A Reencarnação da Alice Seguir história

aliceliddell Ariani Liddell

Em uma época distante existe uma princesa chamada Alice. Ela amava muito o pai, mas o Rei só teria olhos para sua irmã, e confiava nela com sua vida. Depois de ter voltado de Londres, a irmã do Rei voltou com desejo de tomar o trono do seu irmão. E foi no dia que a princesa faria seus 15 anos que Dominique tomou o trono, matando todos da família real. Mas ela não sabia da magia de Reencarnação, e um dia Alice irá voltar e vingará seu pai.


Ficção adolescente Impróprio para crianças menores de 13 anos. © Ariani Maria

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Prologo


     Em uma época distante, Alice e seus pais governavam o País das Maravilhas com perfeita harmonia e carinho que eles sempre podiam para seus súditos. Mas isso estaria prestes a mudar quando a irmã do rei voltou de sua viagem do mundo acima deles ,ela teria mudado completamente, ela mudou por completo e agora ela usava vermelho ,e Alice estranhou a mudança de sua tia, ela sempre estaria com um sorriso malicioso e com a lábia fácil para convencer a rainha e o rei, e ela sempre estaria com uma aura vermelha em volta de si.

      Certo dia Alice estaria andando pelos corredores dos quartos, e quando viu a porta do quarto de sua tia, e ouviu a mulher falar algumas coisas estranhas. A jovem resolveu se esconder atrás da porta para ouvir o que ela falava.

      - Preciso tomar o tomar o trono do meu irmão de uma vez por toda. – Disse a mulher andando pelo quarto, e quando percebeu que Alice estava atrás da porta olhou para ela e sorriu. – Primeiro preciso de seguidores. – Alice ao olhar nos olhos de sua tia correu até onde seu pai estava, e quando chegou nele, cansada de tanto correr, seu pai olhou para ela preocupado. – O que houve minha filha? – Disse o rei pegando sua filha pela mão e a sentou em uma cadeira. – A tia Dominique quer tomar o trono do senhor. – O rei olhou para sua filha surpreso, mas em seguida acreditou que era uma mentira e ele sorriu. – Isso é mentira, sua tia nunca tomaria meu trono. – O rei gargalhou. – Ela vai matar o senhor.

        O rei Samuel adora sua irmã, e quando ouviu o que sua filha disse sobre sua irmã, ele ficou muito irritado. O rei estava prestes a sair quando Alice esticou suas mãos e pegou a capa vermelha aveludada de seu pai, a jovem adorava mesmo aquele tipo de tecido, ele era realmente muito macio e aconchegante. Ao sentir sua filha puxando sua capa o rei rapidamente virou seu rosto com sua expressão seria e olhou para Alice, mas quando ela iria falar, alguém entrou na sala, era a irmã do rei, Alice olhou para a mulher e a olhou com a expressão seria igual do seu pai, então ela rapidamente levantou da cadeira e saiu da sala.

     - Parece que sua tia voltou com um demônio no couro. – Disse um rapaz que estava encostado com um pé na parede, e quando Alice virou seu rosto ele fez um impulso com seu corpo e caminhou até a garota e sorriu e Alice retribui o sorriso dele. – É, pois é Willian. – Alice olhou nos olhos do garoto. Os dois tem a mesma idade e foram criados juntos, ele era completamente louco quanto seu pai, o Chapeleiro, ele era um dos grandes amigos do pai de Alice, sempre fazendo chapéus incríveis e maravilhosos, Alice considera Guilherme como seu irmão, mas Alice teria mais um sentimento à mais por ele.

       - Como está seu pai, Willian? – Disse Alice colocando suas mãos atrás do seu corpo. – Está em casa, está ficando cada dia mais louco por causa do mercúrio. – Alice se desaminou e o garoto ao ver a desanimação dela, à olhou serio, e Alice o olhou. – Sinto que todos vamos morrer. – Alice abraçou seu corpo, ao ver sua amiga triste, Willian se aproximou dela e estendeu seus braços e abraçou a garota. – Também sinto isso, mas tomará que isso não aconteça. – Ele abraçou forte sua amiga. – Tomará. – Disse Alice fechando os olhos e confortando nos braços de seu amigo.

      Enquanto que Alice estava abraçando seu amigo, Dominique abriu a porta muito rápido que os dois se assustaram e se soltaram e se separaram. A mulher olhou para o garoto que a expressão dele mudou rapidamente foi embora se se despedir de Alice, ela ficou olhando indo embora, e em seguida olhou para a tia e foi embora para o seu quarto.

     Depois desse dia, Alice sempre esteve desconfiada de sua tia, menos seu pai. Ele confiava em sua irmã de corpo, alma e coração, ele nem suspeitou que depois que voltou de Londres ela estaria completamente mudada.

      A jovem princesa já estava preparando para algo ruim acontecesse com seus amados pais, o Capitão Wessex um dos amigos de seu pai à treinava depois dela implorar feito o Chapeleiro faz com o seu filho para parar de trabalhar um pouco, mas o Willian sempre cedia . Em um dia que a desconfiança estava no tamanho da loucura do Chapeleiro, Alice resolveu ir na salas das armas, a jovem adorava olhar as lâminas e ela sentia uma leve sensação de maldade quando olhava sua espada preferida, a Espada Lendária Cortante Hell, ela é toda preta com rubis vermelhos. Ela é passada de geração em geração, mas o Rei, sempre recusava em passar a lâmina para Alice, por pensar que ela é igual a sua mãe, uma mulher fraca que dependia dos guardas e do Rei para protege-la.

Enquanto Alice estava olhando para sua espada preferida, alguém entrou na sala.

     - Esse lugar não é para garotas. – Alice virou rapidamente para trás e olhou para a pessoa quem a olhava, era o Capitão Wessex. – Me perdoe Capitão, mas eu não sou igual a minha mãe. – Alice demonstrou um sorriso sarcástico, mas sincero. – Eu sei, você conseguiu me derrotar várias vezes. – O Capitão aproximou da princesa e a olhou seria. – Sua tia está bastante mudada. – O sorriso nos lábios de Alice se desfez. – Sim, e meu pai é o único que não vê isso. Eu só queria pegar essa espada e cortar a garganta dessa mulher. – O general começou a gargalhar. – Não seja tão violenta Alice, você é uma princesa. – Alice olhou para o general. – Mas não uma qualquer. E também...Sinto que vai acontecer uma coisa horrível. – Wessex olhou a garota. – Que coisa? – Alice olhou suas mãos. – Estou sempre sonhando minhas mãos cobertas de sangue e... em seguida...Alguém muito valioso me mata. – O general ficou olhando para a garota com a expressão seria.



                                                               ♠

      

      


       Era 4 de maio de 1852, era o aniversário de 15 anos da jovem princesa, nessa manhã ela acordou super alegre por esse dia. Ela estaria vestindo seu vestido azul escuro preferido com detalhes de flores pretas, um par de meias listras e uma par de botas de couro , ela andava pelos corredores e cumprimentava os empregados com um enorme sorriso em seu rosto. Mas parou no meio do corredor lembrando de seu grande amigo filho do Chapeleiro, era ele quem acordava Alice em seus aniversários, mas nesse dia ele não foi, ela perguntou sobre ele para os empregados de confiança extrema dela, mas ninguém sabia onde ele estava. Mas um soldado amigo dele disse que teria visto ele muito diferente, ele também disse que Guilherme estava com um olhar sombrio e sempre andava com uma espada, Alice ficou surpresa ao ouvir o que estava acontecendo com seu amigo.

      Então ela foi até a casa de seu amigo, mas ele não estaria lá, a única pessoa que estava lá foi o chapeleiro, ao ver ele falando com um rato e uma lebre de março começou a rir, e foi até ele. – Ah, Alice! Qual é a semelhando entre um corvo e uma escrivaninha? – A garota gargalhou – Sempre com a mesma charada. Onde está o Willian? – O chapeleiro iria pegar a xicara em sua frente, mas quando ouviu a pergunta da garota, ele a olhou com a expressão triste. – Ele não foi te acordar? – A jovem negou com a cabeça. – Então ele está com a sua tia, desde que ela voltou ele está estranho, não me deu mais sermão e nem mais me ajudou... só ficou sentado em sua cama afiando sua espada. – Alice ao ouvir que o homem falava, rapidamente ela acabará de perder a confiança em sua tia e em seu próprio amigo. – Onde está ele? – O chapeleiro suspirou e pegou o rato amigo. – Ele deve está com sua tia. – Alice não esperou ele falar novamente e saiu do lugar e correu até o quarto de sua tia.

      Enquanto Alice corria em direção ao castelo, o estava começando a escurecer, e ao ver o sol sumindo aos poucos, ela começou a sentir algo terrível dentro de si, então ela apressou os passou. Ao chegar na frente do quarto de sua tia, olhou pela fechadura da porta, e olhou várias pessoas e estava lá, seu grande amigo. – Hoje é o grande dia... – Disse a mulher de vermelho andando pelo local. - ... É hoje que o País das Maravilhas será todo meu. – Um rapaz levantou a mal. – Por que hoje? - A mulher andou em direção ao rapaz que fez a pergunta e o olhou sorrindo. – Hoje é aniversário da minha querida sobrinha. Não há dia melhor para matar ela e sua família. – A mulher levantou as mãos e sorriu. – Mas a Senhorita sabe se alguém da família real matar outro membro da família real, haverá reencarnação? - O sorriso da mulher de vermelho aumentou mais. – Sei disso, mas eu não matarei eles, serão vocês, mas a especial deixarei para uma pessoa. - Dominique andou em direção ao filho do chapeleiro. – Você ficará encarregado de matar sua melhor amiga. – Guilherme ascendeu com sua cabeça.

       Ao ouvir a ordem que Dominique deu para Willian, Alice começou a ficar furiosa, ela se afastou e levou as mãos até as portas para abri-las, mas alguém segurou um braço da garota, então ela virou rapidamente, era o Capitão Wessex. A luz da lua iluminava os olhos de Alice, o verde esmeralda brilhava violentamente sobre a luz da lua, que estava ficando aos poucos vermelho. Nesse dia era a lua de sangue, mas justo no dia que iria acontecer várias mortes. O cenário perfeito para Dominique.

Alice puxou seu braço e o Capitão soltou ele. – Precisa está preparada. – A garota o olhou furiosa, e então Alice passou por ele e começou a correr, e o Capitão a seguiu. Ao correr, os saltos do par de botas dela fazia um enorme barulho em conjunto das botas do Capitão. A jovem correu para a sala das espadas, e ela abriu as portas do salão rápido e foi em direção a sua espada favorita e a ficou a olhando, atrás do Capitão apareceu de repente vários soldados e pessoas, e Alice ficou os olhando com sua expressão neutra. – Nessa batalha não estará sozinha. – Após falar essas palavras o Capitão e as pessoas que estavam atrás dele se curvaram para a garota.

     A princesa voltou a olhar para a espada que o pai não queria repassar para ela, de repente, a espada se moveu e começou a ir em direção a princesa e parou em frente dela, e no ar surgiu um sorriso, e a princesa sorriu ao reconhecer esse sorriso e no ar surgiu um gato preto, e Alice levou a mão até o cabo da espada e o pegou. – Mate todos, Alice. – Alice continuo sorrindo para o gato, mas aos pouco a sua feição de ódio voltou aos poucos. A garota se virou para a porta e caminhou até ela, todos deram passagem para ela e a garota seguiu na frente e todos a seguiram.

      Alice caminhou pelos corredores arrastando a ponta da lâmina, e o arranhão da mesma fazia um tipo de trilha. E assim que chegaram na sala do trono, Alice moveu a espada sobre as portas e elas se partiram e caíram no chão, e assim ela entrou no salão, e lá estava, a sua tia sentada no trono do seu pai e seu pai lutando contra os seguidores de Dominique. Ao olhar no chão, lá estava sua mãe morta, e ao olhar para Alice, Dominique sorriu. – Finalmente chegaste. – Dominique olhou para a espada em suas mãos. – Essa parte do plano não funcionou, mas não tem problemas. – A mulher levantou uma de suas mãos e vários homens foram em direção a Alice seus seguidores. A princesa, com um corte, matava todos que vinham em sua frente, e quando chegou perto de Dominique, Guilherme a parou, ao ver seu amigo, Alice afastou um pouco. – Não vou lutar com você, Willian! – O rapaz apontou a espada para a garota.

     No rosto do rapaz, lágrimas saiam de seus olhos. – Guilherme, não! – O rapaz foi em direção a Alice, e a garota defendeu, as espadas dos dois se chocaram, Alice começou a chorar também, e então ela levantou seu pé, levou até a barriga de seu amigos e o empurrou, com o impacto do chute, o garoto para longe. – Mate-a. – Disse Dominique cruzando suas pernas e pegando o cetro do Rei. O garoto obedeceu a ordem da mulher, e eles voltaram a se colidir. – Eu não quero fazer isso, Alice... Mas eu tenho que fazer o que ela manda. – O garoto olhava Alice com os olhos paralisados. – Então vamos juntos. – Disse Alice levando a lamina da espada para o coração dele. Alice sabia que essa é a decisão errada, mas mesmo assim quis fazer, e seu amigo concordou. – Não! – Disse o Rei acabando de ser morto. – Perdão, pai. – Samuel caiu no chão. Então, Alice e Guilherme cravaram as lâminas da espada um num outro, Dominique começou a gargalhar ao ver os dois caindo e o seu próprio irmão morrendo. – Agora, serei a única a governar esse País. – O rei riu e a mulher olhou para ele. – É o que você pensa, irmã... – Dominique ficou surpresa. – Quando dão a vida por alguém... – O rei cuspiu um pouco de sangue. - ... Eles podem reencarnar, eles desde que nasceram foram destinados um para o outro. Foi um erro ter mandando o Willian mata-la. – Alice e Guilherme deram as mãos.- Me perdoe, Alice. – Disse Guilherme voltando a si e voltando a chorar. – Claro que te perdoou, mas sempre quis te dizer isso, eu te amo Willian. – O rapaz segurou a mão dela bem forte. – Eu também te amo, e feliz aniversário. – Dominique levantou do trono e começou a gritar, e Alice, Guilherme e o Rei Samuel morrem ao mesmo tempo.

        Dominique iria reinar por pouco tempo, Alice irá reencarnar e irá voltar para se vingar e irá vingar a morte do seu amado e de seus pais e amigos. Os dias de Dominique estão contados, e quando Alice voltar, não irá voltar como a garotinha de antes, as mãos manchadas de sangue, Alice irá esfregá-las no rosto de sua tia traidora. 

26 de Abril de 2018 às 14:07 0 Denunciar Insira 0
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