que perdeu os dois pais de uma só vez.

Foi ai que ele teve uma ideia... Por que não escrever uma carta para o rei? Não é como se tivesse algo a perder e, talvez, apenas talvez, pudesse ajudar vossa majestade a superar a morte dos pais, já que ele próprio teve que fazê-lo duas vezes.

-Talvez eu possa te ajudar majestade... Meu pai sempre dizia que palavras tem poder... Quem sabe?

6 de Julho de 2018 às 15:37 0 Denunciar Insira 1
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