2minpjct 2Min Pjct

Começa quando eles ainda mal tinham altura o suficiente para tocar a campainha de uma casa durante o Halloween para pedir doces. E pode ou não haver alguns ursos metafóricos no meio. Talvez terminasse com apenas uma foto e uma coroa de plástico em mãos pequeninas para lembrar daquele dia, mas o destino tinha outras ideias para aquela história.


Fanfiction Bandas/Cantores Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#bts #2minpjct #minmin #2min #minimini #kid-fic #park-jimin #min-yoongi #fluffy #jimin #halloween
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Capítulo 1

Escrito por: Sra_Lovegood / @SraLovegood


Notas iniciais: Olá, pessoinhas! Tudo bem?
Então, essa é a primeira fanfic que eu escrevo e publico do universo BTS. Já fazia bastante tempo que eu não escrevia nada, então resolvi entrar para o projeto de Yoonmin para me forçar a escrever alguma coisa. Eu pessoalmente amei o tema e o resultado, e até fiquei morrendo de vontade de escrever mais! Hahaha

Mas enfim, espero que vocês gostem também!

Agradecimentos a minha beta @2minym/2minym do 2Min que me ajudou a ver as coisinhas que eu deixei passar ♡

OBS: Capa por @wingsfar.


~~

A campainha da casa de onde ele se encontrava em frente era alta demais para alcançar e, mesmo ficando na ponta dos pés e estendendo seus bracinhos o mais longe que podia, ainda não era o suficiente.

Contra sua vontade, Jimin sentiu um biquinho começar a se formar em seus lábios.

Ele não queria ter que pedir ao seu irmão mais velho para tocar a campainha para ele, mas também não queria ficar sem receber seus doces. E com base na menininha com a cesta lotada de doces que esbarrou com ele enquanto ele subia os degraus para essa casa em específico, a pessoa que morava ali era muito generosa. Ele viu algumas de suas barras de chocolate favoritas na cesta da garota.

Ele realmente queria ganhar aquelas barras também.

E tudo bem. Jimin podia não ser tão alto quanto as outras crianças — ainda, pois sua mãe prometeu que ele se tornaria um rapaz muito alto e forte quando fosse mais velho —, mas ele era muito esperto. Ele daria um jeito.

Com seus pequenos olhinhos, ele procurou seu irmão mais velho, que tinha sido encarregado por seus pais de levá-lo para pegar doces naquele Halloween, assim como também de cuidar dele. O que, aliás, ele não estava fazendo muito bem, assim como observou naquele momento.

Seu irmão estava mais uma vez distraído, conversando com uma menina da idade dele, e fazendo aquilo que sua mãe uma vez lhe disse que se chamava flertar.

Ugh. Era nojento.

Jimin nunca flertaria em sua vida. As pessoas ficavam esquisitas flertando, e Jimin não queria ser esquisito. Sim, era uma boa ideia.

E falando em boas ideias, Jimin sentiu uma lâmpada metafórica acender em cima de seus cachos negros ao observar que, ao lado da casa, no meio do jardim, escondido atrás de algumas flores azuis e brancas muito bonitas, era possível ver a metade de um banquinho de madeira, que parecia leve o suficiente para ele carregar e alto o suficiente para ele subir em cima e alcançar a campainha.

Sim, ele era O MAIS esperto.

Sorrateiramente, ele desceu os degraus e, com suas perninhas curtas, pulou as raízes de algumas grandes árvores que ficavam em frente às flores bonitas, que daquele ângulo ele sabia que escondiam o banquinho de vista.

Foi um pouco difícil, pois ele quase se desequilibrou uma vez ao atravessar a maior raiz, e a espada falsa que ele tinha pendurada na cintura, que complementava sua fantasia de príncipe, também balançava muitas vezes e enroscava em algumas outras plantas.

Por que essa pessoa tinha tantas plantas em casa?

Jimin não se surpreenderia se alguns animais confundissem aquele jardim com uma floresta e resolvessem morar ali. Talvez até tivesse um urso.

Hum.

Não, sem urso. Não havia urso ali. Nem caberia! Onde o urso se esconderia?

Um pouco em pânico, ele começou a virar sua cabeça para os lados, tentando descobrir um possível esconderijo para um urso ou algum animal maior. Suas mãozinhas começaram a suar e seu coração a bater mais rápido.

Ele estava sendo apenas estúpido, certo? Não tinha como existir um urso ali. Se houvesse, o lugar estaria fechado, eles não deixariam crianças entrar ali. E haveria placas! Sim, Jimin tinha certeza que teria muitas placas com avisos.

Só que... talvez houvesse placas, mas Jimin não saberia. Ele ainda não tinha aprendido a ler.

Por um momento, Jimin cogitou abandonar seu plano, dar meia-volta e esquecer tudo sobre os chocolates; ou menos pensou em deixar seu orgulho de lado e pedir ajuda ao seu irmão. E foi durante esses segundos de análise que ele de repente ouviu um pequeno barulho, parecido com um gemido, vir detrás das mesmas flores que escondiam o banquinho.

Todo o corpo de Jimin congelou, estático. Não, não, não. Não podia ser.

Jimin, então, sentiu ele mesmo fazer um barulho sufocado na garganta, como a tentativa de um grito abortado. Ele rapidamente levou suas duas mãozinhas a boca, na tentativa de abafar qualquer barulho. Tudo que ele menos queria agora era chamar a atenção do que quer que seja que estivesse naquele jardim.

Ele já tinha dado alguns passos para trás, devagarzinho, e já estava prestes a dar às costas as flores e começar a correr de volta para a entrada da casa quando, de repente, viu duas pequenas penugens, fofas e amarelas, aparecer por cima das flores.

Oh, meu Deus! Realmente havia um animal ali.

Seu corpo começou a se mover antes mesmo de ele decidir isso racionalmente, no intuito de fugir dali o mais rápido possível, mas ele acabou se esquecendo das raízes grandes e altas que haviam ali, e seu pequeno corpo foi ao chão depois de tropeçar bruscamente nelas.

Tendo aceitado seu destino cruel — sua vida terminaria ali, ele seria comido por um monstro —, Jimin se encolheu em posição fetal no chão e levou suas pequenas mãozinhas aos olhos. Ele se recusava a ver o monstro que iria lhe comer.

Jimin ficou o mais quieto que pôde e esperou, quietinho.

Seu corpo tremia tanto de medo e adrenalina, e seus ouvidos estavam parcialmente cobertos por seus antebraços, que ele quase não ouviu as palavras dirigidas a si.

— Hum... Oi? Você está bem?

Contra a sua vontade, os seus olhos se abriram até ficarem do tamanho de pratos. O monstro estava falando com ele?

— Oi? Você precisa de ajuda?

O monstro estava preocupado com Jimin? Monstros falavam?

Contra seu melhor julgamento e instinto de sobrevivência inato que todo ser humano tinha, Jimin lentamente se colocou de joelhos e, apenas tremendo levemente ainda, procurou a fonte da voz. Sua curiosidade o venceu.

Ele sentiu sua boca se abrir em um ‘o’ perfeito ao encontrar olhinhos pequenos e curiosos lhe encarando de volta. Uma criança, havia uma criança ali. E pelo que Jimin conseguia observar, ela tinha mais ou menos sua idade e seu tamanho e estava exatamente atrás das flores onde também estava o banquinho.

O corpo da criança estava praticamente oculto ainda atrás da planta, só sua pequena cabeça e ombros eram visíveis de onde ela mesma estava ajoelhada e olhando para Jimin. Mas não foi nada disso que o surpreendeu e chocou.

A criança — um menino, Jimin tinha quase certeza — trajava a fantasia mais fofa que Jimin já tinha visto. E ele só conseguia ver a metade de onde estava! A fantasia era toda amarela e felpuda, e cobria quase totalmente a cabeça da criança, deixando apenas seu rostinho visível. E tinha orelhinhas. Orelhinhas marrons e fofas, que fizeram os dedos de Jimin coçarem para tocar.

Deus, era a coisa mais fofa que Jimin tinha visto em toda a sua vida! Ele sentiu um desejo quase incontrolável de correr em direção ao menino, e abraçá-lo, e não o soltar nunca mais.

O menino com a fantasia de príncipe sentiu suas bochechas gordinhas e rechonchudas esquentarem e ficarem vermelhas ao pensar nisso.

Será que ele tinha febre? Ele estava doente?

Antes que seus pensamentos corressem ainda mais, Jimin escutou novamente o menino falando.

— Você está bem? Você caiu bem feio aí.

Jimin assentiu rapidamente, antes de lembrar que o mais educado era responder com palavras. E ele realmente sentia vontade de impressionar aquele menino, por algum motivo. Quem sabe eles pudessem ser amigos.

— É... Sim, eu estou, foi só uma queda pequena. Nem doeu — Jimin completou com um sorriso brilhante, que era sua marca registrada; aquele que fazia seus olhinhos praticamente fecharem.

— Bom — o garotinho disse, baixinho, e logo em seguida voltou para trás das flores, mais uma vez apenas as orelhinhas da sua fantasia de gatinho visível.

— Hey, volte aqui!

Jimin levantou-se e cruzou finalmente o caminho até as flores, percebendo que elas, na verdade, formavam um semicírculo, onde bem no meio estava o menininho, sentado no chão com seus bracinhos apoiados no banquinho e seu rostinho amuado repousado em cima destes.

— Hum... Você está bem? — Jimin repetiu a pergunta que foi feita a ele mesmo alguns minutos antes. Curioso, ele se abaixou e sentou-se em frente ao menino, com as perninhas cruzadas em formato de triângulo. Ele apoiou seus cotovelos nas pernas e juntou seus punhos, onde descansou seu queixo, numa quase imitação da postura do outro garoto.

Ele inclinou sua cabecinha para o lado e observou os olhinhos do outro garoto, que estavam vermelhos, inchados e um pouco brilhantes.

— Você estava chorando? — Jimin perguntou alarmado, naquela falta de tato que apenas as crianças têm em sua inocência.

— Não, eu não estava chorando. Eu estou bem.

Jimin levantou suas duas sobrancelhas, cético.

— Mas eu consigo ver que você estava chorando. Por que você estava chorando? Você se machucou? Você está perdido?

O garotinho enfiou o rosto nos bracinhos e se escondeu do olhar do menino com a fantasia de príncipe.

— Não, eu não estou perdido. Eu estou bem, você pode ir embora. — A voz do garoto era abafada, pois seu rosto estava completamente escondido.

Jimin fez um biquinho, contrariado.

Por que o outro menino estava mentindo para ele? Ele claramente tinha chorado e ainda estava chateado. Jimin só queria saber para poder ajudá-lo. Ele odiava ver as pessoas tristes e, por algum motivo, observar os olhinhos brilhantes daquele garotinho fofo fazia seu coraçãozinho doer.

Ele queria ver o pequeno gatinho sorrindo.

Com suas mãos gordinhas e macias, Jimin delicadamente estendeu-as até que pudesse encontrar um pequeno espaço entre as brechas dos braços do outro menino e tocar com seus dedinhos o rostinho dele, na intenção de fazê-lo olhar para si.

O outro garoto retesou-se com o toque repentino, fazendo com que fosse fácil para Jimin colocar sua outra mãozinha na brecha e segurar o rosto do pequeno gatinho entre suas duas mãozinhas.

O garoto estava finalmente com a cabeça levantada, encarando Jimin com os olhos arregalados, seu rostinho começando a ficar vermelho. Ele abriu a boca como se fosse dizer algo, mas nada acabou saindo. Ele parecia chocado e envergonhado em medidas iguais pela ação de Jimin e por ter os olhos destes focados tão atentamente em si.

— O que você está fazendo? — ele disse após longos segundos de silêncio, sua voz gaguejando um pouco.

Jimin parecia hipnotizado.

— Você tem os olhos mais bonitos, alguém já te disse isso?

A boca do garoto abriu-se em choque.

— O quê? O que você está dizendo, meus olhos nã-

— Eles são pequenos, mas brilhantes, como bolinhas de gude. — Jimin parecia muito sério. — Ou estrelas. Sim, definitivamente estrelas. Olhos como estrelas.

— Você não pode dizer isso! Me solte, por favor. — O menininho parecia totalmente escandalizado, seu rosto vermelho como um morango.

Com um sorriso e uma pequena carícia na bochecha do gatinho, Jimin retirou suas mãozinhas dele e voltou para sua posição anterior. Ele tinha uma expressão satisfeita no rosto.

— Qual o seu nome? — Jimin perguntou.

— Minha mãe disse que não posso dizer meu nome a estranhos.

Jimin fez um biquinho, amuado.

— Mas como poderemos ser amigos se você não me disser seu nome? Então sempre seremos estranhos.

O garotinho fitou Jimin atentamente. Sim, isso fazia bastante sentido. E não faria muito mal dizer o seu nome, certo?

— Yoongi, Min Yoongi.

— Prazer, Yoongi! Eu me chamo Jimin. Park Jimin.

O sorriso de Jimin era ofuscante, seus olhinhos quase fechados, e Yoongi sentiu seus próprios lábios formarem um sorriso também.

— Agora que somos amigos, você poderia me dizer o que te deixou chateado?

— Nos tornamos amigos só para você saber o motivo? Foi isso? — Yoongi perguntou, sentindo-se um pouco ofendido.

— Não, eu quero saber porque, como seu amigo, é meu dever cuidar de você e te deixar feliz, e para isso eu preciso saber o que te deixou triste. — Jimin parecia feroz falando.

— Oh...

Os dois menininhos se encararam, sérios, e depois de alguns minutos Yoongi pareceu chegar a uma decisão.

— Tudo bem... Eu estava chorando...

Por alguns instantes, Jimin sentiu vontade de socar o ar, comemorando, porque, afinal, ele estava certo, Yoongi tinha mesmo chorado. Mas algo lhe dizia que seu mais novo amigo não apreciaria o gesto.

— Por quê?

— Porque as outras crianças foram más comigo... — ele completou, e então, para desespero de Jimin, seus olhinhos começaram a marejar novamente.

— Oh, por favor, não, não chore!

Jimin rapidamente engatinhou até o lado do menininho e o passou seus dois bracinhos pela lateral do corpo deste, em um abraço um pouco estranho, porém muito apertado e quentinho.

Yoongi sentiu seu coração acelerar com isso.

Ele não estava acostumado a receber abraços de pessoas que não eram seus pais, e ainda assim, nem estes eram do tipo que demonstravam afeto fisicamente.

Mas era bom. Jimin tinha um abraço bom.

Ele timidamente virou em direção a Jimin e retribuiu o abraço, passando seus braços ao redor do pescoço do outro menino. Ele enterrou seu rosto no pescoço de Jimin e ficou lá, e de vez em quando uma fungada podia ser escutada.

— Está tudo bem, Yoongi-ah, você pode me contar. Você pode confiar em mim.

Ao ouvir essas palavras, o pequeno corpo do gatinho relaxou completamente, praticamente caindo no colo de Jimin, e ele começou a falar baixinho:

— As outras crianças estavam rindo da minha fantasia. Elas disseram que eu parecia bobo, e que eu parecia uma menina. — As palavras saíam um pouco abafadas, pois ele ainda tinha o rostinho enfiado na dobra entre o pescoço e o ombro do outro garoto. — Eu sabia que isso aconteceria quando minha mãe escolheu essa fantasia... E-eu não queria, mas ela insistiu. E então viemos pedir doces, mas ela ficou me esperando no parque e eu saí com um grupo grande de crianças, alguns pais e outras crianças mais velhas. Mas depois que elas começaram a me zoar, eu corri para cá e me escondi...

Jimin sentiu uma fúria invadi-lo ao escutar a história de Yoongi e apertou ainda mais seus braços em volta dele.

— Isso é ridículo, Yoongi-ah! Você é literalmente a coisa mais fofa e linda que eu já vi na minha vida, você não parece bobo!

Yoongi agradecia a qualquer entidade sagrada que morasse lá em cima por ter seu rosto escondido, pois ele sentia que estava corando até o último fio de cabelo.

— Você não pode sair dizendo essas coisas, Jimin! E-eu não sou lindo, eu não sou uma menina.

— Não, você não é uma menina, mas você ainda é mais bonito que qualquer menina que eu já vi. E sua fantasia é a melhor que eu vi hoje.

— Por favor, cale a boca.

Yoongi sentiu seus olhinhos voltarem a marejar, mas agora não era de tristeza, apesar de ele não ser capaz de nomear qual exatamente era o sentimento.

— Bom, mas não é só sua opinião que importa. Quando eu sair daqui, eles vão continuar a me zoar.

— Não, eles não vão. Eu vou me certificar disso — Jimin disse, sério. — Eu vou com você e vou te proteger, eu prometo. Qualquer pessoa que tentar te intimidar vai ter que me enfrentar também. Dois são melhores que um, certo? E olhe... — Jimin apontou para sua fantasia. — Eu sou um príncipe hoje. Então será como um conto de fadas, eu vou andar com você e ser seu herói hoje.

Yoongi parecia mortificado e emocionado. Deus, ele estava sentindo tanta coisa, era tão confuso.

— Eu não sou uma princesa, você não precisa me proteger. — Yoongi contrariou-o, mais por hábito do que por qualquer outro motivo.

Jimin se afastou do abraço, segurou Yoongi pelos ombros e o fitou fixamente.

— Não, mas você é meu amigo agora, e é isso que os amigos fazem — ele completou com um sorriso. E, mesmo se ele quisesse lutar contra isso (e ele não queria), Yoongi não conseguiria evitar o sorriso enorme que abriu em seu rosto também.

E Jimin descobriu que podia ter encontrado ali seu sorriso favorito em todo o mundo.

Depois disso, eles passaram as horas seguintes pedindo doces juntos, um colado ao outro pelo quadril, praticamente. Yoongi até mesmo ajudou Jimin a levar o banquinho até a porta para pedir os doces que ele queria. O irmão mais velho de Jimin seguia atrás deles, desinteressado, mal percebendo que seu irmão sumiu por longos minutos e depois voltou com um amigo.

E quando seus pais os encontraram, eles estavam assim, duas cabecinhas juntas, sentados em um banco no parque com suas cestas de chocolate e doces entre eles, rindo e permanecendo o mais próximo possível.

A cena era tão fofa que os pais de Jimin não deixaram de tirar uma foto para guardar de recordação.

Já Yoongi, ele terminou o dia com lembranças felizes, um novo amigo e uma pequena coroa de plástico dourada em suas pequenas mãozinhas, a única coisa que, mal sabia, ele teria como prova daquele dia por anos e anos.


~~


Notas finais: Eu pessoalmente morro de amores pelos Kid Yoonmin! Vocês também?



22 de Outubro de 2021 às 19:56 0 Denunciar Insira Seguir história
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