stefany-kalliny1652050102 Stefany Kalliny

Alana é uma garota que, mesmo possuindo uma doença rara que não a deixa se expor a luz do sol, e possuindo também albinismo, é muito feliz com a vida que tem, valoriza cada detalhe, e, cada detalhe é especial, mas, certa noite ver a sua vida mudar drasticamente ao ser levada para um universo totalmente novo, e o que a mais deixa em choque, é o fato de que, neste mundo, ela irá está onde sempre quis, esposta ao sol. O que será que esse novo mundo reservará a ela? Será que, depois de descobrir que existe um mundo onde ela pode viver livremente, ela irá querer voltar para casa? Venha descobrir, e desde já, espero que tenha uma ótima leitura!


Ficção científica Futurista Todo o público. © Em andamento

#Romance
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Eu me chamo Alana, e não posso sair de casa quando eu bem entender. Não é que eu não queira, ou, porque eu estou em uma espécie de conto infantil presa em uma torre, e a única maneira de alguém me ver é eu jogar o meu maravilhoso cabelo pela janela, o simples motivo é que, eu sou portadora de uma doença rara chamada Xeroderma Pigmentos, e além disso, tenho albinismo, então você deve ter notado que eu não tive uma infância divertida como as outras crianças. Por conta disso, boa parte dos meus estudos eu tive em casa, e os raros dias que eu tinha que ir a escola, tinha que me cobrir toda, e ter que ouvir comentários muito maldosos, que, ficou difícil superar, mas, eu consegui. Os únicos amigos que tenho, são os meus pais, e acho que será assim por muitos anos. E já ia me esquecendo, sou uma pintora, amo pintar desde criança, não sou uma pintora famosa, mas, consigo me sustentar com os quadros que vendo, pode não aparentar, mas, sou feliz com o que tenho, tenho os melhores pais e amigos que alguém poderia desejar, e pra mim, isso já basta.

Tive um sonho bom hoje pela manhã, eu estava em um gasto campo verde, e este campo tinha algumas árvores ao fundo, e algumas árvores de cerejeiras, que inclusive, são as minhas favoritas, e o sol estava tão agradável, queria que, só por um instante, esse sonho fosse real, principalmente a parte em que eu estava no sol, e, ele não me queimava.

Bom, como hoje é um novo dia, acho que vou pintar na tela esse pequeno paraíso, tenho que eterniza-lo. Depois de um tempo pintando, alguém bate a porta.

- Pode entrar!

- Não vai sair para tomar café? - era minha mãe.

- sim, só quis terminar esta Tela primeiro.

- Nossa, que lugar lindo! Você deveria guardar esta pintura, já imaginou, se lá na frente encontrarem o seu quadro e acharem que é uma mensagem do mundo espiritual?!

- Mãe! - sorri para ela, ela ama ver e pesquisar sobre coisas históricas, e, ama mais ainda quando encontram algo que ainda não se tem explicação.

- Irei pensar a respeito.

- Deveria mesmo. Estamos esperando para tomarmos café juntos.

Ela foi embora fechando a porta, e eu, a encarar o quadro. O que aconteceria se encontrassem esse quadro a daqui alguns anos? Ficariam muito chocados, ou não?

Ao redor da mesa está reunidos a minha grande família. Os meus pais são escritores, então sempre estão por perto. Me perguntam por que não segui a carreira dos meus pais, e eu sempre procurava a resposta interessante, uma resposta que desse justificativa para eu ter a carreira que tenho, mas, sempre saia a mesma frase, não sou boa com palavras, então, deixo esse dever com os meus pais.

Uma vez perguntei a minha mãe como o meu pai a conquistou, e ela simplesmente falou que ele citou um trecho de Romeu e Julieta, é meio clichê , mas eu gosto, porque um clássico sempre vai ser um clássico, nunca perderá o seu Encanto.

- Então queria, quais são os seus planos para hoje? - meu pai me pergunta.

- Bom, além de passar o dia pintando, à noite quero dar uma volta no parque.

- Ótimo, iremos todos juntos!

- Amo a companhia de vocês, mas, hoje queria ir sozinha.

- Como assim sozinha? - Meu pai questiona.

- Há sozinha, como todo adulto fazem.

- Sim, mas é muito perigoso, vai que lá você acontecia alguém mal intencionado. - minha mãe fala com a voz horrorizada.

- Mãe vai ficar tudo bem, não vai me acontecer nada, é logo no parque que fica aqui perto, quero só tomar um ar, prometo que volto logo.

Depois de um longo silêncio, meus pais respondem:

- Tudo bem, já que é aqui perto, tudo bem.

A noite estava fria, mas não incomodava, não lembro da última vez que fiz isso, vou tentar fazer isso com mais frequência. Me sento em um banco de praça para admirar a noite melhor, as estrelas estão tão brilhantes, as crianças estão tão animadas, é uma pena que eu não posso o aproveitar este lugar de dia.

Depois de um tempo admirando tal beleza e de ter comido algumas coisas, resolvo voltar para casa, para o meu universo, para a minha bolha.

Mas, como se fosse é um passe de mágica, um rapaz aparece na minha frente, ele é alto cabelos bagunçados por conta do vento e me encarava como se conseguisse ler todos os meus defeitos e qualidades, então ele coloca a mão nas minhas costas na altura do umbigo e resolvi quebrar o silêncio.

- Desculpe. - sua voz é grossa, porém, serena.

Assim que terminou de falar, levantou a sua mão direita com algo que parecia um pano e levou ao meu rosto e rapidamente tudo foi ficando escuro.

28 de Junho de 2022 às 02:12 1 Denunciar Insira Seguir história
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ER Elizabete Ricardo De Carvalho
Quero a segunda parte , oq vai acontecer com alunaa ? Pq favor posta logo parte dois ....
July 05, 2022, 04:53
~

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