mabell-mell Mabell Mell

Rainhas Infernais √© uma gangue de mulheres que lutam por justi√ßa e direitos iguais, juntas elas tem uma for√ßa extraordin√°ria, que √© capaz de colocar todo o estado de Ilinois em alerta total. S√≥ que com quanto mais fama, mais inimigos surgiram e elas v√£o ter que derrubar cada um deles, se quiserem alcan√ßar seus objetivos. Uma gangue perigosa, uma m√°fia poderosa,um amor complicado e um segredo que pode arruinar a vida de todos. ‚ö†ÔłŹEssa √© uma hist√≥ria que cont√©m muitos gatilhos, ent√£o se voc√™ √© sens√≠vel a esse tipo de conte√ļdo, por favor n√£o leia, preserve sua sa√ļde mental. ‚ö†ÔłŹEsclarecendo que est√° √© uma hist√≥ria de fic√ß√£o. Nomes, personagens, acontecimentos e a√ß√Ķes s√£o fict√≠cios, criado apenas para fins de entretenimento. Eu n√£o tenho como objetivo e n√£o quero incentivar ou promover qualquer tipo de¬† comportamento, leia com maturidade e saiba que isso √© apenas FIC√á√ÉO, n√£o pratiquem nada disso, por amor de Deus.


Romance Erótico Para maiores de 18 apenas.

#romance+18 #ganguefeminina #amizade #inimigos #darkromance #amor #empoderamento
0
1.2mil VISUALIZA√á√ēES
Em progresso - Novo capítulo A cada 10 dias
tempo de leitura
AA Compartilhar

Prólogo

Isabella Cooper

Finalmente cheguei no inferno que chamo de casa, hoje tive que sair mais cedo da minha terapia porque a terapeuta me chamou de louca durante a sess√£o e eu ainda descobri que tudo o que eu falava para ela a mesma contava para Carlos. O √ļnico lugar em que me sentia segura e achava que podia desabafar, a pessoa pela qual achei que me ajudava, me traiu! Ela estava contando tudo para a droga do meu marido, tudo por uma grande quantia em dinheiro. Carlos tem 32 anos e √© dono da blublanck uma empresa famosa de cosm√©ticos aqui em Chicago, me casei com ele quando eu tinha 19 anos para poder dar uma vida melhor para minha fam√≠lia, por√©m para isso acontecer eu sacrifiquei minha felicidade. O casamento √© horr√≠vel, eu n√£o posso trabalhar, apanho quase todos os dias e sou obrigada a fazer sexo sempre que ele quer, n√£o tenho o controle da minha pr√≥pria vida.

Mas hoje ele permitiu que eu saísse com a minha melhor amiga Letícia. Vamos assistir a um filme de terror no cinema, me arrumei e fiquei trancada até dar a hora de ir... 18:30 peguei meu celular, carteira e minha bolsa e fui ter algumas horas de felicidade com minha parceira.

-Eu estava morrendo de saudades da minha vaquinha. - ela fala enquanto me dá um abraço apertado.

-Eu também estava com saudades da minha loirinha quente.

-Vamos l√° ver o nosso filme e aproveitar o tempo juntas.

Est√°vamos na fila para comprar os ingressos, bebidas e uma pipoca, o atendente pareceu ser bastante carism√°tico e...

-GOSTOSO!!!

-O quê?

- O atendente olha, é um baita gostoso. Vem cá me fala como estou? Estou apresentável? Se eu soubesse que um cara lindo ia nos atender, teria me arrumado mais.

-Meu deus! N√£o precisa disso tudo n√£o.- Falei um pouco mais baixo pois a nossa vez chegou.

-Dois ingressos e duas pipocas por favor. -ela fala se atirando no balc√£o.

-Claro, só um segundo.

-Pra você eu tenho todo tempo do mundo.-Ela fala mexendo no cabelo.

-Que brega. - sussurrei para que ambos n√£o me escutassem.

-Aqui est√£o seus ingressos e as pipocas, mais alguma coisa senhoritas?

-Qual seu nom...

-Dois refrigerantes. -falo cortando a mesma e ganhando um olhar mortal em retorno.

-Aqui est√£o, algo a mais?

-Seu n√ļme...

-Mais nada, obrigada e peço desculpas por isso. - Falei interrompendo ela e puxando a garota para longe do balcão.

-Que merda Isabella, custava esperar ele me dar o telefone?!

-Você me mata de vergonha sabia? Agora deixe de reclamar e vamos assistir, afinal é para isso que estamos aqui, não para arrumar paquera. -Falei rindo e puxando-a para a sala.

O filme teve dura√ß√£o de duas horas, foi bastante chato e sem gra√ßa para um filme de terror, confesso que esperava mais, al√©m disso s√£o exatamente 20:42. J√° se passaram 10 minutos que o filme acabou e eu ainda estou aqui no cinema esperando a Let√≠cia parar de dar em cima do atendente para podermos ir embora. Sim, ela voltou para falar com ele e pedir o n√ļmero de telefone do rapaz. Por incr√≠vel que pare√ßa, ele gostou dela e deu o contato. Ela finalmente se despediu e est√° vindo em minha dire√ß√£o. Tudo estava correndo perfeitamente bem at√© que recebo uma liga√ß√£o.

-Al√ī?

- Merda, onde você está Isabella? Por quê não chegou ainda?

- J√° estou indo embora.

- Se você não chegar aqui logo, já sabe o que vai acontecer!

- Tudo be...

Ele desliga antes que eu termine de falar.

Desde o momento em que sa√≠ de casa para vir ao cinema, Carlos j√° me ligou tr√™s vezes! Levei at√© algumas reclama√ß√Ķes pelo toque do celular atrapalhar durante o filme. Eu poderia simplesmente desligar o aparelho e aproveitar o filme mas se eu sequer cogitasse a ideia de fazer isso, Carlos viria atr√°s de mim e n√£o exitaria em me bater na frente de todos.

-Era aquele merda de novo? -ela fala se aproximando de mim.

-Sim, era ele. Sinceramente não sei nem como ele deixou eu vir ao cinema sem os seguranças estarem grudados em mim.

-Você deveria se divorciar dele. Sinceramente, nem sei por que você casou com ele! Se eu estivesse aqui quando o casamento aconteceu, eu poderia até sequestrar você, mas eu não iria permitir que você se casasse com ele.

- Você sabe que eu não tive muita escolha, precisava ajudar minha família. A não ser que você quisesse me ver pedindo esmola.

- Nem um e nem outro, iríamos dar um jeito, nós duas sempre damos.

-Eu sei, mas agora j√° foi. Minha m√£e est√° bem e minha irm√£ est√° trabalhando, tudo porque pude ajudar elas.

-Isso não é justo! E onde fica a sua felicidade?

-Elas est√£o felizes e nada mais importa. Eu farei qualquer coisa para que continue assim, mesmo que isso inclua continuar casada com ele.

-Você se sacrifica muito pelas pessoas, devia pensar mais em você mesma.

-N√£o quero mais falar sobre isso, vamos embora! - falo saindo do cinema com ela atr√°s de mim.

Est√°vamos indo em dire√ß√£o ao metr√ī quando escutamos um grito em um beco mais h√° frente. Foi t√£o r√°pido que pensamos ter sido coisa de nossa cabe√ßa, por√©m como a curiosidade sempre fala mais alto, decidimos conferir se tinha algo de errado acontecendo e realmente tinha. Um cara na base dos seus 19 anos estava tentando estuprar uma garota que aparentava ter 14 anos. Ele estava prendendo ela contra a parede e tentando tirar a roupa da menina, a mesma lutava contra o garoto mas era muito mais fraca que ele. Let√≠cia e eu nos entreolhamos e sem pensar duas vezes fomos ajudar ela, Let√≠cia correu e puxou o cara para que ele sa√≠sse de cima da garota e eu logo gritei para que a mesma corresse. O homem conseguiu derrubar Let√≠cia mas n√£o deu tempo de fazer nada com ela, pois no mesmo instante eu peguei uma barra de ferro que tinha no lixeiro do beco e bati em sua cabe√ßa fazendo com que ele soltasse um gemido de dor. Let√≠cia aproveitando a situa√ß√£o, lhe deu uma rasteira. Assim que ele caiu no ch√£o, n√≥s duas n√£o demos tempo para que ele se levantasse. Fomos para cima dele, Let√≠cia chutava e dava socos nele enquanto eu batia com a barra de ferro diretamente em sua cabe√ßa. Quanto mais ele gritava, xingava e se debatia, com mais for√ßa n√≥s agrediamos o garoto.

Ao recobrarmos a consciência da raiva e ódio que momentos antes transbordara de nós, notamos que o cara não se mexia e nem falava. Ele estava todo machucado, principalmente na região da cabeça, estava irreconhecível e havia uma grande quantia de sangue espalhada pelo chão. Assustadas com o que a gente poderia ter feito, me ajoelhei e fui conferir o seu pulso.

-Nada...

- O quê? Como assim?

- NADA! Ele não tem pulso Letícia. O que a gente fez?!

- Temos que sair daqui, antes que vejam a gente.

- Vamos deixar ele aqui? Sério isso?

-Idai? Você quer levar o corpo do garoto pra casa. Cremar e entregar as cinzas pra família, dizendo "Olha, matei seu filho mas aqui está o que sobrou dele" -ela dispara e eu a olho irritada.

- Estamos ferradas. -a frase saí como um sussurro.

-Vamos logo! -ela praticamente grita.

- Ser√° que a menina est√° bem?

-Graças a nós, sim.

Coloquei a barra de ferro em minha bolsa enquanto deixav√°mos o local. Eu que n√£o seria burra o bastante pra deix√°-la com minhas impress√Ķes digitais.

Havia uma grande quantidade de sangue disposta em nossas m√£os e roupas. N√£o pod√≠amos andar por a√≠ assim e muito menos pegar o metr√ī, ent√£o a √ļnica alternativa foi deixar o local a p√©. Chegamos em uma √°rea afastada do centro, tinha pouca pessoa vagando pela rua e como era noite, ningu√©m se deu o trabalho de prestar aten√ß√£o em n√≥s. Let√≠cia ligou para Louise, uma amiga nossa, vir nos buscar e nos tirar daqui o mais depressa poss√≠vel. O plano foi queimar as roupas manchadas de sangue, derreter a barra de ferro e fingir que √†quela noite nunca aconteceu...


27 de Outubro de 2022 às 16:45 0 Denunciar Insira Seguir história
0
Leia o próximo capítulo Capítulo 1

Comente algo

Publique!
Nenhum coment√°rio ainda. Seja o primeiro a dizer alguma coisa!
~

Você está gostando da leitura?

Ei! Ainda faltam 9 capítulos restantes nesta história.
Para continuar lendo, por favor, fa√ßa login ou cadastre-se. √Č gr√°tis!

Fazer login com Facebook Fazer login com Twitter

ou utilize a forma regular de registro