juanpablo Juan Diskay

Não imaginava que naquele verão, naquela tarde fervente eu seria completamente saciada com os meus mais profundos anseios.


Erótico Para maiores de 18 apenas.

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UMA TARDE MUITO QUENTE

“Poderia tratar com indiferença a recente presença e a permanência de um belo homem e sua bela família que recentemente foi contratado pelo meu esposo, como médico veterinário para tratar os animais da nossa fazenda. Arnaldo, meu marido, sempre foi fazendeiro, dom herdado de seus pais que herdaram de seus avós e por aí foi. Também sempre vivi no interior. Meu pai sempre foi um homem do campo. Minha mãe sempre esteve ao seu lado, ajudando-o no que fosse preciso. As dificuldades eram inevitáveis. Sempre tivemos uma vida muito simples.

Arnaldo é uma criatura da terra. Pensa em um homem bruto para as coisas. Não me lembro sequer uma vez que eu tenha tido um orgasmo com ele. Na mesma velocidade que sobe em mim, desce fadigado com apenas uma vez. Gosto dele. Tenho medo que fique angustiada no futuro com a monotonia e o desgaste natural das relações, que imaginava ele ser melhor comigo. Raras vezes me abraçou. Me beija sem tesão. Me ama, mas do jeito dele. Não espero mais do que isso.

Temos três filhos. Uma mocinha de doze, um rapazinho de dez e uma rapinha de cinco anos. Ele não sabe (eu acho que não) que no meu último parto, liguei as trompas. Arrependi um pouco, mas já passou. Sei muito das coisas mundanas. Descobri o erotismo no período que vivi com meus tios na grande cidade. Passei um ano com minhas primas. Elas são mais velhas que eu. Quando eu fui para lá, estudar, me ensinaram tudo. Uma menina de catorze anos, que iniciava seu ciclo menstrual, se deixou levar pelas artimanhas e luxúria das primas que de bobas não tinham nada. Fizeram “gato e sapato” da menina do interior. Mas teve um mérito. Preservaram a minha inocência, mas acharam outros meios, como a entrada dos fundos. No começo doeu. Depois adorei.

Retornei das aulas, e aos quinze anos conheci Arnaldo. Não gostava muito dele, mas era sim a melhor opção aqui na roça. Começo tímido, mas não demorou muito para enfiar aquele cacetão na minha boca e encaixar a cabeça entre minhas pernas e me chupar incessantemente. Preservou também minha virgindade. Mas foi apenas no namoro. Casamos um ano depois. E tudo aquilo no namoro e no noivado desapareceu. É um ignorante na cama. Um brucutu. Também é um homem forte. Gente boa. Todos gostam dele. Menos bêbado. Não aguenta três doses de aguardente. Fica louco. Não há uma festa que não chegamos à metade. Fica chato e falante. Desmaia e só acorda no dia seguinte. Sóbrio retorna ao seu “eu” normal.

Retornando ao médico veterinário, Márcio, que não conseguia disfarçar seu olhar em mim. Todas as reuniões com as famílias, ele estava bem ali, me olhando, sem saber que corria minha alma com desejos e incertezas. Porque um homem culto, bonito e simpático, com uma companheira muito mais bonita que eu, Amanda, ficaria me olhando daquele jeito?

Sinceramente. Ficava intrigada. Uma dona de casa, três filhos, esposa do seu patrão, que no meu mais profundo íntimo não conseguia me enxergar como uma mulher desejável. Nunca dei ousadia para nenhum outro homem. Estava mesmo gostosa aquela abordagem.

Inevitável esclarecimento, estava mesmo um dia quente e já havia entrado debaixo da ducha fria umas quatro vezes para me refrescar. Um incômodo, nada sério, me fez deitar no sofá da sala, esperando passar a indisposição. Cochilei de cansaço e calor. Entreabri meus olhos e ali, na minha frente, estava ele, o médico, me olhando. Assustei, mas não disse nada. Aproximou, fez carinhos no meu rosto, ajeitou meu cabelo e me beijou. Retraí no início, mas depois acasalamos as línguas. Ele me dominava. Perdi as forças, Senti as carícias das mãos deslizando nas minhas coxas, levantando o vestido, espremendo meus seios. Ofeguei de tesão. Ele espremia seu quadril na minha virilha. Toquei nos peitos dele. Empurrei devagar. “Não! Pare! Pare com isso!” Sussurrei.

Levantou, me olhou profundamente, ajeitou a roupa, com um sorriso afastou como entrou. Em silêncio.

Fiquei alguns minutos, ali, pensando em tudo. Senti minha vagina molhada. Talvez não seria uma má idéia. Fui tomar outro banho.

Naquela noite, o brucutu atacou. Do mesmo jeito de sempre. Estava mais excitada que nunca. Gozou como um cavalo, virou e adormeceu. Toquei na minha buceta melada e me masturbei. Meus pensamentos no homem que me possuía era Márcio. Reprimi, mas acabei gozando. E muito.

Dias estranhos, evitava Márcio para que ninguém percebesse. Olhava-o de longe. Me xingava. Adúltera. Vagabunda. Etc... Não podia controlar meus anseios. Mas quando viria novamente?? Fiquei eternas tardes, esperando. Teve dias que nem calcinha usei. Estava louca de vontade. Me masturbava em quase todos os banhos. Estava me enlouquecendo. Acabaria fazendo uma besteira.

Mais um dia interminável. Não percebi que Arnaldo tinha ido à cidade naquela tarde. Um silêncio dominava as atividades intensas na fazenda. Lavava as louças. Início da tarde. Temperatura ainda acima do normal. As crianças na escola. Copos e copos com água gelada. Não via ninguém pela janela. Fui para o meu quarto trocar de roupa. Meu vestido estava úmido de suor. Displicência minha. Porta aberta. Passos rangeram no assoalho de madeira. Estática fiquei. Cobri meus seios com o vestido retirado. Estiquei o pescoço para entender. Dei um grito com o abraço dele. Tampou minha boca olhando para os meus olhos arregalados. Soltei o vestido. Tirou a mão da minha boca. Fechei os olhos. Ele foi agachando junto com beijos no meu pescoço, meus seios, meu ventre, minha virilha, puxou a calcinha. Expôs minha vulva. Beijou meus pêlos. Lambeu meu grelo. Me deitou na cama. Encheu sua boca com a minha buceta. Estalava beijos e chupadas na carne macia e molhada. Dedos entraram na minha fenda. Simulava uma penetração. Uma das mãos apertou meus seios. Comecei a gozar. Gritei como uma louca. Olhos ainda fechados. Não ouvia nada. Estava no transe do orgasmo. Cerrei os olhos. O vulto nu aproxima sobre mim. Abracei o corpo másculo e suado. Me beijou. Resvalou o prepúcio na minha fenda. Segurei a carne rija. Deslizei debaixo dele, e não resisti. Chupei-o por um bom tempo. Não calculei. Lembrei das minhas primas, me ensinando a mamar.

Ele me parou. Me chupou de novo e subiu sobre mim. Pela primeira vez senti outra rola me rasgando. Ele era mesmo incrível. Me esperou até que eu gozasse de novo. Enfiou tanto em mim que parecia querer me rasgar. Como estava bom. O suor pingava no meu corpo. Era assim que eu sempre quis. Estávamos encharcados de suor. Rebolada como uma louca debaixo dele. Como queria que fosse assim. Como ele sabia que queria assim? Me encheu com sua interminável porra. Não tirou. Continuou por mais alguns minutos. Batia forte sua virilha na minha. Me beijava. Me virou. Me comeu por trás. Eu rebolava como uma louca. Sentia o cacete enchendo minha buceta. Que pica gostosa. Estava na minha cama. No meu quarto. Com outro homem. Adorava. Ele me saciava. Me virou de novo e me penetrou como queria ser penetrada. Gozou de novo, me enchendo de amor.

Não conseguia abrir os olhos. Um silêncio. Abri os olhos. Meu corpo espalhado na cama e encharcado de suor. Passei a mão na minha buceta. O mel escorria nas minhas coxas e na minha bunda. A cama desarrumada indicava a intensidade do ocorrido. Onde ele estava? Novamente em silêncio entrou e em silêncio saiu. Apenas os gemidos e sussurros. O lençol estava manchado. Tomei um banho, limpei tudo. O que foi aquilo? Como foi bom. Quero mais.

Engano meu. Não sabia, mas era o último dia dele ali. No dia seguinte, o vi, com sua esposa, sumindo nas curvas da estrada, desaparecendo na intensa poeira.

Está eternamente na minha lembrança. Nunca perguntei sobre o seu paradeiro para não levantar suspeitas. Fiquei com várias perguntas nas minhas meditações. Porque me quis? Por que eu? Sem saber, me reanimou transformando-me em outra mulher. Continuo tocando minha vida rotineira, olhando no horizonte, na esperança que um dia ele reapareça e me faça mulher adúltera e safada novamente”.

15 de Outubro de 2021 às 21:49 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

Conheça o autor

Juan Diskay Imagino os segredos e desejos mais íntimos de um ser e alimento-os com histórias picantes.

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