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Yoongi e Jimin, cresceram juntos e eram melhores amigos. Os dois eram como um pilar para o outro, sempre se ajudando e se apoiando em momentos difíceis. Mantiveram essa amizade até o final do segundo ano do Ensino Médio, onde um mal entendido acabou por afastá-los. Nos últimos dias de aula, antes da formatura, a escola decidiu fazer uma pequena viagem para um acampamento, na intenção de comemorar o encerramento desse ciclo na vida dos estudantes, e decidiram gravar um documentário com todas as lembranças que tinham desde quando entraram, até agora, seu último ano. Para a seleção dos dois alunos que seriam os responsáveis pela gravação do documentário, foi realizado um sorteio e os nomes que saíssem deveriam trabalhar juntos. Como se o destino estivesse tirando uma com a cara deles, Jimin e Yoongi foram escolhidos e, para que ninguém saísse prejudicado, os dois teriam que aprender a conviver juntos novamente.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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All for Us

Escrito por: vgguk_ymin / @vgguk_ymin



Notas Iniciais: Olá, bem vindes a mais uma estória que posto pelo 2Min e

espero que vocês gostem dessa história que foi feita com muito carinho pra

vocês.

Antes de começar, tenho dois avisos para dar:


Obs 1: O tema é Enemies to Lovers, não Hate to Lovers. Tem uma diferença

entre esses dois temas.

A principal é que o Enemies to Lovers é algo mais leve, pra relaxar, onde os

personagens tem conflitos ou coisas não resolvidas entre si, tensão sexual e tal.

Eles NÃO se odeiam 100%, como Hate to Lovers, apenas tem diferenças entre

si.

Sim, eu pesquisei antes de escrever a fic, então estejam atentos a isso por favor.


Obs 2: Muitos de vocês vão ver que o nome da fanfic é igual ao de um dorama

e eu admito que me inspirei no dorama pra escrever a fic, porém as únicas

semelhanças são apenas o nome e o documentário que os alunos vão gravar, de

resto, não tem nada haver com o dorama. Outro enredo e outros personagens.


Recados dados, tenham uma boa leitura ♥️



~~~~

Aguentando tudo por nós

Fazendo tudo por amor

Sim, sim

Zendaya e Labrinth - All for Us


Eu estava olhando como Min Yoongi jogava basquete perfeitamente bem, e ele era simplesmente magnífico no que fazia. O que podia dizer dele? Lindo, inteligente, cocapitão do time de basquete, líder do clube de música e meu ex-melhor amigo. Sobre essa última parte, foi algo que aconteceu contra a minha vontade, porém foi melhor assim, mesmo que eu tivesse saído como o filho da puta sem coração.

Nós não tínhamos nenhum relacionamento amoroso, apenas amizade. Apesar de eu nutrir sentimentos por ele, nunca tive coragem o suficiente para me declarar, pois tinha medo de estragar tudo o que tínhamos caso Yoongi não sentisse o mesmo. Então, guardei tudo dentro de mim e não disse nada, apesar desse sentimento ficar cada vez mais forte com o passar dos anos.

Observei Yoongi marcar mais um ponto e dar um soquinho em Namjoon — líder do time de basquete —, fazendo com que as líderes de torcida dessem gritinhos animados. Bando de oferecidas, era isso que elas eram, mas ninguém podia negar o quão bom Yoongi era. Vi quando ele foi em direção ao banco beber água e olhou na minha direção, fazendo com que nossos olhares ficassem conectados por alguns segundos. Porém, como se despertasse de algum transe, ele balançou a cabeça e desviou o olhar rapidamente. Depois que bebeu água, voltou para a quadra para continuar com o treino, afinal as finais estavam chegando.

— Se continuar secando ele desse jeito, o bichinho vai ficar desidratado, e não terá água no mundo que será capaz de hidratá-lo. — Assustei-me com a voz de Taehyung, que se sentou ao meu lado.

— Você me assustou! Não faça mais isso se ainda quiser ter um melhor amigo — disse para ele, que apenas riu e revirou os olhos. — E já que eu não posso ficar perto dele, deixe-me apenas o observar.

— Por sua própria culpa, devo dizer.

— Eu sei que a culpa foi minha, mas eu tive meus motivos — falei, encarando-o, que apenas me devolveu o olhar.

— E eu sei quais foram eles, Jimin, porém, se você tivesse conversado com Yoongi, vocês teriam encontrado outra saída menos drástica que essa — Taehyung argumentou.

— Eu não tinha tempo, o que eu fiz tinha que ser feito naquela hora, não podia deixar para mais tarde.

— E preferiu sair como o vilão? Qual o sentido disso, Jiminnie? — ele perguntou.

— Você me conhece desde sempre, sabe como eu sou e sabe também que o que eu fiz faria por qualquer amigo meu, pois eu me importo com as pessoas que gosto e não gosto de vê-las machucadas, mesmo que eu acabe me machucando no processo.

— Essa sua bondade ainda vai te ferrar no futuro, você tem que ser mais egoísta, Jimin. Não pode abrir mão de você para cuidar de problemas dos outros, mesmo sendo seu amigo. — Taehyung revirou os olhos. — Se coloque em primeiro lugar pelo menos uma vez na vida.

Acenei com a cabeça concordando com o que ele tinha dito, porém ser um defensor fazia parte do meu DNA, então não teria como fugir disso.

— Mas não foi por esse motivo que eu vi falar contigo. A diretora Jihyo pediu para que nós, do conselho estudantil, ficássemos encarregados dos preparativos para o baile de formatura. Disse que devemos nos reunir pelo menos duas vezes por semana e entregar um relatório completo para ela, com as pautas que foram discutidas nas reuniões.

— Além de estudarmos para as provas finais, ainda vamos ter que cuidar do baile de formatura? É muita coisa para se fazer em um curto período de tempo.

— Você é o melhor aluno dessa escola, as provas finais nem deveriam ser uma preocupação para você. Sua vaga em Yonsei já está garantida. Ao contrário do mero mortal aqui, que não nasceu privilegiado com um cérebro superdotado — disse, fazendo drama. Kim Taehyung era muito dramático.

— Não é só porque sou o melhor, que devo ficar tranquilo! — Revirei os olhos para sua observação. — Meu histórico escolar deve ser perfeito, estamos falando da minha ida à faculdade, que estará em risco se eu não conseguir uma bolsa.

— Eu sei, eu sei, mas todos nós sabemos que você é o melhor aluno dessa escola e que a bolsa já é praticamente sua, falta apenas confirmar.

— Eu espero que você realmente tenha razão, pois eu não tenho dinheiro para pagar a faculdade de Psicologia e não vou pedir aos meus pais, eles já têm as próprias despesas para se preocuparem. — Nesse momento, o sinal de início de aula tocou e eu peguei minha mochila. — Agora vamos, pois não quero chegar atrasado e levar bronca do professor igual semana passada.

— Ah, qual é, Jiminnie?! Foi só uma vez, não haja como se isso fosse acabar com sua vida escolar — declarou, seguindo-me, e fomos em direção à nossa sala.

Assim que chegamos, sentamo-nos em nossos lugares e aguardamos o professor entrar para que a aula, enfim, pudesse começar.

Eu observava a movimentação no corredor. Os alunos que entravam na sala, e vi Yoongi passar pela porta da sala de braços dados com uma das líderes enquanto riam de alguma coisa que eles conversavam. Idiotas.

Sim, eu estava morrendo de ciúmes, pois, um tempo atrás, era eu quem estava nesse lugar. Era eu quem andava de braços dados com ele e quem recebia uma flor todo dia na hora que estava saindo de casa. Mas apesar de tudo, eu não me arrependia de ter feito o que fiz, pois foi graças a isso que Yoongi não foi exposto para a escola toda.

Depois de uns dois minutos, o professor entrou na sala e pediu para que abríssemos o caderno na última atividade que tínhamos feito. Soltei um suspiro e esvaziei minha cabeça do assunto “Min Yoongi” para começar a prestar atenção na aula.


[...]


— Essa comida não está com uma cara muito boa não — Taehyung reclamou ao meu lado. Estávamos no horário de almoço, entre as aulas do período matutino e as aulas do período vespertino, e a mesa que sentamos ficava mais afastada das outras, quase na saída do refeitório.

— Então não come — alfinetei, enquanto comia mais um pouco do meu kimchi.

Olhei ao redor, percebi que a mesa onde os meninos do time de basquete sempre sentavam estava vazia e me perguntei onde eles poderiam estar. Após mais ou menos uns dez minutos, eu consegui terminar minha refeição e, quando me levantei para deixar minha bandeja na mesa, senti um líquido ser derramado sobre minha cabeça e risadas vindas de trás de mim.

Eu não precisava me virar para saber quem era. Todo dia ele e seu grupo arrumavam uma forma de me humilhar na frente da escola inteira. Isso começou desde o dia em que aceitei fazer o maldito acordo com eles. Disso, eu me arrependia profundamente, mas infelizmente não teria como voltar atrás, principalmente pois outras pessoas poderiam sair prejudicadas também, e não era isso que eu queria.

— Ou, quem você pensa que é pra fazer isso com meu amigo? — Escutei Taehyung falar e, pelo canto dos olhos, vi quando ele se levantou do seu lugar para avançar nos responsáveis pelo líquido que havia caído sobre mim, porém eu o impedi antes que fizesse alguma besteira.

— Esquece, Tae, não vale a pena — afirmei para ele, que apenas me lançou um olhar irritado e voltou para a mesa, pegando a bandeja e sua mochila e esperando eu fazer o mesmo.

— Por que você aguenta isso, Jimin? A cada dia que passa, parece que eles só pioram nas “brincadeiras” que fazem contigo. — Taehyung estava mesmo revoltado.

Olhei-o enquanto caminhávamos, depois de deixar a bandeja na bancada do refeitório e sairmos do local.

— Se não fosse eu, seria outra pessoa. E eu não tenho nada a perder por ser ridicularizado, pois sou considerado um nerd bobão, ao contrário de outros, que precisam ter uma "boa" reputação, mesmo sendo as pessoas ruins que são.

— Bobão você realmente é, afinal tá pagando pelas consequências de outra pessoa. — Chegamos aos armários, e eu já abri o meu para trocar de roupa. Iria aproveitar que a próxima aula seria de Educação Física e já vestir o uniforme. — Agora eu acho que você deveria adicionar mais um apelido nessa sua lista — Taehyung disse, e eu o encarei com ar de confusão. — “Gado”. Você é gado por Min Yoongi. — Arregalei meus olhos quando ele falou isso. Não deixava de ser uma verdade, mas eu não daria o gostinho de assumir isso para ele.

— Kim Taehyung, você é um idiota que só fala asneiras — reclamei para ele e fui em direção ao vestiário, com Taehyung rindo atrás de mim.


[...]


— Boa tarde, alunos. — A diretora do colégio entrou na sala quando estávamos guardando nossas coisas para ir embora. A turma respondeu ao cumprimento. — Bom, antes de vocês irem embora, eu gostaria de passar alguns recados pra vocês.

Todos se sentaram em seus lugares e aguardaram.

— O primeiro anúncio é sobre o baile de formatura, que, como todos vocês já sabem, sempre ocorre no primeiro final de semana depois das provas e antes da última semana de aula. O tema escolhido pelo conselho estudantil esse ano é “lembranças”. — Alguns alunos murmuraram em desgosto, e outros sorriram em resposta. — O conselho estudantil vai terminar de planejar tudo e depois vocês serão atualizados sobre os preparativos.

— Onde essas informações ficarão disponíveis para podermos acompanhar? — Emma, uma garota estrangeira, perguntou.

— No site do colégio e nos murais de aviso que estão pelos corredores da escola. — Os alunos murmuraram em concordância. — Outro assunto que quero abordar com vocês é sobre a viagem de final de ano que sempre fazemos. — Houve alguns gritos animados na sala. — O lugar que vamos esse ano é um acampamento, e teremos um diferencial nessa viagem.

— Que diferencial? — Taehyung perguntou.

— Aproveitando que o tema do baile é lembranças, vocês deverão gravar um documentário com todos os momentos que passarem no acampamento. Ele irá durar três dias, tempo suficiente para que vocês façam boas memórias. — Depois que ela terminou de falar, alguns suspiros desanimados foram ouvidos.

Isso não estava no plano! Como vamos gravar um documentário? Vai valer nota?

— Como vamos fazer isso, diretora? — perguntei.

— Bom, nós vamos disponibilizar todos os materiais que vocês vão precisar, como câmeras, cartões de memória e afins. Nós também vamos realizar um sorteio amanhã antes das aulas começarem e, nesse sorteio, dois alunos irão ficar responsáveis pela organização e preparação do documentário.

Acenei com a cabeça em concordância.

— Outra informação que preciso passar é que é obrigatória a participação de todos nesse documentário, pois ele será uma forma de salvação para os alunos que precisarem de nota para passar de ano.

Nesse momento, senti Taehyung cutucar minha costela, e os alunos ficaram mais animados. Esse era um bom motivo para alguns alunos participarem, já que quase metade da nossa turma estava correndo sérios riscos de reprovação, incluindo meu melhor amigo.

— É apenas isso que tenho pra falar com vocês. Obrigada pela atenção e tenham um bom descanso. — Depois que ela terminou de falar, saiu da sala.

Os alunos terminaram de arrumar suas coisas e já foram saindo da sala.

— Cara, isso é perfeito. Esse documentário vai salvar a minha vida em física e matemática — Taehyung disse enquanto caminhávamos na direção da saída.

— Realmente, isso vai ajudar muitos alunos que não se esforçaram durante o ano, incluindo você — eu alfinetei, e ele revirou os olhos. — Além disso, se eu não for escolhido, está tranquilo, tenho coisas muito mais importantes para me preocupar, como as provas finais e os preparativos para o baile de formatura.

— Jimin, meu amigo, você tem que parar com essa história de sempre estudar. Isso vai acabar te prejudicando futuramente, pois, se você estuda, você não tem vida social. E sem vida social, você mantém essa imagem de nerd sem graça e dá bandeira para que valentões idiotas façam o que quiserem com você. — No final de seu discurso, ele revirou os olhos, e eu dei de ombros. Ser popular não era algo que me agradava.

— Tae, eu não quero ser popular, apenas quero entrar na faculdade, me formar e ter uma vida financeira estável. O que eu não terei se ficar me socializando com as pessoas — declaro. Olhei para o céu e percebi que o tempo estava fechado, provavelmente iria chover. E… quando atravessamos a rua, aconteceu. Droga, isso era o que eu menos precisava nesse momento. — E ter apenas você como melhor amigo, já está perfeito.

Começamos a correr para o ponto de ônibus e, uns cinco minutos depois que chegamos, nosso ônibus passou. Nós nos sentamos nas últimas cadeiras, e eu vi quando Min Yoongi entrou no veículo e veio em nossa direção, cumprimentando Taehyung e se sentando na cadeira à nossa frente.

Ele sempre me ignorava, independente da situação. Soltei um suspiro, tirando meus fones de ouvido da mochila, e os coloquei para tocar minha playlist favorita. Encostei minha cabeça no vidro e me perdi em memórias do tempo em que ainda era amigo de Yoongi.


[...]


Acordei sentindo como se minha cabeça fosse explodir e, quando tentei me levantar da cama, senti meu corpo pesado e apenas desisti, ficando deitado na cama até me sentir pelo menos um pouco melhor. Nesse momento, minha mãe entrou no quarto.

— Bom dia, filho. Ainda não levantou? — indagou e foi até a cortina, abrindo-a para que o sol entrasse no quarto. Nesse momento, fechei os olhos, pois a claridade me incomodou e fez a dor de cabeça se intensificar.

— Não estou me sentindo muito bem, minha cabeça parece que vai explodir e meu corpo está pesado — disse. Minha voz saiu rouca, muito rouca.

— Acho que você está doente por conta da chuva que pegou ontem no caminho pra casa. — Ela foi em minha direção e colocou a mão sobre a minha testa. — Jimin, você está queimando em febre! Vamos, levanta dessa cama, toma um banho morno enquanto eu pego o antitérmico lá embaixo.

— Mãe, será que a febre abaixa até a hora de eu ir pra escola? — Minha mãe arregalou os olhos na minha direção.

— Você está doido se pensa que vou te deixar sair de casa doente desse jeito!

— Mas, mãe, eu não posso faltar hoje. Tenho reunião com o conselho estudantil para terminar de organizar o baile, e também tenho que estar presente em um sorteio que a diretora vai realizar hoje para um documentário. — Ela não podia estar falando sério. Eu não havia perdido nenhum dia de aula esse ano, não podia faltar nas últimas semanas.

— Não importa o que você tem programado pra hoje, dessa casa você não sai até que esteja melhor. E matar um dia de aula não vai sujar o seu histórico, meu amor — ela disse e saiu do quarto, fechando a porta. Joguei-me de volta na cama, indignado.

Como assim hoje eu não vou para a escola? Isso é um absurdo!

— Para o banho agora, Park Jimin! — ela gritou lá de baixo, e eu me levantei da cama, dirigindo-me para o banheiro, pensando no que eu poderia fazer para que o tédio não me consumisse durante o dia.


[...]


— E aí, cara, como você está? — Taehyung inquiriu, entrando no meu quarto. Ele jogou a mochila dele no chão, sentando-se na minha cama sem um convite. Folgado.

— Estou melhor, foi só uma febre, mas minha mãe achou que eu estava morrendo e não me deixou sair de casa — reclamei e me sentei melhor na cama, dando mais espaço para Taehyung se acomodar. — Mas e aí, o que eu perdi? — Percebi Taehyung ficar hesitante.

Aí tem coisa.

— Nada de interessante, apenas uma revisão de Matemática, Biologia e Coreano — respondeu, indo até sua mochila e tirando de lá seu caderno com as anotações das aulas do dia. — Na reunião do conselho também foi tranquilo, decidimos que usaremos cores claras para a decoração, e as três escolhidas até o momento são azul-claro, branco e amarelo. — Concordei com a cabeça, não parecia uma escolha ruim. — Na segunda, vamos decidir quais serão as comidas e bebidas, e se vai ter apresentações dos alunos.

— Parece bom pra mim. Até segunda, eu já vou estar melhor e poderei participar da próxima reunião — afirmei, e Taehyung deixou seu caderno na mesa de cabeceira, sentando-se novamente na minha cama. — Bom, e sobre o sorteio, como foi? Quem serão os responsáveis pela filmagem do documentário? — perguntei a ele e vi a mesma hesitação de antes voltar.

— Então, sobre isso, você já falou com sua mãe pra ela assinar a autorização da viagem? — questionou, como se estivesse tentando mudar de assunto.

— Kim Taehyung, não se faça de idiota e me diz logo o que você tem pra me dizer. — Ele suspirou.

— Min Yoongi foi um dos sorteados para dirigir o documentário — começou e, ao ouvir o nome de Yoongi, senti as borboletas em meu estômago se revirando. Droga, eu sou muito apaixonado por ele.

— Tudo bem, só não entendi o motivo de você ter hesitado em me falar.

— É porque eu não te disse quem é a outra pessoa.

— Então, diz logo e para de enrolar. — Já estava começando a me irritar.

Mas a outra pessoa escolhida não pode ser tão ruim assim pra Taehyung hesitar em falar... ou pode?

E foi em meio ao silêncio dele que uma possibilidade me passou pela cabeça, e eu desejei muito estar errado quanto a isso.

Não pode ser, pode? As possibilidades são extremamente baixas, mas será que, mesmo assim, isso aconteceu?

— Não me diga que a outra pessoa escolhida fui eu.

— Sim, Jimin, você foi o outro sorteado para ajudar Yoongi a gravar o documentário. — Assim que as palavras de confirmação saíram de sua boca, eu arregalei meus olhos e senti meu coração se acelerar.

Oh, droga, isso não podia estar acontecendo, não mesmo!

— Me diz que você está brincando — lamentei para Taehyung, que apenas ficou calado. — Por favor, Tae, me diz que é uma brincadeira. — Ele negou com a cabeça e, nesse momento, eu fiquei sem saber o que fazer.

Como eu vou trabalhar junto com Yoongi, sendo que ele me odeia? E com razão, convenhamos.

Eu iria tentar dar um jeito de mudar essa decisão, mas, caso não desse certo, eu só pediria para que todos os Deuses existentes na Terra me ajudassem a sobreviver a esse trabalho e que tudo ocorresse bem no final.


~~~~



Notas Finais: Esse foi o primeiro capítulo e eu espero que vocês tenham

gostado, e que estejam comigo nesse plot que eu ameei escrever.


Um agradecimento especial a @yonpanx/ @yonpanx por ter feito essa capa

maravilhosa e outro para a @mimi2320ls / @bebeh1320alsey, por ter feito a

betagem da minha estória ♥️


Vejo vocês no próximo capítulo? 👀

7 de Agosto de 2022 às 00:42 0 Denunciar Insira Seguir história
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