crisllaine-ferreira1711162777 Crisllaine Ferreira

Se descobrisse que toda a sua vida já estava predestinada desde o início, como reagiria? Elizabeth já havia se conformado com a vida que tinha, imaginava que viveria dentro daquela bendita barreira para sempre com seu irmão e seu melhor amigo e por esse motivo não se preparou para o que viria. Sua vida muda drasticamente quando é forçada a se jogar em um redemoinho, onde seu passado invade sua vida sem permissão, trazendo à tona coisas que jamais imaginou ou desejou. Embarque nessa jornada repleta de mistério e aventura, onde a verdade se esconde por trás de aparências enganosas, desafiando as expectativas e revelando que nada é exatamente como parece. Essa e a primeira versão então perdoe-me os erros ortográficos.


#10 em Fantasia #4 em Épico Todo o público.

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Capítulo um - A besta

Seu cachos balançava a cada lufada de vento que recebia, mesmo suas tarefas não tendo acabado, se deu o luxo de sentar em frente a sua horta e admirou o sol que estava se pondo, sempre se surpreendia com as lindas cores que o céu exibia.

Mas sua alegria durava muito pouco, pois infelizmente tinha que retornar às suas tarefas.

Seu irmão logo chegaria e sinceramente não estava disposta a receber um sermão logo no dia de seu aniversário.

Não que se importasse com a data em si, já havia deixado de comemorar a alguns anos, mas seu irmão sempre fazia questão de lembrá-la, o que a deixava bem irritada na maioria das vezes, mas logo a irritação ia embora quando saia a noite de fininho para se encontrar com Júpiter, ambos ficavam horas olhando as estrelas.

Mas ainda não o tinha visto, geralmente ele aproveitava que Lucas não estava e lhe fazia companhia, o que lhe deixou um pouco ansiosa pois queria que a noite chegasse mais rápido para vê-lo.

No início seu irmão sempre reclamava quando a via com Júpiter, mas logo se acostumou, mas ainda assim eles sempre evitavam ficar juntos quando o mesmo estava em casa.

Um corvo pousou em sua janela e ela sorriu, já tinha acabado de cortar os legumes e o assado de coelho já estava quase pronto.


— Pensei que não o veria hoje, mas estou feliz que tenha chegado, estava começando a ficar entediada. — Disse ela a Júpiter, o pequeno corvo inclinou a cabeça. — Sabe, hoje é aquele dia especial, mas confesso que não estou tão animada já que não tenho muito o que fazer. — Ela secou as mãos no avental. —Eu imaginei que quando eu fizesse dezoito anos seria diferente, mas acho que estamos presos por aquela barreira para sempre.


Ela suspirou, estava frustrada, nunca quis muita coisa, seu único desejo sempre foi se ver livre daquela bendita barreira. Não conseguia entender porque sua mãe colocou eles nessa prisão, sempre se questionava como a mulher que Lucas descreve como doce, gentil e amorosa foi capaz de colocá-los aqui, qual motivo ela teria para privá-los de viver? Infelizmente nunca teria a resposta pois ele alegava que seus pais haviam morrido na invasão que teve em um lugar chamado Osupa.

Um vento forte entrou pela janela, fazendo Júpiter se chocar contra o corpo dela, o tempo começou a fechar trazendo nuvens escuras, o que a deixou chateada pois seus planos teriam que ser cancelados, mesmo sabendo que poderia ver as estrelas em outro dia.


— ELIZABETH...ELIZABETH…


Seu irmão passou desesperado pela cerca, seu rosto parecia que tinha visto um fantasma, o que a deixou preocupada, nada o assustava e sinceramente nem tinha como, pois tudo era muito calmo dentro da barreira.

Seu ombro direito começou a latejar, ela encarou o mesmo e em sua pele começou a mudar linhas estavam sendo criadas como se ela fosse um papel sendo desenhado a cada linha que surgiu a dor se intensificou até que os rabiscos viraram uma lua crescente.


— Elizabeth, precisamos sair, pegue aquela mochila que deixamos pronta.


— Lucas eu… — Ela ia contar sobre o ombro mas ele a interrompeu.


— Lizzy, preciso que faço o que estou pedindo, não temos tempo, temos que ir agora. — Ele estava agitado e nervoso.


— Porque precisamos sair e para onde iríamos com aquela barreira? — Algo estava acontecendo nunca tinha o visto assim.



Um barulho muito alto veio da cerca, seu ombro latejou mais a fazendo se curvar de dor, Lucas a observou mas não por muito tempo pois um estrondo vez seu corpo enrijecer.


— Lizzy vai para o esconderijo.


— Porque?


— Lizzy vai!


— NÃO SEM VOCÊ.


— Eu estarei logo atrás de você, mas vai agora, por favor!


Ela o obedeceu sem questionar, mesmo sabendo que talvez ele não estivesse logo atrás, estava preocupada, nunca tinha o visto com medo e apesar de sempre ter visto esse esconderijo nunca imaginou que o usaria, algo ruim estava vindo e a cada segundo que passava era como se brasas estivesse sobre a marca da lua em seu ombro direito.

Lucas entrou no esconderijo e trancou a porta fazendo o mínimo de barulho possível, o silêncio tomou conta de tudo o único som que ouvia era o de sua respiração.

O ar parecia ter ficado frio, o que a fez tremer algumas vezes, seu irmão estava quieto, mais atento a qualquer barulho que pudesse surgir do lado de cima.

A primeira madeira do piso rangeu a fazendo colocar a mão na boca para impedir seu grito, Lucas pegou sua mão livre tentando confortá-la, o que não adiantou muito. A cada passo o piso parecia emitir o grito que ela reprimia, não conseguia entender porque estava tão apavorada, talvez o fato de não saber o que está acontecendo lhe deixou dessa forma.

O silêncio retornou o que a deixou ainda mais apavorada, uma leve brisa balançou seus cachos a fazendo olhar para trás, um redemoinho negro estava bem diante de seus olhos, ela apertou a mão de seu irmão, para chamá-lo.

Ele faz o sinal de silêncio e trocou de lugar com ela lentamente, as coisas só estavam piorando e não tinha para onde correr.

— Lizzy, preciso que você confie em mim ok, estamos encurralados e só temos uma opção.


Elizabeth se assustar com a porta do esconderijo sendo arrancada o que a faz gritar, sem ter para onde corre garras são fincadas em seu braço, seu irmão a puxa com força o que faz as enormes unhas rasgarem a sua pele piorando ainda mais o sangramento, a criatura encapuzada mostrar seus dentes pontudos ao sorrir para ela e crava ainda mais as suas garras a fazendo gritar.

Seu corpo estava começando a falhar e seus olhos estavam embaçando devido a quantidade de sangue que estava perdendo, a criatura deu uma gargalhada e falou com sua voz meio rouca:


— Eu achei vocês, pensou que a barreira duraria até quando Lucas?


Lucas a encarou, dava para ver a tristeza em seu olhos, não sabia o que iria acontecer, mas confiava em seu irmão, pois ele foi a única pessoa que sempre esteve presente em sua vida, e mesmo não dizendo isso para ele o considerava como uma pai, ele ainda a encarava.


— Eu confio em você irmão. — Os olhos deles piscaram e um sorriso brotou em seu rosto o que fez a criatura que segurava seu braço grunhir encolhendo as garras e segurar seu braço somente com as mãos, mas por ter perdido muito sangue o mesmo estava escorregadio o que deu a oportunidade perfeita para Lucas puxa-la os levando para dentro do redemoinho negro.



——————🖤——————


Olá leitore, quero agradecer por ter dedicado seu o tempo para acompanhar a jornada de Elizabeth.

Espero que esteja gostando.

Por ser a primeira versão ainda terá alguns erros ortográficos entre outros, mas estarei dando meu melhor para que isso não ocorra com muita frequência.


23 de Março de 2024 às 03:24 6 Denunciar Insira Seguir história
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Leia o próximo capítulo Capítulo dois - A cabana

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Ursula Britto Ursula Britto
Achei um começo bem misterioso. Parabéns. O gancho que você deixou no final deixa um ar de: Para sabermos mais precisa ler. Muito bom. Está de parabéns, desejo sorte na sua jornada de escrita.
March 30, 2024, 00:17

Ursula Britto Ursula Britto
Olá! Você aceita troca de leituras?
March 29, 2024, 22:17

Deivide Oliveira Deivide Oliveira
Sinceramente, não sei nem sobre esse começo do seu livro, só sei que adorei, vou tem já tem um fã, o futuro é muito promissor pro seu livro :)
March 28, 2024, 17:00
~

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