lullabywoonder Lullaby Woonder

Um escritor, após publicar seu primeiro livro, busca inspiração para sua segunda obra; Mas sonhos de um passado muito distante o assombra todas as noites. A curiosidade levará esse escritor a descobrir algo que jamais imaginou acontecer. BL | BoyxBoy | +18 [Não aceito adapitaçoes!]


LGBT+ Para maiores de 18 apenas. © Forgotten Love

#love #AkaiIto #boylove #gay #Yaio
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꧁• Prólogo •꧂

Sejam muito bem vindos a Forgotten Love. Uma história de amor que, apesar do tempo, ainda persiste.
Tenham uma boa leitura.


A u t o r a

Você acredita em lendas? Ou até mesmo no amor verdadeiro?

Se não, irei te contar uma história que fará você, meu caro leitor, mudar de ideia.

Deixe-me fazer uma pequena pergunta antes de começarmos; você conhece a lenda japonesa Akai ito? Ela também é conhecida como "a lenda do fio vermelho''.

Essa lenda conta que um fio invisível aos nossos olhos é amarrado no dedo mindinho assim que nascemos. Esse fio está ligado a nossa alma gêmea, a quem estamos predestinados, seja uma relação de amor ou de ódio.

Invisível, inquebrável e infinito, o fio embaraça, enrola, mas nunca se parte. Não importa o tempo nem a distância, tampouco as circunstâncias que possam acontecer no meio do caminho. No final, as extremidades vão se encontrar e viver a felicidade plena que o destino reservou.

Agora que você conhece essa lenda, irei começar a te contar a história.

Há muitos anos atrás, no século XV. Em um grande reino conhecido como Ryukyu, viviam camponeses e plebeus, também conhecidos como o Clero.

No campo e na cidade, a vida dos homens e das mulheres medievais era muito dura. As moradias e as vestimentas eram, em geral, pobres, e a dieta baseava-se em cereais e legumes.

Não tinham festas comemorativas, apenas impostos e mais impostos cobrados dos guardas para pagar as mordomias do Imperador.

Nessa época, muitas pessoas foram mortas injustamente por terem sido acusadas de magia negra, por uma falsa acusação ou apenas por ir contrário ao xintó e ao taoísmo.

No campo, perto da cidade, morava uma família humilde, a família Takeda. A família era composta pelo pai, a mãe e quatro filhos homens e uma filha mulher.

Nessa pequena família humilde, o filho mais velho se chamava Naoki Takeda, um garoto trabalhador de 17 anos. Seus pais tinham esperança que seu filho logo encontrasse uma esposa, já que está na idade de se casar.

Naoki, apesar de ser obediente aos seus pais e um bom trabalhador, se recusava a todo custo se casar, sua intenção nunca foi essa. Ele queria ser um dos cavaleiros do imperador, mas esses sonhos aos poucos iam se tornando distantes.

E afinal, os pais das belas moças, queriam que a mesma se casasse com homens ricos e com títulos nobres, não com um pobre plebeu como ele.

Com isso, o menino se sentia irritado, ele não queria se casar, mas odiava o fato de ser recusado de uma forma tão ridícula.

Como era o seu dia de folga no campo, ele decidiu ir até o bosque onde havia um pequeno riacho para se banhar. Lá era o seu lugar secreto, onde ele podia descansar ou apenas fugir das encrencas que se metia.

Ele corria pelo campo em direção a floresta. Ele se sentia vivo enquanto sentia o vento bater contra seu rosto e fazer seus cabelos esvoaçarem. Era o único momento que se sentia vivo, correndo livremente pelo campo.

Ao chegar na floresta, um lindo homem de roupas tão brancas como as nuvens em um dia ensolarado e cabelos longos, amarrados por uma fita vermelha de seda detalhada em ouro. Ele estava sentado no chão encostado na árvore, ele cantarolava baixinho de olhos fechados, apenas sentindo a brisa fresca em seu rosto.

— Ei, garoto — Takeda o chamou. — O que te trás aqui?! Esse lugar não é seu!

— Ao olhar suas vestes, suponho que esse lugar também não o pertence. — O pequeno garoto se pronunciou com um pequeno sorriso estampado em seu rosto.

Para Takeda ele parecia mais um nobre de nariz empinado.

— Ora seu... Ninguém te deu educação?! — Takeda falou andando até o garoto.

— Seu mau humor me assusta. Já pensou em ser um pouco mais calmo? — O menino olhou para o outro. — Vamos, estou brincando com você, sente-se.

O homem até então desconhecido se sentou cruzando suas pernas e, com um grande sorriso, ele apontou para seu lado em um pedido mudo para que Naoki se sentasse ao seu lado.

— Como achou esse lugar? — Naoki se sentou ao lado do garoto e suspirou se encostando na árvore.

— Vim da Vila das Cerejeiras — O garoto falou ainda com um lindo sorriso no rosto.

— Vens de tão longe... Por que atravessaste a floresta sozinho?

— Eu gosto do ar da floresta — Ele se encostou na árvore e fechou seus olhos. — Aqui, ninguém pode me fazer mal...

— Como te chamas?

— Me chamo Yoshiro Ren — O garoto finalmente olhou nos olhos.

— Eu sou Naoki Takeda.

— "Árvore honesta", "nobre aspiração". Seu nome é belo.

— O seu significa "amor de lótus" não?

— Um significado tão bobo, não é? — Ren riu. — O que te trás para esse bosque?

— Assim como você, gosto da calmaria daqui. — Naoki falou.

— Você é um homem interessante, deve ter várias mulheres aos seus pés.

— Sou apenas um plebeu, não tenho essa fama. Mas não posso negar que há algumas atrás de mim. — Falou convencido.

— Você é um homem convencido. — Ren falou rindo. — Oh! Olhe, o sol já está se pondo, tenho que voltar antes que sintam a minha falta. — Ren se levantou e bateu em sua roupa, tirando a terra.

— Analisando suas vestes, você parece um nobre...

— Quem saiba eu seja um. — Ren sorriu e arrumou o coque no seu cabelo e começou a andar para longe.

— Ei! — Naoki se levantou rapidamente, algo dentro de si dizia para fazer isso. — Ao menos podemos nos encontrar novamente?

— Hm... Não me parece má ideia. — Ren olhou novamente para o garoto e sorriu. — Amanhã, assim que o sol se pôr.

Naoki sorriu e concordou. Já Yoshiro sumiu em meio às árvores.

Naquele mesmo dia, uma linda amizade havia se iniciado.

赤い糸

Na manhã subsequente, Naoki se encontrava ansioso. Ele queria ver aquele homem novamente e, apesar de sua arrogância, ele parecia ser um bom homem.

Seu olhar era perdido, mal prestava atenção ao seu redor, com isso, fora chamado atenção diversas vezes em seu trabalho.

— Parece estar tendo vários devaneios hoje, está pensando em uma das belas damas apresentadas por vosso pai?

— De fato são damas encantadoras, ricas e educadas, contudo, nenhuma me chamou a atenção.

— Fico espantado com isso, são as melhores mulheres da vila, as mais bonitas e de famílias bem sucedidas.

— Não tenho recursos para sustentar as riquezas dessas mulheres. — Naoki suspirou alto. — Sou um pobre homem nascido em uma família humilde.

— Seus pais tem um belo terreiro com uma colheita de arroz próspera! — Fuyuki olhou para o amigo.

— Isso não é o bastante. — Naoki riu.

— Isso é tudo por hoje, fizeram um bom trabalho!

— Finalmente! — Fuyuki suspirou alto. — Parecia que o sol nunca iria se pôr!

Naoki olhou para o horizonte e sorriu ao ver o sol se pôr. Ele entregou seu chapou para Fuyuki e começou a andar para longe dali.

— Aonde vai? — Seu amigo olhou confuso.

— Dar uma respirada. — Ele falou alto andando para longe de lá.

— Esse garoto... — Fuyuki falou rindo tirando seu próprio chapéu.

Naoki andava calmamente, mas assim que saiu do campo de visão dos trabalhadores e de seu amigo, ele começou a correr em direção à floresta. Ele corria como se não houvesse amanhã.

Quando chegou na tão esperada floresta, ele sorriu e diminuiu a velocidade de seus passos. Ele estava animado para ver aquele homem de cabelos longos e vestes claras novamente.

Por algum motivo seu coração palpitava rápido em seu peito, talvez a ansiedade por saber mais sobre aquele homem, ou apenas o medo que possa acontecer algo ruim consigo.

Seu sorriso foi desaparecendo assim que entrou na floresta, ele olhava para os lados atento a qualquer barulho e a qualquer movimento brusco nos arbustos.

Assim que chegou em frente daquela linda árvore, a mais grande e a mais alta, aquele homem não estava mais ali, por um segundo Naoki se sentiu um grande tolo por acreditar nas palavras de um desconhecido.

— Achei você. — Uma voz família foi ouvida atrás de Takeda. Em um susto ele se virou. — Ah! Mil perdões, não foi a minha intenção assustar você. — Yoshiro riu baixinho. — Pensava que tinha desistido de me encontrar.

— Eu nunca desisto! — Takeda falou convicto.

— Não sei se te acho um homem de palavra ou apenas um tolo que ouviu um estranho. Sabe bem que há feiticeiras por aí, eu poderia ser um deles.

— E você é? — Takeda perguntou em um tom divertido.

— Quem sabe eu seja, belo rapaz. — Yoshiro riu.

— Você é um nobre, não?

— E novamente essa pergunta. — Ren suspirou e andou até a árvore, se sentando em suas raízes.

— Bom, você sabe que está conversando com plebeu, certo?

— Vamos fazer assim; quando estivemos nessa floresta, nós somos iguais, sem nenhum título para nos atrapalhar.

— Ok... — Takeda concordou confuso, ele andou até o outro e se sentou ao seu lado.

— Sabe, já vi você aqui algumas vezes.

— Ahm? — Naoki questionou surpreso. — Você ficou me espiando?!

— Claro que não. — Yoshiro riu da reação alheia. — Assim que vi você, voltei para casa.

— Menos mal. — Takeda riu baixinho.

— Você deveria deixar seu cabelo crescer. — Yoshiro levou sua mão para os cabelos curtos e negros de Naoki. — Você ficaria lindo.

— Olha... — Naoki tirou a mão alheia de seus cabelos. — Apenas nobres podem ter cabelos grandes como o seu. Aliás, você é filho de quem?

— Hayato Ren, sou filho de um guerreiro do imperador.

— Wow! E você irá servi-lo também?

— Pretendo ser um simples camponês, mas parece que isso está fora de alcance para mim... — Yoshiro suspirou e se encostou no tronco da árvore, logo olhando para o homem ao seu lado. — E qual é o seu desejo?

— Quero ser um samurai! Servir nas guerras e ser um verdadeiro herói!

— Mas heróis salvam ao invés de matar... — Yoshiro falou olhando para o céu.

— Mas eu estarei servindo a nossa pátria, o nosso império ao lado do imperador.

— O imperador apenas dá ordens para matar, isso não é ser herói ou servir a pátria. Você deveria saber disso mais que ninguém. — Ren suspirou alto. — Enquanto cabeças rolam no campo de batalha, o imperador se serve com um grande banquete. Pessoas passam fome e frio nas noites geladas, mas ele continua sendo o herói, apenas sentado em seu trono.

— Você tem uma visão bem ampla... — Naoki sorriu envergonhado. — Mas mesmo sabendo disso tudo, você ainda quer ser um camponês. Por quê?

— Sua vida, apesar de difícil, é gratificante. Você trabalha para ganhar seu alimento, sua vida tem um propósito.

— Eu daria tudo para ter a sua vida! Você é um dos nobres, tem tudo e todos aos seus pés!

— Do que adianta tudo isso e não ter um pouco de felicidade? — Yoshiro encostou sua cabeça no ombro de Naoki, o que fez que o outro se assustasse.

— Ei... Sei que vocês nobres têm gostos peculiares, mas eu não sou... Desse tipo... — Naoki se referia a sabodomia, algo que era "famosa" entre alguns nobres. Afinal, muitos títulos de nobres foram banidos por esse motivo.

— Eu não farei nada que você não queira. Apenas me deixe descansar sobre seus ombros por alguns minutos...

Takeda suspirou alto, mas deixou aquele desconhecido descansar sobre si. Aquele homem de cabelos longos e roupas nobres dormiu como uma criança em seu ombro; parecia que a dias ele não dormia tão bem como naquela noite.

赤い糸

Passaram-se algumas semanas, e os dois homens continuavam se encontrando às espreitas naquela linda floresta, iluminada pelas estrelas e pela linda Lua.

A amizade deles apenas cresceu, os fazendo voltar tarde da noite, apenas para ficar mais tempo juntos. Eles eram o refúgio um do outro.

E a intimidade desses homens apenas aumentou assim que os lábios de Yoshiro tocaram os de Naoki, um simples selar que mudou a vida de ambos. E Naoki se tornou aquilo que ele mais julgava; um admirador do corpo masculino e de seus beijos cativantes. Mas ao contrário de muitos, ele tinha olhos apenas para um homem; aquele homem de cabelos longos que conheceu na floresta.

Mas em uma noite, aquela infame noite, Hayato, pai de Yoshiro, acabou seguindo seu filho em uma de suas noites. E viu a infame cena de seu próprio filho beijando os lábios de outro homem com luxúria. E tudo só piorou quando um arfar ecoou por sua boca.

O sangue daquele soldado ferveu e seus olhos demonstravam todo seu rancor. Em passos rápidos ele andou até os dois homens e pegou seu primogênito pelos braços e começou arrastar o mesmo pelo caminho enquanto ele tentava se soltar de suas mãos grossas e fortes.

Naoki se encontrava desesperado, sem saber o que fazer ou como reagir àquela situação. Ele apenas seguiu os dois implorando para que o mais velho soltasse seu amado. Mas ele não foi ouvido.

Por ser tarde da noite, eles tiveram a grande sorte de ninguém vê-los nessa infame situação. Assim que a porta da casa foi aberta, Hayato jogou seu filho contra o chão.

Naoki correu até seu amado e o ajudou a se levantar. Yoshiro tinha lágrimas em seus olhos, ele não imaginava que algo do tipo poderia acontecer, ele foi cuidadoso por tanto tempo; como pode cometer tal deslize?

— Sabe o que você fez?! Sabe o quanto eu sofri para chegar até aqui, para você estragar tudo?!

— Não fale assim com ele! — Takeda levantou para defender Yoshiro.

— E você quem é? O amante dele?

— Não! Sou seu único e verdadeiro amor!

— Não fale isso... — Yoshiro sussurrou, ele se ajoelhou na frente dos dois. — Me puna, mas deixe ele fora disso, eu o conduzi a fazer isso. Eu o seduzi!

Hayato empurrou Takeda e puxou seu filho por seus cabelos. Logo dizendo as seguintes palavras com rancor:

— Como tem coragem de proferir tais palavras tão nojentas?! — Hayato apertou os cabelos alheios com força.

— Aah... — Yoshiro gemeu de dor.

— Você me enoja. — Ele empurrou seu filho novamente, o fazendo colidir com o chão, pela segunda vez.

O homem andou em círculos irritado. Uma silhueta feminina foi vista no corredor.

— Querido, o que está acontecendo? — A mulher perguntou assustada.

— Não se intrometa, vá para a cama!

— É assim que trata sua mulher? — Naoki perguntou em um tom debochado. — Me pergunto, de onde vem a gentileza de Yoshiro, talvez apenas de sua mãe. E graças aos céus, apenas a ela.

— Naoki, pare... Ele pode te machucar... — Yoshiro se levantou às pressas e entrou na frente de Takeda.

— Estou falando com ele no momento! — Hayato agarrou os cabelos de seu filho o puxando para longe. Mas Naoki agarrou o pulso do mais velho, o impedindo.

— Solte os cabelos dele! — Naoki falou irritado.

O homem soltou o cabelo de seu filho e se soltou do aperto das mãos de Takeda, ele olhou diretamente nos olhos do mais novo e falou:

— Saia dessa casa, leve ele com você e nunca mais cruze o caminho comigo! Quero que vocês queimem na brasa do inferno, esse é o lugar de pessoas como você.

— Vai se desfazer assim de seu filho. Como se ele fosse nada? Que tipo de pai é você? Como sua esposa aguenta alguém tão temperamental como você?!

Hayato levou suas mãos para o pescoço do outro e falou irritado.

— Não fale da minha esposa em vão!

— Pai! — Yoshiro arregalou seus olhos ao ver o que seu pai estava fazendo. — Larga ele!!! — Ele tentava separar os dois.

— Parece... Que realmente... Nos veremos no inferno... — Naoki falou sorrindo, mas ainda tentando sair dos apertos das mãos grandes do mais velho.

— Solte ele!

— Cale a boca! — O homem falou irritado.

Naoki olhou uma última vez para seu amado e sorriu, um sorriso sincero.

— Eu... Sempre estarei... Com você... — Ele sussurrou com dificuldade.

— NÃO!!! — Yoshiro olhou envolta e viu a espada de seu pai. Ele pegou a mesma e colocou sobre seu próprio peito. — Solte ele ou me matarei! Todos o culparão por minha morte!

Assim que o homem soltou o pescoço de Takeda, o mesmo caiu contra o chão. Ele não havia resistido.

— Naoki... — Yoshiro correu até seu amado ainda com a espada em mãos. Ele soltou a mesma ao lado do corpo desacordado de Takeda e deitou sua cabeça sobre o peito do mesmo, para ouvir o coração do outro. — Você... O matou...?!

Yoshiro olhou irritado para o seu pai e se levantou.

— Eu não irei te matar, porque será apenas uma vingança volúvel, pois eu quero que você pague por cada dia da sua vida. — Ele olhou no fundo dos olhos de seu pai. — Isso é culpa sua, por todos que matou.

— Não faça isso!

Yoshiro olhou uma última vez o corpo do seu amado e falou:

— Eu te encontrarei, seja aonde você estiver, eu procurarei por você por toda a eternidade... Eu te amo e te encontrei...

Yoshiro olhou mais uma vez para seu pai e cravou a espada em seu próprio coração. Seu corpo colidiu com o chão, o vermelho vibrante escorria por todo o assoalho.

Ele olhou uma última vez para seu amado antes de dar seu último suspiro.

赤い糸



Mais uma história escrita com muito amor.
Estava tão anciosa para finalmente posta-la, e ai esta o meu bebê!
Trabalho nessa história há um tempinho, espero que gostem dela.

14 de Outubro de 2021 às 17:48 1 Denunciar Insira Seguir história
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Anna Neves Anna Neves
Olá! Lullaby Woonder, eu faço parte da Embaixada brasileira do Inkspired e estou aqui para lhe parabenizar pela Verificação da sua história. Preciso começar dizendo que sua história é apaixonante então logo na sua apresentação fiquei muito feliz com o que eu encontrei e bem nos primeiros parágrafos senti que seria uma experiência incrível. Um romance muito leve e doce, mas que no momento certo também retrata a realidade da vida e de todas as vivencia, o amor é uma eterna luta uma grande conquista. Sem defeitos, apenas elogios à sua dedicação ao apresentar essa obra extremamente complexa e que precisa ser lida com muita atenção por sua riqueza de detalhes, uma verdadeira obra de arte. Os personagens principais são tão lindos e humanos, "A lenda do fio vermelho", Naoki e Yoshiro e o amor impossível deles retratando um verdadeiro amor além do tempo. Adorei a forma como você aborda assuntos importantes com tanta propriedade e empatia, principalmente pelos escritores, representados no personagem Miyako Ren, que muitas vezes precisam superar muitas barreiras pelo sonho de ter suas obras publicadas. Suas palavras tem um enorme poder de tocar as pessoas porque é inevitável que não exista uma conexão. Seus personagens dentro do enredo estabelecido estão muito completos, sua escrita é fluída e isso demostra sua entrega a esse projeto. Você sabe muito bem o que esta fazendo. A confiança fica bem nítida na sua escrita e na forma como tudo se encaixa e se torna tão certo dentro das suas narrativas. Por fim você conquistou mais uma leitora que amou o seu trabalho e que deseja que você tenha sucesso e continue acreditando na sua vocação.
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