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O céu carmesim lá fora avisa,mais um dia chegou ao fim.

Opalescente lua fria, no horizonte vai se levantar, me assista, me ouça enquanto queimo em eterna agonia.



De joelhos mal ouso o rosto erguer,

na boca o gosto do sangue, horror,

espero um dia aos inimigos o pesar retribuir, que eu renasça, pois

a vingança não há de cessar.



Malditos, daqui todos, e a cada nome.

Que eu renasça, o fogo que sobe ao palco da vergonha abrace suas almas, vocês não conhecerão a paz, o sono e nenhuma gentileza.



Ser mulher foi a minha única fraqueza, enquanto vocês desejaram minha cama frequentar agora rogam a deus em meu nome, esse deus jamais foi meu, que eu queime, não há lágrimas para vocês, nem súplicas, a lua opalescente no céu, dos meus sonhos o véu, em carne vou perecer mas o que há de encanto se reergue.

E agora que a lua me abrace, e no meu retorno que o tempo passe mas vocês hão de lembrar, a tormenta um nome terá, e será o meu.


18 de Julho de 2022 às 02:56 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

Conheça o autor

Siph Ferreira Nerd de maquiagem, amante de música, livros e quadrinhos, amiga de Meia Noite e Qliph, viciada em podcast e buscando seu rumo nesse mundo.

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