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hieroway hieroway

Gerard é um atraente advogado para quem a vida sempre foi fácil. É um homem apaixonado pelo sexo sem compromisso. Adora participar de jogos sexuais e tem sempre a companhia que quiser à disposição — sabe o fascínio que exerce sobre o as outras pessoas. O italiano Frank é um homem independente, que chama atenção pela beleza e pelo temperamento forte. Como piloto do Exército americano está acostumado a levar uma vida de riscos constantes, embora sua principal missão seja lutar para criar sozinho a filha Lily. Quando o destino os coloca cara a cara, a tensão entre eles é evidente... Mas a hostilidade que marcou o encontro deles a princípio, pouco a pouco se transforma num desejo incontrolável.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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Capítulo 1

Alto...

Pálido...

Olhos verdes...

Sexy...

Simpático...

Assim é Gerard Way.

Desfrutar de uma noite de sexo quente nas sensações de um homem como ele, era a coisa mais fácil e divertida do mundo.

Os homens, e até mesmo uma mulher, ficam loucos se fixar seu olhar leonino neles e lhes propor entrar em um reservado. Gerard era quente... Muito quente.

Como normas, os homens que entravam sozinhos nesse ou em quaisquer outros locais de swing, não tinham o direito de escolher. Eles eram os escolhidos. Mas para Gerard não funciona assim. Ele escolhia. Ele decidia. Ele selecionava.

Nessa noite, depois de uma semana de muito stress e trabalho, conduzia seu elegante esporte cinza com grandes sensações enquanto escutava o CD em seu carro, Let’s stay together, de Al Green, um dos seus cantores preferidos.

I’m, I’m so in love with you

Whatever you want to do

is all right with me

Cause you make me feel so brand new

And I want to spend my life with you.

A música, como dizia a sua grande amiga Judith, amansava as feras, e cantarolar música soul enquanto dirigia, o relaxava e o estimulava para a noite de sexo que desejava ter logo mais.

Não havia chamado nenhuma de suas conquistas. Ele não precisava.

Ele só queria sexo, sem jantar e discursos entre os dois. Os homens o encantavam. Ele tinha um bom tempo com eles. Eram maravilhosos e excitantes.

Então, tentava cercar-se daqueles que eram como ele. Que pensavam como ele. Que agiam como ele. Que só exigiam sexo. Só sexo.

Ao chegar ao Sensations, Gerard colocou o carro no estacionamento. O guarda sorriu para ele. Esse cara tinha estado lá mais vezes e quando ele olhou sentiu especial.

Uma vez fora do estacionamento, Gerard entrou no local e ao entrar, encontrou com vários amigos. Conversou com eles cordialmente até que viu um casal que ele conhecia e com apenas uma olhada, se entenderam. Minutos depois, na companhia de dois de seus amigos, Carl e Hans, Gerard aproximou-se do casal. George e Susan sorriram ao vê-lo.

Não era a primeira vez que jogavam juntos, e minutos depois os cinco fizeram o seu caminho para uma das cabines reservadas. Não precisavam falar. Todos sabiam o que queriam. Todo mundo sabia o que procurava. A noite prometia ser excitante e quente.

Ao entrar na cabine, George sentou-se na cama enquanto os demais permaneceram em pé.

Susan, uma mulher com uma bela figura e cabelos longos e sedosos, estava disposta a desfrutar do sexo com esses homens e, olhando para eles, mordeu os lábios em antecipação à espera do início do seu jogo quente. Seus mamilos já estavam duros e sua vagina lubrificada. Tremia enquanto pensava no prazer.

Gerard sorria. Gostava de sentir a excitação das mulheres. Portanto, depois de deixar sua taça sobre a mesa, aproximou-se dela e perguntou em seu ouvido:

— Você está pronta, Susan?

— Sim.

— Disposta para jogarmos com você? — Insistiu passando as mãos em seus mamilos.

Ela assentiu com a cabeça e acelerou a respiração.

Sem necessidade de tocá-la, por seu gesto, Gerard já sabia que seus fluidos transpassavam o tecido fino da calcinha. Nunca, nenhuma mulher, em seus 32 anos de vida, havia rejeitado esta abordagem intima. Elas gostavam. Possuíam. Gerard era tão sexy, tão viril, que todas, absolutamente todas, caiam sob a sua influência, especialmente quando viam seus olhos verdes.

Susan gostava de jogar com vários homens. Não gostava de mulheres. Seu apetite sexual era insaciável e seu marido amado adorava vê-la nessa atitude. Era seu jogo. Eram suas regras e lhe encantava desfrutar do quente e do prazer.

Susan virou-se para enfrentar Gerard de frente. Seu olhar de luxúria falava por si. Desejava-lhe. Ela queria que a tocasse. Morrendo de vontade de sentir prazer e embebida de imaginar como iria jogar com que esses homens.

Lentamente, começou a desfazer os botões de sua blusa, enquanto sua respiração acelerava. Dois segundos depois, viu seus seios maiores, seus mamilos duros, e murmurou:

— Susan, eu adoro seus seios.

— São para você — ela ofereceu.

Gerard sorriu. Ele se sentou na cama e fez um gesto com o dedo para se aproximar, enquanto todos observavam. Ela obedeceu e quando ela estava diante dele, excitada levou seu maravilhoso mamilo direito até a boca de Gerard, que aceitou de bom grado. Durante vários minutos ele o lambeu e chupou até que ficasse duro como uma rocha. Ela sorriu.

George, marido de Susan, levantou-se. Ele abriu o zíper de sua saia, que caiu aos seus pés. Ele, então, desfez duas tiras douradas que ligavam a sua calcinha e esta caiu ao chão também, deixando descoberto seu lindo púbis raspado e seu redondo e apetitoso traseiro.

— Interessante — sussurrou Hans, chegando a dar-lhe um tapa na bunda.

George, o marido, sorriu. Ele começou o jogo. Ele soltou as calças e removeu os shorts. Sentou-se na cama e, tocando seu pênis duro, olhou para Carl e sussurrou:

— Eu também quero jogar.

Carl veio a ele, sem demora, e George lhe tirou as calças e as cuecas. Diante dele veio uma quente ereção, e sem pensar nisso, o colocou direto na boca.

Ele provou. Ele desfrutou enquanto Carl fechava os olhos e apertava as nádegas para ele com prazer.

Susan, excitada ao assistir à cena, suspirou quando Gerard, cada vez mais gostoso, chupava seus mamilos e Hans começou a tocá-la por trás.

A intensidade do momento subia. Susan e George tinham encontrado o que foram buscar nesse local. Gerard desfrutava com delicadeza o que ela ofereceu sem reservas. Mas quando ela tentou despi-lo, ele a parou e sussurrou.

— Eu faço isso.

— Você não quer a minha ajuda?

Gerard negou com a cabeça. Ele não gostava de estar nas mãos de ninguém. Ele decidia quando tirava a roupa e quando colocava. Todos aceitavam e Susan não seria diferente.

Enquanto Gerard se despia, colocando suas roupas sobre a cadeira, ordenadamente dobrada, Hans tinha masturbado a mulher, que já estava encharcada e ansiosa pelo pênis que se mostrava a ela potente e viril.

Gerard sorriu. Sabia do seu magnetismo. Ele sentou-se nu na cama e, sem tirar os olhos de Susan, recorreu ao seu monte de Vênus depilado e indicou:

— Aproxime-se.

Ela fez e ele a tocou. Ele baixou a mão lentamente para levá-la entre suas pernas e viu que estava molhada, muito molhada. Hans, por trás, apertou seus mamilos enquanto ela fechava os olhos, um sinal de alegria, e seu marido, continuava a sua agradável felação.

Por vários minutos, Gerard andou novamente seus dedos pela fenda molhada, até que ela abriu as pernas para lhe facilitar o acesso. Ele ajoelhou-se diante dela e colocou a boca no seu púbis. Ele mordeu. E quando ele sentiu que ela vibrou com prazer, com seus dedos abriu os lábios vaginais e colocou a boca entre as pernas. Susan engasgou. A boca de Gerard era impetuosa, e quando chupou seu clitóris com prazer, ela só podia suspirar e desfrutar.

Minutos depois, Gerard se deu por satisfeito. Sentou-se e, agarrando sua cintura, inclinou-se para ele.

Sem falar, ele colocou um dedo em sua vagina molhada e segundos depois, outro.

— Você gosta que joguem com você assim?

Susan sacudiu e balançou a cabeça. Abriu mais as pernas e se agarrou em seus ombros, deixando se masturbar com força por ele, enquanto Hans cercava seu traseiro sussurrando coisas quentes e muito... Uma elevação na voz em seu ouvido que a deixava louca.

Um grunhido de satisfação lhes fez saber que Carl tinha vindo ao clímax com o oral de George. Gerard, que continuou a masturbando com os dedos, de repente, parou e disse:

— Vá para a cama e ajoelhe-se em seu marido.

Estimulada e ansiosa por sexo, fez o que esse Adônis lhe pediu. Uma vez que ele a tinha como ele desejava, Gerard subiu na cama atrás dela trazendo a boca para seu ouvido, sussurrou:

— Agora vá até ele e solte seus seios em seu marido.

Quando Gerard viu que George os meteu na boca, sussurrou:

— Eu quero que você diga ao seu marido o que você quer que aconteça e, em seguida, o quanto você gosta quando te fodo.

— Sim — ela engasgou excitada.

— Abra as pernas, Susan.

Não era a primeira vez que jogavam desse jeito.

Momentos mais tarde, enquanto Gerard a masturbava, ela começou dizendo ao marido que queria ser toda fodida. Ela queria vários pênis nela e ela não iria parar agora. George, ao ouvir, se masturbou com força debaixo de seu corpo. Ambos gostavam de brincar e Gerard, agarrando seu pau duro, colocou um preservativo e lentamente se introduziu nela enquanto Susan gemia.

— Assim... tudo... tudo...

Gerard parou e, dando-lhe um tapa no traseiro, exigiu:

— Não me peça nada. Diga ao seu marido o que eu te faço, certo?

Enlouquecida com a sua voz e pelo que pediu, sussurrou:

— Gerard abriu minhas pernas e está me fodendo — Ele, quando ela mencionou isso, deu um empurrão que aprofundou seu ataque a ela, ofegante, acrescentou: — Ele meteu todo o pau, querido. Eu gosto. Sinto-me completa... Mais...

Acalorado por escutar o que ela mencionou, o marido agarrou-a pela cintura e mudou-se para ficar frente à Gerard.

— Mais. Eu quero que me foda mais — assobiou.

Gerard sorriu ao ouvir e se ajeitou nela até que esteva totalmente dentro.

— Assim, George? Quer que eu foda a sua mulher assim?

Susan suspirou. A luxúria e a curiosidade que sentia naquele momento, não queriam falar, e George, louco no momento, disse:

— Assim... Foda-a assim.

Gerard sorriu. Gostava desses jogos, e com uma forte estocada murmurou agarrando seu cabelo para levantar a cabeça:

— Quando eu deixar você entrará Carl e depois Hans. O último a te tomar será o seu marido e quando ele terminar voltarei a te foder. Você quer isso, Susan?

— Sim... Sim...

Esse tipo de sexo era duro, quente, doentio, desinibido e todos eles gostavam. Em especial Susan e George, que eram aqueles que exigiam. Gerard aumentou seu ritmo, enquanto os seios dela, balançando, caindo sobre a cara de seu marido, que se masturbava enquanto escutava toda a classe de proporção de voz de Carl e Hans.

Deleite. Prazer. Isso era o que todos sentiam naquele momento.

Um a um, os homens foram penetrando-a.

Um a um, ela os recebeu.

Um a um, possuía como ela exigiu até que chegasse ao êxtase, e quando o marido terminou, Gerard tomou sua mão, levando-a até o chuveiro e ali mesmo, depois de colocar um preservativo com a boca, virou-se para entrar nela. Quando terminou este novo ataque, trouxe-a de volta para a cama e perguntou:

— O que acha sobre o que seu marido faz?

Aquecida, apesar da ducha que acabou de tomar, olhou para George. Este desfrutava enquanto estava sendo penetrado por Carl no ânus e este fazia um boquete em Hans. Por vários minutos, gemidos tomaram a cabine.

Gerard assistiu com Susan. Esse tipo de sexo era o que gostava realmente, gostava tanto de homens como de mulheres, e era bom assistir e brincar um pouco.

Quando o trio chegou ao clímax e se levantou para tomar banho, a cama estava livre. Gerard, animado pela visão, arrancou a camisinha e uma vez que ele estava no lugar, ele disse, olhando:

— Sente-se sobre mim.

Ela montou sobre ele. Com maestria, Gerard a moveu buscando o seu próprio prazer. Ele gostava de ouvir as vozes cantantes e agora queria se divertir. Ela engasgou com a profundidade e quando pensou que não poderia ir mais fundo, Gerard se moveu categoricamente. Ela gritou e ao vê-lo sorrir, murmurou:

— Eu gosto de como você me faz sua.

— Diga-me o quanto você gosta — Gerard exigiu.

— Muito... muito... Oh, sim! — Ela gritou, enquanto ele a penetrava uma e outra vez.

Os três homens saíram do chuveiro e ficou ao redor da cama. Gerard, vendo-os, disse introduzindo-a novamente:

— Susan, diga ao seu marido por que você gosta que eu te fodo.

— Me preenche inteira. É duro... Muito duro... Não pare — chorou abrindo-se mais para ele.

E Gerard não parou e continuou desfrutando do que mais gostava.

Sexo.

Sexo sem compromisso.

Sexo por prazer.

Sexo sem amor.

26 de Fevereiro de 2018 às 19:38 0 Denunciar Insira 0
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