Meu Instrutor de Tango Seguir história

whatapanda Políbio Manieri

Um tango, um cigarro, uma dose de conhaque e ela se entregaria de corpo e alma àquele que, quando dançava, era seu próprio demônio da perdição.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#fns #hentai #pwp #naruhina #naruto
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Por Una Cabeza

N/A:

EU TO CHOCAAADA QUE ESQUECI QUE ESCREVI ESTE PWP NARUHINA

Gente isso aqui é do começo de 2017 ainda e foi meu primeiro hentai, socorro.

Na notas de autor originais eu dizia que não era o meu forte e que ia tentar dar o melhor de mim, hoje apenas estou rindo de nervousor haiouhsd

Não lembro como foi que me veio essa idéia, porém tão repentinamente veio me coloquei a trabalhar - e olha só o trabalho, quase uma semana pra sair esse negócio.
No mais, preparem os varais para estender as calcinhas e que venha lo tango!

________________________


Era penumbra e era fumaça.

Ela enxergava-se refletida na fome do azul daqueles olhos escuros, que a observavam, à espreita, por trás da neblina. O baixo som da respiração ofegando solitário pelas paredes desbotadas, vazias de encanto, do velho teatro.

Debaixo do canhão amarelado, podia sentir seus tornozelos fraquejar por cima do salto. Tremia em expectativa naquele tempo congelado dentro de fotografia.

Seu olhar cintilava, perolado, por baixo dos longos cílios quando mais uma baforada foi expelida quietamente pela boca masculina. A ponta do cigarro reluzindo à distância, rubra e perigosa. Como o fogo dos sete infernos.

Mordeu o lábio. Sim, fogo que alastrava dentro de si, queimando feito labareda. Fosse pela ansiosidade que aquele silêncio denso deixou, fosse pelo misto de adrenalina e sangue fluindo selvagem por suas veias, fosse pelo olhar de sal daquele homem que lhe pesava, sombrio e criminoso, como se capaz de a devorar a qualquer minuto.

E fosse pela certeza de que ele o faria.

...

O frio do concreto pinicava sob a pele de suas costas. Podia sentir o sabor insosso da nicotina misturado ao ardor da menta que carregava aquela língua lasciva, lambendo, devorando toda a seda que aquela boca entreaberta convidava a provar.

Seu lábio inferior foi puxado. Mordendo mais do que provavelmente era necessário, ele sibilava feito animal predatório encurralando sua presa. Suas mãos estavam presas acima da cabeça, esmagada contra a parede pelo peso do corpo tonificado enquanto os dentes furiosos marcavam toda a extensão da pele branca a mostra sob a malha da pequena roupa de ginástica.

As mãos dele soltaram os pulsos, deslizando até a cintura e arrancando um gemido quebrado quando a boca faminta procurou a sua novamente. Quebrou brevemente aquele contato apenas quando sentiu a carne desnuda de seus quadris apertada com firmeza. Derretendo sob as carícias ardentes daqueles dedos e língua que a consumiam por completo, ela cravou as unhas sob a pele suada dos ombros masculinos, ouvindo um grunhido rouco em resposta.

Um hálito quente, deslizou pelo pescoço e foi roçar em sua orelha, acompanhando a voz baixa e luxuriosa.

– Era isso o que você queria, Hinata?

...

Um arrepio gelado. Uma última tragada.

O som do violino argentino ressoou, agressivo, e o salto do sapato social chocou-se com violência no piso de madeira polida. O farfalhar das borboletas em seu estômago acompanharam os passos sorrateiros que aproximava aquele corpo por círculos vagarosos, uma faísca de eletricidade guiando o fantasma da mão que, então, percorreu seu corpo de cima abaixo sem tocá-la, ao mesmo tempo que sua própria aproximou-se no intuito de lhe acariciar a linha do maxilar.

Num forte impulso para frente, os seus dedos deslizaram no calor da pele como súplica, silenciosa, libidinosa. O perigo alertou no olhar quando, na crua brutalidade de um amante traído, sobrancelhas franziram-se e braços fortes agarraram-lhe o pulso em riste, rejeitando o toque.

Um nariz afundou em seu pescoço, aspirando longamente o perfume, e travando sua respiração com a autoridade com que a palma promíscua percorreu toda a extensão entre a coxa e o joelho erguido sob o apoio que fornecia a perna masculina.

Um impulso certeiro, uma meia volta dupla, e suas costas foram forçadas de encontro ao peito.

...

A língua tracejava saliva e fogo em direção ao grande busto que lhe oferecia, arqueada e arfando como uma felina manhosa. Os dedos longos descabelaram os fios loiros, puxando-os para baixo ao sentir o mamilo riste ser circundado pelos lábios, ainda por cima do algodão do top que o sustentava, deixando uma marca molhada naquele ponto.

- Me diz, Hinata. – ele murmurou roçando os dentes de leve sobre a pequena protuberância, arrancando um longo arfar em resposta. – Era assim que você fantasiava ao esfregar o corpo no meu?

E os olhos azuis, em brasa, encontraram com a névoa pálida dentro dos seus, que já não era mais o cigarro, mas o tesão. Rápido e bruto, a peça de roupa foi removida e os seios balançaram fartos, livres, róseos e entumecidos com a rufada de vendo frio que os atingiu fora da proteção da malha.

Hinata sentiu-se aliviada ao ser facilmente erguida e pressionada mais firmemente contra a parede, com as pernas ao redor da cintura dele. Ao menos não teria mais que se preocupar com os joelhos desmoronando abaixo de si. O que a boca cobriu, então, fora seus lábios, violento e ávido. O fato de que ele era forte o suficiente para suportar todo o seu peso simplesmente a excitava ainda mais.

Sentiu, então, uma pressão unindo ambos os seus pulsos, e quando a língua aveludada escorregou para o seu queixo, dentes e respiração quente por toda parte, seus olhos semicerrados captaram a peça que antes a vestia a amarrar seus braços, impedindo qualquer movimento com a força que era exercido para cima.

- Oh meu...

E suas blasfêmias foram interrompidas pelo gemido que disparou em sua garganta quando ele mergulhou, sedento, abocanhando a pele nua e desprotegida dos mamilos, se atendo um longo tempo em cada. Sugando, lambendo, soprando, arranhando. E foi quando a língua triscou de leve, em contrapartida ao polegar do outro lado, que ela percebeu que aquele homem delicioso estava decidido à lhe enlouquecer.

...

Não fosse pela iluminação precária e monocromática, era grata pela cumplicidade das sombras a ocultarem seus rubores. Era rígido e era quente o corpo teso inclinando atrás de si, servindo de plataforma para seus próprios movimentos. Ela deixou a cabeça pender por cima do ombro enquanto era conduzida preguiçosamente a passos arrastados pelo compasso discreto da bateria que acompanhava o piano.

Havia algo naquele perfume, bem além da doçura da colônia masculina ou do cheiro levemente agridoce do conhaque na respiração quente em seu pescoço. Era qualquer coisa naquele cheiro de perigo, suor e lascívia que a entorpecia completamente.

E, quando sentiu o peso das mãos ágeis a acariciar fogosamente seu tórax contra o dele, os lábios previamente entreabertos não resistiram a um gemido sem som. Ali, mais uma vez, ele a dominava, feito demônio, no salão vazio.

...

- Vire-se. – ordenou, seco.

O fino laço da saia em sua cintura foi desfeito, e ela sentiu a excitação crescente ao se inclinar contra a parede, apenas de calcinha para aquele homem que, parado ali, a apreciava com escuridão no olhar.

Quando Hinata apoiou os cotovelos no cimento frio, uma respiração trêmula escapou-lhe os lábios e sua cabeça caiu ao ombro antes que ele pudesse parar. Gemeu suavemente quando sentiu o quadril pressionado contra si, e o volume a se protuberar firme contra sua bunda. O contato a fez choramingar, por necessidade ou descrença, ela já não sabia. Ele já estava duro. O pensamento ainda não se registrara completamente em sua cabeça quando, por impulso, empurrou contra ele em retorno. Ouviu-o gemer ao recuar contra sua ereção, e, por deus, foi o som mais sexy que já ouvira, a vibração profunda no peito dele tremendo em suas costas empoeiradas.

Os lábios sugaram avidamente pela base de seu pescoço e ela ofegou alto quando um polegar escovou sobre um de seus mamilos. Arqueando o peito na palma, seu traseiro curvou-se mais, pressionando fortemente contra o pau dele. Um profundo rosnar vibrou contra seu pescoço quando os quadris se contraíram contra ela. E, então o calor contra suas costas desapareceu. A língua, agora, se ocupava do lóbulo da sua orelha e a palma lhe desceu, quente, acariciando desde o topo, coluna abaixo, repousando sob a base da bunda, abaixo do elástico de sua roupa íntima.

Foi então que, numa brutalidade aterradora, a pequena peça foi arrancada num único puxão, e o ardor do elástico rompido foi substituído pela pressão que sentiu nas nádegas quando as mãos, agora duas, se encheram de pele, arranhando as bandas. Ela gemeu alto contra a parede.

- Gostosa.

Ele bradou entre dentes enquanto descia uma trilha de mordidas e carícias pelas suas costas e quadris, agachando atrás dela, com o rosto a milímetros de sua intimidade úmida e se mantendo ali, numa tortura latente, não se movendo minimamente para sanar aquela distância. Ele separou os joelhos e voltou as mãos no traseiro empinado à sua frente, abrindo-o mais.

- Peça...

O arfar da respiração quente tão próximo à sua boceta, fazia sua mente girar, lhe presenteando com a ideia absurdamente excitante de estar tão molhada e tão exposta, diante àquele homem maravilhoso que desejava fodê-la desmedidamente. À medida que Hinata inclinava-se para trás, ele seguia o movimento, evitando de tocar e saciar aquele desejo que ela implorava com um olhar contrariado. Ele passou a língua lentamente pelos lábios sob o encarar desesperado dos olhos, sapecando-lhe um tapa alto que reverberou pelo vazio do backstage. Com voz rouca ele ordenou, mais uma vez:

- Peça.

- Pelo amor de deus, homem. Me chupa.

O tecido fino da saia esvoaçava a cada giro e a profunda fenda revelava uma sensualidade dissimulada. Seus movimentos eram sinuosos e provocantes a medida que era conduzida naquele jogo de pernas rápido, preciso e perigoso. Não havia romance, não havia sequer poesia. O que pesava ali naqueles movimentos, era tristeza, era drama e era luxúria.

Não tão perdidas, suas mãos subiram pelo pescoço, a enroscarem-se nos fios loiros molhados de suor. O acordeão retrocedia lentamente enquanto ele a curvava, melindrosa, as respirações rápidas se fundindo pela proximidade entre os rostos. E ela, como principiante que era, simplesmente deixava-se consumir por aquele olhar ardente, que roubava sua alma e a devorava por completo.

...

Um último sorriso atrevido e o ar faltou-lhe aos pulmões quando a língua tórrida foi posta inteiramente para fora da boca aberta e percorreu numa velocidade absurdamente lasciva toda a extensão da sua excitação molhada e detalhadamente exposta, desde o clitóris até o cóccix.

Seus cotovelos cederam sob o apoio de cimento, escorregando a parte de cima de seu corpo bem abaixo da linha da cintura, com um gemido alto e gutural. O arrepio libidinoso fazia cócegas contra suas costelas enquanto o ar quente se esfregava em sua pele de onde o nariz masculino arrastava anterior às suas lambidas. A pele de sua bunda, agora avermelhada, ainda latejava da surra.

- Oh, merda.

Podia sentir o líquido de seu prazer escorrendo por entre suas pernas trêmulas quando ele abocanhou no lugar certo, numa sucção consistente e sonora, inserindo os dedos experientes em sua cavidade. A vibração do gemido profundo dele atravessou sua língua, sobre o ponto sensível a que chupava e, antes que perdesse o resto de razão que ainda lhe restava, Hinata levantou, virando-se de supetão, o puxando pra cima e o encurralando contra a parede.

O corpo era quente e tenso pelo exercício recente, roçando contra seus mamilos em riste. Podia sentir o gosto salgado que agora era o sabor predominante naquela língua pressionando contra a sua, que escorria empapado pelo queixo masculino. Estranhamente aquilo só a excitava cada vez mais. Ele arfava grave e audível quando ela lhe arranhou a mandíbula com os dentes e desceu o corpo com brusquidão, os pulsos ainda atados deixando rastros vermelhos de unha por toda a extensão do tórax definido, até se concentrarem na barra das calças previamente abertas e dolorosamente apertadas.

Algumas mordidas desleixadas pela base da barriga e, ela arrancou as calças e a cueca, baixando-as até a base dos tornozelos. O membro duro e intumescido se ergueu em sua linha de visão e Hinata se viu faminta por engolir toda aquela extensão de sexo que pulsava quente e firme em suas mãos. Sentiu os músculos daquele homem espetacular se contraírem quando pressionou a língua contra a parte inferior da glande, sua mão esquerda escorregando por entre as bolas, apertando-as.

- Porra, Hinata!

Ofegava alto a essa altura, duvidando piamente de que fosse por conta do cansaço. Podia sentir a mão subindo, sinuosa, por sua cintura, roçando levemente na lateral dos seios até servir de apoio em suas costas para outro impulso para trás. Já não sabia se era da própria natureza daquela dança ou se eram aquelas carícias selvagens a trazer toda aquela atmosfera sexual que adentrava por suas narinas, sufocava a garganta e se perdia, a queimar, em seu estômago.

Enquanto deslizasse por entre aqueles toques firmes e quentes de desejo, se sentiria desmoronar feito donzela por cima do fogo do próprio tesão.

Sentiu o corpo másculo desmoronar contra a parede quando moveu-se devagar, lambendo o pré-gozo que gotejava daquele membro avermelhado, antes de separar seus lábios e deslizar por ele, afundando-se, quente e úmido no pênis do homem. Os sons que ele fazia, aos seus movimentos eram desconexos e putamente excitantes e, quando sentiu uma mão a puxar seus fios de cabelo, o coque meticulosamente amarrado de dança se desfez e então ela esvaziou seus lábios e puxou para cima, chupando forte.

- Ooh, vadia.

Ele sibilava entre dentes, se enfiando e deslizando cada vez mais em sua boca. Hinata sentia a pele em seus joelhos começando a protestar pela pressão excessiva sob o chão, mas o membro que engolia era quente e pesado sob sua língua e os quadris que empurravam contra o seu rosto estavam começando a tremer. A pressão constante entre suas pernas já incomodava pelo vazio e abandono o qual se encontrava. Ela inspirou fundo e, num movimento rápido, empurrou até seu nariz encostar no abdômen, gemendo em torno do volume que se concentrava bruscamente em sua garganta.

Retirou a boca completa de uma vez e olhou para cima, para aquele rosto tão bonito e levemente contorcido, lambendo os lábios em provocação e êxtase. E ele levantou grunhindo feito animal enlouquecido, a puxando pelos cabelos e recolocando face ao concreto. Fechou os dentes sob a pele macia do ombro, a fazendo arfar e se empinar até sentir a protuberância rígida sob sua abertura molhada. Suas pernas falhando sob o salto do sapato de salão, em expectativa.

- Me fode gostoso.

Os últimos acordes sinuosos da música a trouxeram a si e ela piscou, desolada, quando os movimentos de seus pés a fizeram parar na pose final daquela coreografia libertina. O nariz roçava ao seu com toda aquela proximidade necessária e conveniente, e, embora a bateria tivesse soado a batida final, nada no mundo parecia diminuir o peso daqueles olhos sobre si.

Merda, essa atmosfera não se dissipa nunca?

Lentamente ela foi juntando as pernas, desfazendo o passo, ao ponto que as mãos deslizavam para fora de sua cintura. O ar saía em sopros profundos por sua boca e suas sobrancelhas franziram sob o olhar feminino levemente frustrado – profundamente frustrado – quando a mão soltou a sua. Seu peito corado movia-se para baixo e para cima, pela adrenalina ainda fluindo em suas veias.

- Bem, senhorita Hinata, devo dizer que sua postura está espetacular, uma verdadeira dançarina. – ele afastou-se um pouco, comentando enquanto passava casualmente a mão pelos cabelos desajustados, tirando-os da testa.

Ela suspirou, resignada, sorrindo amarelo, enquanto suas pernas fechadas tentavam disfarçar o calor que sentia.

- Acha estaremos prontos até o casamento?

Ele sorriu largo, mostrando os dentes brancos enquanto procurava algo pelos bolsos da calça, provavelmente o cigarro.

- Perfeitamente. Sua amiga, Ino, não perde por esperar.

Hinata afastou-se um pouco em direção à caixa de som, enquanto ele comentava sobre alguma coisa com relação a coreografia que ela não tinha interesse em prestar atenção no momento. Verteu para si uma dose da garrafa meio vazia de Hennessy que restava por ali ainda, do happy hour.

Sinceramente, se antes já não tinha muita certeza de ser uma boa ideia transformar aqueles ensaios mais em encontros casuais do que em aulas formais em si, no fim das contas tinha de admitir que adicionar álcool e fumo à uma provocação sexual daquele nível com aquele homem não estava contribuindo muita coisa para sua sanidade mental.

...

Puxou seu corpo para baixo mais alguns centímetros, mantendo as pernas abertas, arqueando de volta contra o toque, ansiosa. Então sem delicadeza ou cerimônia a cabeça dura escorregou para dentro de sua fenda molhada, e então ela empurrou de volta, balançando e praticamente implorando para ele apenas fodê-la já. Para preenche-la e esticá-la e fazê-la se contorcer.

- Puta merda, Hinata.

Enterrado completamente no calor apertado e molhado, Hinata gritou com tamanha plenitude. A leve queimadura que sentiu com o movimento brusco se desvanecendo em uma névoa de prazer enquanto ele se movia violentamente, grunhindo contra sua pele por aquela cavidade rosada que apertava e pulsava em torno do seu pau.

- Isso. Rebola, safada. Rebola no meu pau.

Um gemido profundo foi arrancado de sua garganta enquanto os quadris começaram a bater nos seus, os ossos da pélvis batendo contra seu traseiro forte o suficiente para machucar enquanto o som úmido de sua carne dando tapinhas ecoava pelas paredes do corredor vazio. Cada empurrão tirava-lhe o fôlego dele enquanto o pênis deslizava e cutucava sobre seu ponto. Ofegava e gemia e empurrava contra as profundas estocadas sob o som dos gemidos graves que escapavam dele.

- Aah fode.

- Hmm, Hinata.

...

- Hinata?

Ela piscou duas vezes, focando o olhar no homem à sua frente.

- Ora, hoje está bastante distraída.

- Apenas repassando alguns passos mentalmente. Nada demais. – Desconversou, rindo nervosa. Cínico desgraçado.

- Então... – ele deu uma tragada, baforando aquela fumaça de menta novamente, em um sorriso misterioso – Gostaria de uma última rodada?

Ela riu, convencida. Sob aquele olhar que a inflamava, arrepiando até o ultimo fio de cabelo. Já fazia dois meses que se encontrava diariamente com aquele homem, e dois meses que ele mexia com todos os hormônios de seu baixo-ventre. E ela, intoxicada, se deixava levar fácil por toda aquela deliciosa provocação.

Não fosse a mão, ávida, por sua coxa, seria a respiração pesada em seu pescoço. Um tango, um cigarro, uma dose de conhaque e ela se entregaria de corpo e alma àquele que, quando dançava, era o próprio demônio da perdição

Uzumaki Naruto, seu instrutor de tango.

8 de Maio de 2018 às 05:07 9 Denunciar Insira 3
Fim

Conheça o autor

Políbio Manieri Being alive...

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Boo Alouca Boo Alouca
Olha... Eu chega dei uma pausa de uns minutos no meio da leitura, porque eu tava ficando sem fôlego... Estou bem insana de que agora que li isso, posso fazer uma linha do tempo, tcc e até power point, dissertando detalhes, evoluções e particularidades suas como autora. Meus olhinhos de aprendiz estão super brilhando aqui, de ler um trabalho mais "antigo" seu. Mulher, tu é muito diferente no hentai do que é no lemon! MUITO! Mas ainda é inegavelmente intensa, ainda tem um poder de descrição muito astuto e elegante. Eu tive até que assistir uns vídeos de tango aqui na pausa que dei, porque eu precisava saber se estava visualizando certo. E aaah, como é linda, a maneira como você sempre nos faz visualizar nitidamente a cena. A maneira como você trabalhou os flashbacks e como eles se conectaram com o presente da história, ficou riquíssimo! Eu estou chocada com essa sua visão do Naruto e da Hinata tão ousados, tão faceiros... Foi uma leitura incrível, surpreendente, saio pleníssima daqui. Como sempre, parabéns!
18 de Agosto de 2018 às 13:28
Yue Chan Yue Chan
AHHHHH COMO EU LEVEI TANTO TEMPO DA MINHA VIDA PRA DESCOBRIR ESSA NARUHINA? PUTA QUE PARIU! EU ESTOU PASMA, DELICIADA, MARAVILHADA, ENLOUQUECIDA, PASSADA E NO CHÃO! SÓ QUERO BERRAR PORQUE NÃO CONSIGO CHEGAR AOS PÉS DA TERÊ NO QUESITO FODER A MENTE DO LEITOR ( DE UM JEITO MARAVILHOSO E INESQUECÍVEL) QUERIA QUE O INKSPIRED ME DESSE MAIS MANEIRAS DE BISCOITAR POIS SINTO QUE O QUE ME OFERECEM NÃO É SUFICIENTE. Terê, obrigada por essa lindeza...
24 de Julho de 2018 às 17:40

  • Políbio Manieri Políbio Manieri
    POISE CRIATURA EU SOU NARUHINER HAOIUSHAD (um pouco revoltada com o naruto no momento, porém sim!) AYLA TU ME MATA COM ESSES COMENTARIO AH MDS/ E VAI TE A PORRA SOBRE ESSE QUESITO DE FODER A MENTE DO LEITOR QUE EU AINDA HOJE NAO GRITEI O SUFICIENTE PELOS SEUS GAALEE TEMATICO MINHA FILHA, VOCE É ABSOLUTA 27 de Julho de 2018 às 20:08
Ariane Munhoz Ariane Munhoz
Caraca, que fic sensacional. Vim ler porque acho Tango uma das danças mais maravilhosas que existe nesse mundo e eu tenho muita vontade de aprender um dia! Então eu fui pega completamente desprevenida por esse sexo tórrido e selvagem, totalmente sujo e que me deixou sem chão. Mas desde obsessão eu aprendi a adorar o dirty talk e ele não saiu mais de mim! Essa história é um primor de perfeição. Naruto cafajeste deveria ser uma religião! Adorei a maneira como foi desenvolvido aqui, Mama, o ship foi muito bem trabalhado em cima dessa casualidade. O sexo então nem se fala. Você se vê envolvido pelo demônio Uzumaki da mesma forma que Hinata! Estou em transe!
18 de Maio de 2018 às 06:11

  • Políbio Manieri Políbio Manieri
    Lá vem eu oitocentos anos depois responder, mas admito que to meio perdida nessas notificaçoes por aqui, desculpa miga! hauishuhd Esse foi meu pwp de teste e eu to bem feliz que vc tenha achado tao bom... deu um trabalho do caralho descrever as nuances de uma dança em palavras entao eu to bem satisfeita! Obrigado pelas palavras xuxu <3 27 de Julho de 2018 às 20:07
Jessie Teixeira Jessie Teixeira
Nem chorei, so tremi Ou melhor, chorei. So nao disse por onde
8 de Maio de 2018 às 08:01

  • Políbio Manieri Políbio Manieri
    mulher que bom! já tem um tempinho essa historia! hiaushd beijo 27 de Julho de 2018 às 20:05
  • Políbio Manieri Políbio Manieri
    mulher que bom! já tem um tempinho essa historia! hiaushd beijo 27 de Julho de 2018 às 20:06
  • Jessie Teixeira Jessie Teixeira
    ai, mana. confesso que no inicio me deu um hate do cão, pq eu detesto esse shipp. mas como sou uma alma bondosa e sem problematização desnecessária eu decidi dar uma chance... e amei te amo mas quero cap novo de Mama, que eu to esperando há 84 anos ashuahuhau 30 de Julho de 2018 às 12:39
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