Apenas Deixe De Ser Bobo Seguir história

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— Jesus — estagnou no lugar enquanto fitava o mais novo, pondo um sorriso nos lábios carnudos. — Você é fofinho demais. — Não sou fofo! — rebateu, levando Hyukjae a ampliar o sorriso. [EUNHAE][FLUFFY]


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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Capítulo Único

Donghae fitava os potes de biscoitos, tendo como companhia um biquinho no lábio inferior. Os pensamentos alternavam entre os dois sabores de biscoitos preferidos, mas estando em um dilema sobre qual seria melhor comer primeiro. Na destra possuía o pote repleto de chocolate. Na sestra — aquela que detinha uma mistura ‘bizarra’ — o sabor de baunilha com abacaxi.

— Hm — soltou o muxoxo enquanto apoiava o queixo na bancada da cozinha, alternando o olhar entre os potes deixados sobre o móvel. — Difícil — constatou.

— O que é difícil? — Escutou a voz de Hyukjae próximo ao ouvido direito, fazendo-o se assustar. — Bom dia, neném — falou, deixando um beijinho na bochecha do namorado.

— Não me assuste assim! — disse, voltando a posição de antes, incluindo o mesmo dilema acerca do pote que seria aberto. — Estou pensando.

— Devo ficar com medo? — tirou sarro.

— Ya!

— Vamos lá, está pensando no quê? — indagou, abrindo a geladeira para pegar a caixa de leite. Porém, logo fez cara feia ao vislumbrar as embalagens nas mãos do pequeno. — Não vai me dizer que está naquele di...

— Chocolate — começou. — Chocolate é gostoso, relaxa e... eu já disse que é gostoso? — voltou-se para o mais velho. — Mas a mistura de baunilha com abacaxi é sensacional! — ergueu-se, semicerrando os orbes.

Jesus — estagnou no lugar enquanto fitava o mais novo, pondo um sorriso nos lábios carnudos. — Você é fofinho demais.

— Não sou fofo! — rebateu, levando Hyukjae a ampliar o sorriso.

— Tem razão — pegou um copo dentro dos armários, enchendo-o de leite. — Você é extremamente ‘cuti-cuti’ — frisou. Porém, em seguida sentindo os dígitos do companheiro atingir suas costas. — Aí!

— Ah — soltou o ar como se tomasse uma decisão extremamente difícil. — Chocolate.

— Quero morder suas bochechas — o moreno soltou, fitando o castanho estancar no lugar, inclusive as ações, ao mesmo tempo que os orbes se arregalavam e um riso estrangulado ficava na garganta. — Vem cá — abriu os braços, chamando-o para um abraço carinhoso.

Donghae negou com a cabeça, afastando-se devagar da cozinha à medida que o olhar arteiro o denunciava que Hyukjae teria que correr atrás de si.

— Ah, vem cá — riu, deixando a caixa e o copo em cima da bancada de mármore.

— Quero comer os meus biscoitos — falou com dificuldade no tempo que deixava a caixa de biscoito na mesa. As bochechas estavam estufadas pela comida, dando-o um arzinho angelical.

— Oh — soltou um gemido, colocou a destra sobre o coração e a cabeça caiu para o lado. — Vou encher essas bochechas de beijos, Hae — respirou fundo, fechando os olhos. E quando o menor menos esperava, Hyukjae circulou sua cintura; selando os lábios com ternura.

— Não! — gargalhou. As palmas estendidas ao longo do peito do maior para “afastá-lo”, mas os dígitos de alguma forma agarravam o tecido, trazendo-o para perto enquanto o pescoço ficava exposto e suscetível aos beijinhos do namorado. — Hyukkie!

— Hm — grunhiu à medida que os selos ficavam mais marcantes e mais densos pelo pescoço alvo, levando Donghae a revirar os olhos e morder os lábios.

Hyukkie! — tentou chama-lo, mas o moreno estava tão empenhado em beijá-lo que ignorava seus apelos. — Eu só queria comer alguns biscoitinhos — choramingou quando o lóbulo direito foi capturado pelos lábios sedutores, provocando uma reação instantânea de se agarrar mais ao namorado, arrastando a bochecha contra o maxilar bem delineado. — Isso é covardia. — Sofrendo alguns espasmos de prazer e os dedos se fincaram na pele do outro.

— Ah, não é — respondeu assim que as mãos se arrastaram até as nádegas do castanho, apertando-as. — Covardia é ter um namorado extremamente lindo, fofo e, ah, — aspirou fundo — forte o suficiente para aguentar o que for preciso — constatou ao afastar alguns fios da franja do menor para o lado.

— Uh — escondeu o rosto no peito do mais velho enquanto o indicador desenhava formas abstratas no bíceps do moreno, que pouco tempo depois deixou um beijo no topo da cabeça de Donghae. — Deixa de ser bobo — murmurinhou, adorando o aperto que intensificara o abraço.

— Impossível — retrucou. — Como deixaria de ser bobo? — questionou, sorrindo. — Você consegue me deixar bobo só por respirar, por me amar — estalou a língua. — Eu sou um bobão.

Meu bobão — a voz saiu abafada, pois ainda se escondia no peito do amado. ­— Então, — começou — eu também sou super bobo.

Meu bobão — repetiu o que ele falara. — Formamos um casal de tontos — ergueu o rosto do menor pelo queixo, deixando uma carícia singela. — Eu te amo, Hae. Amo demais — as palmas apertaram levemente as bochechas do amante, gerando um biquinho, atraindo os orbes castanhos para o local.

Chupou o lábio inferior, arrancando um gemido repleto de tesão do mais baixo. Sentiu os fios da nuca serem puxados em uma tentativa frustrada de aliviar aquele sentimentozinho gostoso que invadia o âmago de Donghae; estavam entregues. Naquele instante, não existia mais o pacote de biscoitos nem o copo de leite, apenas o sentimento de deixar a paixão fluir.

— Também te amo — falou quando se separaram pela falta de ar.

O castanho voltou a se esconder no peito do namorado, sentindo os carinhos prazerosos que ele deixava ao longo das costas.

— ‘Pra sempre — sussurrou o mais alto.

— ‘Pra sempre.

25 de Junho de 2018 às 18:18 0 Denunciar Insira 0
Fim

Conheça o autor

Raíssa Kreppel Ficwriter floppada. Ativista do só sei que nada sei. #SuperJunior.

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