u15715377901571537790 Gláucio Imada Tamura

Após dias e dias com muita tensão no escritório, finalmente o jovem corretor Renato está em condições de tirar umas férias do ambiente de trabalho que tanto o sobrecarregou nos últimos meses. Seu destino?! Uma viagem feita em família de Florianópolis até uma fazenda localizada em Sanclerlândia de Goiás, local este onde residem os sogros. Renato só não esperava que seus momentos de descanso e lazer, de uma hora pra outra iriam se transformar num tremendo pesadelo.


Horror Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#horror #suspense #terror #drama #assassinato #serialkiller
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Prólogo

Atenção!

Pode haver na narrativa deste livro, temas pesados como: tortura, sarcasmo, violência sexual, palavras obscenas e loucura. Caso você sinta alguma aversão a estes temas, o recomendável é não continuar...


Prólogo

Bem da margem de um riacho, deu pra ouvir a quilômetros de distância dali, o barulho de vários tiros pipocados para o alto, afugentando uma revoada de pássaros que, até momentos antes, permanecia aninhada nos galhos mais altos das árvores.

— Cala-te puta safada! Ou vai morrer! — ordenou o bandido.

— Pelo amor de Deus, moço, não me mata! — implorou a vítima de joelhos pra ele.

Mas o bandido não demonstrou remorso diante de suas súplicas, permanecendo com o olhar frio, distante.

— Eu juro que faço tudo que você quiser! — barganhou a mulher, tentando ganhar mais tempo de vida — Eu tenho família. Eu tenho filhos pra criar.

Depois de oferecer um sorriso sarcástico; que foi como se dissesse a ela: “Estou pouco me lixando se você tem filhos, marido, ou o diabo a quatro!”, o bandido afrouxou o cinto e desceu lentamente a braguilha. Depois foi arriando a calça, sambando de um lado e pro outro, até que seu membro graúdo pulou pra fora da cueca. Pra provar que não estava pra brincadeiras, o bandido engatilhou a pistola e fincou na testa da mulher.

— É só me dar um pouco de prazer. — ele disse gentilmente — Mas se negar, eu furo seus miolos! Deixo seu cadáver apodrecendo no meio dessas águas...

A mulher até que pensou em resisti-lo, como da última vez, que no caso a deixou com o corpo cheio de hematomas e as vestes todas aos frangalhos. Mas em seguida desistiu, pois diferente de antes, percebeu que o dedo que repousava sobre o gatilho pareceu mais convicto.

— Vai, puta, abre logo esse bocão aí! Tá esperando o quê?! — esbravejou o bandido.

Por fim, apesar do choro represado, gritando pra explodir em seu peito, nos segundos seguintes o que até então entrava mole em sua boca, aos poucos foi ocupando cada vez mais espaço entre seus lábios.

— Ah, assim... — o bandido revirou os olhos de prazer — Continua... Não pare...

Naquele instante, o mundo parou para a mulher que a partir dali só desejava que aquilo tudo acabasse rápido. Mas a intensão do sujeito era outra. De forma que, enquanto ela estava a lhe satisfazer, ele meio que buscou receber um prazer extra, tipo, explorando suas intimidades.

— Mas confessa aí, — ele perguntou — você costuma chupar o pau do seu marido?

No entanto a mulher fingiu não ouvir, permanecendo com os olhos fechados; totalmente concentrada no trabalho de lhe satisfazer.

— Ué, por acaso o gato comeu sua língua? — o bandido a confrontou irritado, de forma que depois de gritar: “QUER MORRER!”, ele a ergueu pelo pescoço para enforcá-la.

Lágrimas caíam dos olhos da mulher, já todo borrado por causa da maquiagem escura. Mas quando ela fez menção que iria falar, ele afrouxou os dedos cravados em seu pescoço.

— Eu nunca fiz isso no meu marido. — ela respondeu. Depois baixou os olhos e disse: — Moço, isso é contra a nossa religião!

E como o bandido a soltou, a mulher tornou a se ajoelhar pra continuar o que estava fazendo.

— Mas me diga uma coisa, — o bandido tornou a provocar, acariciando seus cabelos — tirando o fato disso ser contra seu Deus; o que você está achando da experiência? Está gostando de me chupar? Pode falar a verdade, não vou achar ruim.

Como a mulher não o respondeu de pronto, logo ela recebeu um tapa bem forte no ouvido: “Plaft!”. Ao que ela ergueu o rosto sofrido e, aos soluços, gemeu duas coisas, primeiro: “sim”, e em seguida: “pois agora eu sou sua putinha”.

O sujeito se regozijou de prazer, de forma que aquele “sim” e aquele seu: “pois agora eu sou sua putinha”, começou a lhe fritar os miolos.

— Estou quase gozando, puta! Não pare! Chupa com mais força! — um tempo depois o bandido gemeu. E como ao ouvir isso a mulher buscou se afastar um pouco, pra evitar se sujar; sem lhe dar trégua o bandido tornou a fincar a pistola no centro da sua testa.

— Ah, — ele reclamou — quer dizer que a minha putinha não quer beber meu leitinho não, é?

E como a mulher ficou sem reação, logo o bandido a agarrou pelos cabelos, e a obrigou a permanecer grudada nele, até que tudo fosse consumado.

Segundos depois, bem longe da margem daquele mesmo riacho, pôde se ouvir o som dos tiros sendo misturados com o barulho de altos gemidos, e que por fim acabou afugentando a revoada de pássaros que até momentos antes tinha acabado de aninhar-se nos galhos mais altos das árvores.

23 de Novembro de 2021 às 15:57 1 Denunciar Insira Seguir história
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Edilene Maria Edilene Maria
Pesada a história mais gostei muito
November 23, 2021, 19:11
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