Wedding Seguir história

satsukimari Mari Satsuki

O grande dia escolhido por Hanabi e Konohamaru se aproxima, e agora Hinata será apenas uma madrinha de sua amada irmã mais nova, a madrinha favorita, escolhida exclusivamente para ser a anfitriã do grande evento das famílias Sarutobi e Hyuuga. E ao lado de Hinata com igual responsabilidade estava ele, o dono dos orbes azuis que uma vez cruzara seu caminho e a levara ao delírio sem ao menos saber seu nome. Os dois teriam sete dias juntos, uma semana que seria mais longa do que parecia ser.


Fanfiction Para maiores de 21 anos apenas (adultos). © Personagens utilizados pertencem ao autor da obra original no qual essa história foi baseada. Todos os direitos são de sua posse.

#drama #Fanfic #Universo Alternativo #Konohamaru/Hanabi #FNH #FNS #Romance #Naruto/Hinata #naruto
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Capítulo I

Sapatos levam mulheres onde elas quiserem

Já dizia Hinata,

E foi exatamente assim que ela chegou aonde desejava.

– Um brinde a melhor chefe do mundo. – Uma mulher animadamente alterada se levantou uma taça e propôs o brinde.

– Alguma dúvida de que só conseguiríamos atingir nossas metas por que essa musa está no comando? – Outra mulher animada reforçou a fala da anterior.

– Meninas como vocês são gentis. Eu reconheço meu esforço, mas nada disso teria acontecido se não fosse pelo trabalho duro de todas vocês, então esse brinde é para todas nós. – A mulher na qual as outras se referiam também se levantou e ergueu sua taça.

Na mesa, havia um grupo com cerca de dez mulheres. Todas trabalhavam juntas para uma grife japonesa de sapatos que acabara de fechar contratos internacionais para expandir os negócios para o exterior.

Quem presidia essa empresa era Hyuuga Hinata.

Formada em moda, sempre fora extremamente vaidosa e preocupada com seu estilo. Sempre acreditou que aquilo que definia a boa aparência de uma mulher eram os sapatos que usava.

Após se formar, montou um pequeno ateliê com o apoio de seu pai, mas foi sozinha e com o próprio esforço que expandiu seus negócios e criou sua própria marca de sapatos a Hime Shoes, que atendia apenas pessoas que poderiam pagar o alto custo da exclusividade.

Mesmo nascendo em uma família de posses, Hinata conquistou tudo que possuí praticamente sozinha, sendo considerada uma das mulheres mais jovens e bem sucedidas do Japão.

Hoje, aos 27 anos, Hinata é ainda mais bem sucedida do que era quando recebera esse título. Estava ainda mais realizada com seu trabalho devido a gigante expansão que sua marca faria. Era rica, feliz, independente e vivia o auge de sua solteirice.

Em geral, mulheres com essa idade já haviam selado um matrimonio, se não, estavam em busca disso, o que não era o caso de uma minoria. Hinata fazia parte dessa minoria.

Fora criada como uma jovem donzela tradicional. Crescer, se tornar bem sucedida, arrumar um bom marido, ter de dois a três filhos. Foi assim que Hinata cresceu acreditando que deveria ser sua vida.

Conseguiu um bom namorado aos olhos de sua família, ficou noiva por três anos, preparou um casamento do jeito que sempre sonhou, mas três meses antes da cerimônia, a grande decepção atirou em seu peito.

Traição.

Foi ai que a tradicional Hinata deixou de existir.

É certíssimo dizer que a vingança vem há cavalo, pois sem se importar com as consequências, ela processou seu noivo, recebeu uma fortuna na justiça, cancelou a cerimônia, foi reembolsada – Já que as tradições diziam que a cerimônia era por conta da noiva. – pegou todo o dinheiro e fez um cruzeiro por toda a Europa ao lado de sua melhor amiga.

Hinata estava plena aos olhos de quem a via pelas redes sociais, havia superado uma traição pública de uma maneira magnifica, mas não era bem assim que as coisas realmente aconteceram.

A garota sofreu em silêncio por meses, a viagem que foi ideia de Sakura, justamente para espairecer. Estava sendo influenciada pela dor em tudo na sua vida. Era doloroso demais para uma mulher que sonhou com o futuro durante toda a vida passar por uma situação tão humilhante as vésperas de seu casamento. O mais difícil foi avisar há todos sobre o cancelamento da cerimônia. Muitos convidados já estavam cientes, mas para os familiares distantes, foi necessário uma boa desculpa para justificar toda a situação.

Hinata decidiu então fechar seu coração para qualquer sentimento. Jurou nunca mais se apaixonar novamente. Jurou também que passaria o resto de seus dias trabalhado e gastando todo o dinheiro que adquirira apenas para satisfazer-se.

Mas bastou sua irmã caçula anunciar o noivado que a mulher teve uma recaída, principalmente após descobrir que seu ex noivo não só estaria na cerimônia, como seria um dos padrinhos escolhidos por Konohamaru.

**

– Mas não há nada que eu possa fazer, entenda irmã. – Hanabi dizia chorosa. – Eu até tentei insistir como o Konohamaru, e ele entende sua situação, mas o Kiba é um dos melhores amigos dele, não existe essa possibilidade de não convidá-lo.

– Sinto muito Hanabi, mas eu não me sinto confortável o suficiente para estar no mesmo lugar que ele. – Hinata dizia com pesar, mas estava bem convicta de sua decisão.

– Você não pode fazer isso. – Hanabi estava bastante chateada. – Você é minha irmã, é minha melhor amiga. Não pode me decepcionar tanto assim por causa de um pequeno detalhe como esse.

– Meu amor, eu entendo sua situação, mas você também precisa compreender como isso é difícil para mim. Então se ele for, eu conseguirei ir. – Hinata tentava dizer da maneira mais delicada possível sua decisão, mas suas tentativas foram em vão.

– Como você pode ser tão cruel e egoísta assim? – Os olhos de Hanabi estavam repletos de lágrimas. – Eu estou planejando isso há tanto tempo, fazendo que tudo fique perfeito, para a minha única irmã dizer que não vai ao meu casamento? Você não valoriza o amor que sinto por você.

Hinata revirou os olhos ao ver a cena que sua irmã fizera. Conhecia Hanabi muito bem para saber que a garota apenas usava uma tática de manipulação.

– Certo Hanabi, pode parar com esse teatro. Verei o que posso fazer por você. – Hinata apenas se deixou derrotar pela irmã.

– Por favor, pense com bastante carinho sobre isso. – A expressão de Hanabi havia mudado completamente.

Por fim, Hinata pediu conselhos a suas amigas e acabou decidindo que iria ao casamento, apenas para mostrar a Kiba como sua vida seguia perfeitamente bem sem ele.

**

Para comemorar o grande passo que Hinata estava dando com sua empresa, decidiu convidar seus principais funcionários para beber, coincidentemente eram todas mulheres.

– Certo. – Ela dizia contente. – Bebam o quanto quiserem hoje, amanhã será a comemoração oficial e a Ino irá me representar juntamente com o Sai.

– Sem a senhorita não vai ter a mesma graça. – Uma das mulheres choramingou.

– Eu sei querida, mais infelizmente amanhã eu estarei embarcando para Londres porque a minha irmã decidiu que os familiares devem chegar antes dos demais padrinhos e convidados. – Hinata suspirou profundamente abriu um pequeno sorriso.

– Que inveja. – Outra mulher falou. – Eu gostaria de poder realizar o meu casamento em uma mansão em Londres.

– Não sonhe coisas do tipo, querida, casamento é uma coisa que só te traz gastos e desgostos. Aproveite sua vida de solteira sozinha, você vive feliz, tem um excelente salário para gastar apenas com você e as responsabilidades são menores. – Hinata tinha convicção em suas palavras, mas por dentro estava bastante deprimida por ser deixada para trás por sua irmã caçula.

Hinata e Neji eram os primeiros filhos de Hiashi. Neji nascera poucos minutos antes da irmã gêmea Hinata. Anos depois, os dois foram presenteados com a caçula, Hanabi. Hiashi ficou viúvo poucos anos após o nascimento da filha mais nova. Depois de criados, o patriarca Hyuuga decidiu dar uma chance a si mesmo para seguir a vida, foi quando conheceu a inglesa Emma, com quem se casou e passou a viver em sua terra natal, Londres.

Neji foi o primeiro dos filhos a se casar. Sua esposa Tenten era extremamente querida pela família do marido, era considerada uma irmã pelas cunhadas.

Pela ordem das coisas, Hinata seria a segunda a se casar, mas os acontecimentos trágicos em sua vida vieram a interromper seus planos, fazendo-a desistir de tudo. Hanabi acabou sendo a segunda filha Hyuuga a se casar.

A conversa das mulheres foi interrompida quando um dos garçons se dirigiu a mesa com uma bebida bastante exótica e ao mesmo tempo bonita de apreciar e entregou para Hinata.

– Eu não pedi isso. – Ela disse ao garçom.

– Aquele homem pediu que a entregasse. – O garçom apontou para um homem loiro sentado no balcão do bar.

– Eu retiro o que eu disse. – A mesma mulher riu. – Inveja eu tenho é da senhorita, que é rica, bonita, solteira e tem os homens mais bonitos aos seus pés.

Hinata abriu um largo sorriso receber o presente. Pediu que o garçom se aproximasse e cochichou em seu ouvido. O rapaz assentiu e se retirou.

– O que você fez? – A mulher perguntou.

– Enviei uma retribuição. – Ela respondeu de uma forma animada enquanto apreciava sua bebida. – Nossa, eu adoro isso! – Sua expressão era de satisfação.

Hinata bebeu até a última gota do drink, em seguida abriu sua bolsa e retocou o batom de cor vinho que usava. Ela se levantou.

– A onde vai? – Ouviu uma das mulheres perguntar.

– Acho que vou pedir mais uma dessas no balcão. – Sorriu e piscou para as mulheres na mesa, em seguida caminhou em direção ao local onde o homem que havia lhe oferecido à bebida estava.

Hinata estava sempre impecável, mesmo sendo uma empresária, nunca abrira mão de estar bem vestida e apresentável. Naquela noite, ela acabara de sair do trabalho. Usava um vestido vermelho extremamente justo que destacava suas curvas bem desenhadas, o mesmo ia até seu joelho, possuía um decote frontal discreto e suas alças eram grossas. Nunca descera do salto, estava sempre acompanhada de suas belíssimas criações, e naquele dia usava um scarpin preto em veludo de 15 centímetros.

– Garçom, por gentileza, me sirva outra daquela. – Ela apontou para o local onde a taça estava. O garçom assentiu.

– Parece que gostou da minha escolha. Fico feliz. – O homem falou. Sua voz era atraentemente rouca. Ele encarava Hinata com um olhar penetrante. Ao retribuir o olhar, sentiu que aqueles belíssimos olhos azuis eram capazes de ver dentro de sua alma.

– Eu venho com muita frequência aqui, os garçons sabem muito bem o meu gosto, aposto que pediu uma dica. – Ela solto uma gargalhada vitoriosa.

– Você me pegou, tem razão. – O loiro deu uma risada. – Mas minha investida funcionou, nós estamos aqui conversando, afinal.

– Não me leve a mal, mas eu só queria pedir mais uma bebida mesmo. – Ela abriu um pequeno sorriso e desviou o olhar da figura que ainda a encarava.

– Me desculpe por isso então. – Ele deu uma risada baixa. – Mas eu devo dizer que estou encantado com uma mulher maravilhosa que acabo de cruzar o meu caminho. – Ele sorriu galanteador.

– Você é muito gentil, obrigada. – Hinata sorriu gentilmente. – Porém, essa não é a primeira vez que escuto isso de um homem, e acredito que não será a última.

– Não é que a investida seja ruim, é apenas a verdade. – Ele deu um sorriso de lado enquanto encarava Hinata, que vez ou outra arriscava olhar de lado para que seus olhos perolados encontrassem os orbes safiras do homem.

O garçom retornou com o drink que Hinata havia pedido para si e para o rapaz.

– Eu não pedi por isso. – Ele falou.

– Eu pedi. – Ela falou. – Considere como um agradecimento. – Ela piscou para o homem e sorriu.

– Muito gentil de sua parte, senhorita. – Ele retribuiu o sorriso. – Percebi que está acompanhada de suas amigas, mas seria muita ousadia de minha parte convidá-la para irmos para um lugar mais reservado?

– Infelizmente eu já estou de saída, mas agradeço pelo. Amanhã pela manhã estou partindo para o exterior para um evento de família, é uma pena. – Ela deu um sorriso amarelo para o rapaz e se levantou, deixando algumas notas na mesa. – Aqui está Sora, espero que isso pague o que essas garotas consumirem o resto da noite, fique com o troco. – Ela sorriu de forma gentil para o garçom que cuidava do balcão.

– Senhorita, por favor, não faça mais isso, estou ficando constrangido com suas gorjetas muito altas. O que tem aqui paga o que elas consumirem por uns dois dias. – O rapaz pronunciou-se envergonhado após conferir a quantidade de dinheiro que havia sido entregue.

– Relaxe querido, você faz um excelente trabalho aqui e recebe pouco por isso, faço questão de recompensá-lo devidamente pelo seu trabalho. – Ela sorriu para o rapaz e se virou, despediu-se das mulheres na mesa e foi embora.

Na porta do bar, entregou seu cartão ao manobrista que imediatamente dirigiu-se ao estacionamento em busca de seu carro. Enquanto aguardava, foi surpreendida por alguém lhe puxando pelo braço. Antes que pudesse assimilar tudo que estava acontecendo viu que um par de orbes azuis a encarava, e eles estavam próximos demais de seu rosto.

– Me perdoe por minha atitude, mas não posso deixar que vá assim, sem dizer nada. – Antes que Hinata pudesse protestar o homem colou seus lábios nos dela. Não tentou reagir, nem tirá-lo dali, o beijo foi tão intenso que a reação imediata de Hinata foi retribuí-lo.

As mãos do loiro que seguravam seus braços deslizaram para a cintura de Hinata juntando ainda mais seus corpos, ela o agarrou pelos ombros, apertando-o com suas unhas. Ele deu um gemido de dor e sentiu que ela riu durante o beijo.

– Tem mesmo certeza de que não quer ir para um lugar mais reservado? – Ele sussurrou em seu ouvido.

– Eu preciso estar saindo do país amanhã pela manhã, então mesmo se quisesse... – Ela foi interrompida pelo homem.

– Mas essa noite você ainda pode estar no Japão, certo? Ouça, se não quiser eu apenas irei a soltar e deixar que vá, mas confesso que tudo que aconteceu até agora foi porque eu senti que você queria isso tanto quanto eu. Então apenas aproveite a noite e amanhã você pode fazer sua viagem sem preocupações. Se quer saber, eu também tenho um evento familiar fora do país, então estamos no mesmo barco. – Ele falou, sua voz rouca fazia com que Hinata se arrepiasse da cabeça aos pés.

– Mas eu estou de carro, não posso simplesmente deixa-lo aqui de qualquer jeito. – Ela falou, seu tom era um pouco decepcionado.

– Se é assim, porque não fica mais um pouco e vamos até o meu carro por algum tempo? – Ele sorriu para Hinata.

– Se é assim, tudo bem. – Ela sorriu para o rapaz, que ficou bastante animado com a decisão de Hinata.

Alguns minutos depois, o manobrista que atendera Hinata retornou com seu carro, mas foi recebido por um sorriso envergonhado da mulher.

– Seria muito pedir que o senhor voltasse com o carro para o estacionamento? Eu decidi ficar mais um pouco aqui. – Hinata pediu de uma forma tão gentil que o homem sequer conseguiu ficar irritado.

– Tudo bem senhorita, leve o tempo que precisar. – O manobrista lhe sorriu educadamente, apensar de estar confuso com a repentina mudança de planos de Hinata.

– Venha comigo. – O loiro guiou Hinata segurando seu braço até o estacionamento do bar, onde seu carro se encontrava.

**

– Olha só, eu posso ter me aventurado algumas vezes, mas sexo em um ambiente aberto é novidade. Eu não vou mentir, estou com medo de alguém aparecer. – Hinata falou baixinho enquanto acariciava os fios loiros.

– Relaxe, não faremos nada aqui. Temos o carro para isso. – O loiro dizia enquanto deslizava seus lábios pelo pescoço de Hinata. – Você tem um perfume maravilhoso. Consegue subir aqui? – Ele perguntou apontando para o capô do carro.

– Com certeza que não. – Hinata deu uma gargalhada. – Eu posso estar de salto, mas esse carro ainda é muito grande para mim.

– Que droga. – O homem fez um bico. – Queria testa algo, mas acho que vai ter que ficar para uma próxima oportunidade. – Ele piscou e sorriu para Hinata, fazendo a sorrir envergonhada.

O homem abriu a porta traseira do carro com pressa e puxou Hinata para dentro. Com a mesma velocidade, jogou-a com demasiava violência sobre o banco e cobriu seu pequeno corpo com o seu próprio.

– O senhor e bem apressado, não acha?

– Considerando que estamos em um carro, num estacionamento aberto, mesmo que o carro tenha um blackout excelente, ainda é arriscado ficar enrolando por aqui. Por isso quero te proporcionar uma foda excelente e assim te convencer a ir para a casa dos meus pais comigo.

– Como é que é? – Hinata disse com espanto.

– Bem, atualmente eu não moro na cidade, então quanto preciso vir fico por lá. Então pode engolir essa risada que está segurando. – Ele torceu o nariz ao ver Hinata tentando segurar o riso.

– Ok, eu acredito. – Ela riu baixinho, provocando uma careta no homem. – Agora, vamos nos concentrar no que viemos fazer aqui, pois como você mesmo disse, não estamos em um lugar propício para essas coisas.

Hinata desprendeu suas mãos e rapidamente foi em direção à camiseta do homem para desabotoá-la, fez isso rapidamente sem danificar a delicada costura dos botões. Ao terminar, expôs um belíssimo peitoral bem desenhado. Ela o analisou e sorriu com o que vira.

– Isso esta cada vez melhor. – Ela o agarrou pelo pescoço para unir ainda mais seus corpos.

O homem buscou rapidamente uma forma de tirar o vestido que ela usava, e foi guiado por Hinata até o local onde se encontrava o fecho do mesmo. Abriu o vestido e devido ao ajuste da peça no corpo e do espaço reduzido, o retirou com um pouco de dificuldade, expondo os fartos seios nus da mulher e sua intimidade coberta apenas por uma pequena roupa íntima. O homem gemeu de prazer ao encarar cada parte do corpo de Hinata.

– Escuta, o banco traseiro desse carro não é reclinável? Talvez isso facilite para a gente.

– Você tem razão. – Ele buscou por alguns botões próximos ao teto do carro, e quando acionados, o apoio do banco traseiro reclinou-se. – Bem melhor, agora continuando de onde paramos...

Ele distribuía beijos pelo pescoço de Hinata, descendo cada vez mais até os seios, enquanto acariciava um deles com a língua, o outro era massageado por suas mãos. Hinata gemia a cada toque recebido, que se contraia devido à tamanha excitação que sentia ao ouvir os sons que ela emitia.

Continuou descendo e distribuindo beijos, leves mordiscadas e chupões por toda região abdominal de Hinata, até chegar próximo a sua intimidade. Distribuiu mais beijos por seu quadril e com um pouco de violência, rasgou sua peça íntima, expondo-a, completamente molhada. Ele sorriu a se deparar com tal cena. Delicadamente, tocou a intimidade de Hinata e começou a massageá-la com a ponta dos dedos.

– Eu não acredito que você rasgou minha calcinha! – Hinata falou perplexa. – Como eu vou para casa agora?

– Você pode vir comigo, eu compro uma nova para você. – Ele parou o que fazia para encará-la com um sorriso de lado bastante safado estampado em seu rosto.

– Continue o que estava fazendo, e quem sabe você me convença. – O homem riu da forma que Hinata o desafiara, então rapidamente fez o que lhe havia sido solicitado.

– Você tem mãos incríveis... – Ela falou, gemendo a cada toque. – Ah, excelente. – Seus gemidos eram cada vez mais altos. – Vá mais rápido. Ah, isso. – Ele a obedecia e aumentara e reduzia a velocidade de seus dedos dentro de Hinata. – Eu não vou aguentar muito mais, desse jeito... – Ela suspirou entre os gemidos.

O homem continuou naquele ritmo, Hinata se contorcia e gemia com seu toque. Não demorou muito para que ela chegasse ao orgasmo.

– Isso foi incrível. – Ela falou ofegante. – Agora vamos logo com isso, estou começando a ficar preocupada. – Hinata rapidamente direcionou suas mãos até o cinto do homem, desabotoando-o e em seguida fazendo o mesmo com a calça.

Ainda coberto pela peça íntima, Hinata pode notar tamanha a excitação do loiro naquele momento.

– Nada mal. – Ela comentou. – Tamanho aceitável, diâmetro nas medidas certas. – Ela deu um sorriso enquanto acariciava-o por cima do tecido.

– O que é isso? – Ele riu ofegante. – Está querendo dizer que meu amiguinho é pequeno?

– Claro que não. – Ela deu uma risada. – Ele não é o tipo que você fica chocada ao ver, mas confesso que esses não agradam muito. Homens assim se vangloriam demais do tamanho, mas nunca sabem utilizar o material que tem. O seu é perfeito. – Ela rapidamente abaixou um pouco mais as peças de roupa que ainda o cobriam, expondo por completo o seu membro bastante rígido.

– Preciso de uma camisinha. – Ele afastou-se um pouco de Hinata, estendendo seu corpo até o porta-luvas do carro, retirando um pequeno pacote de lá, em seguida entregando-o para Hinata. – Deixo isso com você.

Ela o desembalou e o posicionou adequadamente no membro do homem, que gemia baixo com o toque acetinado da mão de Hinata em seu corpo. Ela sorria de maneira maliciosa ao ver as reações que lhe provocava.

Hinata agarrou os fios loiros a fim de aproximar seu rosto do homem, que a observava de maneira penetrante. Ela sorriu e o beijou, e foi retribuída com a mesma intensidade. O loiro afastou seus rostos e consumou o ato sem delongas, arrancando um gemido alto de Hinata, que também não se conteve. Ergueu suas pernas e as entrelaçou na cintura do homem, facilitando ainda mais seus movimentos, além de proporcionar um prazer ainda maior para ambos.

– Eu não aguento mais. – Ele dizia ofegante. – Eu vou...

– Ainda não. – Hinata parou seus movimentos e saiu de sua posição. Ela girou seus corpos e sentou-se sobre o quadril do homem, que observava aquilo tudo maravilhado. – Agora é a minha vez.

Ela não se conteve e rapidamente posicionou seu corpo sobre o do loiro, permitindo-se ser penetrada por ele que apreciava tudo com um enorme sorriso em seu rosto. Os gemidos de ambos eram cada vez mais altos, e aquilo fazia com que Hinata fosse cada vez mais ao delírio, aumentando a velocidade de seus movimentos – cavalgando e rebolando.

Ele apertou suas unhas contra os quadris de Hinata, fazendo que ela gemesse ainda mais alto.

– Me diga. – Ela dizia ofegante. – Gosta de como e rebolo em você?

– Sim. – A voz do homem era quase um sussurro. – Isso é incrível.

– Então prove o quanto está gostando disso e goze pra mim, vai. – A forma como Hinata disse tais palavras soou como uma ordem ao cérebro do homem, que imediatamente alcançou seu orgasmo, juntamente com Hinata.

Os dois deixaram que seus corpos suados e exaustos caíssem sobre o banco do carro, ambos respiravam de maneira ofegante enquanto riam de satisfação. O homem retirou a camisinha e a descartou em algum canto do carro.

– Não tenho palavras para descrever isso. – Ele encarava Hinata com um sorriso satisfeito.

– É difícil encontrar palavras para descrever o sexo quando ele é bom de verdade, mesmo quando acontece em um espaço tão limitado. – Hinata riu das próprias palavras.

O homem se aproximou e acariciou o rosto de Hinata.

– Então. – Ele a encarou de maneira terna. – Tem certeza que não quer vir comigo para passarmos o resto da noite juntos?

– Infelizmente, eu não posso mesmo. – Ela suspirou profundamente e levantou-se, buscando por seu vestido. – Eu ainda tenho muita coisa para fazer antes da minha viagem, porque precisei trabalhar muito nos últimos dias e mal tive tempo para me organizar, agora tenho que fazer isso durante a madrugada.

– Você não quer mesmo? – O homem fez um biquinho de decepção, arrancando uma risada de Hinata. – Eu vou lhe comprar uma calcinha nova, como prometi.

– Desculpe decepcioná-lo, mas eu tenho dinheiro para comprar quantas calcinhas eu quiser, não preciso ir para sua casa só para ganhar uma. – Ela deu uma piscadela e sorriu para o homem, que deu uma gargalhada baixa.

– Pelo visto você não é o tipo que se deixa levar pelo papo furado de homens mesmo. – Ele levantou-se e a abraçou por trás, depositando beijos em seu pescoço.

– Digamos que eu não seja o tipo de mulher que gosta de elevar o ego masculino aceitando propostas como essas, além do fato de que eu não preciso mesmo disso. – Ela deu uma risada. – Então sugiro que tente algo mais inteligente se quiser mesmo me convencer de algo.

– Não precisa ser tão agressiva assim, eu só fiz um convite gentil. Me desculpe se te ofendi ou algo do tipo. – Ele sussurrou em seu ouvido.

– Não precisa se desculpar, eu não me ofendi. Eu só gosto de deixar o meu ponto de vista sobre algumas coisas bem claras e nítidas para ninguém se confundir, sabe. – Ela se virou na direção do homem e lhe deu um selinho. Desvencilhou-se de seus braços e apanhou suas roupas para vesti-las.

– Estou decepcionado que você vai embora. – Ele falou de maneira triste. – Gostaria mesmo da sua companhia essa noite. – Ele voltou a abraça-la e a beijar seu pescoço.

– Confesso que sua proposta é realmente tentadora, mas eu preciso estar no aeroporto às cinco da manhã, pois meu voo sai ás seis. Tenho muito o que fazer, e nem dormir eu poderei. – Hinata lamentou. – Mas graças a você eu não me sentirei tão infeliz por ter perdido a noite de sono. – Ela sorriu de forma maliciosa, depositando mais alguns beijos nos lábios do homem.

– Gostaria mesmo que passássemos ao menos a noite juntos. Lamento por isso. – Ele deu um sorriso entristecido.

– Não acha loucura dormir ao lado de uma mulher que conheceu a poucas horas? Você nem ao menos sabe se sou uma maníaca. – Hinata deu uma risada.

– Eu estou disposto a correr o risco. – Ele voltou a se aproximar de Hinata e lhe beijou intensamente.

– Agradeço por esse tempo com você, mas preciso ir agora. – Ela saiu dos braços do homem, colocou seus sapatos e se aproximou da porta do carro, e quando a abriu, ele voltou a falar.

– Espere, não quer uma carona? Já está tarde para ficar andando por aí sozinha, além disso, não vai me dizer o seu nome? – Ele perguntou.

– Não se preocupe comigo, eu sou uma boa motorista e sei me cuidar muito bem. Nos vemos por ai. – Antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa, Hinata saiu do carro batendo a porta sem hesitar.

O homem deu uma risada quando foi deixado sozinho.

– Que mulher é essa, Deus. – Ele se jogou no banco do carro. – Nem ao menos perguntou o meu nome. Você também deveria ter se apresentado, Uzumaki idiota. – Ele riu enquanto repreendia a si mesmo.

**

Como previsto, Hinata não conseguiu dormir antes da viagem. Havia alguns detalhes para ajeitar antes de partir que não permitiu que ela tivesse seu sono noturno. Por causa disso, deixou um pouco sua pose de lado e embarcou usando apenas um moletom. Como estaria em uma cabine reservada na primeira classe, poderia aproveitar a viagem para descansar, e foi exatamente o que fez.

A viagem foi bastante tranquila. Hinata dormiu tanto que nem percebeu o tempo passar. O homem da noite anterior havia lhe deixado em um estado de fadiga imensa. Ela sorria satisfeita a cada lembrança da noite que tivera com o loiro.

Após aterrissar no aeroporto, procurou pelo motorista que sua irmã havia contratado para lhe encontrar. O mesmo estava no saguão do aeroporto com uma placa escrito “Hyuuga Hinata”.

– Bem esperto da parte dele. – Hinata pensou quando foi em direção ao homem.

– Olá. – Hinata sorriu para o homem com a placa.

– A senhorita deve ser Hinata, certo? É bem parecida com a sua irmã. – O homem sorriu educado.

– Temos esse defeito. – Hinata brincou. – Por favor, me ajude com minhas bagagens. – O homem assentiu e foi em busca de um carrinho de transporte para levar todas as malas de Hinata.

Os dois entraram no carro e foram em direção a casa onde o pai de Hinata vivia com sua esposa.

Após a viuvez, Hiashi decidiu dedicar-se a criação de seus filhos e aos negócios de sua família. Quando os mesmos já se encontravam mais velhos, ele optou por dar um pouco de atenção para si mesmo, e durante uma viagem de férias ele conheceu uma mulher inglesa com a mesma idade chamada Emma, que também era viúva, porém não pode ter filhos por problemas de saúde. Os dois se apaixonaram e decidiram se casar após um ano de relacionamento à distância. Emma foi extremamente bem recebida pelos três filhos de Hiashi, com quem desenvolveu uma relação maternal.

Muito apaixonados, Konohamaru e Hanabi ficaram noivos após três anos de namoro, mas foi necessário que esperassem um tempo maior para realizar a cerimônia, devido ao local que Hanabi havia escolhido. Decidiu que se casaria em Londres, por ser onde se conheceram e se apaixonaram, isso tudo graças a Hinata e Kiba que foram os responsáveis pela união do casal. Mesmo que quisesse uma comemoração como todos os luxos que desejava, ainda optou por realizar algo apenas para os familiares e os amigos mais próximos, pois queria realizar tudo na propriedade onde seu pai e madrasta vivam, em Londres.

Hiashi e Emma buscavam a tranquilidade após o casamento, por isso o mesmo decidiu se mudar para a Inglaterra após o casamento, deixando os negócios sob os cuidados do filho mais velho. Ele e a esposa construíram uma grande propriedade na região mais isolada de Londres, buscando a paz oferecida pelo país um pouco mais distante da modernidade da cidade grande.

Além da gigantesca mansão em que viviam – feita pensada nos momentos que os filhos de Hiashi decidissem visita-los na companhia de amigos – a propriedade também contava com uma grande área natural, uma imensa piscina, chalés fora da casa para abrigar um maior número de visitas, um espaço feito para festividades, a casa feita para os criados, além do gigantesco haras, que era a grande paixão de Emma – que havia passado para as enteadas – e também a parte que mais chamava atenção na propriedade.

Hinata foi recepcionada por sua irmã, que aguardava ansiosamente sua chegada.

– Finalmente chegou Hinata. – Hanabi disse animada, estava deslumbrada com tudo.

– Olá querida. – Hinata abraçou a irmã. – Como estão as coisas por aqui? Papai está menos nervoso? – Hinata deu uma risada.

– Está a ponto de enfartar, temos sorte que a Emma consegue acalmá-lo. – Hanabi também riu. – Ele ainda não está preparado psicologicamente para casar a filha caçula.

– Se fosse comigo, as coisas não seriam assim. – Hinata revirou os olhos.

– Não seria porque você se tornou independente muito cedo Hinata, você tem sua própria casa, sua própria empresa, não precisa da ajuda do papai para mais nada, é uma adulta completa. Eu gostaria de ser como você. – Hanabi fez um bico.

– Mas você é ainda mais incrível que sua irmã mais velha. Conseguiu conquistar um homem de verdade que te ama e te valoriza, enquanto sua irmã mais velha está quase com 30 anos e nem um namorado conseguiu. – Hinata se fez de decepcionada.

– Como se você se importasse com isso. – Hanabi revirou os olhos. – A Hinata que sonhava com o casamento morreu e foi substituída por uma sósia que diz querer passar o resto a vida sozinha, apenas com lances de uma noite só.

– Não diga essas coisas em voz alta garota. – Hinata repreendeu a irmã, que riu. – Se o papai estiver nos espionando ele pode ouvir.

– Me perdoe, me perdoe. – Hanabi riu. – Venha, vou te acompanhar até o seu quarto, os empregados já subiram com sua bagagem. Descanse da viagem, pois à noite nós teremos um jantar.

– Nós? – Hinata perguntou.

– Sim, eu disse a você que homem que te acompanharia na cerimonia seria um primo do Konohamaru que é como um irmão mais velho para ele, certo? Ele também chega hoje em Londres, em algumas horas. Ele também vai ficar hospedado aqui. Então decidimos marcar esse jantar para que vocês se conheçam melhor. – Hanabi falou empolgada.

– Qual a necessidade disso tudo? – Hinata bufou. – Nós só teremos que estar na cerimônia de mãos dadas, certo?

– Quase isso. – Hanabi explicou. – Vocês serão padrinhos, mas como irmão dos noivos, terão uma participação muito maior do que os demais, serão como anfitriões.

– Você e suas ideias malucas Hanabi. – Hinata bufou. – Mas como o grande dia é seu, eu estou disposta a fazer o que quiser.

– Você é a melhor irmã do mundo. – Hanabi saltitava de alegria ao ouvir as palavras de Hinata.

Hanabi guiou sua irmã o quarto onde ficaria, que era o mesmo quarto dado por Emma na época em que ela e Hiashi se casaram. Cada um dos filhos ganhou uma suíte na grande mansão, mesmo que não morassem ali, mas para que se sentissem em casa quando desejassem visita-los. Toda a construção da propriedade possuía uma arquitetura inspirada nos grandes palácios ingleses, porém, os quartos possuíam uma decoração mais moderna. Toda a mobília era feita em madeira, o quarto, móveis e itens decorativos eram em tons pastéis. A suíte contava com um pequeno quarto com cama de casal, uma sala de estar e banheiro com hidromassagem. Um lugar simples e ao mesmo tempo cheio de luxo.

Hinata se acomodou em seus aposentos. Mesmo tendo dormido praticamente durante toda a viagem, o conforto de uma cama era sem igual.

– Vou deixa-la à vontade, nos encontraremos no restaurante às oito da noite em ponto. Você pode ir comigo e com Konohamaru se quiser, mas eu vou te enviar a localização também para não haver erros, caso vá sozinha. – Hanabi se despediu de sua irmã e se retirou da suíte.

Hinata decidiu tomar um banho antes de descansar. Foi até o gigantesco banheiro de sua suíte e preparou um relaxante banho na hidromassagem. Durante o banho, sua mente rebobinava os acontecimentos da madrugada.

– Que homem incrível. – Ela riu de maneira maliciosa. – Acho que poderia ter ao menos perguntado o seu nome.

**

Hinata ouviu seu celular chamar constantemente, ficou incomodada com o fato de que não parava de receber ligações enquanto dormia. Decidiu parar de ignorá-las e atender de uma vez. Ao ver quem ligava, teve um pequeno choque de realidade. Olhou as horas e percebeu que precisava estar no restaurante em 30 minutos.

– Hanabi vai me matar. – Correu para o banheiro e arrumou o cabelo que estava um pouco desajeitado. Foi até suas malas e escolheu as primeiras peças que encontrou, um conjunto social. Maquiou-se e escolheu um sapato. Em 25 minutos estava pronta.

– Espero que esse cara valha muito a pena. – Ela bufou enquanto descia as escadas da mansão rapidamente. Procurou por um dos empregados solicitando as chaves de algum carro, pois Emma havia os disponibilizado para que circulassem o quanto desejavam por Londres. Ligou o JPS do veículo e seguiu o caminho indicado o mais rápido que lhe era permitido.

Hinata chegou ao restaurante e encontrou Konohamaru e Hanabii sozinhos, suspirou aliviada por não estar tão atrasada quanto o outro convidado.

– Konohamaru querido, é muito bom ver você! – Ela cumprimentou o cunhado alegremente com um beijo no rosto.

– Bom ver você também Hinata. – Konohamaru sorriu para a mulher.

– Por que não atendeu o telefone, irmã? Achei que tivesse se esquecido do jantar. – Hanabi fez um bico.

– Você me ofende dizendo uma coisa dessas, como eu esqueceria vocês? – Hinata mentiu.

– Não sei se acredito em você. – Hanabi cerrou os olhos para a irmã. – Mas já que está aqui, não tem problema. – Ela voltou a sorrir, Hinata respirou aliviada.

– Sente-se Hinata, peça o que quiser, meu primo já está vindo. – Konohamaru falou.

– Obrigada querido, mas por agora só irei acompanha-los com esse vinho. – Hinata sorriu e acenou para que o garçom que se encontrava a disposição pudesse a servir. Ela agradeceu e ele se afastou.

– Então Hanabi. – Ela se voltou para sua irmã. – Como prometido, eu fiz o seu presente, aqui está. – Hinata estendeu uma bela caixa branca com o logo de sua grife em dourado para a irmã.

Hanabi abriu o pacote e ficou maravilhada com o que vira. Um par de sapatos trabalhado em cristais, com um arranjo central feito em pedrarias maiores que lembrava uma flor.

– Quando eu desenhei esse sapato eu me inspirei na nossa infância. Lembro que você adorava a Cinderela e sempre dizia que queria um sapatinho de cristal como o dela. Bem, em cristal puro ficaria um pouco difícil, então tentei me aproximar o máximo que consegui.

– É maravilhoso irmã. Eu não poderia estar mais feliz, obrigada. – Hanabi estava tão feliz que seus olhos lacrimejaram de emoção.

– Ei, não chore. – Hinata a consolou. – É o mínimo que uma irmã mais velha poderia fazer para o casamento da caçula.

Uma voz masculina pigarreou próxima à mesa onde se encontravam, roubando a atenção de todos. Ao ver o rosto do homem que estava de pé diante de si, Hinata entrou em estado de choque por alguns segundos.

– Desculpe se estiver interrompendo algum momento familiar, mas acho que vocês estavam a minha espera. – O homem loiro de olhos cor de safira sorriu para os ocupantes da mesa.

Hinata ficou perplexa com o que estava presenciando. De todas as pessoas do mundo, seria justamente ele o seu parceiro para casamento de Hanabi. Os flashs da noite anterior voltaram em sua mente, quando ele mencionou que também realizaria uma viagem ao exterior para um evento familiar, por que não associou os fatos?

O homem com quem Hinata teve uma de suas noites mais intensas estava parado bem diante de seus olhos, e lhe sorria da maneira mais sacana e natural possível.

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Roupa da Hinata no bar: https://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=229715080

Roupa da Hinata para o jantar: https://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=229715886

Sapato da Hanabi: https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/51WNlNx0DwL.jpg

26 de Fevereiro de 2018 às 04:52 0 Denunciar Insira 2
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