messias Messias Silva

azami morningbane era um elfo que vivia seus dias tranquilos na cidade de lórinand tinha o trabalho de guarda, certo dia a cidade foi atacada e no meio do caos o rei dos elfos foi morto, um dia depois do ocorrido azami foi acusado de traição e banido do reino dos elfos a única saída será subir a torre , uma torre amaldiçoada com 67 andares que é a única ligação entre o mundo dos humanos e o mundo elfico, para assim falar quem era o verdadeiro traidor.


Fantasia Épico Todo o público.
0
769 VISUALIZAÇÕES
Em progresso - Novo capítulo Toda semana
tempo de leitura
AA Compartilhar

A queda de um elfo

Era mais um dia na cidade de lórinand, a cidade principal dos elfos, ficava no centro de todas as outras cidades elficas porém aquele não seria mais um dia habitual, era tarde e um pequeno tumulto se formava no portão central da cidade, uma das carroças de transporte havia tombado causando o impedimento da entrada de qualquer coisa da cidade, em meio ao tumulto os guardas disseram:

— Por favor se acalmem já resolveremos isso.

E isso apenas causou mais tumulto, no meio a toda aquela confusão ouvisse um grito de dor:

— Ahhhhg

Ao ouvirem o grito os guardas foram rapidamente conferir o que estava acontecendo foi possível ver um homem estirado no chão com um punhal nas costas, enquanto os guardas se questionavam de quem poderia ter feito aquilo, passou um vulto e apunhalou outro guarda, e logo em seguida um dos guardas sentiu apenas uma lâmina passando de raspão por seu rosto, surpreso o suspeito disse:

— Qual o seu nome, já faz muito tempo que ninguém é rápido o suficiente para desviar de um golpe meu, diga-me antes que eu o desfira outro golpe!

— Me chamo Azami, Azami Morningbane.

— Me lembrarei desse nome, não vim para ficar de papo com um simples guarda estou atrás de um cargo maior se é que me entende.

E o estranho pulou por cima dos muros da cidade e correu em direção ao castelo

De imediato uma reunião foi acionada pela assembleia com o objetivo de escolher um novo rei e tentar descobrir o culpado, e assim foi feito, a reunião foi marcada para aquela tarde, chegando a hora marcada a reunião se inicia, por mais que se dialogava não chegavam a um consenso, ficaram ali por horas conversando até no momento em que alguém abre a porta do parlamento:

— Quem ousa invadir está reunião!

— Peço desculpas senhores, mas, tenho uma informação que julgo ser de extrema importância.

— Espero que realmente seja importante, ou será exilado por ter tomado essa ação.

— Como eu ia dizendo, tenho uma ideia de quem é o assassino.

— Prossiga.

— Quem é o elfo mais rápido do reino? Azami, quem que se recusou a servir o rei diretamente e protestou contra sua coroação? Azami novamente, qual foi o único guarda do portão que saiu com vida? não preciso nem concluir, odeio ter que dizer isso mas Azami Morningbane é o assassino do rei!

— Se sua tese estiver certa, como explica o fato de que Azami trabalha na guarda?

— Isso é muito simples meus senhores, todos nós precisamos de dinheiro para sobreviver e sabemos que o trabalho de guarda rende muito dinheiro.

— Nisso você tem razão, guardas, chamem Azami para escutarmos ele.

E então os guardas foram atrás de Azami, rodaram a cidade toda e não o acharam, entraram em cada estabelecimento em busca dele, após algumas horas o procurando ouviram a voz dele e adentraram no bar de que vinha a voz.

— Azami, sua presença está sendo convocada na assembleia.

— Sobre qual acusação?

— Não importa, nós acompanhe ou iremos levá-lo a força.

— Não nós exaltamos, já estou indo.

E eles seguiram em direção ao castelo onde estava a assembleia, caminharam por alguns minutos até chegarem a assembleia, chegando no portão os guardas disseram:

— Trouxemos ele.

— Abram as portas. exclamou um dos membros da assembleia.

E eles entraram, estava um clima pesado e nada amigável, todos hesitaram para falar qualquer palavra, foram poucos segundo que pareceram horas de silêncio, isso se quebrou quando Azami questionou a assembleia:

— Porque estou aqui?

— Está aqui sobre a acusação de ser o assassino do rei.

— Isso é um absurdo, como podem me acusar se eu tentei defender a vida do rei.

— Tem alguma testemunha para comprovar o que está dizendo?

— Todos os guardas reais estavam presentes no momento.

— Quais guardas? Os que sumiram uma hora após o ataque?

— Como assim sumiram?

— Se fazendo de desentendido a está altura?

— Não estou me fazendo de desentendido, eu não sabia do sumiço dos guardas até esse instante, são acusações sem provas, acho insignificante minha presença.

— Discordo completamente disso, está tudo muito conveniente para o seu lado, sente e aguarde seu veredito em silêncio.

E assim todos os membros que estavam em reunião começaram a discutir, Azami era ou não culpado, tinha realmente matado o rei ou foi apenas um grande equívoco, era tudo uma incógnita, após vários minutos discutindo essa questão veio em fim o veredito:

— Devido a falta de provas para a defesa de Azami e ao grande números de conhecidencias, será exilado e perderá suas asas, caso queira voltar a ter seu direito de viver em nosso reino terá que passar pela torre, quer dizer suas últimas palavras?

— Subirei essa maldita torre e provarei que sou inocente e se eu conseguir isso me tornarei o novo rei!

— Estamos de acordo com isso, sabemos que você morrerá tentando, guardas, levem para fora daqui e o mandem para o mundo dos humanos, vamos ver quanto tempo ele irá demorar para subir a torre, isso é se ele conseguir.

Então os guardas levaram o acusado para o elevador, com toda a certeza aquela era a pior punição, a única coisa que diferia um elfo de um humano eram suas asas e passar por aquele elevador significava se tornar um mero humano.

— Está pronto para descer Azami?

— Não preciso ouvir isso de um mero guarda.

— Sabe que não está em posição de falar algo, boa viagem.

E então Azami entrou no elevador, com toda certeza estava nervoso, não queria perder suas asas, mas ao mesmo tempo queria provar sua inocência, e o elevador foi acionado descia rápido o suficiente para não fazer barulho qualquer e em poucos segundos chegou lá embaixo, devido a velocidade e o impacto Azami desmaiou, ficou ali algumas horas desacordado.

Quando se deu conta havia passado um dia inteiro, rapidamente levantou e foi a entrada da cidade, andando poucos minutos foi possível ler a placa "cidade Thurmond" surpreso suspirou fundo e disse:

— Que maldição, não basta eu ter perdido minhas asas vim parar na cidade mais pobre do reino tenho a impressão que não será meu dia de sorte.

— Após isso Azami caminhou em direção a uma loja de armas, as paredes eram antigas e dava para se ver que estava bem velha e a placa que estava rachada escrita com carvão " gun shop" tinha uma portinhola, no momento em que enconcostou nela ela despencou, irritado com sua situação ele disse em tom sarcástico:

— Tem alguma alma viva nessa espelunca?

E ao fundo foi possível ouvir uma voz:

— Não diga isso meu jovem, isso me entristece tudo bem que já estou chegando na minha terceira centena de ano juntamente com essa loja, mas não precisa dizer assim dela.

— Se está chegando na sua terceira centena de ano certamente não é humano.

E o dono da voz apareceu.

— Certemente não sou, estou longe de ser.

— Vejo que é um inseto, de que raça?

— Da raça dos besouros, E meio indelicado da minha parte mas posso fazer uma pergunta?

— Claro.

— O que fazes aqui.

— Fui exilado.

— Exilado? De qual reino.

— Do reino dos elfo.

— Elfos.

— Sim, vim aqui em busca de equipamentos, mas não estou com nada de valor.

— Discordo de você.

— Porque discorda.

— Este seu colar, é uma moeda elfica?

— Sim, porquê?

— Estaria disposta a gastar ela?

— Quanto está valendo está moeda nessa cidade?

— Serei bem sincero com você meu jovem, com essa moeda você compra minha loja toda.

— Compreendo.

Em um movimento rápido Azami tirou o colar e o jogou na bancada.

— Pode pegar ele, não irei precisar mesmo.

— Tem certeza disso meu jovem?

— Sim tenho a certeza.

— Irá querer minha loja?

— Apenas irei pegar o que me é nescessário.

— O que está procurando?

— Um par de pistolas e uma espada de pequeno porte.

— Acho que tenho algo perfeito para você, me acompanhe.

Então eles foram aos fundos do estabelecimento, o besouro pegou uma caixa embaixo da bancada que estava trancada com dois cadeados, enquanto estava procurando as chaves ele disse:

— Nunca achei que conseguiria vender isso, uma vez um velho aventureiro adentrou a torre e voltou com elas, ele disse para mim nunca a vender pois ninguém seria capaz de pagar, mas certamente ele estava enganado, achei as chaves vou abrir a caixa.

— E com um esforço tanto quanto alto, ele conseguiu abrir a caixa, e lá estava uma bela pistola negra, totalmente detalhada, era tão escura quanto a noite, ao ver ela Azami questionou:

— Eu precisava de um par de pistolas não apenas uma.

— Pegue elas e veja o que irá acontecer.

Então ele empunhou a arma e nada aconteceu, indignado ele comentou:

— Bom, não aconteceu nada.

— Concentre sua energia nela, é uma arma mágica não irá funcionar se não se concentrar.

— Pronto estou concentrado e agora?

— Jogue a energia para a outra mão e veja a mágica acontecendo.

Então no momento em que ele fez isso a arma se duplicou e virou um par de lindas pistolas negras.

— Eu não disse que lhe daria um par de pistolas.

— Realmente é um par, e em questão das munições, tem para a venda?

— Ela não precisa de munições, ela ultiliza sua energia para materializar as balas e a potência dos tiros também irá váriar de acordo com sua energia.

— Então ela se torna inútil se minha energia se esgotar?

— Não só isso como provavelmente irá desmaiar.

— E a espada, tem algo tão especial quanto as pistolas?

— Infelizmente não, tenho apenas espadas simples mas estão em bom estados.

— Tudo bem poderis pegar uma para mim? De preferência com a bainha dela.

— Vou procurar algo que se adeque a você aguarde aqui.

Então Azami aguardou por alguns minutos, ficava admirando as pistolas, tentando entender como funcionária, enquanto estava pensando o velho chegou.

— Acho que isso será adequado para você.

E ele colocou a espada em cima do balcão.

— Ela é simples mas servirá para você.

— Tem um coldre para a pistola?

— Obviamente, pegue a maleta, e imagine que ela seja um coldre no mesmo tom que a das pistolas.

E em poucos instantes a maleta se moldou para um coldre.

— Não acredito que isso funcionou.

— Está foi a melhor pistola que tive em toda minha vida, cuide bem dela.

— Cuidarei delas, bom estou indo.

— E o restante do dinheiro?

— Pode ficar com você.

— Tem certeza disso meu jovem?

— Com toda certeza, você me ajudou muito, não posso perder tempo, estou de saída.

— Porque está com tanta pressa?

— Preciso subir aquela maldita torre.

— Você pretende chegar ao topo.

— Não pretendo, eu irei.

— Antes de ir poderia me dizer seu nome?

— Azami, Azami Morningbane, e qual seria seu nome?

— Duerba.

— Voltarei aqui Duerba, antes do fim da semana, se eu estiver vivo hahaha.

— Torço pela sua vitória.

Azami saiu pela porta, entrou na rua principal da cidade e foi caminhando, a cada passo tinha um flashback de como foi sua vida antes dessa catástrofe toda e só pensava em uma coisa, subir a torre e se tornar rei, também queria acabar com aquele que arruinou sua vida, mas nem sabia quem era, isso o gerava uma grande frustração, colocou a pistola no coldre que ficava na sua perna direita, ajustou a espada em suas costas e olhou a torre até onde era possível, suspirou e empurrou os portões da torre, e com muita confiança disse.

— Estou entrando.


29 de Novembro de 2021 às 19:27 0 Denunciar Insira Seguir história
2
Leia o próximo capítulo A Doppelganger

Comente algo

Publique!
Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a dizer alguma coisa!
~

Você está gostando da leitura?

Ei! Ainda faltam 1 capítulos restantes nesta história.
Para continuar lendo, por favor, faça login ou cadastre-se. É grátis!

Histórias relacionadas