nnylice03 Nnylice Costa

Asmodeus conhecido como o Demônio da Luxúria, aquele que caiu ao lado de Lúcifer e o que reinou ao lado de Lilíth. Em uma lenda antiga, dizia que Asmodeus, escolhia a dedo suas vítimas, as faziam gemer de prazer por toda a noite e logo as matava, jorrando seu veneno por suas presas com as de uma cobra. Jungkook morava em uma escola católica, seguia à risca os ensinamentos de Deus, até sonhar com aquele maldito demônio, naquele dia, havia tocado à si próprio pensando nele. Em uma sexta-feira de lua cheia, Jeon o viu ali, de carne e osso. Jeon não sabia, mas seria a próxima vítima de Asmodeus.


Erótico Para maiores de 18 apenas.

#inferno #bts #oneshot #demonau #jikook #jungkook #Jimin
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O Encanto do Demônio

Seus olhos eram vermelhos como o mais puro sangue; os cabelos pretos com mechas brilhosas em azul e a sua língua era bifurcada, semelhante à de uma cobra.

Era assim a aparência do demônio á sua frente.

Seu corpo era coberto por uma toga curta feita de seda, e era transparente, deixando seu corpo curvilíneo ficasse a mostra. Em seu rosto haviam escamas, assim como em seus braços e pernas.

— O-o que você é?

Pensou por sua vez que aquele ser à sua frente fosse satanás. O diabo tão falado e temido. Rapidamente deixou aquela hipótese descabida de lado, afinal, o Lúcifer era descrito como uma criatura horrenda e com pares de chifres enormes, acompanhado com um cheiro forte de enxofre. Aquela criatura não, sua imagem era bela, e estonteante.

– Sou um demônio, Jeon. Nunca ouviu falar do meu nome? Sou conhecido por essa gente como o Asmodeus.

O famoso demônio da luxúria, aquele que liderou parte do inferno juntamente com Lílith. Era conhecido por ser belo, e mal. Muito mal.

Não tinha dó nem piedade das suas vítimas. Os amava como nunca por somente uma noite e depois as matava, cravava suas presas no pescoço delas e os carregava para o inferno, para o servir eternamente.

– A-asmodeus? S-saía já daqui, sua a-aberração. – Jimin deu uma risadinha curta.

– Ora, Jungkook. Não seja tão mal educado, vim lhe fazer uma visita. Sei como se sente sozinho, coração.

O demônio tinha um sorriso presunçoso nos lábios. Se divertia ao observar o jovem coroinha se tremer de medo.

– O que um ser como você faz aqui? Não sabe que aqui é a casa de Deus? Criaturas como você não entram aqui!

– Não fique tão raivoso, belo jovem. Não fique assim, pois sei que não ficou dessa forma quando sonhou comigo à duas luas atrás.

– Foi você, não foi? Entrou na minha mente e fez com que eu fizesse aquelas coisas libidinosas.

Naquela noite, após sonhar com o demônio, Jeon se tocou, relembrando dos momentos daquele sonho erótico.

– Eu? Eu não lhe obriguei a nada, Jeon. Fez aquilo porque quis.

– Você me fez sonhar contigo.

– Pessoas sonham comigo o tempo inteiro. Até mesmo o padre. – conhecia aquele velho sarnento.

Pregava o amor e o respeito na casa de Deus, mas quando as cortinas se fechavam, ele se transformava em um nojento, abusava das meninas jovens daquele colégio. Mas a hora dele estava chegando, Jimin viria o buscar e quando o encontrasse, não teria misericórdia.

– Não minta para si mesmo, Jun. Eu sei dos seus desejos. E se quiser eu posso realiza-los.

Ele falava sempre com um tom falso de inocência, e com um sorriso presunçoso.

Sua voz era doce e melódica, quase como a de uma sereia pronta para atrair e naufragar aquele que caísse em seu encanto.

– Não fale dessa forma do padre! Não ouse tocar no nome dele, criatura imunda! E muito menos ouse chegar perto de mim.

– Pode me xingar, Jeon. Mas saiba que nada irá apagar as coisas que sente e pensa sobre mim, sei de todos os seus pensamentos impuros e o que desejou fazer com o meu corpo naquela noite.

– Suas palavras e intenções impuras não irão me fazer pecar.

Asmodeus se aproximou do corpo robusto do moreno e lhe observou de cima a baixo. Lubrificou sua boca com a língua, chamando a atenção de Jungkook.

Não conseguiu desviar e muito menos impedir o desejo de possuir aqueles lábios.

Só de imaginar suas mãos percorrendo por aquele corpo lhe dava arrepios.

Queria rasgar aquele pano do demônio e ver, apreciar e degusta-lo, como se fosse sua comida predileta.

Sentiu as mãos frias do demônio em seu rosto. Estavam próximos demais, seus olhos foram para os da criatura, se perdendo em tamanha beleza.

– Seus olhos são...hipnotizantes. – olhava fixamente para os lumes avermelhados.

– Não hesite, Jeon. Se quer me provar, me prove. Deixe o arrependimento para amanhã.

Cheirou o pescoço do coroinha, sentindo o seu aroma natural.

As mãos de Jungkook pararam em sua cintura e o demônio sorriu vitorioso.

Estava conseguindo o que queria.

– Eu posso te levar para o céu, meu bem. É só você me permitir.

– Faça. Eu quero. – falou sem enrolar, sentia o seu pênis endurecer e doer.

Jimin o empurrou até que estivesse sentado na beirada da cama. Montou no colo do coroinha sentindo-o duro embaixo de si.

Rebolou no colo dele, o fazendo gemer baixo e rouco, extremamente perto do seu ouvido. Aquilo fazia o endiabrado se arrepiar por inteiro.

– Por essa noite, pode me chamar por Jimin.

Se aproximou do rosto trêmulo do rapaz e cortando o espaço, Jeon o beijou.

Jungkook beijava de forma lenta e intensa, era como se provasse de um fruto proibido. Ele se sentia como Adão; sendo enganado pela serpente e no final, não resistindo e provando do fruto proibido, nesse caso, os lábios preenchidos de Jimin.

Jungkook pegou forte a bunda do Park, o trouxe para mais perto de si. Apertou com gana sua bunda, arrancando dele um gemido arrastado e baixo.

Gemeu de forma rouca, sentindo os beijos em seu pescoço. A língua bifurcada passeou pelo seu pescoço, e tombou a cabeça para trás e fechou os olhos.

Jimin sorria sacana á cada reação de Jungkook ao seus toques.

Todas as suas vítimas sempre o negavam e no final, sempre se rendiam, aquilo, de certa forma, alimentava o seu ego.

– T-tira essa roupa.

– Apressado, não?

Retirou a única peça que cobria o seu corpo, e a jogou no chão.

Jungkook desceu o seu olhar pelo corpo curvilíneo do demónio, e literalmente salivou.

Jimin gostava de ser admirado, principalmente por alguém tão bonito como Jungkook.

– És tão belo, Jeon. Me deixe lhe provar, uh? – ele dizia tudo aquilo olhando firmemente para os olhos redondos e pretinhos do coroinha.

Jungkook engoliu seco e estremeceu, via os olhos vermelhos do demônio mudarem drasticamente para um lilás cintilante.

Aquilo indiciava sua luxúria.

Seus olhos mudavam de cor de acordo com os seus sentimentos. Amarelo, felicidade; Lilás, luxúria. Verde, irá; e azul, amor. Como esperado, seus olhos nunca ficaram azuis.

O endiabrado saiu do seu colo e se ajoelhou rente à si.

Sua respiração estava desregulada, sentia-se à beira de um infarto. Nunca havia se sentindo tão ansioso e nervoso em toda sua vida.

– V-vai fazer o que? – Jimin riu nasalado.

– Irei lhe chupar, Jeon. Vou te chupar até que se despeje na minha boca. Vai me dar isso? Vai encher a minha boca com a sua porra?

– N-não fale dessa forma.

Era engraçado a situação de Jungkook, não queria que Asmodeus não falasse palavras sujas, mesmo que em sua mente, estivesse o fantasiando com a boca toda suja de porra.

Jimin desceu as calças dele, tendo a ajuda do moreno.

Vivendo desde os 5 anos naquele orfanato religioso, Jungkook realmente nunca teve contato com nada considerado sujo e imundo pela igreja. Nunca viu nenhum conteúdo pornográfico, e nunca sequer se masturbou. Até a porcaria daquele sonho. O demônio estava abaixo de si, gemendo baixo e manhoso, enquanto Jungkook metia nele em frenesi. Quando acordou, suas calças estavam apertadas e não resistiu; tocou-se à si próprio. Rendendo-se ao pecado da luxúria.

Por um momento sua mente ficou nublada. Nunca pensou que fosse tão bom a mão de outra pessoa em sua intimidade, era uma sensação diferente e gostosa.

Seu padre havia pregado há alguns dias atrás sobre os pecados da carne. O sexo, principalmente com outro homem.

Completamente rendido aos toques explícitos do demônio, Jungkook duvidava das palavras do padre, pois o demônio trabalhava tão bem no seu caralho que aquilo era gostoso demais para parecer algo errado. Asmodeus fazia o errado parecer algo certo.

Sentiu a língua dele lamber sua base até que chegasse à glande, e ele em seguida lhe enfiou na boca.

Jimin era quente, sua boca era quente, ela lhe abrigava tão bem que em segundos já podia sentir o orgasmo se formando em seu baixo ventre.

– Está vindo para mim? Venha, Jungkook. Se despeje na minha boca.

Foi como uma ordem, como se ele tivesse domínio absoluto do seu corpo. Logo soltou um gemido alto e rouco, se desmanchando na boca do demônio.

Assistiu ele engolir sua porra com volúpia, então ele se levantou novamente e sentou em seu colo.

– Gostou do agrado, Jun? – sem saber muito o que fazer, o jovem coroinha moveu sua cabeça para cima e para baixo. – Se deite.

O obedecendo, Jungkook desceu e se deitou.

E então ele se aproximou tomando os lábios dele. Sentiu novamente ele se esfregando contra o seu pau. E droga, havia ficado duro de novo.

– Abra a boca. – disse logo depois de se separar dos lábios do moreno.

Assim como lhe pedido, Jeon abriu sua boca.

– Agora chupa. – seus dois dedos foram para a boca de Jungkook.

Jungkook os lambeu até que Asmodeus estivesse satisfeito.

Jimin os retirou da boca do jovem coroinha e os levou para a própria entrada. Penetrou-se e soltou um gemido manhoso, chamando pelo nome do outro.

Jungkook encarava tudo aquilo com água na boca, literalmente alocando pela imagem extremamente erótica do demônio.

Jeon levou suas mãos grandes foram para a cintura de Jimin e acariciou ali, arrancando um sorriso terno do de mechas cintilantes.

– Está gostando disso?

– Aham.

– Vai gostar mais se eu cavalgar em você, Jungkookie? – Jungkook balançou sua cabeça incontáveis vezes, queria sentir o prazer de estar dentro do demônio. – Peça com jeitinho, Jungkookie. Sei que você consegue. – Jungkook respirou fundo e tomou coragem.

– Senta em mim, Jimin. Senta no meu pau, Asmodeus. Por favor... – Jimin sorriu largo.

– Seu desejo é uma ordem, coroinha.

Jimin retirou os seus dedos do seu interior e se encaixou melhor no colo do mais novo. Segurou a base do pênis rijo dele e o penetrou devagar em si.

Jimin fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, o sentindo fundo dentro de si. Ondulou o seu quadril e logo depois sentou com força.

Jungkook gemeu alto e rouco. Suas mãos apertavam forte a bunda do endiabrado, deixava marcas na pele alva de Jimin.

– Shh, bebê. Não faça barulho, ou podem acordar e nos ver aqui. Creio que não seja muito fã de exibicionismo.

Jimin continuou sentando naquele pau com força. Nunca se cansava e para Jungkook, aquele ser era insaciável.

Asmodeus arranhava os ombros fortes do rapaz com as suas unhas nem tão grandes, porém capazes de deixar estragos na pele do Jeon.

Enquanto sentava distribuía beijos em todo o seu pescoço, raspando seus dentes na pele do coroinha. Seu desejo de o morder crescia em seu interior.

De repente Jungkook subiu suas pernas e iniciou uma sequência de investidas no interior do demônio.

Jimin empinou sua bunda, ficando praticamente de quatro em cima do coroinha.

Jungkook gozou no interior do demônio, mas não parou, continou investindo contra ele, até que ele voltou a quicar em si.

Asmodeus, havia finalmente gozado, e sorriu.

Jungkook sentiu algo como se fosse agulhas o perfurando, gritou de dor, jogando o demônio do seu colo de forma desesperada.

Seu ar havia evaporado, tossia sem parar e seu rosto tomava uma coloração roxa assustadora.

– Nos vemos no inferno, querido.

A criatura havia sumido,sobrando somente o corpo robusto de Jeon agonizando naquele quarto pequeno.

Seus olhos aos poucos se fecharam e foi perdendo a consciência, até que não sentisse mais o seu corpo.

E então Jeon finalmente havia falecido.

(··················)

Jeon acordou se sentindo quente, o que era um pouco estranho para um cadáver.

– Eu não morri?

Abriu os olhos, enxergando um céu avermelhado, quase como se fosse o inferno.

– Espera? Aquele demônio desgraçado!

– Cara, você também transou com o Asmodeus?

– S-sim. – confirmou tímido.

– É, eu também. Ele transou comigo, me mordeu e agora eu estou aqui.

Jungkook sentiu algo parecido com ciúmes, sentiu-se mal ao perceber que não era o único. Jeon nunca soube sobre Asmodeus ou o que ele fazia.

Arregalou os olhos quando o enxergou, estava em uma das janelas daquele grande castelo. Em suas costas haviam um par de asas negras gigantes, Jimin estava ao lado de um mulher de beleza extravagante e de cabelos ruivos.

Viu ele sorrir para si e jurou ver seus olhos mudarem rapidamente para uma cor azulada, porém logo seus mirantes vermelhos voltaram normalmente.

– Ele não é bonito? – o homem voltou a falar.

– É, semelhante à um anjo.

– Caído...literalmente.—

26 de Outubro de 2021 às 13:25 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

Conheça o autor

Nnylice Costa nunca irei saber os motivos para gostar tanto de ler e escrever fanfics

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