valkyrion Andeson Moreira LOPES

A milênios, o mundo foi criado por um ser extremamente poderoso, um titã chamado Menfis. Tinha poder suficiente para dizimar o universo e controlá-lo a sua vontade. Mas pouco após o mundo ser criado, um ser maligno surgiu nos confins do universo, seu nome era Monroth. Ele era tão poderoso, que sua energia negativa era sentida por todas as pessoas. Temendo por uma onda de caos no mundo, Menfis tramou uma luta poderosa contra este ser, mas ambos tinham a mesma força e nível de poder. Vendo que seus esforços eram inúteis, e que seria muito difícil mata-lo, Menfis usou toda energia que ainda lhe restava, para enviar o titã pra um mundo bem distante e inóspito. Antes de ser banido Monroth jurou vingança, e que voltaria para destruir tudo que Menfis criou. Menfis ao escutar essas palavras, deu vida a duas crianças, um menino e uma menina, distribuiu todo seu poder entre os dois, e os mandou para Arcânia, o lugar mais tranquilo e seguro de todo o mundo. Assim dando início a uma nova era. E caso no futuro seu maior inimigo retorne, os irmão juntos dos humanos, protegeram todo o mundo. Menfis também lançou suas 10 armas no mundo, são as armas mais poderosos do universo, sendo que a pessoa que os encontrar poderá ter um poder extraordinário, são chamadas de Armas celestiais. O tempo passou e os dois bebês cresceram. O menino com nome de Arghu, um guerreiro poderoso, que pode contruí e conjurar qualquer arma que venha em sua mente. Também possui uma força e resistência imensa. E a menina com nome de Yriel, uma poderosa maga que tem poderes supremos, super inteligente e seus poderes são ilimitados. Essa é uma história de Alta Fantasia.


Fantasia Épico Para maiores de 18 apenas.

#armas #guerreiro #elfos #aventura #magia
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Prólogo

Entre as montanhas, existia uma pequena aldeia chamada Saburot. É um lugar pacífico, humilde, e não possuía muitas riquezas. Mas, apesar de ter uma vida simples, as pessoas eram muito alegres naquela aldeia.

Foi então que em uma noite fria e chuvosa, um tremor, seguido por uma grande explosão, aconteceu vindo da região da floresta negra, esta que se encontrava ao sudeste da aldeia.

Os moradores se assustaram, e correram para dentro de suas casas, trancando todas as portas e janelas. Mas um casal de camponeses que passava pelo entorno da floresta, escutaram o choro de um bebê.

Reuniram toda coragem que conseguiram, e adentraram a floresta em busca do som de choro.

Estes, usavam capas de chuva que cobriam todo o corpo, braços e pernas, e nos pés usavam botas grandes. Cada momento naquela floresta causava muita tensão, além de uma forte sensação de estarem sendo vigiados.

Após um longo tempo caminhando pela floresta, encontraram uma menina dentro de uma cesta, embrulhada com um manto de seda vermelho. Uma seda que era bastante resistente, e ao seu lado, uma pequena espada.

A menina que aparentava ter por volta de 10 meses a 1 ano de idade, tinha um par de asas em suas costa que desapareceram em um piscar de olhos.

— Beto, olha, um bebê. Devemos leva-la para casa, aqui ela pode acabar tendo alguma doença, ou até adoecer por causa dessa chuva forte — diz a mulher correndo em direção ao bebê.

— Isso me parece perigoso, à pouco, tive a sensação de estarmos sendo vigiados, e estou com um pouco de medo — fala Beto com uma expressão de medo.

— Somos as únicas pessoas que vieram até aqui, e isso só porque escutamos o choro dela. Se não tivéssemos vindo, ela ficaria sozinha aqui na chuva fria. Pois como nossa aldeia é simples e muito pobre, não temos uma segurança muito boa, ou alguém que nos proteja. Nenhum outro aldeão se atreveria a vir até aqui, ainda mais depois da explosão que ocorrera neste lugar. Tem muitas lendas assustadoras sobre esta floresta. Eu à pouco, também senti a presença de alguém nos vigiando, mas pode ser fruto de nossa imaginação.

— Tudo bem! Vamos leva-la para casa, lá nós conversaremos melhor sobre isso. Deixa-la aqui não seria muito humano de nossa parte, e além disso nunca deixaria um bebê nessa floresta sozinha, correndo risco de ser atacada por algum animal ou até mesmo coisas piores.

O casal após um tempo de conversa, decidiram levar a menina para sua casa. E a medida que iam se distanciando do local, menos a sensação de estarem sendo vigiados era sentida.

Olhando dentre as Árvores, estava uma mulher belíssima com um cabelo loiro longo, olhos azuis brilhantes, e uma roupa elegantes. Vestia uma capa grande que iria da altura dos ombros até embaixo, da mesma cor que o manto que estavam enrolados na menina. Sua expressão era de uma tristeza enorme, além de lágrimas escorrendo pelo seu belo rosto, e com uma voz bem baixinha sussurra:

— Filhinha, você ficará melhor com eles, estará segura se ficar por aqui. No nosso reino é muito perigoso para você, um dia saberá tudo sobre o porquê de eu ter te deixei aqui nesse lugar, mas até que esse dia chegue você crescerá muito, e se tornará forte.

Desaparece logo em seguida.

A medida que o casal corria para a aldeia, surgia barulhos e uivos de lobos. Desesperados com a menina nos braços, correram o mais rápido que podiam. Com o tempo, os barulhos e uivos foram ficando menos frequentes, até que finalmente desapareceram em meio à floresta negra.

Logo após saírem da floresta, o casal com muita pressa e sem dizer nada, entraram em sua casa, o que deixou os moradores curiosos, que não perceberam o bebê com eles.

A casa era pequena, tendo uma lareira, dois quartos pequenos, cozinha e um banheiro. Era pintada de uma cor viva, além de ser uma casa bastante arejada.

O casal leva o bebê para o quarto, e lá deitam ela na cama, secam e aquecem com um cobertor.

— Não é muita coisa, mas deve servir para aquece-lá por um tempo. E o que vamos fazer agora Paula? O que faremos com essa criança? O que dizemos aos nossos aldeões que estão lá fora, se perguntando o porquê de não pararmos para falar com eles naquela hora?! — pergunta Beto para sua esposa.

— Não podemos fazer muita coisa, não somos um casal que temos muitas posses, mas podemos cria-la pelo menos, até que alguém apareça e prove que é familiar dessa menina, mas pelo jeito que estava lá na floresta, não acho que tenha uma família — diz Paula para Beto.

— Criá-la? você está doida? olhe a forma que ela está vestida, isso não é qualquer tecido simples não, é um manto muito elegante e com certeza alguém virá atrás dela. E o que diremos aos aldeões? Ainda mais que a partir do momento que pegamos a menina e a trouxemos, nós escutamos barulhos na floresta, pode ser perigoso — diz Beto com uma expressão séria.

— Mas e se não aparecer ninguém Beto?! Deixamos ela lá na floresta sozinha?... Vamos fazer o seguinte, vamos espera uma semana, e se ninguém aparecer nós criamos ela, o que acha? E se algo acontecer nós protegemos ela. Quanto aos aldeões, podemos falar para eles, mas não da forma que encontramos — retruca Paula.

— Claro que não deveríamos ter deixado ela lá naquela chuva, fico muito feliz por você ter arriscado sua vida para salvar a vida dessa menina... Tudo bem! Vamos esperar alguns dias, e se não encontrarmos ninguém criamos a menina na nossa casa.

— Você também salvou ela, afinal você foi comigo naquela floresta — diz Paula para Beto. E logo em seguida o abraça junto ao bebê.

Vários meses se passaram, e ninguém apareceu procurando a pequena menina, então o casal resolveu criá-la. Contaram aos aldeões sobre a menina, mas esconderam a forma que ela foi encontrada na floresta. Falaram que eles adotaram a menina em uma cidade vizinha chamada Trishia, esta que fica a 3 km de distancia de Saburot.

Deram à menina o nome de Stella.

22 de Outubro de 2021 às 18:02 0 Denunciar Insira Seguir história
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