sandra-longbottom24 Sandra Longbottom

Remus estava na Torre de Astronomia, pensando em sua vida, quando aparece uma pessoa à sua frente e têm uma conversa que mudará suas vidas. (personagens maiores de idade)


Fanfiction Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#halloween #yaoi #slash #lemon #sirem #wolfstar #two-shot #marotos #salily #potterween #31-Outubro #Bottomremus #Topsirius
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Capítulo 1 - Noite de Halloween

Nota da Autora:Oi! Mais um projeto que iniciei. É uma fanfic Yaoi, do Halloween, e terá como casais, Sirius/Remus (Wolfstar). Terá, no total, dois capítulos e contém Lemon. Se não gosta, por favor, não comente. Se gosta, tenho todo o prazer em ler seus comentários e de responder. Bjs :D


Uma boa leitura a todos ^^




S.L.




Remus se encontrava sozinho na Torre de Astronomia, a torre mais alta da Escola de Hogwarts. Era noite de Halloween, uma das noites mais desejadas pelas crianças bruxas, e todo o castelo estava comemorando essa data. Estava enfeitado com esqueletos, aranhas, abóboras flutuantes com expressões assustadoras e outras decorações referentes àquela festa. Os fantasmas estavam comemorando o aniversário de Nick quase sem Cabeça e os retratos conversavam animadamente indo para os quadros uns dos outros.




A lua, sua amiga e temível companheira, não aparecia no céu estrelado e escuro, o que o fazia se sentir um pouco nostálgico. Trajava uma capa por cima do uniforme, meia amarrotada pelo uso. Pertencera a seu pai e ele considerava de valor inestimável. Não se importava com as opiniões de seus colegas, principalmente das restantes casas, que zoavam sempre dele quando a vestia para ir aos passeios de Hogsmeade.




Suspirou, se sentindo repentinamente cansado. Estivera ali desde o término do jantar, enquanto seus colegas iam à biblioteca para buscar um livro ou se divertiam em seus salões comunais. Gostava de ficar sozinho com seus pensamentos, em um lugar sossegado. Pad e Prongs tinham decorado o Salão Principal com pequenos morcegos voadores, negros como a noite, que esvoaçam de um lado para o outro, distribuindo os doces da loja mágica de Hogsmeade, a quem conseguisse apanhá-los. Quem conseguiu o maior número tinham sido os jogadores de Quidditch, com sua rapidez e perícia, devido aos intensos treinos, oferecendo uma parte a amigos e companheiros.




Remus tinha achado a ideia interessante, era divertida e não machucava ninguém. Até os professores ficaram surpresos com o ato insólito dos Marotos. Dumbledore conseguira um número elevado de sorvetes de limão, seus doces preferidos, e entregara os restantes à sua colega Minerva. Tinha sido um jantar divertido, onde os alunos conversaram sobre as aulas, os treinos de Quidditch, as notícias dos jornais e das revistas, enquanto saboreavam a deliciosa comida feita pelos elfos domésticos, com seus bolsos recheados de balas e chocolates.




No fim do jantar, os alunos foram fazer o que precisavam e os Marotos se dirigiram para o Salão Comunal de Gryffindor, recebendo congratulações ao longo do caminho. Sirius e James, que eram os criadores da brincadeira, ficaram orgulhosos de si mesmos, se gabando enquanto ele dizia a senha para a Dama Gorda.




No Salão Comunal, os estudantes mais novos gritaram alegremente ao vê-los. Remus aproveitou esse momento para entrar sorrateiramente no dormitório masculino e buscar sua capa. Voltou para o Salão Comunal vendo que estavam todos distraídos e, passando discretamente por seus colegas, saiu para o corredor, sem se aperceber que estava sendo observado por uma pessoa. Precisava de ficar sozinho por uns momentos, colocar seus pensamentos em ordem. Avançou rapidamente pelos corredores até seu destino, não sendo apanhado. Os corredores estavam vazios, não se via nem uma pessoa e os retratos estavam vazios. Todos tinham ido se divertir. Subiu as escadas duas a duas até à torre e, quando lá chegou, se sentou nas escadas de madeira e relaxou.




Pensou em seus pais, que o amavam incondicionalmente, mas que também o temiam pelo monstro que era. Seus melhores amigos, que não o abandonaram quando descobriram sua condição.




E Sirius…sua pele se arrepiou ao pensar no jovem de cabelos negros e olhos cor do céu. Tinha um carinho enorme por ele. Sempre que pensava nele, se recordava como Padfoot tinha se tornado um Animargi por sua causa, como tinha cuidado de suas feridas depois de cada transformação. Se recordou que, uma vez, ele o visitou na enfermaria e lhe trouxe uma caixa de bombons de chocolate de leite e lhe ofereceu, depois de uma noite difícil, ficando conversando sobre as aulas e planos que James e ele estavam aprontando.


Como ele o abraçava com força depois de vencerem um jogo de Quidditch, ou como se derretia quando acariciava seus cabelos suaves. Como sua pele se arrepiava ao sentir o odor do perfume dele, ao escutar sua voz rouca e sensual, seu riso.




Sirius era uma pessoa inteligente, com um sorriso encantador e de lábios carnudos. Sua pele morena, suave ao toque, o atraia como um imã. Desejava abraçá-lo, sentir seu coração batendo em uníssono contra o dele, a voz suave e sensual sussurrando em seu ouvido, como sempre fazia sempre que ele estava melancólico.




Padfoot tinha sido seu primeiro amigo, a primeira pessoa com quem tinha conversado em Hogwarts. Ainda se recordava do sorriso largo e acolhedor de Black quando se falaram pela primeira vez. Estava com seus colegas no dormitório masculino, tentando escolher uma cama para dormir. Seu rosto pálido e cansado, tal como a cicatriz rosada que tinha na bochecha, tinha sido um sinal para que ninguém se aproximasse dele, temerosos. Tinha ficado sozinho durante toda a viagem de trem, ninguém com quem conversar sobre seus receios, somente desejando que tudo fosse diferente. Desejando ter um amigo, e Sirius tinha sido o primeiro.




Um vento frio interrompeu seus pensamentos, apertando inconscientemente a capa contra seu corpo, tentando se aquecer. Sabia que deveria voltar, mas desejava ficar um pouco mais. Fechou os olhos, pensando. Sentia falta de sua mãe, que o abraçava quando o frio era muito intenso, e lhe dava uma xícara de chocolate quente e um prato com biscoitos de manteiga. Que o aconchegava na cama e o beijava na testa, antes de cantar uma canção de ninar para ele adormecer. Sentia também falta de seu pai, sentia falta dos longos passeios pelo campo, onde se divertiam voando em uma vassoura. Como ele lhe contava histórias, depois de vir do emprego, com sua voz rouca e suave. Como ele tentava acalmá-lo antes de uma lua cheia, dizendo que tudo ficaria bem, e como cuidava dele depois daquele tormento ter passado. Tinha saudades de sua família.




Escutou um ruído atrás de si e abriu os olhos de imediato, sentindo seu coração batendo descompassadamente contra seu peito, sua mente gritando que tinha sido flagrado, e tentando pensar em uma desculpa para não apanhar detenção. Se virou, abrindo a boca para se desculpar, mas ao ver a pessoa, gritou:


– Padfoot! – Se levantou de um salto, seu coração aos pulos pelo susto. Sirius estava à sua frente, vestindo uma capa negra por baixo de seu uniforme, para se proteger do frio e, em suas mãos, trazia uma xícara de chocolate quente. Seu amigo olhou para ele e perguntou:


– Que está fazendo aqui, Moony?






Continua….




Nota da Autora: Oi! Espero que tenham gostado do capítulo. Tentarei postar o próximo o mais rapidamente possível. Comentem, por favor, dizendo o que acharam. Bjs :D

7 de Dezembro de 2021 às 21:47 0 Denunciar Insira Seguir história
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Leia o próximo capítulo Capítulo 2 - Revelando seus Sentimentos

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