dia-girassol Lua Cordial

Este é o relato da história de dois jovens, na qual Celina tinha motivos para odiar Levi, mesmo assim, ela decide seguir pelo caminho da compaixão, o jeito arisco de Levi é uma proteção que ele criou por causa de tudo que passou, Celina sabe disso...


Romance Todo o público.
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Uma escolha

Um garoto está a caminho do orfanato, seus pais foram denunciados e presos pelos mals tratos que ele sofria, seu nome é Levi, cabelos pretos e olhos azuis como o céu daquela noite, ele dormia com a cabeça escorada no vidro da janela do ônibus, ao som da chuva e dos trovões.

Ele acorda com o motorista anunciando a chegada a parada 26, Levi então desce do ônibus e começa a andar na chuva a procura do orfanato.

Algum tempo depois, a chuva aumenta, então ele se acomoda num beco, e decide ficar lá até a chuva passar, assim ele poderia procurar o orfanato.

De repente, Levi sente as gotas que escorriam sobre ele cessarem, ao levantar o olhar, Levi vê uma garota segurando um guarda chuva sobre ele, cabelos castanhos esfuansantes ao vento, olhos tão prateados quanto a própria lua, quando ele foca no rosto dela, memórias vem a sua mente.

Memórias:

- Celina, seu cabelo tá mais horrível que ontem! HAHAHA!! E esses olhos? Devem estar enferrujados!

- Por que você zomba tanto de mim?

- Por que? Porque você é feia! HAHAHAHA!!!


- Você? - ele pergunta.

- Uh? - ela resmunga confusa.

- Celina...

- Como você sabe meu nome?

- Deixa de piada!! Você não sabe quem eu sou? - Levi levanta empurrando o guarda chuva.

Celina logo percebe quem é, ficando um tanto triste com as memórias que ela desejava esquecer, vindo a sua mente como um turbilhão:

- Você está procurando alguma coisa? Em outras palavras, algum lugar? - Celina diz como se não soubesse quem Levi era.

- Estou, mas isso não é da sua conta...

- Que pena, porque eu sei exatamente onde fica o lugar que você procura...

- Sabe?

- Sei! Mas já que não é da minha conta é me...

- Você pode me dizer onde fica?

- Mas não é da minha conta...

- Por favor.

- Venha comigo.

Os dois começam a caminhar embaixo do guarda chuva, eles caminham em total silêncio, nem sequer se olham, apenas ficam pensando.

Logo eles chegam ao orfanato, ambos entram:

- Eu moro aqui... - Celina fala de repente.

Enfim, resumindo o restante daquela noite, Levi se acomodou em seu quarto, mas não conseguiu dormir cedo com pensamentos fervendo em sua cabeça, mas logo ele adormece

17 de Outubro de 2021 às 04:10 0 Denunciar Insira Seguir história
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