Somos todos podres (2014) Seguir história

alicealamo Alice Alamo

Eu não me importava com Hanabi a ponto de me sentir culpada pelo que fazia. Sinceramente, só a ideia de que Neji a trairia na noite do noivado, incentivava-me ainda mais a abrir a porta de seu quarto.


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#romance #drama #naruto #ua #hinata #hentai #neji #nejihina #Neji-Hinata
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Capítulo Único


Fingi que não havia ouvido o anúncio que meu pai dava com tanta eloquência. Palavras bonitas para maquiar a real situação do clã.

Mas quem poderia dizer a herdeira Hyuga era infértil, não é mesmo? Ah, não... Ninguém podia nem ao menos imaginar que a doce e meiga Hinata era tão incapaz de ter filhos quanto de lutar decentemente.

Uma vergonha não só para o clã, mas para si própria.

Mas não era sobre isso que meu pai falava, claro que não. Hiashi nunca exporia sua chaga para toda a vila. Meu pai, em um magnífico e extremamente caro jantar, anunciava que a liderança do clã ficaria nas mãos de sua filha mais nova, visto que a primogênita preferiu servir ao clã de outro modo: na Ambu.

Obviamente uma farsa.

Não houve recusa, houve imposição, houve um veredito. Os anciões nem ao menos pensaram duas vezes no assunto antes de declarar Hanabi como herdeira assim que ela atingisse os vinte anos e se casasse com alguém de sua preferência (que passasse pela aprovação do conselho obviamente).

Quanto a Ambu: foi o resto. Ninja comum não seria bom o suficiente para honrar a família...

Eu já esperava por esse desprezo, sempre fui agraciada com ele. Agradeço o fato de ser infértil, pode parecer loucura, mas agradeço. Não desejaria passar a nenhum ser humano a desgraça que era nascer na tão conservadora e cruel família Hyuga.

Poderosos, habilidosos e podres. Não há um dentro desse clã que escaparia dessa definição, e isso me inclui.

Até mesmo Hanabi... A elegante e obediente Hanabi. Amo minha irmã, pelo menos sinto por ela o mínimo de afeto que é comum entre irmãos. Não mais que isso. creio que não seja diferente para ela, ou então ela não sorriria tão sadicamente quando nosso pai anunciou que se casaria com Neji Hyuga.

Sempre soube do fascínio que minha irmã possuía por Neji. Desde o momento em que ela o vira lutando pela primeira vez, eu soube que ela compartilhava o mesmo sentimento doentio e autodestrutivo que eu.

Ah, Neji...

Bebi mais sakê do que me era permitido, mas não fui repreendida. Eu havia sido descartada do clã, meus modos, minha aparência, minha voz, nada mais importava, eu não significava mais nada ali dentro.

Não chorei. Ri, ri como nunca. Eu estava finalmente livre, livre de tudo e de todos, livre até mesmo da culpa que sempre cultivei por não atingir as expectativas.

Nenhum pensamento suicida passou por minha cabeça, nenhuma ideia maluca de fugir de casa ou de cometer alguma travessura, nada. Eu estava ainda presa num êxtase, desfrutando o doce sabor da liberdade até que Neji se levantou.

A postura ereta, o rosto indiferente, embora os mais atentos pudessem detectar o sorriso de triunfo. Ele estava tão belo... Estendeu a mão para Hanabi, auxiliando-a a levantar-se e juntos disseram algumas poucas palavras. Discurso programado por algum ancião a fim de convencer a todos que a união não era só benéfica em termos de uma liderança rígida e poderosa, mas também de um carinho que nutriam um pelo outro.

Ele não a beijou. Era uma cerimônia séria, elegante, ele não poderia simplesmente beijá-la, os anciões achariam um insulto. Mas não Hanabi... Ela me olhou como se quisesse que eu prestasse atenção nela, seus olhos me diziam "nee-san, veja o que virá a seguir"! Eu sorri amarga quando ela passou os braços pelos ombros largos de Neji, afundando suas mãos nos cabelos longos dele enquanto o puxava delicadamente para um breve beijo.

Um beijo sutil, demorado o suficiente para que o doce da liberdade se transformasse no amargo da derrota.

A família secundária aplaudiu, feliz pela demonstração de afeto que unia os dois ramos da grandiosa família Hyuga. Os anciões fingiram que não viram, assim como meu pai.

O sorriso sapeca de Hanabi estava direcionado a mim.

– Não dirá nada, onee-san?

Senti a atenção de todos convergir em minha cadeira, obrigando-me a levantar-me um pouco ébria.

– Sei que a família estará em boas mãos. É um alívio ver que minha decisão foi a correta, afinal, quem melhor que os dois prodígios Hyuga para nos representar? Um brinde.

– Um brinde - ela respondeu sorrindo.

Neji me evitou o jantar inteiro, sempre cercado da família secundária ou preso entre as mãos de Hanabi que o levava para falar com um ou dois amigos dela.

Fingi retirar-me mais cedo, fingi dormir quando minha irmã entrou no quarto, fingi não a ouvir cantar alegremente durante o banho e fingi que ela não estava mesmo feliz em me ferir tanto.

Eu já devia ter me acostumado...

Levantei-me silenciosamente da minha cama, abusando de minhas habilidades para sair do quarto sem que ela acordasse ou sentisse meu chackra. Tranquei a porta por fora.

Caminhei pelo corredor. O piso de madeira estava gelado, meus pés reclamavam da mudança súbita de temperatura, preferindo o macio e morno colchão em que antes estavam.

Entrei no outro quarto sem fazer barulho, ou fora isso que eu tentei fazer.

Empurrei a porta de madeira sem pressa, não por escolha, mas porque minhas mãos tremiam ao fazê-lo. O vento gelado me repreendia, fazendo-me querer voltar pelo longo corredor. Tive a impressão de ter ouvido alguém me chamar quando abri totalmente a porta do quarto. Virei-me assustada, o coração batendo forte enquanto minhas mãos perdiam o calor característico.

Fechei os olhos, respirando fundo em uma vã tentativa de me acalmar.

Imaginei o que fariam se me encontrassem ali... Oh, não, não queria nem pensar na possibilidade. Aliás, não havia essa chance. Eu mesma trancara o quarto de Hanabi, meu pai viajou assim que a cerimônia terminara, e minha mãe com certeza já dormia há, no mínimo, três horas.

Mesmo assim, como todos sabemos, sou medrosa de nascença.

Fechei a porta, tentando ser mais discreta do que antes.

Sorri ao virar-me para a cama, vê-lo deitado com os olhos fechados e a face serena. Deitado de bruços, o cabelo comprido repousando nas costas nuas. Aproximei-me um pouco, sentando na borda da cama e vendo o colchão afundar levemente.

As janelas do quarto estavam irresponsavelmente abertas, porém a luz que vinha através delas me permitiam observá-lo. Minha mão se moveu antes que eu pudesse pará-la...

Acariciei com leveza seus fios castanhos, deslizei os dedos pela pele suave do rosto e os repousei nos lábios finos.

– Não devia estar aqui, Hinata.

Neji segurou meu pulso enquanto abria os olhos perolados. Deitou de lado, apoiando-se em um braço e sorrindo enquanto me mantinha sentada próxima a ele.

– Sabe... - ele começou, passando a língua pelos lábios. - Eu tinha certeza que você viria.

Ele riu cínico, passando a mão pelo cabelo comprido, deixando os fios emaranharem-se em seus dedos. Levantou-se como um predador, caminhando até a porta e trancando-a.

Eu senti um arrepio percorrer meu corpo assim que Neji pousou os olhos em mim.

– Hanabi está muito alerta hoje, não deveria ter vindo. É imprudente.

– Por isso me ignorou no jantar?

– Sim. Não haja como criança, sabe bem que Hanabi a provocou a noite toda. E não parou de me encher o saco também.

A voz fria, sem sentimento algum enquanto me repreendia. Parou na minha frente, em pé, levando a mão até minha cabeça para brincar com uma mecha do meu cabelo. Fechei os olhos enquanto seus dedos percorriam minhas bochechas, desciam pelo pescoço, retirando o cabelo que o impedia de ver meu colo.

A camisola claro permitia que ele visse bem o contorno do meu copo, assim como expunham boa parte de minhas pernas e colo. Ele gostava daquilo.

Mordeu o lábio inferior antes de sorrir cínico e se afastar novamente.

– Não a quero hoje. É imprudente, volte para seu quarto.

Eu ri baixo, chamando sua atenção.

– Hanabi matou as suas cinco prostitutas preferidas. O concelho sabe, Hiashi sabe, todos concordaram que seria pelo bem do clã e a acobertaram muito bem. Quem liga se a herdeira Hyuga mata cinco míseras prostitutas? Ninguém... Só se importará aquele que paga para usufruir delas.

– Então se eu fosse você, tomaria cuidado. Se ela matou cinco, provavelmente não se esquecerá da minha sexta puta.

– Ela não sabe.

– Como pode ter tanta certeza?

– Temendo pelo meu bem, nii-san? - ironizei quando ele se aproximou o bastante para segurar meus cabelos rente a nuca e manter minha cabeça firme olhando para ele.

– Como você disse, só me resta uma puta, não posso perder minha única diversão.

Não nego que doía. Cada diálogo que tínhamos me machucava. Apesar de me manter firme, de ter aprendido a fingir que era tão forte e fria quanto ele, meu coração era quente, absolutamente quente pelo constante sangramento que Neji nele causava.

Das duas opções que tive na minha vida, a do cavalheiro perfeito e bondoso e a do sádico que me subjugaria a cada momento, a vida havia decidido que eu deveria penar mais um pouco, ser esmagada e desprezada mais uma vez.

E, no entanto, eu ria disso, ria porque por ironia do destino, a vida não havia cogitado que eu pudesse gostar, que eu pudesse me viciar na sensação de ser subjugada por Neji Hyuga, por ser amada, desejada e odiada por ele.

O silêncio já havia decretado minha vitória. Seus olhos fixaram-se aos meus, um desafio silencioso. Neji apertou mais meu cabelo, puxando minha cabeça para trás enquanto abaixava seu rosto à altura do meu.

– Puta.

Ele sorriu ao lamber meus lábios. A respiração quente contra o meu rosto, a ardência no meu coro cabeludo, o tempo passando lentamente enquanto ele se deliciava em me ofender e provocar.

Gemi propositalmente quando ele me beijou. Bruto, sem qualquer carinho. O beijo quente e úmido, lascivo, sem um pingo de devoção, mas repleto de desejo.

Minhas mãos subiram por seus braços, apertando os músculos, sentindo a textura da pele e o calor que ela emanava.

Neji me puxou para cima, empurrando-me sem delicadeza até a penteadeira de madeira.

Beijou meus lábios novamente, a língua quente me invadindo como de costume, tomando posse da minha boca. Suas mãos apertavam minhas coxas, subindo o fino tecido que me cobria.

Arranhei seus ombros, em um gesto afoito baguncei seus cabelos, puxando Neji para mais perto, sentindo seu corpo contra o meu. Abaixou as alças da camisola, expondo meus seios.

Ouvi-o gemer baixo, passou a língua nos lábios enquanto me inclinava para trás sutilmente. Ele gostava da visão, eu não sabia o que se passava em sua mente naquelas horas, mas estendia que ele adorava ficar me contemplando naqueles momentos. Talvez a cena reafirmasse seu poder, talvez sentisse seu ego, já não pequeno, inflar-se. É... Acho que era isso...

Lentamente, ele encostou nossos lábios. Sua mão descia pelos meus ombros juntamente com sua boca que percorria meu pescoço. A língua serpenteando pela minha pele causava um gostoso arrepio, minha imaginação contribuía, deixando-me excitada pelo que poderia vir em seguida.

Sua mão chegou ao meu seio esquerdo assim que sua boca capturou o direito.

Gemi, sabendo que aquilo o incentivaria a continuar.

A língua inquieta contornava meu mamilo enquanto a o outro era constantemente apertado entre seus dedos. Segurei em seus cabelos quando passou a sugar meu seios, revezando-os em sua boca e puxando meu cabelo para trás para que eu me inclinasse, e ele pudesse ter maior acesso à área.

Fechei minhas pernas em torno de suas cintura, sentindo sua excitação contra a minha, gemendo a cada onda de prazer que o contato me proporcionava.

Sentia-me quente, incomodada pela umidade que se formava entre minhas pernas. Remexi-me inquieta, desejosa por sentir mais sua ereção contra minha intimidade. Neji gemeu, puxando meus quadris contra os seus, beijando minha boca ao mesmo tempo em que suas mãos removiam minha calcinha.

Sem avisar, abriu minhas pernas, ajoelhando-se no chão e subindo a camisola sem retirá-la. Não me contive ao gemer alto quando sua língua percorreu-me desde a vagina ao clitóris. Segurei meus joelhos, mantendo minhas pernas abertas enquanto ele lambia cada centímetro da sensível região.

Meu quadril movimentava-se de encontro a sua boca sem que eu pudesse controlá-lo. Seus dedos mantinham os grandes lábios abertos, e era delicioso quando ele me penetrava com a língua, enterrando-a o quanto podia enquanto um dedo fazia movimentos circulares em meu clitóris.

Seu nome saia dos meus lábios sem que eu soubesse que estava os movimentando, minhas mãos lutavam para se manterem quietas, segurando minhas pernas e não seus cabelos. Meu corpo ardia, sedento pelo ápice daquele prazer que eu já sabia que não viria tão cedo.

Surpreendi-me quando fui invadida por dois dedos, gemendo pela invasão e pela sucção que agora tinha como alvo meu clitóris.

Ah, como aquilo era bom...

Minha respiração estava desregulada, sentia meu coração contra o peito, a forma apressada com que batia, tornando tudo aquilo mais e mais interessante.

Em um movimento rápido, Neji me retirou da penteadeira. Mal os meus pés tocaram novamente o solo, ele me virou de frente para a penteadeira.

Minhas mãos foram até as bordas, dando-me apoio, meu pés rentes ao chão frio. Olhei para frente, para o espelho que nos refletia.

Neji olhava para mim pelo espelho, estampando o sorriso malicioso e cínico enquanto abria mais um pouco minhas pernas e me fazia empinar mais o quadril. Seu rosto estava levemente corado, não por vergonha, mas sim pela excitação, e não deixava de ser belo...

Respirei fundo ao vê-lo se despir por completo. Infelizmente, o meu corpo tampava o seu e impedia-me de contemplar seu reflexo. Apertei os cantos da penteadeira, preparando-me para a invasão que eu sabia que não seria delicada.

Neji posicionou-se, as mãos firmes em meu quadril enquanto me penetrava devagar. Seus olhos miravam o processo, devia de fato ser uma visão excitante, observar meu corpo recebê-lo centímetro a centímetro. Seus lábios se entre abriam a medida em que se apossava mais e mais de mim.

Ainda doía... Senti-lo ganhar espaço lentamente até que já estivesse por inteiro dentro de mim. Neji não se moveu, permaneceu parado com os olhos fechados e a respiração acelerada. Não era por mim, não era para que minha dor se amenizasse, era apenas para que ele pudesse desfrutar das sensações antes de tomar fôlego novamente para iniciar seus movimentos.

Recuou com o corpo lentamente, apenas para voltar e tomá-lo com força. Ele gostava de torturar, gostava de ver meu rosto se contorcer em prazer, e eu morder meus lábios, negando-me a implorar que fosse mais rápido.

Não precisava implorar... Eu sabia que não. Era só esperar que ele gemesse. Assim que ele não conseguisse mais segurar os gemidos, eu sabia que sua razão o abandonava por completo, e ele esqueceria qualquer disputa boba. E não demoraria...

Suas mãos já apertavam mais minha cintura, arranhando a pele enquanto Neji se retirava mais rápido e voltava com mais força do que antes. Cansou-se, jogando a cabeça para trás enquanto me fodia a seu bel prazer.

Nossos gemidos extrapolavam um pouco o bom senso, permitindo a qualquer um que passasse no corredor nos ouvir. Minhas pernas abriam-se mais, uma vã tentativa de aumentar o contato. O barulho do choque dos corpos só adicionava um tom mais erótico a cena, atraindo a atenção de Neji para o que fazia. Devia mesmo ser muito interessante
assistir seu membro entrar e sair do meu corpo com aquela velocidade...

Gritei assustada quando ele puxou meu corpo para cima, apertando-me contra o seu corpo enquanto íamos para a cama. Beijei sua boca com vontade, empurrando-o sobre colchão e ficando por cima. Gemi dentro de sua boca ao senti-lo me penetrar novamente sem qualquer aviso.

Já não dava para raciocinar sobre o que fazer ou não. Quando vi, já cavalgava sobre ele, uma busca insensata e pecaminosa pelo prazer, aproveitando cada arrepio, cada sensação, excitando-me com cada gemido e com cada ato impensado que Neji fazia.

Suas mãos apertavam minhas coxas, subindo para meus quadris, acelerando o movimento cada vez mais. Sentou-se, capturando meus lábios com urgência enquanto me forçava a subir e descer mais rápido e mais fundo.

Agarrei-me aos seus ombros, ele mordia os meus, lambendo e chupando meu pescoço. Eu sentia o prazer aumentar, um sentimento de desespero, meu corpo pedindo pelo fim ao mesmo tempo que gostaria de prolongar as sensações.

Perdi o controle de tudo quando Neji voltou a puxar meus cabelos para trás e chupar meus seios. Meu corpo vibrou, contraiu-se por completo em êxtase enquanto acelerávamos as estocadas. Abri os olhos e tombei minha cabeça sobre o ombro de Neji enquanto gozava em um longo gemido. Vi sua pele se arrepiar, seus braços me apertaram contra seu peito enquanto soltava um gemido rouco e se derramava dentro de mim.

Segurou minha nuca, encostando nossas testas. As respirações desreguladas, meu corpo ainda contraindo-se involuntariamente pelo pós-orgasmo. Ele sorriu maldoso, chupando meu lábio inferior sem pressa. Ergui-me o suficiente para retirar seu membro de mim, sentando-me sobre suas coxas e o beijando com carinho.

Eu amava o filho da puta... E ele sabia.

– Não vou sair dessa casa quando casar com Hanabi.

– Eu sei. Mas dormirá no mesmo quarto que ela.

– O que não me impede de visitar o seu à noite - respondeu simplório, beijando meu pescoço. - Aliás, hora de voltar para ele.

Ri irônica, levantando-me e subindo as alças da camisola.

– Tome cuidado para Hanabi não sufocá-la durante o sono. Lembre-se, é a única puta que me resta.

– Não se engane - ri - Cuidado, você, para Hanabi não castrá-lo durante o sono. Lembre-se, é o único puto que me interessa.

– Boa noite, Hinata-sama - desejou sarcástico, rindo enquanto segurava minha calcinha entre os dedos.

– Boa noite, Neji nii-san

Sai do quarto, preferindo não conferir que horas eram. Entrei em meu quarto em silêncio, sentando em minha cama e observando Hanabi dormir.

Vadia.

Sorri ao me deitar para dormir, programando meu despertador e jurando a mim mesma tomar um longo banho quente assim que acordasse.

Consciência pesada por ter dormido com meu primo, noivo da minha irmã, na noite do noivado deles? Ora essa, pensei ter dito que todos os Hyugas são podres, não?

25 de Fevereiro de 2018 às 02:00 6 Denunciar Insira 4
Fim

Conheça o autor

Alice Alamo 23 anos, escritora de tudo aquilo em que puder me arriscar <3

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Azarashi Onna Azarashi Onna
Meu deus, Alice. QUE TIRO FOI ESSE QUE EU TOMEI? ME DÁ MAIS NEJIHINA, EU IMPLORO
19 de Setembro de 2018 às 18:25

  • Alice Alamo Alice Alamo
    Olá! hahahaha eu amo o casal! Nossa, essa fic deles é antiga, que vergonha! Preciso fazer mais deles mesmo! Muito obrigada pelo comentário <3 Beijoss 22 de Setembro de 2018 às 20:52
Inko Sazana Inko Sazana
E mais uma vez estou aqui lendo uma fanfic NejiHina, só as suas mesmo pra me fazer realizar esse ato. Que Hinata foi essa?? Não estou sabendo lidar, sempre vejo as duas como boas irmãs e ai vem a fanfic e me mostra uma versão diferente de todo mundo. (Chocada com a Hanabi matando 5 prostituta por conta do macho) Eu amo muito o Neji safado, você não tem noção, no fundo gosto de pensar que ele nutria algo pela Hinata, ou talvez ele só queria sexo mesmo, enfim, seja o que for, apenas você poderá responder.
11 de Setembro de 2018 às 12:44

  • Alice Alamo Alice Alamo
    Olá!! hahahahha leia à vontade! Eu gosto muito quando os leitores se aventuram pelos ships! Eu amo as duas como boas irmãs! Eu tenho uma fic disso delas bem unidas, mas nessa eu quis mostrar como seria se o clã tivesse feito as duas meio que criarem uma rivalidade. Eu amo o Neji mais malicioso e frio, meu Deus, mas eu amo ele todo fofo também. Muito obrigada pelo comentário!! Beijoss (ps: na minha mente, ele gosta sim um pouco da Hinata, mas gosta mais dele mesmo) 22 de Setembro de 2018 às 21:09
Sarah Cristina Sarah Cristina
1 de Março de 2018 às 22:42

  • Alice Alamo Alice Alamo
    Acho que seu comentário não foi o.õ 2 de Março de 2018 às 15:48
~