Salve Meu Casamento Seguir história

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Um relacionamento na rotina pode definhar-se com o tempo. Jungkook não suportava mais o jeito "conservador" de Taehyung. Principalmente, nas horas mais íntimas do casal. E só Jimin, o melhor amigo deles, poderá ajudá-los. Taekookmin || +18 || Threesome


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

#threesome #18anos #lemon #minkookv #kookvmin #vkookmin #taekookmin
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Planos

Taehyung suspirou audível.

— Como eu estava dizendo, o Jungkook anda distante de mim, hyung. – Retomou o assunto de mais cedo, antes do padrasto de Jimin anunciar que estava fechando a lanchonete.

Ele e seu amigo, Jimin, sempre iam o local o qual pertencia à mãe do mais velho quando suas vidas ficavam de cabeça para baixo. O que não era tão raro acontecer. O lugar tornou-se um ponto de conversas entre eles, além de ser o único calmo o suficiente para que pudessem esfriar a cabeça, relaxando.

— Tae, isso está me preocupando! Você já conversou com ele? – O Park sempre fora o melhor amigo que o Taehyung poderia pedir.

— Já! Até perguntei se ele queria o divórcio, mas...

— Mas...?

— Ele disse que me ama muito e que não quer. Chorou tanto... Aliás, choramos tanto... – Taehyung suspirou. – Eu estou desesperado!

— Seria o cúmulo um casamento tão recente terminar porque um dos maridos está fazendo cu doce. – O rapaz de cabelos negros tomou um gole de seu suco verde, vendo o Kim fazer o mesmo com o seu de morango.

— Literalmente, ânus doce. Nem fazer... aquilo comigo ele quer...

— Aquilo, o quê? Sexo? – Taehyung afirmou. – Não? – Jimin franziu as sobrancelhas e fez seus lábios virarem uma linha perfeita. – Quem em sã consciência não ia querer você, Tae?

— O Jungkook sempre quis, mas agora não quer mais. – Estava realmente entristecido. Jimin já vira um rostinho parecido antes... – Fazer aquilo para a gente nunca foi só diversão, sabe? Sempre fizemos amor e...

— Taehyung, que brega! “Fazer amor”!? – Fez aspas com os dedos, ironizando a voz doce e tremida do mais novo.

— Não fala assim, Chim! – Pediu, levemente bravo.

— Sério, você é novo demais para falar coisas tão... Certinhas? – Jimin sempre soube que algum dia o seu amigo teria problemas em relação a vida sexual. – Eu hein!

— Isso não é “certinho”, é só romântico! – Explicou Taehyung.

— Jungkook gosta quando você fala assim? – Jimin só queria que seu amigo caísse na real.

Bem, essa conversa toda era um plano. Jeongguk queria salvar seu casamento e estava confiando em Jimin – como sempre, o coitado do rapaz.

O mais novo do trio sempre foi mais aberto quanto a seus sentimentos, assim como também sobre seus desejos. Seus pensamentos sobre o corpo eram totalmente diferentes dos pensamentos de seu amado. Ironicamente, para conquistá-lo, fingiu ser o que não era. Logo depois, ele mesmo percebera a necessidade de mudar certos aspectos negativos, já que não condiziam com o amor pelo Taehyung, o qual lhe preencheu completamente. Todavia, mesmo endireitando-se, virando um rapaz trabalhador e, de fato, ter se libertado de seu passado de rebeldias, algumas coisas ficaram em si.

Como já devem imaginar, Jungkook estava cansado da rotina. Ele queria algo diferente. Qual era o problema de querer inovar e turbinar o sexo com seu marido?

Sempre que iniciava uma conversa sobre isso com o parceiro, ele desviava dela ou dava algumas respostas de claro desinteresse, senão também de desconforto. Ou, pior, só fugia, literalmente, de perto de si.

Taehyung não era do tipo de pessoa que se preocupava com os reais interesses do parceiro, principalmente, coisas que não fossem da sua roda de certezas absolutas ou conservadoras. Como, por exemplo, sexo. Com sinceridade, ele nunca foi. De certa forma, o próprio Jungkook tinha culpa nisso, afinal, sempre venerou o Kim e sua forma fofinha de ver o mundo.

Mas voltando...

Quando Jimin conversara com o Jeon, o rapaz lhe dissera suas reclamações em relação a sua vida sexual e de seu marido, assim como, inesperadamente, Taehyung fazia naquele momento consigo. Jeongguk estava totalmente frustrado e pensando em fazer uma... Besteira; lê-se: Arrumar Um Amante.

Até havia cantado o Jimin!

Não que o Park não se achasse digno de alguém ter interesse em si. No entanto, Jungkook era tão perdidamente apaixonado pelo Kim que, desde então, não interessara em mais ninguém. Pessoas jogavam-se aos seus pés e recebiam um belo pé na bunda.

Bem, depois de uma longa conversa, o Park aceitou ajudar da forma que pudesse ou conseguisse.

Enquanto pensava no “casamento” dos dois amigos, tivera algumas dúvidas, pois Jungkook não lhe dera nenhuma instrução sobre como conversar com Taehyung, tampouco disse o que poderia ser mais eficiente para persuadir o amado.

Apesar de citar suas vontades – trocar de posição, brinquedinhos, transas além-quarto, etc... –, como Jimin abordaria Taehyung? Não sabia como o rapaz agiria diante essas petições do mais novo e todas as informações que tinha sobre como o amigo se posicionava em relação a isso não eram suficientes.

Jimin poderia falar abertamente sobre o relacionamento sexual deles? Óbvio que não. Para um pequeno conservador como o Kim, tudo que ouvira seria, sim, um absurdo. Com certeza, ele ficaria com as bochechas coradas, todo tímido e retraído, caso agisse assim.

Ele não tinha muitas opções. Jimin estava em uma enrascada.

— Gosta! – Taehyung afirmou com toda certeza.

— Ele falou que gosta, pelo menos? – Cutucou.

— Falou! Quer dizer... Não falou... – Quando o Kim gesticulava em demasia, o Park sabia muito bem que ele estava nervoso. – Mas se ele não quisesse, ele teria falado! Né? – Não estava tão certo disso. No fundo, o homem sabia que Jeon faria até o céu descer à Terra apenas para satisfazê-lo.

— Não, ele jamais falaria... – Jimin expôs a realidade. Taehyung era difícil demais, se fazia de inocente demais. – E você sabe disso!

— E você acha que é só por que eu falo “Fazer amor” que ele está distante? – Olhou desinteressado para seu amigo, logo revirando os olhos com tamanha bobeira que havia escutado. Naquela cabecinha dura, não fazia nenhum sentido. – Jimin, olha... Não viaja!

— Claro que não, TaeTae. Isso é só uma das coisas...

— Mas... – Taehyung, ainda por cima, possuía um enorme tabu em falar uma tal palavra. – ... sexo... não é tudo, Jimin-Chim! – Ele cruzou os braços, recostando-se na cadeira vermelha. – Ele não quer me fazer nem um pouquinho de carinho!

— Talvez porque tocar em você o deixa sensível!? – Perguntou, retoricamente. Já sabia disso! Jungkook o contou.

— Poxa, mas algo além de um selinho já é o suficiente!

— Tem tanto tempo assim que vocês não fazem aquilo? — Taehyung confirmou. – Quanto tempo vocês estão sem... nada?

— No primeiro mês eu não senti falta...

— Como assim “no primeiro mês”? – O Park gesticulou as aspas novamente, tamanho desespero entrara. Não sabia que era tanto tempo assim. Jungkook havia dito “uns dias”.

Sorriu, bobo. Até nisso Jeon “protegia” Taehyung.

— Tem dois meses e uns dias que não rola nada... – Disse, envergonhado.

— Nem um boquetezinho?

— Eu nunca fiz isso, ‘tá doido? – O Kim, quem antes já estava vermelho como um tomate, naquele momento, ficara vermelho escarlate. Ele não entendia como seu amigo conseguia falar as coisas tão abertamente assim.

Era tão vergonhoso para si.

— Eu não acredito, Kim Taehyung! Você tem um cara gostoso daquele só para você e nunca caiu de boca? – Estava abismado.

— Pelo amor de Deus, fala menos explícito! – Abaixou a cabeça, mas a intenção inicial era enfiar-se debaixo daquela mesa e não sair tão cedo. – E n-não, eu nunca fiz i-isso.

— Porra, Tae! – Jimin segurou a mão do seu amigo. – Eu não estou querendo lhe colocar minhocas na cabeça, mas... Já pensou se o Jeon arruma um amante?

— Não está querendo colocar minhocas na minha cabeça...? Sério? – Olhou incrédulo ao seu amigo.

— Desculpa. – Riu. – Tae, Jungkook sempre foi superaberto, liberal. E também muito aventureiro. Você sabe...

— Sei.

— Ele viaja demais, justamente por amar coisas e lugares novos. – Tentou explicar da forma mais simples e menos direta possível, para que o Kim pudesse entender seu raciocínio.

— Ele sempre me leva! – Pôs-se contrário à linha de raciocínio que Jimin construía. – É-é impossível ele ter arrumado uma amante!

— Eu sei. Exatamente! – O Park resolveu tomar o resto de seu suco, antes de sua “jogada final”, o que acarretou em um Taehyung deveras curioso. – Será que ele não tentava, com essas viagens, passar esse espírito aventureiro e amante de coisas novas para você, não?

— Pode ser... – O Kim, então, ponderou. – Mas o que isso tem a ver com... Er... Você sabe! Er... Sexo?

— Tae, olha a dificuldade que você tem para falar ‘sexo'! – Argumentou. – Sexo, sexo, seeexooo!

— Para com isso!

— É só uma palavrinha de nada, e aqui está vazio. – Olhou ao redor, certificando-se que ninguém estava no recinto. – Você faz uma pausa de autocondenação antes de dizer: Sexo! Que bobeira!

— Ah... – Abaixou a cabeça, envergonhado. – Continue seu raciocínio...

— Ele quer experimentar outras coisas, Taehyung! Qualquer pessoa nesse mundo daria para aquele garoto! – Sua voz até saiu em tons mais altos.

Não se orgulhava, mas ele se incluía naquele “qualquer pessoa” como ninguém! Claro que antes de seus interesses, sempre fora e sempre seria fiel a seu amigo. Tanto é que negou as cantadas e investidas de Jungkook sobre si. Motivo pelo qual fez Jimin conversar abertamente com o mais novo sobre o íntimo do casal.

— Eu sei... – Desistiu de impor contra. Estava certo de que não poderia ficar de braços cruzados, senão perderia o amor da sua vida; o verdadeiro príncipe que pediu aos céus. – O que eu faço?

— Sei lá! – Agora ele poderia ser explícito, não é? – Faz um oral nele, compra brinquedos pela internet, transem em lugares diferentes, tipo o banheiro ou a cozinha, pede para ser o passivo...

— Ah... Mas... Eu nunca fui o ativo mesmo... – Deu de ombros.

— O quê? Como assim? Pensei que você fosse o ativo e por isso que... O... – Jimin jamais entenderia seus amigos. – Ah, esquece... Mas como assim? Nunquinha? Nunca teve controle da situação também, não?

— Não... Aish... – Resolveu ignorar seu amigo e suas crises de falar sozinho. – Quando ele quer fazer amor comigo, eu...

— Transar, Tae, transar! – Interrompeu.

— QUE SEJA! Que inferno! – O Kim cansou daquele papo constrangedor, porque nunca ficara tão constrangido em toda sua vida inteira. – Quando ele quer... Eu tiro minha roupa, deito na cama e espero ele vir.

— Você faz isso? Sério? Tu abre as pernas e diz: “Vem, meu gatão”? – Arregalou os olhos, gargalhando em seguida.

— Claro que não! Eu não falo isso! – Taehyung distribuiu alguns tapinhas pelos braços de Jimin, gargalhando junto ao amigo. – Eu só... Fico... Parado, esperando.

— Ai, Tae... Você é o quê? Uma esposa do século XVIII ou XIX, que lava, passa e cozinha para o marido, que está no boteco bebendo e fodendo com outras? – O Park revirou os olhos e meneou a cabeça negativamente.

— Jeongguk nem gosta de beber...

— Taehyung... Não estamos mais em séculos passados para você não ter liberdade de se expressar, e nem esposa você é. – Bufou, frustrado. Não sabia que teria que quebrar tantos tabus assim de seu amigo apenas com uma conversa. – Você é um homem. Um baita homem! Meu Deus, como assim? Você nunca foi um power bottom?

— O que é isso? – Ficou curioso.

— Um passivo não submisso, que controla o ato.

— E isso existe?

— Claro que sim! Aqui você tem uma prova viva. – Apontou para si mesmo, fazendo uma bela expressão de orgulho. – Veja se eu, Park Jimin, vou virar boneca inflável? Eles têm mais que fazer o que eu quero mesmo, sem reclamar, se querem tanto essa bundinha aqui. Se é que me entende a “bundinha”. – Fez as aspas, enquanto levantava as sobrancelhas repetidamente.

— Jimin! – Gritou, cobrindo seu rosto e caindo na gargalhada. Mas seu amigo era um cara de pau mesmo!

— O quê, Tae? É verdade! – Riu junto.

— E o que eu tenho que fazer para ser isso? Só mandar?

— Não! O conceito vai muito além! Mas, para você que está começando, mandar naquela escultura que é seu marido já é um ótimo começo. – Bateu palminhas, animado. Agora o Kim entendera, certo?

Errado.

— Eu só quero meu marido carinhoso de volta! – Choramingou.

— Tenta pelo sexo primeiro. Vocês estão há dois meses sem nenhuma relação sexual. Jungkook deve estar subindo pelas paredes, nossa!

— As paredes do quarto de hóspedes, não é? Porque nem no nosso quarto ele dorme mais. – Fez um biquinho deveras entristecido e magoado.

— Ooh, Tae... – Acariciou as mechas castanhas do seu dongsaeng, sentindo as orbes alheias alcançarem as suas. – Não fica assim, tudo bem? – Arrastou a cadeira, até ficar do lado do amigo.

Os dois trocaram encaradas intensas demais para uma simples amizade. Naquele momento, o Park pode perceber que Taehyung também ficara afetado por causa desse afastamento sexual. E como ficara! Seu próprio corpo respondeu àquele castanho tantas vezes puro, mas que, naquele momento, estava denso, fazendo os pelos de seu corpo eriçar.

— Jimin... – Taehyung chamou. Sua voz grave e rouca era perfeitamente propícia a esvair a sanidade de qualquer pessoa.

Jimin entendeu a necessidade acometida e guardada pelo Jungkook. O Kim era sexy até respirando – com dificuldade, como ali.

— Jimin... – Taehyung desceu o olhar para a boca cheinha do hyung, vendo-o aproximar de si. – Jimin, me ajuda. – Pediu, calmamente.

— Ajudo. Em quê? – Aos poucos, a vontade de beijar o mais novo o preenchia e ele nem lembrava que o rapaz era compromissado.

— Recuperar meu casamento.

Então caiu a ficha.

— Eu não posso fazer mais nada aqui, meu amor. – Voltou uns centímetros para trás. – Eu já te disse tudo que acho eficiente.

Aliás, a não ser o Power Bottom, tudo foi ideia do próprio Jeon.

— Eu não vou conseguir fazer essas coisas sozinho, Chim... – Afastou do amigo, olhando para o lado, mais precisamente pela janela. – Eu não sei fazer nada dessas coisas, eu nunca saí com outros caras, eu nunca fui de me arriscar. Já é demais, para mim, eu ter me assumido gay.

— Bobeira, baboseira, besteira... – O Park abraçou seu dongsaeng, colocando o queixo no ombro direito dele, e deixou um beijo em sua nuca. – Você precisa apenas se soltar.

— Não é simples assim!

— Você vai ver que é. Tente... – O mais velho tornou o olhar a si e naquele momento tremera ainda mais.

— Eu não consigo sozinho, Jimin! – Taehyung fez uma expressão como quem quer dizer algo nas entrelinhas. Bem, o Park era o único que sempre as entendeu. Nem Jungkook conseguia, porque era difícil demais para si adivinhar o que Kim Taehyung queria.

Jimin e Taehyung praticamente nasceram do mesmo útero e dormiram no mesmo berço, falaram as mesmas primeiras palavras, queriam coisas parecidas quando crianças. Mesmo ao longo dos anos, com a puberdade evidente, alguns pensamentos, ambos mantinham iguais.

Era bem interessante.

— Você quer alguém te ajudando lá? É isso? – Questionou.

— Uhum...

— Bem... – Ficou desconcertado. – E esse alguém seria eu?

— Você é a única pessoa em que eu confio! – Corou. Se Jimin dissesse que aquilo, de certo modo, não o deixara feliz, estaria mentindo. Ah, e excitado, como alguém animado, também. – Eu preciso de sua ajuda. Salve meu casamento!

— Aai...

Praticamente gemeu, em uma tentativa falha de conter sua alegria. Ajudar um amigo, principalmente Taehyung, era para si uma certeza de satisfação pessoal. Ajudar os dois então...

— Vamos fazer o seguinte: você vai para sua casa, toma um banho, fica todo cheirosinho e tenta transar com seu homem. Se ele fizer cu doce... Você me liga!

— Como eu vou fazer isso? E o que exatamente você vai fazer? – Taehyung questionou.

— Se vira! Eu vou te ajudar depois, ué! – O Park piscou para o dongsaeng, já levantando da cadeira, o vendo seguir seus passos até a cozinha do lugar.

— Eu quero saber como! – O mais novo bateu o pé no chão e cruzou os braços, com um bico enorme em seus lábios rosados.

— Tae... – Jimin aproximou do amigo, enlaçou a cintura dele e o puxou para perto.

— Jimin! O que você...?

— Você confia em mim, certo? – Levou o corpinho magro até a parede mais próxima dali e o cercou.

— Confio.

— Ótimo! – Deu um sorriso sugestivo. – Você está tão necessitado, Tae! Eu vejo seu corpo todo arrepiado comigo perto. Eu, seu mero melhor amigo. Imagine com seu marido... – Aproximou da orelha do rapaz e mordeu seu lóbulo, voltando a sussurrar. – Se você se libertasse desse conservadorismo, o Jungkook e eu poderíamos te levar aos céus hoje.

— Aah! – Gemeu em reflexo dos seu quadris aos quadris do mais velho. – Jimin...

— Vai, Tae... Tenta agarrar o maridinho. – Soltou a cinturinha do Taehyung, sentindo-o arfar e tentar o puxar para perto novamente. – Tae, seu marido chega do trabalho daqui a pouco. – Largou-o definitivamente. – Se não conseguir nada com ele, me liga, que eu vou para sua casa. Mas se conseguir, me liga mesmo assim! – Piscou o olhinho.

— Tudo bem! Tudo bem! – Acabou ficando animado. – Eu vou.

— Faça o que te falei. Toma um banho, se prepare direitinho, me entende?

— Sim. – Revirou os olhos. Sabia que o Jimin falava sobre... Hum... Preparativos "da casa"? Para receber um visitante?

Entenderam?

Jimin não tinha em seus planos, para um sábado à noite, salvar um relacionamento em decadência por causa de sexo. Ou a falta dele. Mas já que era assim, que fosse aproveitar também. Certo?

4 de Julho de 2018 às 20:53 0 Denunciar Insira 4
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