Justify my love Seguir história

lady_giovanni Lady Giovanni

Quem me conhece como uma das amazonas de prata, jamais poderá imaginar que por trás de minha seriedade e compromisso com a deusa, existe uma mulher sedenta de prazer, luxúria e dominação alheia. Essa é a minha história. Meu nome é Shina, amazona de dia e dominatrix à noite.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 21 anos apenas (adultos). © Todos os direitos reservados.

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Poor is the man whose pleasure depends

Minha vida noturna é um segredo. Tenho que escondê-la, pois sei que for descoberta eu teria que renunciar ao meu posto de amazona do qual dei muito duro para conquistar. No entanto, o difícil mesmo é ter de controlar meu instinto.


Toda a noite tenho que sair escondida para encontrar alguém disposto a satisfazer meus desejos. O único que sabe disso no santuário é meu amigo, companheiro de treinamento e, acima de tudo meu escravo: Misty de Lagarto.


Esta noite eu não estava disposta a ir até a cidade, então fiz uma visita a ele, quando o santuário já estava em silêncio. Ele me esperava toda a noite, mas nem todas eu lhe dava o que queria.


Peguei a chave de seu quarto que eu mantinha comigo e fui até seu quarto. Ao entrar, vi o cômodo iluminado por algumas velas e alguns acessórios sobre a cama, enfileirados. Sorri de canto, pois ele sabia bem como me atiçar e estava tudo do jeito que eu gostava.


Ele estava deitado na cama, vestido apenas com uma cueca boxer de vinil e em seu pescoço havia uma coleira com algumas tachinhas ao seu redor. No centro, uma argola e presa a ela, uma longa corrente de prata. Ele me olhava em silêncio, enquanto deslizava os dedos pelo acessório e mordi o lábio. Adorava sua submissão.


Tirei minha capa, revelando a roupa que eu tinha escolhido para aquela noite e vi pelo seu olhar o quanto estava ansioso para que eu começasse logo. Eu usava um corset de cetim preto, calcinha fio dental do mesmo tecido e uma bota ⅞ de couro da mesma cor. Dei alguns passos até a cama e apoiei o pé sobre ela, deslizando a mão pela minha coxa.


— Eu espero que esteja preparado pra mim esta noite. – disse e vi que abriu um sorriso, assentindo com a cabeça.


Tirei o pé da cama e me virei para alcançar a cadeira que estava próxima dali. Peguei o chicote que estava sobre a cama e bati com a ponta no assento, dando a primeira ordem daquela noite. Ele olhou para cadeira, voltando seu olhar para mim e permaneceu em silêncio. Qualquer tipo de desacato, era motivo para punição e eu sei que ele ansiava por isso. Não vou mentir que gostei de sua atitude, tudo fazia parte daquele jogo.


Fui até ele e o puxei pelos cabelos, vendo-o apertar seus olhos.


— Vai me desobedecer de novo, escravo?

— Non.

— Fale direito comigo! – disse e puxei novamente, ouvindo um gemido seu.

— Non, mestra. Non vou desobedece-la.

— Assim está melhor. – disse e empurrei sua cabeça para trás.


O puxei pela corrente, enquanto eu caminhava até a cadeira e o empurrei para que se sentasse sobre, olhando-o com seriedade. Dei a volta e levei a mão até o decote, tirando um par de algemas e o prendi suas mãos para trás. Ao passar para a frente, peguei uma das velas que estava sobre a cômoda e vi seu olhar baixar.


Estendi a vela em sua direção e vi seu olhar preso a chama. Seus olhos azuis encontraram os meus e apoiei o pé entre suas pernas, despejando a cera sobre seu peito. Ele pendeu a cabeça pra trás, apertando os olhos e mordeu os lábios para segurar o gemido.


— O que foi? Não me diga que vai pedir para eu parar? – falei em um tom de deboche.


Ele olhou para mim seriamente e balançou a cabeça para os lados.


— Não terei misericórdia com um escravo pedante como você...


Ao terminar de falar, despejei mais um pouco da cera e ele soltou outro gemido. Olhei para as marcas avermelhadas impressas em sua pele alva e despejei ainda mais.


Seus olhos já lacrimejavam pela dor da queimadura, mas sua ereção denunciava o quanto ele estava gostando. Me sentei sobre seu colo, sentindo o volume rijo em contato com minhas nádegas e selei seus lábios com um beijo seguido de uma mordida. Olhei para seu lábio avermelhado e agora um pouco inchado e me levantei para pegar outro acessório.


Dei a volta, passando as pontas dos dedos sobre seu pescoço e beijei sua orelha. Ele fechou os olhos e aproveitei o momento para amordaçá-lo. Eu não o pouparia de nada naquela noite e também não queria que ninguém ouvisse.


Saí de seu colo e o puxei até a cama, posicionando-o de bruços. Retirei meu chicote e segurei cada extremidade dele com minhas mãos, estalando-o em seguida. Ele olhou para mim por cima dos ombros e quase senti pena de seu olhar, mas no fundo, ele queria aquilo tanto quanto eu.


Girei a peça, marcando suas costas e escutei ele urrar abafado. Vi a marca do açoite tomar forma e sorri. A sensação de prazer que sentia ao ver os homens naquela situação era indescritível. Eu sentia prazer na dor alheia. Às vezes, uma noite de sadismo, me dava mais prazer do que uma transa.


Desferi mais algumas chicotadas em suas costas e vi ele rendido a mim, estirado em cima da cama. Algumas das marcas se abriram, deixando a cor de seu sangue com uma cor peculiar a meia luz e me afastei. Fui até o frigobar para pegar algumas formas de gelo e me sentei sobre seu quadril.


Peguei um cubo, observando suas reações pós-chibatadas e, notei sua inquietude conforme ele sentia as marcas sendo tocadas pelo gelo. Imediatamente vi sua pele arrepiar e continuei traçando um caminho entre uma marca e outra. Brinquei com mais um cubo, traçando uma linha do cóccix até o seu pescoço e vi seus dedos apertarem o lençol.


— Eu sei que você gosta… – disse e me afastei.


Ele continuou em silêncio e olhei para as outras peças sobre a cama. Estendi minha mão até um dildo e me ajoelhei, colocando o acessório próximo de meu alcance. Levei as mãos a única peça que ele usava e me inclinei para morder aquelas nádegas redondinhas. Ele gemeu e sorri de canto antes de roçar meus dedos em sua entrada. Ele olhou para mim no mesmo instante, já que seu bumbunzinho ainda era virgem e resolvi lhe proporcionar o máximo de prazer. Puxei seus quadris, deixando-o de quatro e cuspi em sua entrada, massageando aquela área com cuidado, ao mesmo tempo que ouvia seus resmungos.


Continuei os estímulos, passando os dedos próximo do períneo e seus resmungos logo deram lugar para mais gemidos. Mordi o lábio, desejando vê-lo gemer ainda mais e me afastei novamente, alcançando a corrente. Puxei a peça, vendo-o se virar e abri minhas pernas, afastando a calcinha para provocá-lo.


Peguei o dildo, chupando da base a ponta e o introduzi em minha intimidade devagar, soltando um gemido longo. Fechei os olhos por uns instantes e quando os abri, vi seu olhar carregado de luxúria. Entreabri os lábios, soltando mais alguns gemidos, conforme eu me estimulava e passei a ouvir seus resmungos.


Com as mãos para trás, ele balançava seu corpo algumas vezes para que eu fizesse algo, ao invés de apenas provocá-lo para vê-lo naquele estado. Seu mastro levemente rosado estava duro e úmido e quase fraquejei ao pensar em soltá-lo para que ele me conduzisse também, mas eu dava as ordens ali. Somente eu.


Deslizei o dildo até o final, ficando de quatro sobre a cama e engatinhei até ele para provar um pouco de seu corpo. Abocanhei a glande, deslizando a boca por toda extensão de seu falo e vi ele pender a cabeça para trás. Deslizei os lábios de volta para a glande e a contornei com a língua, dando mais uma chupada. Aquilo estava muito bom.


Voltei a abocanhar, tirando o dildo de minha intimidade e levei até a sua, ouvindo mais gemidos. Suguei, chupei, lambi. Tudo para que aquela noite fosse marcante não só para mim, mas para ele também. O deitei sobre a cama, vendo-o apertar os olhos por causa das marcas em suas costas e abri suas pernas para que continuasse o que tinha começado.


Ao vê-lo arqueando seu corpo a cada estocada e ver seu corpo definido marcado por mim do jeito que eu gostava, um desejo profundo de me entregar foi mais forte do que tudo. Deslizei o acessório até o final e me ajeitei sobre ele, sentando em cima de seu mastro.


Comecei a cavalgar sobre ele, me apoiando em seu peito liso e joguei minha cabeça para trás com aquela sensação única de prazer da qual eu não queria que acabasse. Me inclinei algumas vezes para retirar a mordaça e beijá-lo e o senti retribuindo a cada vez até chegar ao meu primeiro ápice. Sai de cima dele, me virando de costas e me encaixei para que eu pudesse manusear o dildo.


Algum tempo depois, após sentir toda exaustão de nossos corpos molhados de suor, finalmente chegamos a um orgasmo juntos.


Olhei para ele ofegante, vendo seu rosto ainda mais avermelhado pelo esforço e me afastei, sentindo o líquido escorrer pelas minhas pernas devagar. Retirei o acessório de sua entrada e o libertei das algemas para que eu pudesse deitar ao seu lado. Fiquei alguns instantes apenas ouvindo sua respiração até cobrar um pouco de minhas energias e voltar para minha casa.


Senti seus dedos em meus fios de cabelo e olhei para ele, sentindo sua boca na minha. Retribui o beijo calmamente até me levantar da cama para me vestir.


Assim que coloquei a capa por cima, olhei para ele, vendo-o se cobrir com o lençol e olhar para mim de volta com o braço estendido.


— Fique.


Confesso que fiquei tentada a ceder seu pedido, mas não pude. Dei alguns passos até a porta e saí dali sem me despedir com um único pensamento em minha cabeça: Ele era meu escravo e eu sua mestra... Absoluta.

29 de Março de 2018 às 22:19 0 Denunciar Insira 1
Fim

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