Crisântemo Seguir história

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As flores sempre foram importantes para Ino, mas tiveram um significado a mais após a Guerra, na qual seu pai e sensei haviam falecido. Como uma flor de crisântemo violeta, a herdeira Yamanaka tem seu desabrochar aos poucos, lhe proporcionando um desenvolvimento único. E Genma Shiranui estava à espreita para observá-la desabrochar, como um bom apreciador de belas flores.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#Universo-Naruto #UN #Sexo-sem-compromisso #flores #GenmaIno #naruto #vemprocrack
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Capítulo Único - Crisântemo

Olaar! Esta fanfic está participando do desafio do crackshipp do Ink. Preciso lembrar que ela é uma Spin-off da minha "KakaSaku - Uma Chance para Nós", mas que sua leitura prévia é desnecessária.

Casal escolhido para o desafio: GenmaIno.

Capa editada pela Raylanny e betagem feita pela SpiritOfYuki. Obrigada, chuchus ♥

Crisântemos são flores nacionais do japão, consideradas a “Flor Nacional do Japão”, além de ser um dos maiores símbolos da Família Imperial Japonesa. Querem mais que isso? Minha Ino rainha. Fada maravilhosa!

~Fanfic postada em todas as minhas contas de autora: nyah, ink, spirit

Boa leitura ♥

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A Quarta Grande Guerra havia acabado, mas as consequências dela nunca seriam esquecidas. Talvez, em algum momento, os shinobis e kunoichis iriam aceitar o fato de que perderam amigos e familiares, no entanto, a falta seria sempre eterna, ainda mais quando outros fatores, além da saudade, estivessem relacionados à ausência dos entes queridos.

Para Ino, perder o pai e Asuma na guerra era algo terrível, uma ferida aberta no peito que iria demorar a cicatrizar. Sabia que ambos estavam em paz e que se foram cumprindo seus deveres de shinobis, por isso iriam ser sempre honrados e lembrados, mas para ela – filha, aluna e ninja médica – o horror da guerra fora demais.

O funeral dos shinobis mortos foi coletivo em Konoha e nas demais nações. Embora os clãs clássicos, como o seu, tivessem feito uma cerimônia própria e particular para velarem os corpos, as sepulturas foram feitas uma ao lado da outra no cemitério comunitário de Konoha, a fim de honrar igualitariamente os shinobis. A lápide de Inoichi, no caso, estava ao lado da pertencente ao seu grande amigo em vida: Shikaku, o pai do melhor amigo de Ino; exibindo uma bela flor esculpida junto ao seu nome e os dizeres que ela e sua mãe acharam propícios à memória dele.

Não era a única afetada pelas baixas da guerra, sabia disso, contudo, Ino pensava que momentaneamente seria bom se abster por alguns meses da vida de kunoichi e agradeceu à Kakashi por entender seu lado quando lhe solicitou tal pedido, assim, seguiu apenas como médica efetiva do hospital de Konoha pelo ano seguinte.

Isso, claro, não foi suficiente para aplacar o peso das responsabilidades que recaíam sobre si. A floricultura de sua família era um negócio dos pais, mas com a morte de Inoichi, sua mãe decidiu se ausentar das tarefas comerciais por tempo indeterminado, fazendo a Yamanaka mais jovem assumir o posto de vendedora. Ino gostava de atender os clientes, cuidar das plantas e, às vezes, fofocar com Sakura e Tenten na loja, mas o começo foi deveras desgastante. Ela sentia falta do pai e de receber conselhos sobre o cuidado específico que cada planta precisava... às vezes, chegava a ouvir a voz rouca e grave dele repetindo a mesma sentença já dita outras tantas vezes pelas lembranças saudosas.

A loira demorou a se acostumar à ausência paterna, mas os momentos de descontração ao longo daquele ano foram, aos poucos, tornando a saudade menos dolorosa, por causa disso, ela se permitiu retomar atividades abandonadas, como executar missões no posto de ninja médica e também a frequentar as reuniões dos Yamanakas. O conselho de seu clã havia decidido que ela seria quem comandaria o mesmo dali em diante, mas pela sua pouca idade, Kirochi - sua mãe - assumiria as responsabilidades que antes eram do marido, dando tempo para a nova Chefe acostumar-se à tal realidade e lhe passar os ensinamentos secretos dos Yamanakas.

Em pouco tempo, a loira já estava entretida com os afazeres do clã, ao mesmo tempo que continuava atuando como médica no hospital e vendedora da loja, mesmo que esta última função tivesse sido deixada para as horas vagas. Até poderia admitir que estava cansada, mas esse era o meio que tinha encontrado para ocupar a cabeça com algo produtivo, além de encontros casuais com os amigos.

Durante um dos dias nublados e pacatos da Vila, Ino decidiu que fecharia a floricultura mais cedo e que levaria flores, crisântemos recém colhidos da estufa, ao túmulo do pai e do sensei. Visitou primeiro o do Sarutobi, deixando algumas lágrimas cálidas rolarem e depois se direcionou ao de Inoichi, que tanto sentia falta.

Se ajoelhou à frente da lápide e enrugou o cenho quando encontrou astromélias ali. Tinha certeza que sua mãe não havia trazido aquelas flores, porque Kirochi preferia levar lírios brancos que representavam seu amor eterno, então somente outra pessoa poderia tê-las trazido. Primeiro pensou em Shikamaru, afinal, o amigo também vinha ao cemitério às vezes, mas reconsiderou o pensamento logo em seguida, quando sua consciência lhe lembrou de que era Shikamaru, seu melhor amigo que não comprava flores nem para a namorada, quem dirá para uma lápide. Curiosa, olhou ao redor buscando encontrar quem trouxera as flores, mas se viu sozinha no cemitério e por isso suspirou decepcionada. Em seguida, se focou em conversar com o túmulo como se o pai estivesse realmente vivo ali.

Naquela tarde, Ino sentiu-se, pela primeira vez, mais leve após a Guerra e decidiu que o próximo passo seria descobrir quem era o desconhecido ou desconhecida que viera enfeitar o túmulo de seu pai. E assim os dias se seguiram, a cada momento livre ela passava no cemitério de Konoha, às vezes acompanhada pela mãe ou pelo seu time, mas sempre astuta ao redor, interessada em sua nova missão particular; e foi numa manhã ensolarada que o encontrou.

O jounin estava ajoelhado à frente da lápide de Inoichi, depositando uma astromélia recém colhida – Ino pôde notar. Ela franziu o cenho ao constatar que, de todas as pessoas que conhecia, ele não era alguém que sequer cogitara a possibilidade de flagrar ali.

- Genma-san? – disse surpresa.

O moreno a olhou de soslaio e levantou o corpo, sorrindo de lado.

- Ino-chan – cumprimentou com um aceno e um prefixo que demonstrava uma intimidade um tanto quanto forçada, segundo Ino.

Uma sobrancelha loira foi arqueada e em seguida seus olhos azuis focaram na astromélia solitária sobre o mármore. Ela deu dois passos até a lápide e depositou seu crisântemo ao lado da outra flor, sabendo que ele mantinha o olhar sobre si.

- Há dias me pergunto quem vem aqui, jamais desconfiaria que fosse você... – ela o olhou por sobre o ombro, crispando os lábios e cerrando os olhos, curiosa demais para saber o motivo que guiava o companheiro de guerra – Por que visita o túmulo do meu otou-san? E por que traz astromélias?

Genma tinha a postura relaxada e, ao mesmo tempo, imponente, mas o olhar era o que mais chamava a atenção de Ino, seus olhos eram castanhos claros, combinando com a tonalidade de seu cabelo, mas a forma com que ele lhe olhava era sedutora. E, obviamente, ela sabia reconhecer aquele tipo de olhar direcionada a si, principalmente quando vinha acompanhado de um sorriso canalha como o que estava recebendo dele naquele momento.

- Eu conheci Inoichi – ele respondeu, pegando a senbon de sua boca e a girando entre os dedos, fingindo estar distraído.

Ino se levantou e ficou de frente para ele, intimidada pelas palavras. Sabia que o pai comandava a equipe de inteligência secreta da Vila e que Genma era um dos jounins mais confiáveis de Konoha, mas as chances de que eles mantivessem laços era remota. Genma, por sua vez, continuou a rodar a senbon nos dedos, observando o corpo curvilíneo dela; que Inoichi o perdoasse, mas a Yamanaka era uma das moças mais bonitas que já tinha visto e, certamente, visões belas deveriam ser apreciadas.

- Seu pai lecionou uma turma particular de shinobis há anos sobre substâncias tóxicas. Eu fazia parte dos alunos escolhidos a dedo por ele, aprendi alguns segredos interessantes do seu clã sobre manipulação de venenos.

Ino arregalou os olhos, surpresa. Seu pai não tinha autorização para contar em casa os trabalhos que realizava como shinobi, principalmente àqueles que envolviam a ANBU diretamente – embora ela desconfiasse. Entretanto saber que parte dos ensinamentos de seu clã estavam sendo passados adiante pelo próprio Chefe do Clã era um tanto inusitado. Cruzou os braços desconfiada do Shiranui, mas quando Genma riu de sua reação e voltou a morder a senbon conhecida, ela franziu os olhos irritada pelo comportamento despojado dele.

- Até mais, loirinha! – ele se virou para ir embora e acenou de costas para si em despedida.

A médica-nin escancarou a boca, chocada por ter sido completamente ignorada e então gritou para ele:

- Espere! Você não disse o porquê de trazer astromélias!

Genma parou sua caminhada e inclinou parcialmente o corpo para trás a fim de respondê-la:

- Conversamos outro dia, Ino-chan – ele sorriu sagaz e então desapareceu do cemitério.

Ino soltou um muxoxo desanimada e em seguida fitou a lápide do pai. As duas flores permaneciam ali, sendo um contraste bonito entre a amarela com tons arroxeados nas pétalas e um rosa púrpura escuro ao lado. E mesmo sem perceber, Ino sorriu pacífica.

Dali em diante suas idas ao cemitério foram diminuindo de frequência, a saudade já não fazia seus olhos lacrimejarem e sua vida profissional se tornou cada vez mais caótica, a impedindo de pensar no pai e em Asuma de qualquer maneira. Quando Sakura, em uma de suas conversas provocativas sobre Kakashi, a contou sobre seu projeto da clínica especializada em traumas infantis e suas dificuldades em lidar com sua elaboração, ela se sentiu orgulhosa pela amiga e envolvida por aquela atmosfera nostálgica. Ino, por causa de sua experiência com administração da floricultura, ajudou a amiga com algumas papeladas superficiais, e entre frases zombeteiras de uma para com a outra, Sakura lhe convidou para dividir o projeto, o que aqueceu seu coração.

Além de sentir falta do convívio com sua Testuda preferida, lembrava-se das crianças órfãs que cuidou na guerra, de como elas demonstravam desespero e que nem mesmo podiam ver os corpos dos pais, pois muitos haviam sido mutilados. Ter a oportunidade de ajudá-las não era um mero projeto, era algo que trazia sentido a sua vida naquele momento e que a fazia se sentir realizada. Foi então que se reaproximou de Sakura e que pôde acompanhá-la mais de perto, ocupando sua mente por completo.

Quando apresentaram a proposta à Kakashi e tiveram respaldo positivo, Ino queria sair para comemorar ao lado da amiga, mas antes que pudesse lhe fazer o convite para tal, Sakura já desaparecera de seu lado e voltara para a sala do Rokudaime. A loira sorriu torpe pela amiga nervosa, mas decidiu deixá-los a sós... afinal, algo de interessante poderia surgir dali, e no mesmo instante que pensava impropérios da amiga, avistou Genma se dirigindo à Torre.

- Ino-chan – cumprimentou provocativo ao passar por ela.

Ino, desesperada para deixar a amiga e o Hokage a sós, segurou o braço do shinobi, o impedindo de continuar subindo a escadaria da Torre e interferir no caso. Genma a olhou surpreso pelo agarre firme, mas depois sorriu zombeteiro, virando-se para a kunoichi com o olhar sedutor.

A médica-nin não podia negar que ele era, sim, bonito. Não tanto quanto Sasuke ou Kakashi, mas aquele sorriso canalha certamente era irresistível. Genma se inclinou para sussurrar em seu ouvido, arrepiando-a instantaneamente.

- Algum problema, loirinha? – se afastou apenas o suficiente para focar nos olhos azuis cristalinos que o fitavam com atenção e receio.

- Não posso deixá-lo entrar lá – respondeu, ainda o segurando pelo braço.

- Por que não?

Ino entortou a boca, não queria dizer o que realmente pensava, então ludibriá-lo parecia a melhor opção. Se aproximou de Genma e o respondeu com a voz sensual:

- Porque tem coisas bem melhores que você pode fazer comigo ao invés de visitar o Rokudaime – depois se afastou, ouvindo o som anasalado de sua risada e em seguida os passos que a acompanhavam.

A Yamanaka sabia que ainda não havia perdido suas habilidades de conquista e lá estava mais um exemplo de alguém preso aos seus encantos. Entrou em sua Casa de Chá favorita e se sentou à mesa ao fundo, pensando que esta era uma ótima ocasião para descobrir mais sobre a ligação dele e de Inoichi.

- Certo, tomar chá não foi o que eu pensei quando você disse aquilo... – ele proferiu, sentando-se à mesa de frente para ela.

- Bem, você ainda me deve explicações – pontuou sagaz.

Genma relaxou o corpo, totalmente desconfortável por ser questionado novamente, depois suspirou, decidindo ceder.

- Seu pai nos ensinou a manipular venenos de flores e utilizá-las como armas. Era um treinamento para uma missão na Grama, onde há várias espécies venenosas. Ao final do treinamento, ele nos presenteou com um ramo de astromélias, cultivo as minhas desde então.

- Oh... – os olhos azuis fitaram a janela ao seu lado, refletindo sobre a sentença – As aulas de toxicologia eram as mais interessantes, devo admitir. Os ensinamentos do papai eram legais, mas Shizune-san tem uma maestria incontestável – ela refletiu, focando o olhar nele novamente.

- Achei que preferisse ninjutsu, na Guerra você mostrou uma habilidade incrível conectando a todos. Diria que ainda consigo ouvir sua voz na minha mente – Genma pontuou.

Ino surpreendeu-se pelo elogio. Havia de fato superado seus próprios limites na Guerra, mas todos haviam se superado, por isso receber um elogio dele a deixava orgulhosa.

- Foi um desafio... – ela sussurrou com orgulho – Quando conectei os shinobis pude sentir o desespero deles juntamente a esperança que cultivavam.

- Consegue se lembrar o que eu pensava naquele momento? – o shinobi se inclinou sobre a mesa, interessado nas habilidades dela.

- Não – sacudiu a cabeça enquanto sorria pacífica – Todas as nações estavam reunidas, tentei me focar apenas em repassar o plano de Shikamaru.

- Compreendo – ele assentiu e depois sorriu – Sabe de uma coisa? Você deveria assumir o lugar de Inoichi.

- Oh, mas eu vou. O clã decidiu...

- Não – ele a interrompeu, o olhar centrado em sua expressão surpresa – estou falando da Central de Inteligência. Seu pai ocupava um cargo alto ao lado de Shikaku, estamos sentindo falta de shinobis habilidosos assim.

Ino estreitou o olhar, inclinando-se sobre a mesa da mesma forma que ele fizera, interessada na proposta.

- Apenas shinobis? Estou farta das kunoichis não serem reconhecidas mesmo depois que Tsunade-sama governou.

- Oh, realmente – Genma pegou a senbon de sua boca e apontou para Ino, como se concordasse com seu ponto – Por enquanto só temos homens nas equipes, por isso mesmo seria interessante olhar seu rostinho lindo todos os dias – e após flertar abertamente com ela, ele piscou um olho.

Ino sorriu sedutora.

- Pense na proposta – ele se regozijou pelo sorriso dela e então transformou sua senbon em uma astromélia e a entregou para Ino, em seguida, se levantou e deixou a Casa de Chá.

A loira fitou a flor com um sorriso aberto, admitindo que ele tinha um ótimo repertório para tentar seduzi-la. Enquanto rodava a astromélia entre seu polegar e o indicador, viu Genma sorrindo pela janela e então, mais a frente, Kakashi e Sakura caminhando juntos, aumentando suas suspeitas sobre o interesse da amiga.

Os meses se passaram e Ino achou que a proposta de Genma deveria ser estudada com cuidado, por isso decidiu que não pensaria nela enquanto focava-se no projeto da clínica. Quando finalmente conseguiram inaugurá-la, não pôde deixar de se sentir orgulhosa, ainda mais depois que Kakashi lhe presenteou com um lindo colar e disse que Inoichi estaria orgulhoso. Sua mãe também a abraçava e beijava, exprimindo toda a emoção de ver sua “menina crescida”. Naquele dia, Ino estava satisfeita com sua nova fase, consigo mesma para falar a verdade, e aquele momento tão especial só ficou melhor quando se encontrou às escondidas com Kakashi em um beco da Vila, voltando a repetir esses encontros casuais pelos próximos dias.

Os beijos furtivos eram maravilhosos e satisfaziam a ambos, já que os dois estavam há tempos sem se envolver com alguém e, embora ela achasse que houvesse algo a mais na relação dele com Sakura, sua amiga lhe garantiu que não, então, seguiam juntos. Claro, Shikamaru desaprovou de todas as formas aquela relação e até mesmo Chouji se opôs àqueles encontros, mas para Ino não havia preocupação, ela não gostava de Kakashi – o achava um homem gostosíssimo, mas não gostava – e a última pessoa que sequer cogitou se envolver de verdade em vida era Sasuke. Porém, ele não mandava cartas sequer ao Hokage, quem dirá que a responderia algum dia; e além disso, ela devia fidelidade à sua amizade com Sakura, então, o Rokudaime se saía um ótimo parceiro de escapadas.

Não foi muito chocante, no entanto, quando ele resolveu dar fim aos encontros que mantinham, ela entendeu suas motivações e lembrou-se de Shikamaru a repreendendo, o que a fez rir sozinha. Seu amigo sempre estava certo, afinal.

Naquele dia, esperava que finalmente fossem se envolver mais intimamente, mas se decepcionou ao constatar que fora rejeitada, ainda que não mantivesse sentimentos por ele. Seu estado autodepreciativo logo foi esquecido quando se lembrou que havia um PUB ali perto e que ainda podia se divertir naquela noite. Voltou para casa, se arrumou e depois foi para o local, observando que havia poucos shinobis ali para sua felicidade, pois já estava farta das mesmas pessoas de sempre, às vezes era bom ser conhecida apenas como florista, não como Ino da equipe 10, herdeira Yamanaka ou a médica-nin das expedições ninjas.

Era só Ino nesses momentos.

Dentro do PUB se direcionou ao bar e pediu uma bebida ao bartender e foi servida em poucos segundos. Ela sentia os olhares sobre si e até sorria para alguns homens ali e acolá, mas foi quando viu Genma vindo em sua direção que arrumou a postura.

- Loirinha – ele cumprimentou com o “apelido” instituído a si, mesmo que fosse um abusado.

- Genma-san – respondeu com o tom mais arrastado, bebericando seu copo.

Ele a fitou por um tempo enquanto sinalizava para o bartender, o contato visual foi quebrado apenas quando ele fora atendido e Ino observou que, ao invés de estar vestindo o famoso colete jounin e a bandana, Genma estava com uma calça azul escura e uma blusa preta sem mangas, mostrando os braços definidos. A única coisa que permanecia consigo, era a senbon nos lábios, sua marca registrada.

- Onde está Kakashi? – Genma a questionou, fazendo com que engasgasse um pouco.

Ambos haviam combinado de deixar os encontros desconhecidos pelos demais; claro que Sakura, Shikamaru e Chouji eram pessoas de confiança e não espalhariam a notícia, por isso não viu problema em contá-los, mas agora se sentia intimidada. Como ele poderia saber daquilo? Seu olhar chocado foi observado por Genma que sorriu torpe.

- Sou eu quem cuida da ronda da Vila. Já os vi se esgueirando...

- Oh! – ela sentiu as bochechas queimando, envergonhada por ter sido flagrada por ele.

- Se Inoichi estivesse vivo, mal acreditaria no que a filha anda fazendo pelos becos de Konoha.

O rosto avermelhado da loira ficou completamente escarlate com o comentário. Genma não era ninguém importante, mas sua frase tinha soado como uma repreensão e ela definitivamente não gostara da forma que tinha sido tratada, como se fosse uma criança aprontando.

- E qual o problema? – acusou, revoltada – Sou adulta, lutei uma guerra, e não posso me divertir um pouco agora?

- Com certeza pode, mas talvez não devesse se divertir com um homem mais velho – ele respondeu para irritá-la, já que era de certa forma divertido ver o brilho determinado em seu olhar transparente.

Ino ficou irada e estava prestes a xingá-lo ou lhe causar uma enxaqueca quando notou o olhar zombeteiro de Genma juntamente ao sorriso provocativo e a postura desleixada, observando-a com atenção. E então entendeu que ele a estava desafiando, fazendo com que ficasse indignada e roubasse a senbon dos lábios dele, atirando-a ao final do bar na direção dos banheiros.

O moreno seguiu o percurso da senbon com o olhar e quando ela se fixou na parede, sem ferir ninguém, olhou para Ino carrancudo. Não tinha previsto que ela roubaria seu objeto tão precioso, mas o olhar determinado continuava ali.

- Você só disse isso porque é Kakashi quem eu encontro pelos becos da vila, e não você – o olhar dela tinha uma aura desafiadora, como se o chamasse para um combate.

Ele engoliu a seco assim que compreendeu as palavras dela, franzindo o cenho incomodado. A estava provocando porque era divertido vê-la dessa forma, mas não esperava que a jovem também fosse ardilosa, mas assim que ela se levantou e deu a entender que se afastaria, Genma segurou seu pulso. Ino o olhou com o cenho franzindo, irritada pelo tratamento anterior, mas ainda com esperanças de que ele não fosse tão idiota quanto aparentava.

- Não precisa ir embora, você estava aqui antes de mim.

- O que eu ganho ficando aqui? – ela respondeu seca, mas assim que a expressão séria dele tornou-se maliciosa novamente, se arrependeu de tê-lo questionado.

- Pode ganhar muitas coisas se resolver aceitá-las... – Genma retrucou, flertando descaradamente consigo.

Ino estreitou o olhar, refletindo se cedia a alguns amassos com ele ou se o ignorava e ia embora. O toque em seu pulso era leve, não sentia que ele a estava obrigando a estar ali e no momento que olhou para a mão dele, sentiu um carinho sutil, em seguida voltou a olhá-lo desconfiada enquanto se sentava no banco de madeira do bar.

- Então, soube que você e Sakura inauguraram a clínica infantil... – ele puxou assunto, bebendo seu copo enquanto a olhava de soslaio.

A médica-nin ainda queria socá-lo, mas quando o assunto se tornou a clínica, um sorriso instantaneamente se formou em seu rosto. Era um projeto seu e de Sakura, foram horas se dedicando a ele e agora finalmente tinham a clínica feita, tendo já começado os trabalhos com algumas crianças. E foi assim que contou a ele sobre o projeto e sua amizade com Sakura, como Kakashi as ajudou no planejamento e a conseguir as verbas públicas. Estava feliz com aquela conquista, ainda mais quando se lembrava de Asuma dizendo para não ficar atrás de Sakura... aquilo foi um trabalho conjunto e talvez por isso fosse ainda mais gratificante.

Genma a ouvia com paciência, ainda que bebesse vários copos. Ele tinha a cabeça apoiada na mão direita e o braço sustentado pela bancada do bar, seu corpo estava relaxado e parcialmente virado na direção de Ino, que falava entusiasmadamente.

- Vê-la falar assim da sua amiga é um pouco irônico, visto o passado que tiveram.

- O que quer dizer com isso? – Ino arqueou uma sobrancelha.

Genma riu anasalado, abaixando o braço e se aproximando mais dela.

- Vocês tiveram uma luta interessante no Exame Chunnin quando eram novatas. Eram rivais de anos e estavam determinadas a ganhar, lembro que foi um empate interessante.

- Oh... sim – a loira sorriu, fitando Genma – Nós éramos rivais, pelos motivos errados... ambas gostávamos de Sasuke e deixamos que isso interferisse em nossa amizade, algo que eu nunca mais irei repetir – sorriu doce, embora falasse determinada.

- Ai, as mulheres – o homem suspirou – Vocês têm umas regras que nunca entendo...

- Ué, você flerta com as mulheres que seus amigos gostam? – ela rebateu, e ele a olhou cético.

- Sei que Kakashi não gostava de você, mas estavam juntos, e ainda assim eu estou aqui.

A loira piscou duas vezes, refletindo sobre a frase dele. Era verdade, cada palavra fora muito bem colocada, mas o sentido por trás delas era o que mais chamava sua atenção, e como seu objetivo de ir até o PUB tinha sido se divertir em primeiro lugar, ela deu sequência àquilo.

Num movimento rápido, puxou-o pelo pescoço e o beijou afoita. Genma, por sua vez, apertou sua cintura e se levantou, ficando em pé colando seu corpo ao dela, que permanecia sentada no banquinho do bar. Ino puxava seu cabelo e ele apertava suas coxas com força, satisfeito por finalmente estarem daquela forma, aliviando a tensão acumulada de outros encontros.

- Vamos para o banheiro – ele propôs, extasiado pela sensação da língua dela em seu pescoço.

- Achei que nunca fosse pedir – zombou, puxando os fios castanhos dele de modo que entortasse a cabeça para fitá-la – Vou te mostrar algo que deixaria meu pai com insônia – provocou, se livrando do agarre dele e caminhando até o banheiro.

Genma a seguiu e a puxou para a parte destinada às cabines masculinas, imprensando-a contra a parede, apalpou as coxas grossas dela e embolou o vestido preto até sua cintura, deixando seu corpo amostra. Ino, por sua vez, colocou suas mãos sob a blusa negra e tateou os músculos definidos, aproveitando-se para retirar a peça de roupa dele, Genma a auxiliou erguendo os braços e depois voltou a beijá-la, roçando seus corpos novamente.

A mão esquerda dele segurava seu pescoço de modo firme e a direita apertava sua bunda com força, depois desceu para a coxa, erguendo a perna esquerda de Ino de modo a possibilitar que as intimidades se friccionassem. Ela suspirou tombando a cabeça para trás, apoiando-se na parede, e o jounin se aproveitou para chupar seu pescoço conforme ondulava o quadril contra o dela.

De repente, a porta do banheiro fora aberta e um jovem ruivo entrara no local, deparando-se com a cena.

- D-desculpem! – disse encabulado, saindo e fechando a porta logo em seguida.

Ino e Genma se olharam sorrindo, sabendo que ambos adoraram a sensação do perigo por estarem fazendo aquilo ali, um local público, e também por terem sido pegos por um desconhecido, então continuaram. Ele a puxou para mais um beijo sedento, enquanto ela se ocupava em abrir o zíper de sua calça abaixando-a apenas o suficiente para libertá-lo, o membro rijo roçava em si e logo foi masturbado por Ino, enquanto ela o beijava com fervor.

Genma estava entretido com a língua devassa, mas também queria tocá-la, então afastou a calcinha vermelha com os dedos e arrastou o indicador pelo local. Ela estava um pouco úmida, assim achou melhor prepará-la mais, começando movimentos circulares em seu ponto sensível e aumentou a velocidade apenas quando a kunoichi quebrou o beijo para gemer baixo.

Não demorou para que tanto ela quanto ele ficassem ensandecidos pelo desejo. Genma revestiu-se com o preservativo e Ino o direcionou até sua entrada, entrou lentamente sentindo as paredes internas dela engolindo por completo. A perna de Ino continuou levantada e apoiada em seu quadril, facilitando assim seus movimentos, Genma sussurrava palavrões e impropérios em seu ouvido, a deixando cada vez mais excitada, de forma que descontava seu prazer em aranhões e palavrões tão sujos quanto os que ele proferia.

Ele estava meio bêbado pela quantidade de álcool ingerido naquela noite, por isso não demorou a sentir seu coração pulsando frenético, anunciando o que estava por vir, em poucos segundo ele preencheu o preservativo, ainda dentro dela, sentindo todo o corpo arrepiar pela sensação. Ambos ainda respiravam sofregamente, mas ele sabia que ela não havia atingido o ápice, então, voltou a beijá-la a fim de mostrar que não havia acabado ali, se retirou de dentro dela, jogou o preservativo fora e arrumou suas vestes, enquanto ela fazia o mesmo.

Sorriu zombeteiro quando a Yamanaka penteou o cabelo loiro bagunçado, fitando-o carrancuda pela bagunça que fizera em seus fios. Genma se aproximou sorrateiro e a imprensou novamente na parede.

- Que Inoichi me perdoe, mas eu desonraria sua memória muitas vezes ainda. A começar por uma segunda vez na minha casa, hoje.

Ino arqueou uma sobrancelha, considerando a proposta. Ela realmente queria ter tido um orgasmo e estava bastante frustrada por somente ele ter conseguido, assim resolveu que lhe daria uma nova chance, o que tornou o resto de sua noite bem mais divertida, principalmente ao ter a magnífica ideia de conectá-los mentalmente durante o ato, o que deixou tudo mais intenso e recíproco.

O dia seguinte chegou e ela saiu da casa dele ainda de madrugada, desejando ter tempo para se preparar para o atendimento naquela manhã. Sakura que estava mais estressada nos outros dias, pareceu sem-graça naquela manhã e se recusou a lhe contar o motivo, mesmo com suas ameaças de invadir a mente dela. Não o fez, no entanto, achava que aquilo era uma invasão de intimidade sem precedentes, por isso apenas seguiu com os atendimentos. E claro, também não lhe falou sobre Kakashi, queria que Sakura percebesse o interesse dele por conta própria, mesmo que demorasse.

Os dias seguiram e assim que o Festival da Paz fora anunciado, Ino ficou entusiasmada com a ideia da festividade, exigindo que Sakura comparecesse ao evento consigo, afinal, ambas mereciam um descanso após tanto tempo dedicado à Clínica. Quando a amiga finalmente cedeu e concordou em ir, Ino ficou radiante com a perspectiva de rever todos os seus amigos juntos novamente, e quando chegou em casa teve uma surpresa interessante.

Um ramalhete de astromélia estava posto sobre sua cama e junto a ele estava um bilhete simples, indicando a mensagem de Genma: “Vejo você no Festival da Paz”. Ela entendia o que aquilo significava e por isso só ficou mais animada.

Quando o dia finalmente chegou, Ino combinou de ir com seu antigo time, além de acompanharem a equipe 8, afinal, Kurenai era quase como da família. Mirai era uma garotinha ainda e por isso adoravam mimá-la, como se isso tornasse Asuma presente. Durante o evento, Chouji parava a cada barraquinha de comida com a desculpa de experimentar as especiarias e eles riam do amigo. Ino estava radiante naquela noite e quando encontrou Sakura olhando abobalhada para Kakashi não evitou provocá-la, poucos segundos depois avistou Genma encostado em uma barraca de jogos e então se despediu da amiga.

— Testudinha, eu vou ali falar com o Genma rapidinho e já venho.

Ela caminhou na direção dele, mas se esgueirou por trás de uma barraca e Genma a seguiu. Ambos concordaram, ainda que sem falarem sobre aquilo, que não deveriam deixar explícita sua relação, principalmente em público. Ao se afastarem da concentração do Festival, Genma a enlaçou pela cintura enquanto beijava o pescoço delgado, caminhando apressadamente para uma praça arborizada, o jounin a empurrou contra uma árvore e começou a beijá-la avidamente em seguida. Tanto ele, quanto ela sabiam que os habitantes da Vila estariam curtindo o evento e por isso havia poucas chances de serem flagrados.

- Por que deixou uma astromélia na minha cama ao invés de me convidar formalmente?

- E qual a graça disso? – ele respondeu provocativo.

- Astromélias são flores exóticas muito bonitas que representam um vínculo forte entre duas pessoas. São flores ideais para expressar gratidão, amizade, agradecimento, ou saudade... qual destes significados você achou mais apropriado? – ela questionou entre beijos no pescoço dele.

- Você sabe o que elas significam, seu pai havia me dito que gostava delas por causa disso e já que foram as flores que nos aproximaram – ele a respondia com a voz arrastada, imerso no prazer de ter os lábios dela sugando seu pescoço – achei que seria um bom pedido.

- Foi interessante – Ino sussurrou em seu ouvido, antes de morder o lóbulo para lhe provocar.

O shinobi beijou-a de novo com fervor e entre mordidas e toques intensos, se aproveitou da vestimenta de Ino ser um quimono para retirar o obi e abri-lo, não foi preciso muita força para que ela fosse suspensa no ar e apoiada em um tronco de árvore, fazendo seus corpos se encaixarem perfeitamente.

As pernas dela rodeavam sua cintura, assim como os braços se apoiavam nos ombros largos. Diferente da primeira vez, não quiserem esperar por alguma preliminar desnecessária, principalmente porque precisavam voltar às suas atividades – a dele no caso seria a ronda da Vila. Entrou em Ino com uma estocada rápida e apesar do gemido descontente dela, não pararam, os minutos foram se passando, as respirações se tornaram cada vez mais pesadas e o suor já escorria pelo corpo de ambos, mas dessa vez alcançaram o prazer juntos, Ino até mesmo um pouco antes dele sem necessitar do ninjutsu. Como bons amigos coloridos, ajeitaram as roupas com sorrisinhos travessos e seguiram com o segredo que os envolvia, ele voltou para a ronda do evento e Ino retornou para o grupo de amigos, encontrando-os no momento em que decidiam qual restaurante iriam jantar.

Dali em diante, seus dias só ficaram melhores. Tinha voltado a ser a Ino radiante que todos conheciam, animada, mandona, atribulada e amiga, e até por isso achava que seus encontros com Genma vieram num ótimo momento. Ela estava bem consigo mesma e por isso aproveita os encontros casuais ao máximo. O mestre de senbon era um bom parceiro, indicava posições desconhecidas por ela, era desinibido, atendia suas exigências e era provocativo na medida certa, então não via mal em continuar com aquilo.

Em um desses encontros, porém, após terem transado, Genma ficou pensativo e começou a rodar uma de suas senbons entre os dedos, hábito já reconhecido por Ino.

- Eu não estou envolvido com você – disse de repente.

Ino se sentou na cama e arqueou uma sobrancelha, como se o questionasse mais profundamente sobre aquilo.

- E eu deveria me preocupar com isso?

O moreno deu de ombros e depois a fitou com seriedade.

- Não quero que se machuque. Kakashi veio falar comigo que você...

- Oh – riu zombeteira – Kakashi é um homem maravilhoso, está preocupado, mas não se preocupe, você precisaria muito mais do que uma boa noite de sexo para me fazer gostar de você – estava sendo sincera, embora soasse rude – então, não se preocupe, não vou fazer escândalo na frente da sua casa no dia seguinte. Vamos dormir? Estou cansada e vou trabalhar amanhã.

E após aquela noite, os encontros tornaram-se menos frequentes, porém ainda aconteciam. Ino gostava da forma com que Genma a despertava, fosse em público, fosse na casa dele; e ele gostava de sair com ela, que era uma jounin excelente em muitos sentidos. Mas conforme conversavam e passavam mais tempo juntos, viam que o desejo incontrolável por sexo já não era mais o mesmo e que aquela relação estava caminhando para uma verdadeira amizade. Foi então que decidiram parar de se ver.

Ino ficou chocada quando o viu entrar na floricultura de sua família e agradeceu internamente por sua mãe estar na estufa naquele momento.

- O que faz aqui?

- Quando os pássaros capturados crescem mais sábios, eles tentam abrir a gaiola com seus bicos. Eles não desistem, porque eles querem voar novamente – ele disse reflexivo, e Ino arqueou uma sobrancelha, debochada – Acho que devemos parar de nos ver.

Ino se apoiou no balcão teatralmente e sorriu zombeteira.

- Você podia ser um pouco mais original...

Genma pegou a senbon dos lábios e sorriu travesso para ela. Gostava da personalidade desafiadora da loira, era algo marcante nela e que havia lhe chamado atenção.

- Hum... original?

Ino assentiu, ainda com o ar gracioso de uma piada.

- Bem... – ele rolou os olhos pela floricultura e viu uma flor púrpura escura, chamativa e bela – Que flor é essa? – ele apontou para a flor deixada amostra no vaso.

Os olhos azuis focaram-se na planta e ela sorriu.

- É um crisântemo. É considerada uma flor que simboliza o outono, além de também ser considerada o símbolo do sol por causa da perfeição e maestria de como abre suas mais de trezentas pétalas, o que lhe proporciona uma aparência única, distinta e elegante – ela explicou com a voz suave, tocando as pétalas com as pontas dos dedos.

Genma a observou e, desta vez, sorriu sem zombaria ao colher a flor e colocá-la no cabelo de Ino, emoldurando seu rosto angelical. Ela riu baixinho e ele lhe sorriu.

- Por que escolheu ela e não uma astromélia? – seu olhar era curioso e divertido.

- Porque você desabrochou como esse crisântemo. Ela combina mais com você – disse piscando um olho, num flerte comum entre eles.

Ino não pôde deixar de concordar que, sim, ela era um crisântemo recém desabrochado, e tocou a delicada flor quando o viu sair pela porta da loja, a deixando sozinha e sorridente para trás.

No fim, Genma continuava a surpreendendo. 

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Pra quem quiser conhecer a kakasaku: https://fanfiction.com.br/historia/725253/KakaSaku_-_Uma_Chance_Para_Nos  aviso já que ela está em revisão. Eu gosto desse casal, recentemente descobri que há um fandon gringo deles da época antiga, mas é isso. Espero que tenham gostado, vamos conversar?

28 de Abril de 2018 às 19:40 8 Denunciar Insira 3
Fim

Conheça o autor

Vany-chan 734 Fada do Fluffy e maluca dos angst. Luto pelo fim dos leitores fantasmas, por SasuSaku e por ShiIta, meus OTPs! "KakaSaku - Uma Chance para Nós" não será repostada aqui até ter sido devidamente betada, assim como "O Caminho que Trilhamos".

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Alice Alamo Alice Alamo
Bora lá, moça! Você chamou comentário e ele veio até você! Primeiro, parabéns por ter participado do desafio! Eu fiquei meio (muito) surpresa com o crack, não acreditei quando vi hahahahaha. E gostei muito de você ter feito no universo original! Foi um bônus incrível. Eu preciso te dar uma visão geral da fic e queria debater umas partes com você. Eu adorei a história, de verdade, achei incrível como você expôs não só o enredo, mas as suas opiniões pessoais no texto. Para começar, adorei que a Ino foi humana, que ela tirou um tempo para si depois da guerra, que mostrou o quanto isso a afetou e que é normal ela precisar de um tempo para se reerguer. Também gostei muito das referências, o hospital que ela e a Sakura criaram foi uma das coisas que mais gostei no mangá, então adorei ver você abordando isso aqui também. Ah, e as flores, não podemos deixar de falar das flores ;) Eu amo a Ino, é uma das minhas personagens favoritas, então vê-la completa, forte, decidida, adulta, dona de si, herdeira do clã, e tudo mais foi um presente! E a forma como você abordou alguns temas foi bem legal, como a parte dos relacionamentos, é legal ver um pouco de realidade e não de romantismo nas fics. Achei alguns errinhos na fic, nada sério. 1) Uso de "loira" no narrador para descrever a Ino. Não é bem um erro, mas, num diálogo real, você não vira para alguém e usa a cor do cabelo para descrever as pessoas enquanto narra um fato. 2) Uso de "a mesma" ou "o mesmo" como substantivo. Aqui é um erro mesmo. Construções como "ele se virou para ver que a mesma fazia isso" estão erradas, porque "mesmo" não pode ser usado como substantivo. Enfim, no geral, as suas ideias são muito bem apresentadas, sua fic tem um ritmo ótimo, e foi um crack lindo! Parabéns <3
8 de Maio de 2018 às 21:55

  • Vany-chan 734 Vany-chan 734
    OLAAAR! Nem demorei pra responder tanto hahaha Primerio, eu peço desculpa por não ter posto o link na agenda, eu realmente não sabia, achava q era só por na publicação e na planilha era as q leu, enfim, perdão <3 Sobre a fic: Eu amo o UN e vou defendê-lo! HAHAHAHA Adoro as possibilidades que ele nos dá pelo próprio cânon mesmo, então achei legal aproveitar pra explicar como eles se envolviam na kakasaku hahah EU AMEI VC TER NOTADO A INO MAIS HUMANA! Meu deus, às vezes eu sinto que ela é retratada apenas como 'a amiga da Sakura', eu queria mostrar mais dela, uma pessoa sensível que perdeu pessoas importantes na guerra, e tbm uma kunoichi habilidosa! Então esse foi o ápice do seu comentário pra mim <3 O hospital q elas constroem juntas é muito lindo mesmo, e imagino o quanto isso tenha significado para as duas, então é legal usar isso para mostrar como elas evoluíram (brigar por macho novamente? jamais!) e como se tornou uma amizade linda, que pra mim é a mais bonita do anime (superando Sasuke-Naruto). Eu amo a Ino e fiquei muito feliz em saber que vc tbm ama ela, deixou meu coração quentinho hahaha Obrigada pela dica do 'o mesmo', não vou mais repetir haahaha E sobre o 'loira', a ideia era ser mais uma provocação do Genma mesmo, não sei se deu pra perceber, mas ele na minha cabeça é muito o 'hetero TOP' que fica na balada chamando as meninas de 'morena' SUAHSUAHSAHUSAH Enfim, não é uma abordagem q eu utilizo em geral, só com ele mesmo HASUHSUHSA Obrigada pelo coment. Alice <3 9 de Maio de 2018 às 23:06
Sr.  Artie Sr. Artie
AMIGA EU APARECI COM O BISCOITO MDS FINALMENTE AAAAAAAAAA Eu já deveria ter lido a história antes, mas 5k para um crack é fofa. Vou ensinar meu anjo a ser uma pessoa concisa, brincadeira kkkk A verdade é que eu demorei para ler porque eu só shippo a Ino com o Sai, aí tava meio assim para começar a ler esse crack, mas do jeito que você escreveu foi genial, não desenvolvendo um romance, mas uma amizade colorida antes de tudo e depois apenas uma amizade verdadeira. Meu SaiIno aqui ainda seria canon, então te amo por isso. GRITEI MUITO COM INO SENDO UMA FÊMEA FATAL. Eu sou apaixonado por personagens que sabem do seu valor e não se deixam serem colocados para baixo, Ino é exatamente esse tipo de personagem e eu a amo muito por isso. Fada injustiçada que felizmente recebeu tudo que merecia nessa fic, amei cada título que você deu a ela, espero que todos sejam Canon no anime, preciso que sejam. Bem, é isto, desculpas a demora kkk beijos
5 de Maio de 2018 às 22:12

  • Vany-chan 734 Vany-chan 734
    ME CHAMA DE GALINHA, MAS ME DÁ BISCOITO NÉ! TO DE OLHO EM VC, SUA FALSA. Não vem com esse papo de conciso de drabblezista que eu te excomungo da fic! KKKKK Bom, eu adoro o ship, mas sempre plotei eles sendo uma amizade colorida mesmo, nada de romance entre eles, talvez uma pequena queda, mas amor não hahaha Gosto do Genma canalha, tipo hetero top mesmo, e a Ino não é besta tbm USUASHAUS Bom, sobre o final ser SaiIno na sua mente rsrsrsrsrsrsrrsrsrs no final da kakasaku ela termina com o Sasukinho mesmo HAHAHAHA Ainda faço uma deles explicando isso :p SÓ FAÇO A INO PRA SER FEMME FATALE, DO CONTRÁRIO NEM ESCREVO, MONAMOUR. Eu amo trazer a Ino de uma forma mais humana, sendo valorizada pelo que ela é! Preciso enumerar as qualidades da fada de Konoha? Acho q não hahahaha É cânon no meu coração e no seu, meu bem! Kishimoto que se lasque! Eu te amo, obrigada por sempre me dar biscoitos e me surpreender a cada resposta! <3 9 de Maio de 2018 às 22:35
Hime  Hime
O sentimento presente nas palavras é tocante, além da escrita ser incrível. Mesmo com alguns errinhos aqui e acolá, não deixa de ser um bom trabalho. Parabéns!
29 de Abril de 2018 às 17:57

  • Vany-chan 734 Vany-chan 734
    OLAAAR! Perdão pelos errinhos, mesmo com a revisao a gente sempre deixa algo passar :/ Bom, fico feliz que o sentimento esteve explicito, ainda que fosse um envolvimento casual dos dois. Obrigada pelo coment, Hime <3 30 de Abril de 2018 às 18:33
Dara Luny Dara Luny
Gostei da sua fanfic, ficou muito boa! Você colocou bastante emoção no texto e fez o casal se envolver aos poucos, e depois se separar de forma madura, gostei bastante. Bjs!
29 de Abril de 2018 às 11:42

  • Vany-chan 734 Vany-chan 734
    OLAAAR! muito obrigada pelo coment! Como era uma spin-off eu achei legal mostrar o começo e o fim da relação que eles tiveram; mas tbm queria dar um destaquezinho pra Ino como kunoichi e pessoa! Enfim, é bom saber que coloquei a emoção desejada aqui <3 30 de Abril de 2018 às 18:33
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