juanpablo Juan Diskay

Um convite. Uma mudança. Uma paixão. Imprevisível e Improvável.


Erótico Para maiores de 18 apenas.

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UMA PAIXÃO IMPREVISÍVEL E IMPROVÁVEL

Mais que uma oportunidade de trabalho, o convite do meu tio foi importante para uma transformação na minha. Vida simples no interior do Paraná almejava poucas perspectivas para o meu futuro, seguindo minha vida em manter a herança de grande dedicação dos meus pais numa pequena lavoura, onde não lhe deu muito retorno financeiro, mas manteve a dignidade de nossa família.

Agora que completei meus 20 anos de idade, apenas com o ensino médio completo, e poucas oportunidades de trabalho e amorosas neste confim de mundo de meu Deus, meu abençoado tio, Antônio Carlos, ofertou ir com ele para São Paulo, concluir meus estudos e trabalhar, prosperando uma profissão e, talvez, ajudar os meus queridos pais. Não esperava ser tão impactante. Primeiro foi a viagem em si. Elementar vez que saí de perto das minhas origens. Segundo não imaginava ser tão longe. Horas e horas dentro do carro e chegava nunca. E depois como é grande São Paulo. Acho que andamos umas duas horas só dentro da cidade, até chegarmos à sua casa. Me acomodei, sendo informado que a minha tia torta, esposa dele, chegaria uns dois dias depois, retornando de férias, quando foi visitar sua família no Nordeste.

Tio Antônio era um pouco mais velho que eu. Pessoa do bem, poucas palavras e sempre estava ali com uma calma inconfundível. Meus pais ainda tem 40 anos de idade. Irmão caçula da minha mãe, que é a primogênita da prole de cinco, ainda demonstra sua energia de sua juventude e inteligência, sendo ele o primeiro a tomar decisão de sair de nossas terras. Acomodado e muito bem recebido por ele, me proporcionou muito conforto.

Primeiro dia foi me localizar calculando a distância entre o colégio técnico e a minha nova moradia. Dia insurportavelmente quente. Mesmo afastado do grande centro, o movimento apressado de pessoas e carros naquela periferia era intenso. Nunca vi tanta gente. Das mais variadas “naturezas”. Por um instante me vi perdido diante de tantas escolhas. Não percebi a velocidade das coisas que tentavam acompanhar o dia. Cheguei à noite em casa. Meu tio ainda não havia retornado do trabalho. O cansaço logo me levou para cama. Me acordou cedo solicitando que o acompanhasse para uma entrevista de emprego, na mesma empresa que trabalha. Me passou um milhão de recomendações que mal lembrava de duas. Logo, ali estava diante de uma senhora que mais parecia uma general de um exército socialista, com uma voz aveludada e pretenciosa. Lembrei das lições do meu tio e percebi ser um jogo sedutor para que eu me ferrasse. Mas alguém milagrosamente interviu e já me mandou para o RH. Esta pessoa salvadora sabia que eu não tinha experiência alguma para o cargo, e que sempre vivi nas escassas lavouras dos meus queridos pais. Auxiliar de serviços gerais era muito mais que eu almejava. Sabia do fundo da minha alma que evoluiria profissionalmente. Anestesiado com tantas mudanças, tentava assimilar os procedimentos para a minha contratação. Tinha documentos que nunca havia falar. Exames médicos intermináveis e no meio da tarde já estava livre para ir. Aguardei o término do expediente e informei, sob risos, como foi a minha maratona no dia, e que passaria o resto da semana integrando e treinando e começaria mesmo no início da próxima semana.

Felizmente ele parou em um lanche rápido e comi pela primeira vez um xis tudo. Meu Deus. Como é bom. Estas coisas da cidade são mesmo diferentes. Mal tomei um banho e já estava novamente afundado no mundo dos sonhos. Fechei os olhos e meu tio me chamou para irmos para a empresa. Ainda sonolento de uma noite que me pareceu durar apenas cinco minutos, iniciei o treinamento de introdução, com alguns intervalos onde mostravam o processo na empresa. Trabalhavam com recepção e distribuição de mercadorias para diversos segmentos. O galpão da empresa parecia ser maior que as terras do meu pai. Cochiladas à parte, o dia passou rápido e já estávamos retornando para casa. Meu tio comprou pizzas, pois minha tia torta havia chegado de viagem. Me deu até uma certa ansiedade em conhecê-la, mesmo tio Antônio ter falado muito pouco sobre ela.

Não lembro quanto tempo fiquei estático ao ver minha tia Vânia. É simplesmente a mulher mais bonita que já vi. Mesma altura do meu tio, uma morena jambo, sorriso lindo naqueles lábios carnudos. Tudo estava devidamente no seu lugar. Cumprimentos a parte, sinceramente fiquei vibrado na beleza física dela. Quis olhá-la e muito. Queria ver o seu traseiro, mas meu tio puxou assunto e desviou minha atenção. Lá eu queria saber de como seria o dia seguinte na empresa? Sinceramente tive uma quase ereção, imaginando aquela mulher transando com meu tio. Cidadão de sorte. Ele lá não tinha aquela beleza atrativa. Homem simples de beleza simples. Talvez a sua simpatia e educação que a fez escolhê-lo. Mas estou deveras assombrado com ela. Fui deitar e não conseguia tirá-la da cabeça. Pensava que agora mesmo os dois estariam matando a saudade.

Mais uma noite estranha, agora que passei toda ela excitado e sonhando com a tia Vânia. Comentei com Tio Antônio sobre a beleza dela, com respeito, e ele simplesmente agradeceu. Como se tudo aquilo de mulher fosse a coisa mais normal do mundo. O dia passava lentamente e eu na ansiedade de chegar logo em casa só para ver aquele monumento. Disfarcei como pude, mas estava hipnotizado. Jantamos e lá estava ela só de short, assistindo TV deitada no colo do meu tio, que acariciava as coxas. E que coxas. Lisas como um bebê. O cabelo esparramava nos ombros e nas costas. Olhava disfarçadamente o “v” entre as virilhas. Fingi sono, me despedi, tomei um litro de água, e lá estava novamente viajando nas curvas daquele corpo maravilhoso. Fiquei cego de paixão. Nenhuma mulher, por mais bonita que fosse, não me chamara atenção. Ela estava sofrendo nas minhas mãos. À noite era fatal. Viajava em pensamentos e sonhos mirabolantes em uma relação solitária. Meu cacete estava ficando até inchado.

Pedi ao meu tio para me levar em uma casa onde poderia descarregar e aliviar minhas doloridas bolas. Ele me reprimiu, como se fosse um homem santo, e pediu para que aguardasse até arrumar uma namorada, para assim compartilhar minhas vontades. Mal sabia ele que a fonte das minhas vontades estava ali mesmo ao nosso lado.

Fim de semana de sofrimento. Aquela mulher trançando para lá e para cá, apenas com um top e um minúsculo short, mostrando as marcas da calcinha enterrada no seu traseiro. Na frente apertava destacando os gomos dividindo o início da fenda, me fazendo viajar naqueles detalhes íntimos. Estava difícil. Saí à tarde e fui até um bar onde, pela primeira vez, tomei uma cerveja sozinho. Conheci alguns vizinhos e próximo à noite, retornei. Um silêncio estranho me incomodou. Sem chamar atenção, aproximei pé ante pé, e procurei, curioso, onde estavam meus tios. Na sala, tio Antônio roncava em um sono. Aliviei, e seguindo para o quarto, porta da suíte entreaberta e lá estava a realidade do que eu mais sonhava. Ela deitada de bruços, com a bunda empinada e virada para a porta. Via-se as popas inferiores de sua maravilhosa bunda. O volume da sua carne erótica era destaque no short apertado e aparecia as bordas das rendas da sua calcinha branca. A vontade foi entrar e acariciar o que podia ser visto. Um barulho na cozinha me trouxe de volta à terra. Apressei para o meu quarto e percebi que tremia de excitação. Novamente minha mão entrou em ação e como um adolescente, logo estava tudo melado ao meu redor. Os dias passavam como um martírio, e já estava adaptado no emprego. Ajudava a transportar, carregar e descarregar as embalagens, e organizando. Era uma equipe grande e logo entrosei com os colegas de trabalho. Buscava desesperadamente uma forma de descarregar minhas vontades de ter uma mulher. Convidado para uma reunião, perto de casa mesmo, e lá consegui desviar minha atenção da tia Vânia. Conheci uma garota e ficamos mesmo apenas nos beijos e amassos. Promessas não cumpridas de um reencontro, não imaginava que surpresa o deus do amor estava me reservando.

Meu tio, como supervisor e gerente, precisava às vezes viajar para ordenar e organizar algum problema nas filiais pelo país afora. Eu não sabia disto, pois o tempo que estava ali, nunca o vi viajando. Me ensinou como chegar no trabalho através do transporte público e com pouco tempo já ia e retorna sozinho, independente dele. Mal o via, a não ser nos fins de semanas, quando saíamos ou não juntos para um almoço ou jantar. Tia Vânia estava sempre lá. Não sabia mais o que querer dela. A vi só de biquíni tomando banho de sol. A vi só de baby-doll passeando pela casa. A vi só de calcinha pela fresta da porta. O chuveiro do quarto deles estragou e numa oportunidade única a vi nua tomando um delicioso banho. Como queria ser aquele sabonete e esponja deslizando naquele corpaço. Meu tio indiferente, ficou no quarto dele assistindo TV. Cada louco com suas loucuras. Devo ter batido umas quatro só aquela noite. Ela me tratava com carinho e respeito. Conversa comigo mais que meu tio. A ajudava nos afazeres da casa. Ajudava a preparar o jantar. Fazia lanches para eles.

Uma noite, acho que ela estava bêbada com alguns copos de cerveja e aproximou de mim e me deu um beijo no rosto, agradecendo pela ajuda que dava a ela na arrumação da casa e até reclamando do meu tio que pouco fazia. Ficou nisso, apenas. Mas ela não percebeu (ou percebeu) que relou seus durinhos seios no meu braço. Meu deu vontade de ficar sem lavar aquela área. Tive medo em pensar que na minha ânsia poderia fazer alguma besteira. Agora sabendo que tinha a possibilidade do meu tio viajar por uns dias, a certeza de ficar sozinho com ela me alimentaria mais daquilo que estava me limitando a fazer. Mas a tentação era muita. Resolvi me afastar para não exagerar.

O infausto momento chegou. Naquela sexta anunciou que ficaria cinco dias fora incluso o fim de semana. Era demais para mim. Pensava de como ela me trataria e de como deveria tratá-la. Primeira noite sozinhos e não deixei transparecer meu nervosismo. Pedi a ela que ficasse sossegada pois faria o lanche noturno sozinho. O tom de voz do agradecimento me soou diferente. Lembrava apenas do movimento dos seus lábios carnudos e decorados com batom me elogiando. Mas nada de anormal pois ela me dizia as mesmas coisas na frente do meu tio. Fui dormir não sei quando. Ela já havia ido. Tive medo de ir e vê-la entre a fresta da porta entreaberta. Pura ilusão. Estava devidamente fechada.

Quando acordei no sábado, bem cedo, o café já estava na mesa. Procurei-a pelo ambiente e percebi que estava lavando as roupas da semana. Terminei meu desjejum, e fui até onde estava. Meu Deus do Céu. Trajava um maiô de uns três números abaixo. Sua bunda estava toda de fora. O tecido apertava sua vagina, quase entrando e mal cobria seus pequenos seios. Acordei quando seus lábios tocaram no meu rosto, me desejando um bom dia. Enquanto eu a ajudava, quase desmaiei quando a elogiei na minúscula vestimenta. Me justificou que estava sentindo muito calor e que quando terminasse, tomaria um banho de sol. Até me convidou, mas sem querer recusei, justificando a arrumação da casa. Organizava as coisas, mas minha alma estava lá fora, contemplando em devaneios o corpo daquela mulher. Bisbilhotava às vezes. Uma vez estava virada para o sol. Outra vez bronzeava a bunda e as costas. De vez a via indo tomar uma ducha. Meu último vislumbre foi vê-la com os peitinhos expostos, com o maiô arriado que até podia ver penugens da sua vulva. Juro que não aguentei. Mais uma solitária relação íntima. Minhas bolas incharam de excitação. As horas corriam até eu chamá-la para definir o almoço. Logo caminhávamos pela feira, fazendo as compras. Estava orgulhoso. A companhia daquela bela mulher me tornava um ser exclusivo. Os homens só faltavam pular no pescoço dela. Era cada ousadia, até umas que eu nunca havia ouvido. Mas ali estava eu, paparicado por ela. Me abraçava, ria das moléstias, e pensei que estava me tratando até mesmo como um namorado. Estava a todo momento excitado.

Em casa, ela vestida com mais discrição, fazíamos o almoço com descontração. Me contou que na verdade não era casada com tio Antônio. Eles se conheceram em um bar a três anos. Ela, ainda perdida na cidade, encontrou nele o conforto e carinho que precisava. Eu já sabendo, me falou que trabalhava em um salão de beleza sofisticado, com clientela diferenciada e abastada. Isso lhe assegurava uma condição financeira independente do tio. Dividiam todas as despesas, inclusive as prestações da confortável casa.

Algumas cervejas e drinks nos deixou um pouco mais solto. A tarde passou imperceptível. Quando percebemos a noite invadia o ambiente e nós conversávamos incansáveis assuntos. Um banho rápido e logo retornei, sentando na sala assistindo um filme. Logo ela apareceu, sedutora como sempre, trajando um delicado e transparente short doll, ocultando uma calcinha de rendas. Os mamilos rijos destacavam na blusa de cetim. Me pediu um drink e o filme passava sem o nosso interesse. Outros drinks, conversa mole, aproximação mais que devido. Deitou no meu colo, fingindo um sono bêbado. Toquei amenamente nos seus cabelos, fazendo carinhos. Olhava as curvas do corpo encolhido no sofá, destacando a discreta entrada da fenda de sua bunda. Não sei se estava anestesiado, mas sentia suas mãos acariciando minhas pernas. Eu já tocava no seu couro cabeludo e ouvia pequenos suspiros de satisfação. Remexia seu quadril, ajeitando no sofá. Minha respiração ficou ofegante e não consegui segurar minha ereção. A cabeça dela apoiava sobre o meu cacete. Fechei os olhos imaginando a sequencia daqueles movimentos. Ela, com malícia, virou o rosto para mim, e deslizou a mão na minha bermuda. Deitada nas minhas pernas, desabotoou vagarosamente e enfiou a mão buscando meu pau. O segurou puxando e ofegou admirando-o. Fiquei em transe, com uma leve sensação de impedir, com o medo de estar sendo manejado, sendo testado. Poderiam me dizer e me repreender o quanto quisessem. Mas aquele momento mágico eu não interromperia por nada. A boca carnuda beijou a cabeça latejante. Dezenas de beijos. Manipulava como uma masturbação. Encharcou o corpo com sua saliva, e chupou como se fosse o último. Enchi minha mão com um dos seios, e a outra deslizou entre suas pernas, tocando nos pêlos pubianos, e senti o calor emanado daquela fenda úmida. Introduzi um dedo. Não acreditava em tudo. Era mais um sonho só que mais realista. Namorava meu cacete com voracidade. Seus cabelos espalhavam com os movimentos. Tentei parar. Não consegui. Puxei seus cabelos que recebiam os jatos do meu esporro. Ela direcionava para seu peito e rosto. Me segurou pelas orelhas e me deu um beijo que deve ter durado uns dois minutos. Tirou minha mão e levantou, saindo silenciosamente. Passei pelo corredor e ouvia o barulho da água no chuveiro. Um banho rápido e retornei para a sala. Dormi no tapete esperando por ela. Mas não veio.

Acordei com torções no corpo. Fui para cama e um cochilo rápido passaram-se três horas. Já era nove da manhã. O dia brilhava com um sol escaldante. A procurei e logo a vi deitada no pátio, bronzeando seu corpo seminu. Usava apenas o biquini de baixo. Tudo acima estava exposto aos raios solares. O acontecimento de ontem a fez perder a inibição. Hoje, com certeza, seria um dia completamente diferente. Me excitei lembrando da noite anterior. Me acanhei querendo aproximar. Da cozinha mesmo tomei meu café olhando-a. Ela levantava e encharcava com a forte ducha. E deitava novamente, espalhando o creme protetor pelo espetacular corpo. Aproximei timidamente, sendo saudado com um expressivo sorriso e bom dia cheio de charme.

Não fez questão de proteger seu corpo dos meus olhos sedentos que admiravam cada detalhe. Assuntos aleatórios, não suportei o ataque do sol forte, e prevendo os fatos, retornei preparando drinks e cervejas. Não tive fome para almoçar. Fim da manhã ela surgiu enrolada em uma toalha, agradecendo as bebidas preparadas. Entrou no assunto da noite anterior. Ela sabia o quanto a admirava. Via meus olhos devorando seu corpo e cada movimento para que a admirasse melhor. Pediu desculpas e segredo sobre o acontecido. Não prometeu que ocorreria novamente, nem disse que não haveria. Mas, à tarde escaldante, diversas misturas alcoólicas, apenas beliscando iguarias, poucas roupas, ela fazia a leitura completa do que eu mais queria. O bom de tudo é que ela queria também. E muito. Nossos corpos transpiravam desejos. Ali, na bancada da copa, ela aproximava cada vez mais. Não contive em fazer um carinho no seu rosto. Olhos fechados e nossas bocas se uniram em um beijo estalado e afoito. O sarro fez a inútil toalha cair. Não acreditei. Nossos corpos relando, mãos deslizando nas curvas eróticas, pandulhos colados, as bocas não querendo desgrudar. Gemidos e sussurros ecoavam na copa. Carocinhos de arrepios percebi nela, quando beijei seu pescoço e ombros. Minha boca colou nos peitinhos deliciosos. Ela apertava minha cabeça no seu peito. Minha mão atrevida entrou na minúscula calcinha e enchi minha palma com a sua buceta cabeluda. Dois dedos logo entraram na fenda encharcada. Ela dobrou o corpo de tesão. Desceu beijando meu peito, passou pela barriga, lambeu meu abdômen, desabotoou minha bermuda, puxando junto com a cueca, me deixando nu. Encostei na borda do granito, e ela, agachada, começou a me proporcionar a melhor chupada do mundo. Engolia até quase engasgar e depois lambia limpado a baba. Me olhava com tesão. Com a estupidez de um inexperiente, pensava porque ela estava ali me desejando, tentando adiar a minha gozada. Mas foi apenas um subterfúgio. Nunca senti meu pau tão duro. A segurei pelo cabelo trazendo-a até minha boca novamente. Enquanto beijávamos, a virei e a sentei na bancada. Chupei seus seios novamente, puxando a calcinha. Queria mesmo era ver sua chana. Beijei suas coxas, forcei abrir as pernas e colei minha boca naquela fenda quente e úmida. Ela gritou de prazer. Segurou minha cabeça e a chupei deliciosamente. Ela gemia e suplicava minha boca. Mamei seu grelo e ela não aguentou e berrou um orgasmo extenso. Seu corpo tremia e refletia as contrações. Sua buceta dilatava e contraía com o gozo. A sentei no banquinho e altura não poderia ficar mais perfeita. O abraço foi o chamado para o ápice. Deslizei a cabeça latejante na fenda e ela mesma a conduziu para penetrar. O calor do ambiente, os corpos melados de transpiração e excitação, sua umidade natural e a temperatura de suas vontades quase assou meu pau quando entrou. Vânia sabia mesmo meter. Serpenteava o corpo no pequeno assento, e exigia minha ação. Meti com força e velocidade. Minha virilha estalava nas costas das coxas. Ela pendurou no meu pescoço olhando meu cacete sumindo e reaparecendo nela. Gemia de amor e prazer. Pedia cada vez mais forte. Estava fadigando com a exigência. Nossos corpos estavam oleados e escorregadios. Meu pau entrava e saía. Foi a melhor foda da minha vida. Ela interrompeu e me puxou para a sala. No tapete arreganhou novamente e caí sobre ela. Metia e estava longe de gozar. Acho que era o álcool e a aspiração. Metia muito. Ela pedia muito. A virei de quatro, e marota, agachou e colou seu peito no tapete. A visão estava maravilhosa. Enterrei tão forte que ela gritou. Massageei suas costas e firmei na sua anca, enterrando tudo o que podia. Estava selvagem. Parei um pouco e quis chupar aquela buceta. Continuou na mesma posição. Lambi do grelo até o cuzinho. Fiquei ali por muito tempo. Ela estancou o corpo, me pediu para penetrá-la e foi a conta de eu dar umas cinco socadas. Ela urrou outro gozo. Esparramou no chão e ainda subi nela enfiando mais. Ela girou, e abriu as pernas, pedindo para que eu gozasse dentro dela. Os estalos ecoavam no ambiente. Me parou, pediu para chupá-la. Obedeci, e ela dobrou o corpo, abraçando suas coxas, oferecendo a bunda. Lixei a língua do rego da bunda até o clitóris. Ela estava mesmo com vontade. Seu grelinho estava duro como um dedinho. Apreciei seu rabinho e a buceta. Lubrifiquei tanto que a região escorria um melado. Enfiei todo o dedo médio. Não reclamou. Nem no maior dos meus sonhos cogitei enfiar no rabo dela. Beijei e lambi seu cuzinho por muito tempo. Ela parecia querer gozar de novo. Gemia pedindo para eu não parar. Enfiava a língua na buceta e lubrificava seu cu. Subi sobre ela e enterrei na buceta encharcada. Deitei de lado e ela apreciava as penetrações. Manipulava seu grelinho querendo gozar. Segurou meu pau, ofegando e gemendo, lambuzou os dedos com sua umidade natural, engraxou a entradinha e encostou a cabeça, e pediu para enfiar. Forcei um pouco e recuei. Fiz assim mais outras cinco vezes ou mais. Senti a entrada alargar e a cabeça entrou. Ela ficou paralisada, ofegando e gruindo. Forcei mais um pouco e quando percebi já estava mais da metade dentro do rabo dela. Ela ficou ali, estática e sem perder tempo, comecei a penetrar na sua bunda. Intermináveis carícias e gemidos, ela pediu mais forte e mais rápido. Soquei tanto que o seu corpo moreno balançava sem controle. Ela não sabia onde buscar mais prazer. Acelerei anunciando minha vez. Não sei como consegui segurar tanto. Ela exigiu encher seu rabo com minha porra. Ela agitava o quadril quase querendo que não terminasse jamais. Gozei tanto que achei que não terminaria. Ela consequentemente gozou junto comigo. Ficamos alguns minutos deitados, nos acariciando e beijando. Tateei cada parte da derme memorizando as curvas. Estávamos namorando como um casal apaixonado. Ela me impediu diversas vezes para que não questionasse o que aconteceu. Levantou sem cerimônia e entrou debaixo da ducha no pátio, completamente nua. O tapete estava úmido de suor e resíduos cremosos do nosso amor. Fui até ela tomar uma ducha também. Quando retornamos, fomos para a minha cama e fizemos amor outras duas vezes. Famintos e cansados, reforçamos o jantar. No sofá assistindo à programação do fim do domingo, adormecemos abraçados, como se não houvesse um amanhã.

Fui ao trabalho completamente renovado. O dia estava arrastado e preguiçoso. Quando cheguei à noite, o jantar já estava na mesa, diferente dos dias anteriores onde preparávamos juntos. Ela me pediu segredo eterno. Já havia traído os seus em outras relações, mas com tio Antônio foi a primeira vez. Ela o acha um pouco parado para os seus anseios. Amou o que fizemos na tarde de ontem. Ela também estava precisando e muito. Transei com ela ali mesmo no chão da cozinha e depois fizemos no chuveiro, durante um delicioso banho. No dia seguinte a mesma coisa, só que foi na área de serviço e depois no gramado do pátio dos fundos. No dia seguinte meu tio chegou, e eu, perdidamente apaixonado, evitei de ficar próximo a ela. Nossos encontros ficaram mais difíceis, mas cada vez mais quentes. Nunca me falou, mas acho que ela apaixonou também. Por vez ia até o trabalho dela e foi quando conheci uma amiga dela. Os nossos momentos eram mantidos no mais absoluto segredo. Nestes três anos que passaram, estou quase casando com Ariane, a amiga de trabalho de Vânia. Moro sozinho atualmente e já fui promovido à supervisor de estoque na empresa. Meu tio continua lá. Ainda mora com Vânia. Fico aqui, esperando sempre uma oportunidade de poder devorar o corpo magnífico e agradável da minha tia torta. As vezes faço amor com minha noiva, mas igual tia Vânia, está para existir alguém que me queira o quanto ela me quer. De verdade nos apaixonamos. Talvez vivamos este amor em segredo, pelo resto de nossas vidas. Nunca soube os motivos que a fez se entregar naquele fim de semana. Nem imaginava que viciaríamos um com outro. Quando sentimos saudades, ligamos e conversamos por horas, tentando achar uma brecha para mais um delicioso momento.

22 de Janeiro de 2022 às 21:58 1 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

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Juan Diskay Imagino os segredos e desejos mais íntimos de um ser e alimento-os com histórias picantes.

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Yasmim Santos Yasmim Santos
Amei
January 25, 2022, 08:13
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