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blue_bird Milli Stanford

"Quando bateu o intervalo , a minha BFF retardada ( Karina ) saiu me puxando feito uma doida e foi aí que eu passei pela situação mais embaraçosa de todas ... Eu caí em cima de um garoto . Fiquei muito vermelha , mas a minha amiga doida saiu me puxando de novo e só tive tempo de dizer : -Desculpa ... carinha que eu não sei o nome !" Mal eu sabia que a partir de um simples esbarrão , minha vida iria mudar completamente .


Romance Impróprio para crianças menores de 13 anos. © Esse obra é de meu total intelecto por isso peço que não ó plageiem

#Emely Rudd #colégio #original #adolescente #amor #romance
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Nos conhecemos por acaso

Meu nome é... podem me chamar de Bella. Nasci em Veneza, tanto que moro aqui até hoje. Tenho cabelos pretos e olhos azulados; uso óculos beges para que fiquem imperceptíveis em meu rosto; eu tenho dois graus (não sou tão cega porém necessito de óculos, entretanto não suporto usa-los); e minha pele não é tão branca. E, momentaneamente, é isso que eu acho que vocês têm que saber sobre mim.

Hoje, nos primeiros horários eu tive aula de física e química, que são muito chatas na minha opinião, entretanto se tornam bem mais dinâmicas pelos professores sempre fazerem uma piada ou trocadilho sobre o assunto dado, arrancando gargalhadas da turma . Quando finalmente soou a campa avisando-nos o início do intervalo, em menos de 1 minuto a minha BFF retardada (Karina) saiu me puxando feito uma doida varrida pelos corredores do colégio. Foi quando, inesperadamente, senti um grande baque em minhas costas que fez-me, de forma instantânea, degustar de uma dor nem um pouco amigável. De forma aleatória achei que havia sido bordoada, talvez por um taco de baseball já que este esporte era comumente praticado. Mas caso fosse o que pensei uma dúvida se abriria em minha mente:

Quem seria capaz de cometer tal ato?

Por sorte não espatifei-me no chão como o esperado, graças à Karina que me segurou firme, mesmo por continuar correndo depois do acontecido. Quando voltei a raciocinar direito novamente apenas fiquei vermelha por tanta vergonha. Eu havia derrubado um garoto, que por milímetros não fincou com a cara no piso. Ele levou seus olhos até aos meus mostrando-me uma cara de puro desgosto, fazendo sentir-me como a pior e mais estabanada pessoa do mundo.

Pela ética que eu tenho e pela culpa que por mim é sentida, senti-me na necessidade de me desculpar, contudo caso o fizera teria que ser com o máximo de rapidez. Abri a boca porém apenas um falho som saiu. Meu tempo estava se esgotando, teria que ser ágil. Logo abri a boca novamente para realizar a segunda e última tentativa, mas a voz desta vez saiu com mais força e veracidade emitindo um:

-Desculpa... Carinha-que-eu-não-sei-o-nome !!!!- disse logo virando-me para a frente e vislumbrando Karina agindo como um Usain Bolt da vida.

**********

Agora estou aqui com Karina tendo de encarar a monstruosa fila da cantina, incrivelmente não tão monstruosa como nos outros dias. Acho que esse é o único tempo vago no meu dia, pois eu ficava sem nada para fazer se não ficar em pé e esperar por minha vez. Então decidi tirar satisfação com Karina pelo que me fez passar.

-Ei, mocinha! Você viu no que seu desespero me meteu hoje?- girei-a para que me olhasse na cara.

-Vi sim, e foi o maior barato!- pronunciou-se tentando segurar as risadas de deboche-Caso você queira me desculpe okay?! Foi culpa minha, não sua.

-Bem melhor, pois pelo menos você assumiu seu erro.- disse cutucando-a com o ombro.

-Se for pra você desestressar e se sentir menos culpada eu faço isso.- deu um sorriso sincero-Sorte sua por me ter como melhor amiga.

-Para de se gabar garota.- dei língua para ele, fazendo ela gargalhar com a careta que faço quando dou língua (uma bem esquisita por sinal),

**********

Depois voltamos para as intermináveis aulas de filosofia e de literatura ,que apareceu para salvar o dia, mas que pena que tivemos a péssima notícia do início da segunda avaliação na próxima semana (que tenho que estudar , pois me ferrei ao "cubo" na primeira avaliação). Por algum poder misterioso as aulas passaram com um flash, que em compensação foi o oposto da minha espera pela minha mãe que disse que viria me buscar, porém só depois de cerca de 1 hora me ligou avisando-me para ir sozinha para casa, alegando estar ocupada demais.

Indo pelo trajeto até minha residência parei para observar as estrelas que estavam magnificas esta noite. Que incrível, nunca tinha reparado muito bem nelas já que costumava vir de carro com a mãe (fato que estava deixando-me sedentária demais para o meu gosto). Tremi de susto ao ouvir passos pela rua e logo em seguida um garoto de cabelos claros passar de raspão do meu lado, continuando a caminhar em minha frente. Era claro que meu coração havia acelerado, pois por alguns instantes pensei que seria assaltada, mas caso realmente fosse isso o individuo teria parado ao meu lado e abordado-me.

Ambos caminhamos o mesmo caminho uns 10 minutos e aquilo estava esquisito demais para mim. Quando finalmente chego próximo a esquina da rua da minha casa percebo que o garoto também irá virar a esquina. Será que ele era um stalker que sabia onde eu morava e pretendia sequestrar-me bem nessa esquina?! Caso fosse, a única pessoa na qual poderia gritar por ajuda seria à um idosa que estava caminhando no sentido contrario ao seu. Mas tal ideia fugiu de minha mente quando o suposto stalker dobrou na esquina mostrando-me grande parte de seu rosto.

Claro que não o reconheci logo de cara, demorou alguns segundos até meu cérebro conseguir processar as informações de hoje, conseguir lembrar daquele rosto que só tivera visto uma única vez e estara cruzando o seu caminho novamente em menos de 24 horas.

Aquele carinha...

27 de Fevereiro de 2018 às 00:42 0 Denunciar Insira 1
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Conheça o autor

Milli Stanford Hi society! I'm a crazy girl who loves create fanfics. I love read books, watch movies and Tv series.

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