Mirrors Seguir história

sr.-artie Sr. Artie

Definitivamente, o ontem é apenas história e o amanhã é uma incógnita, porque depois de nosso segundo encontro dois anos atrás, eu continuei ansiando pelo dia em que você viria até mim, mas você nunca veio.


Fanfiction Anime/Mangá Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#vemprocrack #yaoi #Kimimaro #HakuYuki #FoiIssoQueMeDeram #fns #naruto
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Capítulo Único: Mirrors

Notas da História: 

Os personagens pertencem ao Masashi Mishimoto, porém o enredo é de minha autoria

Capa criada pela Raylany

História betada pela reakens (Animes Design - http://animesdesign-ad.blogspot.com.br)

História baseada na música Mirrors do Justin Timberlake

História postada no Nyah e SocialSpirit 

*HakuxKimimaro*


Notas do Capítulo:

Essa história está participando do desafio do crack realizado pelo grupo Inkspired Brasil no facebook. 


Mirrors

By: Sr. Artie

Capítulo Único


Como toda primeira vez marcante, eu ainda conservo na minha memória a imagem de quando te encontrei pela primeira vez. Era uma noite comum e eu caminhava despreocupadamente ao lado de Zabuza-sama, no País da Terra, sem possuir a menor desconfiança que nossos destinos se enlaçariam ali.

Você surgiu do nada e saltou bem diante de nós, empunhando um pedaço de osso – ainda não tinha conhecimento sobre sua kekkei genkai –, questionando-nos se víamos da Vila da Névoa. O espadachim levara uma mão à lâmina que carregava nas costas e eu cheguei a pensar que aconteceria uma terrível desgraça, mas Zabuza-sama apenas negou nossa origem e você constrangeu-se por sua atitude rude, desculpando-se e saindo correndo para longe de nós.

Efêmero; esse seria o adjetivo certo para descrever a primeira vez que nos encontramos. Foi instantâneo, transitório. Apesar disso, o curto intervalo de tempo foi o suficiente para que eu conseguisse te compreender.

Desejo confessar que, naquela época, eu simpatizei com você. Não precisei fazer esforço algum, apenas observá-lo nos poucos segundos que o nosso encontro durou, para conseguir notar a solidão do seu olhar, parecia que lhe faltava um propósito. Você espelhou em meu coração, embora não parecesse algo tão simples assim, mas eu consegui enxergar a verdade sobre ti em algum lugar nos seus olhos e, tristemente, cheguei à conclusão de que você refletia meu antigo eu: sozinho e machucado pelas mazelas da vida.

Infelizmente, Zabuza-sama forçou-me a continuar andando e não pude correr atrás você, porém eu quis ir. Queria te alcançar e impedir que continuasse nesse exílio tristonho que é a solidão, porque um dia eu já tinha me permitido me isolar do mundo e sei como sofri até que Zabuza-sama me salvasse.

Só que ações idealizadas não são outra coisa senão pensamentos frívolos. Naquele dia, eu tive vários enquanto assistia você partir.

A segunda vez em que me deparei com você foi uma grande surpresa para mim. Estava realizando uma missão em Iwagakure à pedido de Zabuza-sama, sendo a ferramenta necessária para o homem que me deu um propósito nessa vida. Tentava a todo custo não causar danos vitais aos ninjas com quem estava batalhando; nunca fora de meu agrado matar.

Naquele grupo existia um shinobi em especial que parecia ser de nível Jounin, pois conseguia se esquivar com exímia habilidade de todas as minhas agulhas. Eu não tinha muito tempo, precisava colocar um fim na luta e fugir dali. Como último recurso, utilizei minha Hijutsu: Makyō Hyōshō, prendendo-o numa cúpula formada por 21 espelhos de gelo flutuantes. Entrei em um deles e minha imagem foi refletida nos demais.

Com aquela técnica secreta vinda do meu clã, minha velocidade aumentava consideravelmente, de modo que eu me movia quase na velocidade da luz, impossibilitando que meu inimigo se esquivasse do meu ataque. Quando empreitei o último rompante, numa clara intenção de pôr fim àquela batalha, você surgiu bem à diante, interceptando-me.

— Vocês da Névoa, sempre agindo sem escrúpulos e de forma sanguinária. Por que não tenta me derrotar?

Exasperado, eu te olhei, pronto para atacá-lo, sentindo-me indignado por você ter conseguido acompanhar a minha velocidade e ter entrado dentro da cúpula sem que eu te notasse. Contudo, ao passo que meus olhos alcançaram os seus, eu fui capaz de reconhecê-lo.

Era o mesmo garoto desconhecido daquele dia. Seu olhar não possuía mais a tristura e frieza da solidão como outrora. Dessa vez, ele era vívido, enérgico e assim eu soube que, igual à mim, você havia encontrado uma pessoa para ser o seu propósito. Por um milésimo de segundo, me senti feliz por você. No entanto, lembrei-me de que, agora, você era um inimigo à minha frente, um empecilho para o término da missão dada à mim. Não me permiti fraquejar por causa da memória de anos atrás de um menino fragilizado.

Dei continuidade ao meu ataque, deixando de lado a hesitação que senti, decidido a remover você de meu caminho. Avancei com uma senbon na mão, cravando-a em seu braço. Choquei-me ao ouvir o ruído de gelo quebrando-se, o que me fez olhar para seu membro superior e notá-lo revestido por ossos, servindo de barreira contra minhas agulhas. Você era um maldito cheio de surpresas, afinal.

— Interessante. — comentei.

Recuei alguns passos e entrei novamente em um dos meus espelhos, tendo meu reflexo refletido nos outros. Você pareceu admirar-se, mas não demonstrou medo.

— Farei você se arrepender de envolver-se em assuntos que não o dizem respeito.

— Será um prazer aniquilar um de vocês da Névoa.

No momento em que você terminou de falar, vários ossos pontiagudos surgiram em seus braços e tronco. Naquela hora, percebi que você era algo para se admirar, tão reluzente e brilhante quanto um espelho — um dos meus espelhos. Não consegui evitar apenas te olhar, tão imponente e seguro de si, totalmente oposto ao dia em que te conheci.

Minha fascinação por você não era um fator a ser considerado naquela batalha, de maneira que você não mais me permitiu estimá-lo em silêncio. Os ossos que você cultivou em seu corpo foram lançados contra meus espelhos; acredito que você queria destruí-los, mas era tolice achar que eles se desfariam por causa de um ataque tão fraco.

— Não adianta, ataques desse nível não chegarão a arranhar meu gelo.

Eu me posicionei, decidido a acabar com essa luta o mais rápido possível para conseguir concluir minha missão. Agilmente, saindo e entrando através dos espelhos, investi contra você repetidas vezes, irritando-me ao ver cada ofensiva ser rebatida por sua exímia defesa.

Você tornou-se arrogante por achar que eu não chegaria a feri-lo, porém não contava com minha percepção elevada. Analisei cada um dos movimentos e decorei suas sequências de defesa, de modo que em um de meus rompantes, finalmente consegui atingi-lo. Vi a senbon deslizar pela pele alva, rasgando-a; deixando o sangue vermelho jorrar, ao passo que você soltava um urro de dor.

— Você se meteu numa luta que não era sua apenas para se envergonhar? — Perguntei.

— Oh, você ainda não sabe do que sou capaz.

— Desista, você não será capaz de me derrotar enquanto eu estiver usando o Hijutsu: Makyō Hyōshō. É impossível para você me vencer, os espelhos aumentam minha velocidade em níveis consideráveis.

— Então eu só preciso quebrá-los.

Foi com essas palavras e cheio de convicção que manchas vermelho-amareladas como larva vulcânica manifestaram-se na curva de seu pescoço, espalhando-se pelo restante do seu corpo. Sobressaltei-me quando vi sua pele mudar de cor, adquirindo um tom cinza-escuro; uma calda surgiu e espinhas ósseas salientes ergueram-se em suas costas, num total de seis. O mais aterrador era o membro de osso de diâmetro exagerado que estava no lugar do seu antigo braço.

Depois que sua transformação acabou, você lançou-se em direção à um dos meus espelhos; sua velocidade havia diminuído e eu senti vontade de rir da sua cara, porque todo aquele visual esquisito não serviria de nada. Só que eu não contava com o poder do seu braço de osso. No momento em que ele atingiu meu gelo, girando como uma furadeira, meu espelho quebrou-se em uma quantidade incontável de cacos.

Impiedoso e inarredável, você partiu na direção de cada um dos espelhos, destruindo-os em um lampejo. Eu não tive tempo de reagir, mas não me permiti abalar por causa do seu poder. Na verdade, quis rir, mais uma vez naquela luta, de você. O seu rosto possuía uma interrogação bordada por ter, enfim, conseguido êxito em destruir os objetos de gelo que flutuavam bem à sua frente, mas mesmo assim não ser capaz de me vez caído ou ferido no chão, aos seus pés.

Era ingenuidade sua achar que o jutsu secreto do meu clã resumia-se apenas aos espelhos, destruí-los não significava sua vitória, você enganou a si próprio. Meu reflexo mantinha-se exibido nos inúmeros cacos de gelo espalhados pelo chão da floresta. Continuei saltando entre eles e desferindo ataques contra você, mas minhas senbons não funcionavam, sua pele havia se tornado mais grossa e mais resistente, impossibilitando-me de feri-lo.

Amaldiçoei-o.

Neve começou a cair do céu e você olhou para cima, buscando entender o porquê de estar nevando ali no País da Terra, em pleno verão. Esse era um dos efeitos da técnica secreta da minha família, o frio que emana dos espelhos é forte o suficiente para fazer nevar, até mesmo quando a estação vigente não é o inverno. Contudo, tão rápido quanto era depositada no chão, com a mesma rapidez desmanchava-se em água.

Logo estávamos cercados de água e eu enxerguei a oportunidade de conseguir pôr um fim naquela luta desnecessária. A utilização do Hijutsu: Makyō Hyōshō consumia uma quantidade exorbitante de chakra, eu não tinha muito mais tempo antes de começar a sentir a exaustão por manter aquele jutsu por um espaço de tempo considerável.

Por essa razão, quando notei o grande volume de água disposto à nossa volta por causa da neve derretida, apressei-me em sair de dentro dos pedaços de gelo, me pondo em sua frente.

— Qual é o seu nome? – Perguntei.

— Kimimaro.

— Foi interessante lutar contra você, Kimimaro, mas preciso terminar minha missão e retornar ao mestre Zabuza, então vamos encerrar isso de uma vez. Hijutsu: Sensatsu Suishō.

Mil longas e afiadas agulhas de gelo foram produzidas daquela água, todas direcionados contra você. Lancei-as de uma vez, em alta velocidade. Devido a sua transformação, você não era mais capaz de reagir à tempo e, apesar de ela ter lhe conferido uma pele resistente, as agulhas te atravessariam.

O ataque final empreendido por mim saiu exatamente como idealizei. Observei seu corpo cair por terra e sua transformação horrenda regredir, até que voltasse ao normal. Seu olhar esmoreceu e suas pálpebras fecharam-se; você não seria capaz de dar mais um passo. Era seu fim, a luta estava acabada e eu saí como o vencedor.

Procurei o último ninja de Iwagakure para derrotá-lo e, enfim, concluir minha missão. Não fiquei surpreso quando não o encontrei em nosso entorno, ele deveria ter fugido quando você destruiu meus espelhos, não me dando outra solução senão procurá-lo em meio àquela floresta fechada.

Virei-me e afastei-me poucos passos de você, quando o ouvi murmurar algum nome.

— Orochimaru-sama… desculpe-me.

Observei você por cima do meu ombro de relance, tentando levantar-se. Sua resistência física era alta, percebi, mas você estava inválido. Não adiantava tentar ficar de pé diante de mim mais uma vez, porque você iria cair novamente.

— Orochimaru-sama… eu perdi e… envergonhei seu nome.

Cada palavra foi dita de maneira sôfrega. O tom de voz não era de raiva por causa da derrota; era auto repreensão por ter pedido, por ter vacilado com alguém com quem você jamais deveria errar. Eu mesmo reconhecia aquela entonação; já tinha a usado várias vezes quando fraquejei em frente ao Zabuza-sama.

Eu desejei rir, pois era engraçado o modo como éramos estranhamente parecidos, quase idênticos. Inferi que talvez você fosse minha outra metade, como um dos meus espelhos olhando de volta para mim. Eu não podia deixá-lo ali sozinho, não depois de saber que você algum dia lutou contra o terror da solidão.

Aproximei-me de você e o peguei nos meus braços. O levaria para alguma aldeia nas redondezas e deixaria aos cuidados de um médico. Quando você melhorasse, seria capaz de retornar ao seu mestre e se redimir pelo dia de hoje.

Com pouco mais de uma hora de viagem, encontrei um vilarejo pequeno, mas que, felizmente, dispunha de um médico. Deixei-o deitado na cama, decidido a partir. No entanto, ao alcançar a soleira da porta, o observei de relance e vi seus olhos abertos, presos em mim. Parei meus passos e me mantive quieto no lugar, apenas te olhando.

— Sabe — comecei —, se um dia você se sentir sozinho, saiba que eu estou sempre do outro lado, paralelamente, como em um espelho. Então, ponha sua mão no vidro e eu estarei aqui para puxar você.

Seu olhar de interrogação mostrou que você não tinha compreendido minhas palavras, de modo que supus que você não foi capaz de enxergar dentro de mim, como eu consegui fazer com você.

Não disse mais nada e saí pela porta, porque o amanhã seria um mistério para todos nós. Senti seus olhos presos nas minhas costas e me senti feliz por você ter ficado ao menos um pouco curioso sobre mim.

“Mantenha seus olhos em mim, garoto, você é meu reflexo e tudo o que eu vejo é você”, pensei.

Definitivamente, o ontem é apenas história e o amanhã é uma incógnita, porque depois de nosso segundo encontro dois anos atrás, eu continuei ansiando pelo dia em que você viria até mim, mas você nunca veio.

Nesse momento, depois que tive meu peito atravessado pelo Raikiri de Kakashi, um ninja de elite de Konoha, eu desejo que você nunca venha até mim, pois eu não vou estar aqui por você. O meu lado do espelho quebrou, me desculpa se um dia você tentar se olhar e não conseguir ver seu reflexo, pois ele não estará mais nesse mundo.

“Kimimaro, me desculpe”.


30 de Abril de 2018 às 22:51 14 Denunciar Insira 10
Fim

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Alice Alamo Alice Alamo
Mano, você não sabe a dificuldade para fazer esse comentário hoje. O meu computador morreu e eu tava desde às três da tarde tentando ressuscitá-lo. Sério. Ok, vamos ao que importa! A fic. Eu faço um comentário meio grandinho, então vou dividir em partes, ok? 1) Antes de tudo, parabéns por ter cumprido o desafio e cumprido com excelência! Confesso que quando vi o casal, fiquei meio... "será?", porque eu amo o Haku, assim, você não tá entendendo como eu amo esse personagem. E dificilmente leio fics com ele porque há poucas e porque eu meio que sempre me decepciono. E como foi bom achar a sua... nossa... foi realmente a melhor fic com o Haku que eu já li, eu não tenho mesmo nenhuma outra na cabeça para indicar. Parabéns, to sentada só aplaudindo porque ficou muito bom. 2) Tem uns errinhos na fic, mas a Camy já falou disso no comentário dela, então vou pular essa parte, até porque não tirou em nada a glória da história hahaha. 3) Mano, o melhor da fic... não, eu nem sei dizer se é "o melhor" de fato, mas é algo que eu amei: o ponto em comum entre os personagens. Se eu pegasse esses dois personagens, não acho que conseguiria ver algo em comum entre eles assim tão fácil. E, enquanto eu lia, só conseguia pensar em "mano, isso faz tanto sentido... como ninguém pensou nisso antes???". E ahhhh como eu amo quando rola realismo e não romantização de algumas coisas! O Haku é um personagem sério, ele te uma visão muito racional/melancólica do mundo, e eu senti isso tanto quando ele falava do Zabuza quanto quando ele falava do Kimimaro. 4) Personagens dentro de suas personalidades!! Ahhhh que delícia ler um Haku sendo um Haku!! Meu deus! Na narração, no modo como falava do Zabuza, como pensava, eu juro que isso aqui dava para ser fácil um episódio ou uma novel do Haku, sabe? Casou tão bem, tão perfeitamente! 5) Universo Original. eu sou uma mega fã do Universo alternativo, isso não é segredo, mas eu amo ler universo original quando bem aproveitado e, de novo, to só te aplaudindo. Adorei a luta, a forma como os jutsus foram mostrados, a interação, o pensamento ninja. 6) O final... o que dizer do final exatamente? Sadicamente, adorei o Kimimaro não ter entendido o Haku hahahahahaha. E gostei porque mostra, de novo, que o Haku realmente tem um pensamente muito além da idade e muito empático, e eu amo essas características dele. 7) Mano, quando eu li sua fic, fiquei em choque, eu não sabia se tinha ataque de fangirl, se ficava olhando pro teto sem saber o que falar... De verdade, parabéns, eu adorei mesmo a fic <3
8 de Junho de 2018 às 18:24

  • Sr.  Artie Sr. Artie
    Eu tenho que aprender a responder os comentários rápidos, procrastino demais nisso, mds! Alice, assim que eu li seu comentário eu corri para gritar no privado de Vanessa, me senti muito honrado, mds. Você não foi a única a desacreditar no casal, eu mesmo só acreditei quando acabei a fic, ele não era nem uma ideia minha, quem me sugeriu esse shipp foi a Celi e eu fiquei meio receoso até acabar de escrever a história. Eu tinha pensado em fazer um casal real com os dois e criar uma canon divergência, mas percebi que fazer Haku e Kimimaro amarem alguém que não sejam o Zabuza e o Orochimaru, respectivamente, seria o mesmo que cometer OCC. Não se pode tirar esse traço marcante das personalidades deles. Por isso optei por desenvolver tudo a partir das semelhanças que eles tinham. Não era minha intenção fazer angst, mas percebi que não sabia como acabar a fic deixando eles juntos, então preferi seguir o canon e matar o Hakuzinho. Bem, é isso. Obrigado pelo comentário, te prezo muito como autora <3 29 de Junho de 2018 às 22:19
Camy <3 Camy <3
Olá! Ok, eu estou em choque. Primeiro: que casal é esse? Nossa, eu não sei de onde esse crack surgiu, mas estou apaixonada! Eu nunca tinha pensado neles e agora não consigo deixar de pensar que faz sentido! Essa relação dos dois com seus mestres foi muito bem explorada. Sério, que jogada de mestre perceber isso da personalidade dos dois e juntar! Meu Deus, eu tô apaixonada! E o Haku tá tão canon que socorro, eu amei muito! Você pegou o Kimimaru e o Haku e fez os dois fazerem sentido! Sério, eu amei MUITO! De verdade mesmo, eu adorei todo o enredo da história. Você ainda conseguiu manter dentro do canon, usando as lutas da própria história e meu Deus, me abraça! Dica de escrita: não tem crase antes de "mim" e nem de palavras masculinas. Em todo o texto, acho que você só acertou no uso de uma ou duas crases; seria bem interessante se você desse uma revisada neste conteúdo. Ainda sobre a sua escrita: eu adorei como os fatos foram se entrelaçando. Você conseguiu manter a história com início, meio e fim e tudo fez muito sentido pelo que você foi criando. A escrita está muito envolvente (tanto é que eu perdi o sono). Eu adorei a forma como o Haku está falando com o Kimimaru, porque ele é seu último pensamento antes de morrer. Isso me traz ao final, que está mais do que maravilhoso. O angst está lindo, sério! Você mantém a morte do Haku e o quanto ele se decepciona por estar deixando o Kimimaru na mão. O paralelo com os espelhos foi outra sacada incrível que só contribuiu para que eu me apaixonasse por esta história. Está muito criativa e eu estou quase convencida pelo ship. Parabéns, sério mesmo!
6 de Maio de 2018 às 00:36

  • Sr.  Artie Sr. Artie
    Demorei séculos para responder, mds. Mas é isso, Vanessa fazendo escola. Amiga, esse casal foi um choque até para mim, Celi que me sugeriu. Enquanto eu escrevia a fic tudo o que eu quis foi deixar eles juntos, mas eu sempre optei por seguir o canônico, então tive de separá-los. O angst foi a forma como vi para não deixá-los juntos. Sobre as dicas de escrita: eu tô estudando crase aos poucos kkkk, uma vergonha eu estar usando isso errado depois de estudar isso com tanto afinco no IF. Eu estou sorrindo bobo ainda com seu comentário, mesmo depois de quase um mês. Eu sei a puta escritora que você é e receber esse tipo de elogio de alguém como você, faz eu ficar extremamente feliz. Obrigado de verdade, Camy. Você é 10. 4 de Junho de 2018 às 21:20
  • Vany-chan 734 Vany-chan 734
    Nao acredito que o Arthur veio me difamar pra vc 5 de Junho de 2018 às 23:32
  • Camy <3 Camy <3
    Vany, ele te difama pra todo mundo. Artie, sobre os elogios: eu sou extremamente sincera em todos os meus comentários. Você merece cada um dos elogios que eu fiz e eu vou repeti-los os quanto você quiser (tanto é que a primeira coisa que eu fiz quando terminei de ler foi entrar no chat da Alice pra dizer que tinha achado uma fic candidata ao top10). Você tem é que sentir orgulho, a história está incrível <3 7 de Junho de 2018 às 00:48
Bárbara Maria Bárbara Maria
Oi, meu amor!! AAAAAAAAAAAAAAAAA Eu amei a sua descrição de cenas de ação, e também me senti muito tocada pela forma que você escreveu os sentimentos aqui. Kimimaru e Haku são dois anjos que foram usados para causas erradas. Eles não tem culpa de nada, os amo demais! Amei revê-los aqui na sua história, não é sempre que encontramos algo tão lindinho e triste </3
1 de Maio de 2018 às 20:20

  • Sr.  Artie Sr. Artie
    Hoje você não pode reclamar sobre eu não te responder, sanei minhas dívidas com você agora. Eu sempre amei o Haku, ele foi o primeiro vilão de uma história que eu não consegui torcer contra. O Kimimaro eu sou uma pessoa okay com ele, nem gosto nem desgosto. Por isso preferi narrar do ponto de vista do Haku. Eu tentei trabalhar o canônico (canon é importante, sabe? Apesar de algumas pessoas não gostarem) e por isso trabalhei os sentimentos deles dessa forma, baseados na devoções de ambos por terceiros. O angst foi só consequência do final trágico do Haku no anime, eu realmente não queria acabar o shipp porque eu me convenci dele, mas foi o que teve. Obrigado pelo comentário, fada. 4 de Junho de 2018 às 21:02
Hime  Hime
Ler isto com música triste não é uma boa ideia. Eu estava com esperanças que eles iam ficar juntos, poxa! Deixando este detalhe de lado, que ortografia magnífica! E o enredo me prendeu até o ponto final, meus parabéns por ter escrito algo tão poeticamente trágico e belo! Continue assim sz
1 de Maio de 2018 às 08:22

  • Sr.  Artie Sr. Artie
    Olá! Você não foi a única que quis eles juntos no final. Eu até pensei em deixá-los juntinhos, mas eu sempre prezo por seguir o canônico, então preferi optar pelo angst e por separá-los. Eu estou sorrindo bobo com todos os seus elogios, me aqueceram a alma. Obrigado pelo comentário <3 4 de Junho de 2018 às 21:11
Celi Luna Celi Luna
AAAAAAI DEPOIS DE MESES TO MTO FELIZ PELO MEU SHIPP Quer dizer +- pq vc adora uns finais trágicos né seu moço? Ok q o final deles original é bem trágico mas ainda assim Mas nossa achei muito lindo, e essa luta ainda? era uma que eu queria muito ter visto no anime pq seria muito boa, e eu achei legal vc ter feito ela e ficou bem coerente com o que seria canonicamente. O Haku e o kimimaro são tipo, mto parecidos msm e eu achei incrivel como vc deixou isso bem a mostra Parabens <3 adoreeeei <3
30 de Abril de 2018 às 18:40

  • Sr.  Artie Sr. Artie
    Tava aqui pensando que você me pediu dois cracks e eu te dei dois angst kkk, desculpas só tava querendo manter o canônico e só cabia com o angst. A luta não estava nos meus planos, mas quando comecei a escrever a história senti uma vontade enorme de escrevê-la, ainda bem que ela coube direitinho dentro do enredo. Eu nunca tinha feito a ligação do quanto eles eram parecidos até você me explicar porque achava que Mirrors combinava com eles. Eu fiquei assustado até. Felizmente, apaixonado por essa casal que de crack não tem nada, é canônico sim. Obrigado pelo comentário, Celi. Suas dicas de cracks sempre me rendem ótimas histórias. 4 de Junho de 2018 às 21:06
Vany-chan 734 Vany-chan 734
MEU UN TÁ VIVOOOOOO! SANTO SEJA MEU UN. AI COMO EU AMO O UN. AAAAAAAA. AQUI É NINJAS! SOCORRO. EU TO MUITO FELIZ POR TER SIDO UN <3 AUSHAUSHAUSH Depois de todo esse biscoito: Querido, eu realmente nao tava botando fé nesse ship, mas foi até interessant vc ter abordado a relação deles assim, por essa linha da solidão e de um objetivo (subserviência). Gostei mesmo, foi um ótimo paralelo, e amei ter usado espelhos como analogia disso! Eu amei bolinho de arroz! Foi lindo <3
30 de Abril de 2018 às 18:22

  • Sr.  Artie Sr. Artie
    Felizmente reizinho que não demora para responder os comentários, não é mesmo? *ironia* Só Beyoncé por quanto tempo vivi esperando receber um biscoito seu, felizmente agora estou servido. Eu tinha um leve ranço com UA, mas depois que te conheci esse ranço aumentou e não consigo mais escrever ou ler nada fora do UN. Eu quero ninja sangrando e kunais voando, é isto. Sobre não colocar fé no shipp, nem eu colocava kkk, pensei em desistir de escrever a história algumas vezes, mas você me incentivou a persistir e esse é o resultado. Obrigado por ler a história e por comentar, meu anjo. Te amo <3 4 de Junho de 2018 às 20:56
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