Amortentia Felicis Seguir história

ksutaguo Louise Alves

"'Esta é a única poção que se aproxima do Amor — Professor Potter dizia calmamente enquanto as meninas naturalmente chegavam mais perto do Caldeirão borbulhante — Amortentia não é o amor líquido, amor não é uma poção para ser engarrafada e é impossível criá-lo — O suspiro feminino foi geral — Mas, se me permitem dizer, esta poção é o autoconhecimento. Cada pessoa sente um cheiro diferente, o que corresponde a o que cada pessoa gosta. A prova de vocês é criar a poção perfeita.' Sakura conseguiu, como esperado, criar a poção perfeita, mas quando foi engarrafá-la, ela paralisou com os cheiros que sentiu. Chá de algodão doce e alcaçuz, o favorito de Naruto, e odor de xampu de gato, que Sasuke estava exalando naquele momento por ter dado banho em Susanoo ontem à noite."


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#Felicis #Amortentia #Trisal #Crossover #Fanfic #Harry Potter #Naruto
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Prólogo — O Trem

— Pegou tudo?

— Sim, mãe.

— Escova de dente? De cabelo? Seu aparelho móvel? Aquele remédio de nariz?

— Tudinho.

— Sakura separou as calcinhas? Você vai ficar muito tempo sem mim para lavá-las. — A mulher pôs ambas as mãos na própria cabeça — Por Merlin, eu não te ensinei a separar roupas para lavar! Nem a pôr absorventes!

— Mãe!

— Mas separou as calcinhas ou não?

— Estão todas na mala, mamãe.

— Varinha? Capa? Caldeirão?

— Mamãe, eu disse! Já peguei tudo isso!

Mebuki Haruno estava com o coração na mão, a primeira vez que sua amada filha iria para uma das maiores escolas de Magia e Bruxaria do mundo — assim como ela e o marido estudaram em Mahoutokoro — num país completamente estranho para Mebuki, mas natural para Sakura. Quando ela e Kizashi se mudaram do Japão para a Inglaterra mal sabiam que Sakura já estava a caminho.

A ex-Goleira da seleção japonesa ganhou uma cadeira cheia de pompa numa escola inglesa para ensinar meninas a arte do jogo, enquanto Kizashi era um auror japonês de elite, ganhou uma vaga no Ministério Inglês para continuar seu trabalho formidável. A vinda de Sakura balançou completamente as vidas do casal, que já era tumultuada, ficando mais feliz e bagunçada. Quando Sakura nasceu, uma coruja vinda de Hogwarts veio parabenizar o casal e comunicar que ela já tinha uma vaga na escola, Deus, como eles ficaram contentes!

E agora que o momento chegou, ela não negava sua natureza temperamental Veela e não parava de chorar.

— Okusan, relaxe, Sakura-chan não vai embora para sempre. — Kizashi chegou de mansinho, arrumando o cabelo naturalmente róseo e espetado, e deu um beijo na bochecha da esposa.

— Eu sei, ottosan, mas fico receosa.

— Ora, e por quê? — A meio-veela de 11 anos bufou cruzando os braços — Eu segui exatamente o que a senhora disse e eu juro pela minha vida que irei me comportar. E eu terei aula com Harry Potter! Como vou ficar em perigo com Harry Potter por perto?

Kizashi riu baixinho, pois a pose que Sakura fez é idêntica à pose da esposa quando está brava. A única diferença é que quando Mebuki fica furiosa ela se transforma numa harpia grande e raivosa que cospe fogo em tudo e depois dispara a chorar quando volta a sua forma “humana”. Sakura, felizmente, só ficava com as bochechas vermelhas, ele rezou para todos os Deuses existentes no mundo para sua menina não herdar a transfiguração emocional da mãe.

— Ah, você não entende agora, Sakura, mas um dia vai entender. — Mebuki limpou uma lágrima e abraçou a filha.

— Odeio quebrar esse momento lindo, meus amores, mas essa mocinha precisa pegar o melhor trem da sua vida.

— Espera aí, que horas são?

— Nove e cinquenta e seis...

— PELAS BARBAS DE MERLIN! NÃO PODEMOS NOS ATRASAR! SAKURA PEGUE SUA MALETA, EU PEGO SUA MALA, ANATA PEGUE O CARRO!

— Mas falta ainda uma hora...

— FAÇA! — A voz da mulher saiu com um fundo assustador de pio de ave, Kizashi tremeu de cima abaixo.

Sakura pegou sua maleta gargalhando.

...

Naruto Uzumaki saía de um dos seus raros e demorados banhos ouvindo a porta ser esmurrada por seus primos, Nagato e Karin, gritando protestos de um banho longo e vontade de fazer xixi. Era o grande dia daquele pequeno Uzumaki a honrar a família! Ele seria mais um leão pomposo rugindo alto o hino da sua futura casa, Grifinória que se prepare, pois Naruto Uzumaki está chegando!

— NARUTO SAI LOGO DESSE BANHEIRO!

— Karin, eu vou fazer xixi lá fora!

— Lá fora não tem banheiro, Nagato!

— Mas tem mato!

Naruto abriu a porta e Karin praticamente o arrancou de lá e fechando a porta logo em seguida.

— KARIN, NÃO BATA A PORTA! SEU TIO CONSERTOU ESSA PORCARIA ONTEM A NOITE E NÃO QUERO VER ISSO QUEBRADO! — O som “doce” da voz de Kushina Uzumaki, a ruiva mãe de Naruto e matriarca da família Uzumaki, era ouvido do pequeno pátio da casa estranha.

O loirinho correu pelo corredor até a cozinha ampla e cheia de armários, quinquilharias e aromas deliciosos. Ao centro, uma mesa retangular de madeira amarelada com vários integrantes das famílias Uzumaki e Senju, tendo os velhos irmãos Hashirama e Tobirama Senju discutindo alguma coisa com Minato Namikaze, patriarca Uzumaki, enquanto Tsunade Senju acabara de sentar na mesa, de ressaca. A esposa de Hashirama, Mito, e o marido de Tobirama, Izuna, relembravam a época de escola para Nawaki, Menma e outros dois amigos dos meninos que ouviam atentamente as trapalhadas de Izuna no salão comunal da Corvinal e anotavam as saídas secretas da escola que Mito usava para fugir para Hogsmeade.

A família de Naruto era numerosa e ruidosa, mas extremamente amável e amigável, todos viviam numa fazenda na fronteira trouxa da Inglaterra com País de Gales. Todos trabalhavam na grande fazenda Uzumaki-Senju, e de lá saíam matérias primas para praticamente todo Beco Diagonal. De algodão à melaço multicolorido, os Senju refinavam várias frutas, legumes e produtos animais para criação de perfumes, essências e xaropes para incontáveis doces, oferecendo ao mundo mágico uma grande quantidade de herbalistas, magizoólogos, paisagistas e magiquímicos — Entretanto, Tsunade cursou o caminho da medicina, descabelando os avós e tios-avós com os turnos exaustivos de trabalho da loira meio veela — A fazenda empregava toda a colônia de bruxos japoneses ou descendentes de japoneses da área, uma vez que o povo, tanto trouxa quanto mágico, não via os imigrantes com bons olhos, então era difícil a socialização.

Quando Naruto finalmente entrou na cozinha foi ovacionado por quase todos — Tsunade não tinha condições de levantar a cabeça — pois era o “calouro Uzumaki”.

— Meu amor! Bom dia! Hoje é um dos melhores dias da sua vida! — Minato pegou, com dificuldade, o garoto de 11 anos idêntico a si no colo — Você vai aprender tudo que eu e sua mãe não conseguimos. Preparado?

— Pode apostar, dattebayo! — E rugiu como um leãozinho que ele era, fazendo todos rirem.

— Agora tome seu café e coma bastante! Pra não passar fome no trem!

— Fome no trem? Você enlouqueceu Kushina? — Tobirama disse se servir do chá de algodão doce — Dê alguns galeões pro menino comprar os sapos de chocolate.

— Tobirama tem razão — Tsunade disse levantando sua cabeça — Aliás, temos bezoar? Eu acho que fui envenenada...

— Você foi envenenada de tanto sake de fogo, garota, aguente aa consequências — Izuna disse piscando para o marido e a gargalhada foi geral.

Hashirama se levantou rapidamente.

— Kushina o trem sai às onze!

E já eram dez e quinze.

Em menos de um minuto a casa inteira tremeu de tanto sobe e desce de escadas dos adolescentes e pela voz potente da matriarca.

...

Sasuke Uchiha acariciava um filhote de cavalo alado no haras da família. Ele estava nervoso, seria a primeira vez que sairia de casa, nem para a casa do seu tio avô Izuna ele ficava tanto tempo quanto ficaria na escola. Teve uma boa base em casa e sabia ler, escrever, contar números e conhecia uma vastidão de nomes de espécies mágicas, graças a família. Seu pai era além de um homem muito rígido com a educação dos filhos, era um exemplar admirador e estudioso de magizoologia e Sasuke se viu encantado pelo mundo dos animais fantásticos.

Fugaku Uchiha foi professor de Trato de Criaturas Mágicas em Mahoutokoro por trinta e cinco anos e quando veio para Inglaterra à convite do Ministério da Magia, recebendo um salário bem gordo, ele foi recebido pela aurora e grande amor da sua vida, Mikoto, e foi amor à primeira vista. A mulher foi um tanto difícil de conquistar, visto que tinha a juventude dos vinte e nove anos e a liberdade e o fogo de uma mulher independente visivelmente inspirados pela Ministra Granger, ou ela estava simplesmente receosa de entrar num relacionamento com um homem mais velho.

E quando Fugaku não achava que podia ser mais feliz Itachi e Sasuke vieram, com diferença de cinco anos um para o outro, e quase transformaram seus pais ricos e rígidos em pais bobos. Mikoto em especial mudou da água para o vinho, estava bem mais doce e amável, mas ainda mantinha sua chama poderosa e audaciosa dentro de si.

— Sasuke!

O menino avistou o pai entrar devagar no haras e logo seu cavalo favorito foi ao seu encontro distribuindo lambidas no rosto maduro. O garoto achava graça.

— Carpe, pare! — Ele parou e o homem afagou sua grossa crina albina, fitando o filho — Está na hora de se arrumar, Itachi já está pronto.

— Eu vou ficar longe do Pompdu... — O garoto abraçou o pescocinho alvo do potro — Será que ele vai me reconhecer quando voltar?

— Claro que vai, ele ama você. Assim como todos aqui.

— E se eu for para a Sonserina?

Fugaku inspirou e expirou audível e lentamente.

— E daí se você parar na Sonserina, Sasuke? Se você for selecionado pra lá, sorte deles de ter um dos Uchihas por lá. — O pai afagou a cabeça do filho — Aliás, seu tio avô foi da Sonserina.

— Tio Madara é inglês?

— Eu também fiquei chocado.

— Ele é um pé no saco.

— E é um mago muito sábio e extremamente brilhante. Leve isso para sua vida Sasuke: não julgue a capa do livro sem ler. — Fugaku afagou a cabeça do potro que deu um relincho gostoso enquanto o queixo de Sasuke ia ao chão, queria perguntar os feitos do tio quando foi interrompido — Vamos, não podemos nos atrasar.

Pompdu se afastou e o menino se levantou, acabou correndo quando sentiu cheiro de panquecas de chocolate vindo da cozinha da mansão Uchiha.

...

Sasuke Uchiha chegou na estação de King’s Cross entusiasmado e com as mãos suando frio. Itachi estava nos últimos anos de Hogwarts e, apesar de odiar profundamente cada prova que tinha, ele falava da escola como se fosse o melhor lugar do mundo. E realmente era. A estação estava cheia de trouxas, afinal era segunda-feira. Mikoto seguia ao lado do filho mais novo enquanto o mais velho andava bem mais a frente com suas malas, Fugaku emburrava o carrinho com as malas de Sasuke, quando um furacão ruivo passou do lado da família, o Uchiha mais novo quase caiu em cima da mãe.

— DESCULPA, DESCULPA, SAIAM DA FRENTE! — Karin berrava enquanto apostava corrida com Nagato, Nawaki e Menma.

— Mas o que foi isso?

— Perdoem meus sobrinhos! — Kushina apareceu correndo atrás dos meninos e pelo carrinho de Fugaku logo percebeu que eram bruxos — Eles estão entusiasmados para voltar à escola!

— Sem problemas. — Mikoto sorriu de leve e afagou os ombros do filho — É a primeira vez do Sasuke, com certeza se eu não estivesse aqui ele iria correr igual seus sobrinhos. — Sasuke bufou.

— Ei!

— Ah mais um calouro! Meu filho também está indo para Hogwarts pela primeira vez! — Kushina olhou para trás e sinalizou para o marido — Temos mais um calouro aqui!

Minato vinha com não só Naruto, mas com mais doze famílias de nascidos-trouxa com pais trouxa completamente perdidos, o loiro sempre ajudava as famílias meio trouxas a se guiarem pelo meio bruxo.

Naruto veio correndo e abraçou Sasuke que, coitado, não estava entendendo nada.

— VOCÊ VAI SER MEU MELHOR AMIGO! VAMOS COMEÇAR A ESCOLA JUNTOS! A GRIFINORIA VAI PIRAR! — Sasuke era chacoalhado e apertado pelo loiro hiperativo e quando foi tentar entender o que o menino disse, teve ambas as mãos apertadas e puxadas por ele — VAMOS, MOLENGAS! O TREM VAI SAIR E JÁ ESTÃO ATRAVESSANDO A PAREDE!

Sasuke correu rindo com o loiro, ignorando os adultos gritando com eles. Mas pouco depois de começar a correr uma cabeleira longa e brilhante chamou a atenção dele.

Uma menina de cabelo rosa e com um laço na cabeça andava do lado de uma mulher muito bonita. A menina tinha olhos verdes e Sasuke nunca viu olhos tão bonitos como aqueles.

— O que está olhando? — Naruto disse quando percebeu que Sasuke tinha diminuído o ritmo.

— Olha! — os olhos azuis do loiro seguiram o dedo apontado para a cabeleira rosa, Naruto ficou igualmente encantado — É muito bonita.

— Será que ela vai para Hogwarts?

— Acho que sim.

— Então vamos... — Naruto fui interrompido pelo badalar do sino da estação, informando que eles tinham 15 minutos para entrar na plataforma — Ah, Merlin, precisamos correr!

— Mas...

— Encontraremos ela no caminho! Vamos!

...

Despedidas nunca foram o forte de Kushina. Mesmo que seu filho ficaria seguro no castelo, seu coração de mãe sempre ficava apertado. Se já era difícil quando seus sobrinhos iam para escola, que dirá o próprio filho.

— Eu vou ficar bem, mamãe.

— Eu sei que vai. Mas se comporte, Naruto, não fique arrastando seus amigos pelo castelo e não coma TANTA besteira.

— E isso é pra você — Minato disse entregando uma gaiola com uma coruja dourada como os cabelos deles.

— Ah, ela é linda! — Naruto pegou a gaiola e admirou a coruja — Vou cuidar dela!

— Bela coruja — Sasuke disse se aproximando com os pais e agarrado num gato grande, com pelo extremamente liso e marrom, e um rabo estranho — Este é Susano, ele é um Amasso.

— Mas isso é um gato.

— Amassos parecem gatos mesmo, mas você aprenderá sobre eles na escola. — Mikoto disse logo atrás de Sasuke — Melhor entrarem no trem! Ele vai partir em cinco minutos.

Deram o último abraço nos pais e entraram no vagão, Naruto teve de entregar a coruja a um funcionário do trem, mas Sasuke pode entrar com o felino.

— A propósito, professor Uchiha — Kushina disse atraindo atenção de todos assim que o trem começou a partir — Eu não esqueci que o senhor me reprovou por um décimo em Trato de Criaturas Mágicas.

Nem Minato e nem Mikoto seguraram a risada enquanto Fugaku se enrolava tentando além de se desculpar, lembrar da menina no meio dos trinta anos que lecionava.

...

Sakura Haruno andou por todo o trem e não achou lugar para sentar. Malditos alunos veteranos que correm feito loucos! Até que uma porta foi aberta.

E o menino mais lindo do mundo surgiu dela.

— Oi, está procurando um lugar? Só está eu e Sasuke aqui, pode ficar.com a gente!

— Naruto, deixa eu aparecer!

O menino loiro bonito deu passagem pra um outro menino moreno tão bonito quanto ele. Sasuke estava um pouco envergonhado e as bochechas vermelhas lembravam as dela quando ficava furiosa. A menina achou graça.

— Obrigada! Sim eu estou procurando um lugar, esse trem está cheio...

— Dattebayo! — Então disse baixinho — Eu disse que encontraríamos...

Sakura não entendeu nada que Naruto disse, mas deixou de lado enquanto entrava na cabine dos meninos. Sasuke pôs o gato cor de chocolate no colo enquanto Naruto desembrulhava uma marmita da mãe. Sakura ficou intimidada com o gato de orelhas grandes e pontudas e rabo de leão, mas Sasuke garantiu que Susano não faria mal. O bicho ainda miou em resposta ao dono.

— Meu nome é Naruto Uzumaki! E o meu sonho é ser o maior criador de poções do mundo! — O loiro hiperativo disse, mas vendo o silêncio do seu amigo, cutucou forte o moreno com cotovelo.

— Ah, sou Sasuke. Sasuke Uchiha. E eu não faço ideia do meu sonho.

Sakura inconscientemente usou seus encantos veela quando riu uma risada gostosa, os meninos acabaram hipnotizados.

— Eu sou Sakura Haruno. E eu acho que eu seria uma ótima jogadora de quadribol, afinal eu sou mestiça com veela.

— Vela? Mas você é feita de carne, não parafina... — Sasuke se juntou a Sakura na gargalhada.

— Não é “Vela”, é “Veela”. Nunca ouviu falar? — Sasuke disse secando uma lágrima.

— AH SIM! — Naruto exclamou — Eu tenho uma amiga meio veela também, mas ela nunca tá em casa, então eu acabo esquecendo dela — Naruto coçou a cabeça — Por isso você é tão bonita assim!

Sakura corou violentamente da cabeça aos pés.

Incrível com o Expresso de Hogwarts era lento, não?

23 de Março de 2018 às 12:31 0 Denunciar Insira 4
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Conheça o autor

Louise Alves Bióloga de segunda à sexta; Ficwriter, jogadora de videogames e procastinadora profissional aos fins de semana.

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