Different Daddy Seguir história

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(Em pequenos ajustes) Se você cresceu rodeado de mimos, mas – de repente – perdeu todos esses privilégios, devido à falência do seu pai, entenderá o desespero de Jungkook. Como se manter na faculdade de música, em Seul, sem apoio financeiro dos pais? Jimin tinha uma solução; só não sabia onde isso ia parar. Ou com quem... Taekook || Sugar Daddy & Daddy!Kink || Baby!JK


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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Ele é tão Estranho

Essa é minha primeira fanfic totalmente de DaddyKink. Então, vamos aos avisos:

•O Taehyung é um Daddy diferente, tudo bem? Diferente do normal. Por isso a fanfic é diferente também. 
•Não é texting.
•Não terá ninguém de cross-dressing como característica principal, mas não me impede de colocar. Então, eu vou avisar nas Notas Iniciais se ou quando tiver, para não deixar ninguém desconfortável. 
•Jungkook é o baby; Taehyung é o Daddy (Jura, autora? Juro...) 
•E aqui vai mostrar mais o relacionamento de um Sugar Daddy e seu baby bem como eu queria que fosse? Ou como certas fanfics não mostram. Além de toda uma história para vocês desvendarem...
•Jikook vai ter uma AMIZADE BEM GOSTOSINHA e com liberdades para provocações. Espero que não ofenda ou desagrade ninguém! 
•O Jungkook vai ser MUITO chatinho, BEM mimadinho! Mas isso vai mudar... Você vão ver!
•Quaisquer dúvidas, por favor, podem perguntar aqui nos comentários ou pelas mensagens diretas daqui ou do Twitter: @/Minjoon. Prometo respondê-las; claro, sem spoiler. 
Boa Leitura!
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Capítulo Um

Ele é tão Estranho

— Mas como assim, mãe? Como você me joga uma bomba dessas e do nada? – Jeongguk andava de um lado para o outro, apertando seus cabelos entre seus dedos. – Não, mãe... Eu tenho um emprego... Não, mãe! Eu vou ficar... Eu tenho como ficar aqui, okay? Relaxa, daqui eu não saio... Teimoso, assim como minha querida mãe... Eu me viro, fique tranquila... Até mais... Tchau. – Desligou o celular, ainda encarando a tela, e fechou seus olhos. – O que eu vou fazer, Jimin?

— Como diabos eu vou saber? – O Park estava escorado na parede e tomava um copo de suco. – O que aconteceu?

— A verba acabou, eu tô ferrado! E duro!

— Oi? Eu achei a última informação desnecessária, Kookie. – O mais velho riu e voltou para a cozinha. – Isso que dá ficar vendo pornôs.

— An? – Jungkook coçou o queixo, pensando o que Jimin quis dizer. Até que... – Ahhh, não é esse tipo de duro... Aigoo, Jiminie, é sério! 'Tô sem dinheiro e eu mal entrei na faculdade.

— Eu posso te ajudar! – O mais velho gritou de onde estava. – Não precisa pagar a conta desse mês, e nem do outro. Então, você arruma um emprego e...

— Jimin hyung... – Jungkook tinha sua cabeça baixa e entre suas mãos. – Eu não consigo me manter em nenhum emprego, você sabe disso! Só nesses oito meses, eu já tentei trabalhar em cinco lugares, hyung! Cinco. Padaria, Doceria, Atendente na "Danceteria"...

— Boate!

— Foda-se, você entendeu. Tentei como Ajudante de Professor e até na Sorveteria eu trabalhei! Eu desisto!

— Mas a culpa é sua também, não é, Jeon? Você e sua preguiça aguda! – Jimin já jazia na sala, esparramado ao lado do mais novo. Seus cabelos vermelhos bagunçados e seu sorriso de lado o deixava mais bonito que o normal. O mais novo achava, pelo menos. – Mimado!

— Joga na cara! – Ele colocou sua carinha emburrada, deitando no sofá, cruzou os braços. – Você é um hyung mau!

— Sou? Eu disse que ia pagar seus luxos durante dois meses! – Fora sua vez de cruzar os braços, uma pose indignada. – Cadê minha maldade?

— Apenas dois meses, hyung? Poxa... – Jungkook riu divertido, enquanto o outro fazia uma carinha de chateado e resmungava xingamentos direcionados a si.

— Escuta aqui, meu amor, eu não sou seu Sugar Daddy! – Jimin fechou sua expressão mais ainda, pois seu dongsaeng ria descontroladamente.

Jeon parecia uma criança se divertindo às suas custas, enquanto possuía um problemão financeiro.

— Mimado!

— Seu chato! Acho que vou ter que vender meu corpo para essas velhas ricas...

— Que nojo! – Começou a rir devido ao seu dongsaeng abusado. – Seria uma pena se você fosse gay... Ah é, você é!

— Então, eu vendo para você.

— Sai de ré, Satanás! Não curto incesto.

— Mas já curtiu, né? – O Jeon fez uma careta engraçada, debochando de Jimin, quem lhe mostrou o dedo. Só fez o rapaz rir mais.

Ele não devia ter dado a ideia de sustentar aquele mercenário; pois é, Jungkook possuía diversas frescuras e luxos de recém 'pobre soberbo'. Bem, culpa da mamãe e do papai dele. Foram três meninas e apenas um menino, no caso, o Jeon. Ele foi colocado durante toda sua vida como o pequeno príncipe da casa: era só ele pedir, e ele teria. Fora exatamente assim com a ideia de morar em Seul, sozinho, com o melhor amigo.

O mais velho também possuía apenas irmãs. A diferença da família dos dois estava no fato de que, desde pequeno, ele entendia a necessidade de trabalhar e já o fazia, na loja de doces da mãe. Falando nisso, ele estava com uma saudade da torta de frutas dela!

Mas, enfim, Jungkook precisava de uma pessoa rica para sustentá-lo, isso sim! Não ele, um pobre jovem trabalhador.

Aliás...

"Ah, é isso!" — Deu um soquinho no ar, comemorando seu pensamento fabuloso.

— JUNGKOOK! Para de rir, seu babaca, e me escute: pegue seu notebook, que eu vou arrumar dinheiro para você. – Levantou-se do sofá e correu para o quarto. – Eu mesmo pego, deixa. Vou adorar fazer isso. – Uma risada maléfica e baixa escapou de seus lábios.

Ao encontrar o objeto cinza na cama do mais novo, pegou-o e o carregou até a sala, colocando em seu colo e ligando-o.

— Jiminie, não precisa vender seu corpinho dos deuses por mim e para provar que é um bom hyung. – Passou seu dedo indicador na borda dos olhos, recolhendo as lágrimas que ali estavam. – Ui, ri muito agora.

— Eu não riria tanto, meu amor, até porque quem vai vender "o corpinho dos deuses" é você.

— Oi?

— Está me dando oi? Então, oi, tudo bem? – Sorriu, deixando um eye smile aparecer. – Tecnicamente, sim. A partir de agora, você é um bebê. Baby Jeon, qual tipo de Daddy deseja?

— O quê? Como assim? Que maluquice é essa, hein, Senhor Park? – Colocou a mão na cintura e bateu o pé no chão repetidamente. – Eu estava brincando. É aquele ditado: não me leve a sério, me leve a Paris!

Há! Há! Há! Realmente, não dá para te levar a sério! – Jimin revirou os olhos, rindo de leve. – Você precisa de dinheiro, certo? Há vários caras ricos e finos que cobririam sua faculdade certamente, apenas pelo seu corpinho dos deuses na cama deles.

— Aigoo! — Jeongguk franziu o cenho e fez careta de nojo.

— Agora, fala aí: como você quer seu Daddy? — O mais velho tentava a todo custo manter a pose séria, o que era difícil, visto as caretas que o amigo fazia.

— Que nojo! Nem pensar! Eu não vou dar para velhos ricos, credo! –Jungkook levantou-se do sofá e se olhou de cima a baixo, retorcendo a expressão em nojo puro. – Ah, não, Jimin, dinheiro assim, não.

— Você quer se vender direto para caras pobres, então? Porque, assim, você não tem muitas opções já que é um preguiçoso e inútil! – Jimin digitava várias coisas. – Só é bom de cama... E olha se não perdeu as habilidades, as coisas que te ensinei...

— Aish, para!

— É sério! Ainda lembra? Porque eu não vou testar o produto e ver se está ainda na validade. – Permanecia digitando coisas, sempre trocando sua atenção entre o teclado e o olhar enraivecido de Jungkook. Ele descrevia as características físicas e mentais do mais novo, aumentando alguns pontos e escondendo outros; detalhava cada ponto positivo do menino e "consertava" os negativos. E quando se diz detalhar, refere-se a numerações... – Sua coxa mede quanto mesmo? – Pois é...

— AI, CREDO, PARK JIMIN, PARA COM ISSO!

— Aqui que está pedindo! – Apontou a tela do notebook, rindo alto pelos berros alheios.

— Eu não sou tão inútil, quanto pensa... Sei fazer... – Pausou a fala, para pensar em algo que sabia fazer, sem que envolvesse trabalho. Mas não obteve sucesso. – Vários nadas... Ah, me dê isso aqui! – Tentou tirar o notebook do colo do outro e acabou clicando em algo.

— Pronto, parabéns! Curtiu um perfil de um cara aí, e nem sabe se ele é legal e aceitável. – Pegou o objeto e olhou o usuário. – Que nome normal... 'Tae30Kim'. Esse trinta é de quê, será? – Colocou sua mão abaixo do queixo, pensativo. – Eita! Centímetros? Kookie, pelo menos é grande. Vamos tentar com esse, e com esse, e com esse também. Olha que gatinho esse, deve ter apenas uns sessenta anos, Jeon! – O Park não se aguentou ao olhar o dongsaeng, quem possuía uma expressão de Serial Killer super tenebroso, e pôs-se a rir descontroladamente.

— Eu não sei qual é a graça! Sai desse aplicativo agora, okay? Para com isso! Eu não vou me vender para nenhum cara velho e nojento, e com o pau caído. – Jeon sentou no sofá, om um pequeno bico nos lábios cheinhos e vermelhos. – Não!

— E 'com o pau caído'! Socorro! – Jimin tinha seu rosto em um tom que se aproximava à coloração de suas madeixas. – O pau é super importante. Adoro.

— Hyung, para, eu tô falando sério!

— Kookie, você não tem opção, já falei! A não ser que se vire e trabalhe... – Um som de notificação se fez presente, fazendo-o abrir a aba do site novamente. Jimin arregalou os olhos e soltou uma gargalhada alta. – Oh, ele respondeu!

— Apaga isso, pelo amor de Deus! – Ele tampou o rosto e fez massagem em suas têmporas.

— "Eu adoraria conhecer-te, baby Jeon." ... Que porra é essa? – O Park não parava de rir e até esperneava por causa daquilo. – Em que época esse cara nasceu? Chuto oitenta anos e 14 centímetros enrugados em uma cueca samba-canção, detalhe: freada.

O mais novo andou até seu quarto, socou a porta e deitou na cama afundando seu rosto no travesseiro.

— Eu não quero mais conversar com você! Não fala mais comigo, tipo, nunca mais. Puta que pariu! Que raiva, Jimin! E que nojo! – Esbravejou, com sua voz saindo extremamente engraçada por causa de estar abafada.

— Mas que nervosinha! Então, você pode escolher onde vocês irão... Esse cara tem oitenta e cinco anos! Por que diabos tem uma frase de Shakespeare no perfil desse fulano? – Jimin balançou a cabeça em negação, ainda digitando freneticamente, enquanto via o outro voltar para a sala com uma toalha na mão.

— Como você sabe que é de Shakespeare? – Jungkook questionou. – E o que isso tem a ver?

— Joguei no Google! Ué, hoje em dia, colocamos frases de músicas...

— Ah, 'tá. – Riu consigo mesmo. – Eu vou tomar banho. Você aquiete o cu e para de arrumar encontro com paus caídos para mim!

— Okay. – Fez uma carinha de anjo e fechou o notebook, pegando o controle da televisão. – Fique tranquilo.

Jeon entrou no banheiro e se despiu, pronto para deixar seus problemas irem pelo ralo. O que ele não sabia era que o seu hyung já o fazia por si.

— Ah não, que horror. Vo-cê.. nun-ca... foi para... balada? – Ele tinha a mania de falar, enquanto digitava. O garoto já havia descartado os outros candidatos; que tipo de cara chama seu baby de gracinha? Que absurdo! – Como não, velho? Velho. – Riu de si mesmo, com a gíria que usou. – Então... nem... quan-do... era mais... novo?

[Tae30Kim]: Mais novo? Quantos anos pensa que possuo?

— Esse cara é muito estranho. Eu... não...sei. Quantos?

[Tae30Kim]: Adivinhe!

— Meu Deus, era só o que faltava! Que idade vai deixá-lo feliz e não ser exagerado demais? Quarenta e... Não, quarenta é muito pouco. Cinquenta.... e nove? – Digitou cinquenta e dois, esperando a resposta alegre do outro homem.

[Tae30Kim]: Hum.
Eu quero conhecer-te.

— Eu acertei a idade dele? Devo ter chegado muito perto, né?

— 'Tá falando sozinho, Jimin?

— Ai, meu caralho, que susto, porra! – Colocou a mão em seu peito e bufou.

— 'Tá aprontando, não é?

— Uauu, e essa toalhinha branca e pequena, super sexy, aí? Fica assim, desse jeito, vou tirar uma foto para seu Daddy! Ele vai adorar ver essas coxas, esse abdômen... Que isso, hein? Arrasou. Fique assim! – O Park pegou seu celular e já se preparava para tirar uma foto, quando ele foi tomado de si.

— Não tirou essa ideia absurda da cabeça, não? – Jungkook colocou o aparelho na mesinha do cômodo, depois cruzou os braços e bateu o pé no chão com força.

Ele era uma criança muito mimada e não havia cura.

Não ainda.

— Eu não! Eu quero apenas te ajudar! – O Park deixou seu lábio inferior se destacar, fazendo "beicinho".

— Nem vem, hyung! Para! Você não vai me ganhar... com aegyo!

— Jeon! – Colocou as mãozinhas juntas e piscou seus olhos.

— Jim... – Levantou as mãos para apertar as bochechas do hyung, quando se lembrou que estava completamente nu, só coberto por uma toalha, qual não estava totalmente presa em seu corpo. Mas já era tarde. – Ai, minha toalha! – Jeon segurou o pano, antes que ela alcançasse o chão, devido seu bom reflexo.

— Nossa senhora, atentado ao pudor!

— E você está olhando, né, safado? – O outro afirmou, rindo de novo, ao passo que Jungkook caminhava até seu quarto sorrindo também. – Ai, meu Deus!

Pegou o notebook de novo e mandou uma mensagem para o Tae30Kim. Jeon ia matá-lo, mas ele acabara de marcar um encontro para o garoto. E o melhor: para sábado, às oito horas da noite. Riu maleficamente com seu planinho um tanto diabólico.

— Jeeoon! Espero que, até agora, no sábado, você não tenha nada para fazer, pois, agora você tem!

4 de Julho de 2018 às 21:18 0 Denunciar Insira 5
Continua…

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