juanpablo Juan Diskay

Uma mulher linda. Uma reunião com família. Uma reunião com amigos. Doses excessivas. Perda de controle. Exposição. Desejos ferventes. Fidelidade quebrada. Tudo permitido. Uma única vez. Apenas.


Erótico Para maiores de 18 apenas.
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Virada do Ano - Traições Permitidas

“Não é modéstia dizer que realmente sou uma mulher bonita. Tenho dotes físicos impossíveis de não chamar a atenção dos olhos esfomeados de qualquer homem.

Pernas torneadas, cintura fina, pequenos seios, bumbum perfeito, tudo devidamente no seu lugar com cuidados com uma severa sequência de aulas de yoga e natação. Cabelos negros um pouco abaixo do ombro. Pele morena, um bronze disfarçado combinando com meus lábios carnudos e olhos castanhos. Me cuido muito. Salão de beleza era uma sala anexa ao meu apartamento, por assim dizer. Fiel todos os sábados de manhã.

Meu nome é Nathália. Me chamam de Nat. Sou casada, namorada? Não. Moro com meu companheiro, José Carlos, carinhosamente chamado de Nico a seis anos. Quando nos conhecemos eu tinha 19 anos e incrivelmente ainda era virgem. Namoramos três anos e resolvemos juntar “os panos”. Temos uma união estável. Incrível e deliciosamente estável. Como o amo. Não temos filhos. Estamos planejando.

E como gosto de me exibir. Os homens só faltam me comer com os olhos e insinuações atrevidas. Às vezes, confesso, que tem umas cantadas que mexem comigo. Mas sou fiel. Severamente fiel, pois é minha exigência em relação ao Nico. Ele também é um homem lindo, corpo perfeito moldados no vício das malhações quase diárias e atividades desportivas. Temos um círculo de amizade muito fechado. Os amigos e amigas dele são meus também.

Trabalho em um banco do governo, na área administrativa. Diria ser sorte minha pois no meu setor tem muitas mulheres bonitas, todas casadas, e realmente deixa os colegas de trabalho malucos e tira um pouco da atenção em mim. Nunca saio com eles com a intenção de evitar abordagens. Já ouvi boatos que rola muita traição nestas saídas. “Fulano pegou beltrana” e por aí vai.

Estava aproximando as festas de fim de ano. Estava estranhamente excitada. Passava quase o dia inteiro molhadinha. À noite descontava tudo na pica deliciosa do meu amor. Já me comeu de tudo quanto é jeito. Tem uma virilidade incrível. Gosta mesmo de meter em mim. Na sala, na cozinha, no chão, no banho, uma, duas e até três vezes. Me enche toda. Quando penso, me molho toda. Meu rabinho também já até acostumou.

Estou assim, excitada, desde que meu gerente, nos intervalos para lanche, me abordava e me cantava descaradamente. Aquele cidadão queria mesmo me comer. Até que um dia, me fez uma “proposta extremamente indecente”. Quase aceitei, mas em um compromisso de fidelidade, contei para Nico e estranhamente me pediu para dar uma cordinha para ver até onde iria. Inexplicavelmente gostou de saber que sua mulher é desejada por outro.

Fiz assim, mas não gostei pois não imaginava estar com outro homem. Nico foi o único. Até que um dia, eu e o gerente sozinhos na cozinha, não escondeu a excitação por mim, mostrando o volume na sua calça. Não avancei, vendo o erro da minha atitude. Porém não esqueci aquele volume. Desde então me encharco com as minhas imaginações.

Disse ao Nico, mas simplesmente me saciava. Comprei algumas roupas mais provocantes e podia sentir realmente de como era desejada. Fazia questão de mostrar meu corpo, deixando à mostra pequenos detalhes de minhas partes. Adorei fazer isto. Ficava cada vez mais aplacada.

Consegui alguns dias de descanso, e assim pude comemorar o natal com as nossas famílias. Alugamos um sítio para passarmos o fim de ano. Iria eu e Nico, minha irmã Patrícia com o marido Cláudio, o irmão do Nico, José Antônio e a sua esposa Fernanda, e Joana, Jô, com o namorado Paulo. Quatro casais. Passaríamos a virada de ano juntos e mais uns dois ou três dias.

Lugar aconchegante, várias suítes para casais, cozinha ampla e um lounge próximo à área da piscina, enorme por sinal.

Último dia do ano, vestimos o melhor, e muita bebida. Podia sentir o clima de muita exultação entre todos. As mulheres estavam deliciosamente lindas. Cada uma mais provocante que a outra. Eu usava um vestido branco acima dos joelhos, uma calcinha branca e sem soutien, apoiada em uma sandália salto agulha prateada. Nunca vi minha irmã, Pat, tão radiante. Havia um ar de sedução no ambiente. Reservada, observava Nico olhando para as moças. A cunhada estava sempre provocando-o. O irmão não ligava pois devorava minha irmã com os olhos. Meus mamilos destacavam no vestido de cetim. Eles sentados, deleitavam os movimentos dos nossos corpos em uma dança quase erótica. Sempre corria para sentir a língua do meu amado enchendo minha boca. As mãos atrevidas deslizavam nas minhas pernas, por debaixo do vestido, alcançando minha bunda e minha vulva. De relance via os outros parceiros observando aquele ataque do Nico.

A vontade era despir ali mesmo, e sentar na pica dura, nitidamente destacada na bermuda. Retirava as mãos afoitas e retornava ao ritual dançante, dando gargalhadas sedutoras, abraçando as amigas.

Degustação exagerada com as misturas alcoólicas, vi Joana abraçando e sarrando o namorado, mostrando com nitidez sua calcinha, e percebendo ele tentando expor os seios da bêbada para chupá-los.

Aproximei de Nico, que também olhava o afoito contato do casal. Percebi que minha irmã com seu marido e meu cunhado com sua esposa também estavam observando Joana e Paulo que já extrapolavam os limites do desembaraço em estarem ali, na nossa presença. As mãos dele tocavam na intimidade da namorada que sussurrava gemidos, sem interromper o beijo quente e afoito.

Um silêncio imperava em nós. Percorri meu olhar e minha irmã já estava sendo bolinada pelo marido, José Antônio espremia os seios de Fernanda e eu sentia a mão macia de Nico, deslizando na minha vulva, sobre a calcinha. Fechei os olhos quando colou os lábios nos meus em um beijo delirante. Estava bêbada de álcool e tesão. Veio sobre mim e olhei Joana, que rebolava no colo do Paulo, com a tanga enfiada no rego da sua bunda, entregando os seios na língua vibrante.

O que estava acontecendo? Me perguntava. Nunca imaginei fazer amor com Nico na frente de alguém. Estava um pouco desconfortável, mas extremamente excitada. Nico parou de me beijar e sentou ao lado, ainda olhando Joana sobre Paulo. Todos olhavam. Estava excitante.

O tempo parou. Ouvia ainda alguns estrondos de foguetes. Ali, naquele lugar, apenas ouvíamos os gemidos e lamúrias de Joana. Paulo atacava com as mãos deslizando na bunda o no corpo da namorada. Ela parecia não importar (mesmo) com a nossa presença. Não havia pudor. Não entendia porque não queríamos que aquilo parasse. Joana gemia. Paulo atacava. A mão de Nico apertava minha vagina. Afastou a calcinha e tocou na minha fenda molhada. Levei instantaneamente minha mão no pau duro dele. Nunca o vi tão duro. Queria chupar. Queria ser chupada e depois ser possuída com aquele cacete enorme. Joana gemia cada vez mais. Pude ver um pequeno detalhe do pau do Paulo, deslizando na buceta escura da amante. Puxava a bunda para cima e ela rebolava o quadril, gemendo “ais” de prazer.

Vi minha irmã levantando, goleando o restante do líquido quente da taça. Contorcia lentamente o corpo na frente do marido. Abaixou o braço e puxou o minivestido, tirando-o. Expor seu belo corpo alvo, com os seios firmes, vestida apenas com uma calcinha discreta, e, tirando a as sandálias, dirigiu até a piscina, mergulhando na água que até aquele momento estava apenas decorada com alguns balões metálicos.

Fiquei boquiaberta com a extroversão de Pat. José Antônio, Nico e Cláudio apenas acompanharam com o olhar, explorando os detalhes eróticos na bunda e dos seios expostos.

Cláudio tirou a roupa e de cueca mergulhou atrás da esposa. Não demorou e eles já se pegavam na água da piscina. Dedos já entravam na minha fenda molhada. Queria mesmo uma pica entrando em mim. Sem perceber, as alças do meu vestido haviam derribadas, e Nico chupava meus mamilos. Segurei o mastro sobre a calça e ele, desbotoou a bermuda e puxou o cacete para fora. Deitei no colo dele, enchendo minha boca com aquele mastro duro. José Antônio estava sobre Fernanda que abriu as pernas para recebe-lo, assimilando uma penetração pois ainda estavam com suas roupas. Paulo estava de pé, tirando sua bermuda e Joana, extasiada, esperava seu namorado sobre ela com as pernas abertas, ainda de calcinha. Nico estava irreconhecível. Queria ver todos e ao mesmo tempo me expunha para os outros casais.

Na piscina, meu cunhado sentava na beira e minha irmã saboreava o pau dele, em uma chupada frenética. Vi pela primeira vez o pau do meu cunhado. José Antônio já penetrava Fernanda. Joana também já estava sendo enchida com a enorme pica do Paulo. Eu chupava Nico quando ele interrompeu, levantou e tirou a Bermuda. Aproximou, abriu minhas pernas, afastando a calcinha e começou a mamar meu grelo. Gozei na hora. Ele continuou, me afagando com passadas de mão e apertos no meus seios e nas coxas. Não conseguia abrir os olhos. Ouvia gemidos das parceiras, saboreando os ataques de seus amantes. Minha irmã chupava sem parar. Tanto Joana como Fernanda sentiam as penetrações de seus parceiros. Havia uma orgia fiel. Cada uma com seu amor.

Nico subiu, me beijou ternamente e senti seu pau duro entrando na minha buceta. Estava sem pressa. Penetrava vagarosamente. Queria gozar de novo. Meu grelo vibrava. Entrei em transe. Nico me atacava. Senti uma mão apertando meus seios. Uma boca macia, diferente, encostou na minha, penetrando a língua. Aceitei o beijo. Era Fernanda. Me atacando. Meu Deus. O que era aquilo? Ela deslizou a mão na minha vulva peluda, e colocou entre seus dedos o pau do Nico, que deslizava na minha xoxota.

Abri os olhos assustada e Fernanda me olhava com frenesi, continuando afagando meus seios e minha vulva, lambendo minha boca em um delicioso beijo.

Entrei no jogo. Não saio mais. Apertei os seios dela, e ela ofertou para a minha boca sedenta. Vi a mão do Nico enterrando na buceta dela. Onde está José Antônio? Vi que, naquele momento não reconhecia ninguém ali. Cláudio estava estirado no pátio da Piscina, Pat o chupava e José Antônio estava penetrando-a por trás. Que delícia.

Fernanda subiu sobre mim, virando a bunda para Nico e encostou sua xana na minha boca. Recuei um pouco e o cheiro, aquele cheiro parecia um imã. Lancei a boca naquele grelo. Nico socava forte em mim. Parou um instante. Eu mamava a buceta. Que delícia. Senti na minha boca a cabeça da rola do Nico, e logo a chupei, e ele recuou e a vi entrando na buceta da Fernanda. Ela gemeu alto. Uma boca começou a chupar a minha buceta. Contorci e vi Joana mamando meu grelo. Cláudio aproximou e a penetrou por trás. Gemidos ressoavam no ambiente. Não sabia o que fazer. Fernanda e Nico estavam sobre mim. Joana me chupava e sentia os empurrões das socadas que levava do Cláudio. Virei extasiada para o lado e vi minha irmã, uma mulher tão reservada, deitada e sendo penetrada por Paulo, enquanto ela masturbava José Antônio. Nico saiu de cima de mim, e foi até onde estava a Pat. Fernanda deitou de perna aberta e Cláudio avançou sobre ela. Ouvia o barulho das virilhas colidindo. Eu queria ser comida. Nico deitou e Pat subiu sobre ele. Via o cacete do meu amado desaparecendo e reaparecendo na charmosa bucetinha da minha irmã. Ela gritou em um orgasmo pleno. Joana sentou ao meu lado e logo José Antônio a penetrava. Fiquei só por um pequeno instante. Paulo aproximou e me beijou. Aceitei o carinho. Segurei o pau dele, e guiei para a minha chana. Ele penetrou devagarinho. Parecia meu amante. O vi apertando a mão da Joana e o movimento lento parecia que queria conhecer minha buceta com o seu pau. Como estava bom. Ouvi Joana gritar em um orgasmo. José Antônio continuava metendo forte nela. Fiquei eufórica de prazer. Comecei a rebolar debaixo dele. A boca do Nico encontrou a minha. Ele apertava meus seios. Gritei de prazer. O pau duro do Paulo me rasgava. Podia sentir o corrimento da minha umidade.

Nico interrompeu o coito, com a minha intensa desaprovação. Queria meter e muito. Ele sentou e eu subi sobre ele. O pau duro encheu minha buceta. Senti a diferença anatômica entre ele e Paulo. Como eu gostava do cacete do meu amado. Comecei a cavalgar sobre ele. Gemidos e orgasmos das amantes informavam que aquilo tudo foi espontâneo e consagrado.

Minha irmã me abraçou por detrás, apertando meus seios. Virei a cabeça e ela me beijou, como uma namorada. Era estranho, mas o tesão era incontrolável. Cochichou no meu ouvido de como era delicioso o pau do meu amado. Deslizou a mão nas minhas costas, alisou minha bunda e enterrou no meu rabo o maior de todos. Cláudio chegou por trás e a penetrou novamente. Eu rebolava freneticamente no colo do Nico. Um par de mãos firmes, apertou minha cintura. José Antônio, meu cunhado, olhava a esposa que chupava seu pau. Fernanda interrompeu, e lançou a língua no meu cú. Lambuzou toda a área, e José Antônio aproximou. Ela o chupou novamente, aproximou a glande na porta. Parei de rebolar, com o cacete do Nico cravado dentro de mim. José firmou minha cintura, e apertou. Meu Deus. Estava sentindo uma dupla penetração. Os movimentos dos irmãos enterravam suas picas na minha buceta e no meu cú. Fiquei enlouquecida. Fernanda me Beijava, Pat apertava meus seios, outras mãos deslizavam no meu corpo. Eu estava completa. Não precisava de mais nada. José Antônio acelerou. Nico acelerou. Eu pulava como uma louca. Não conseguia controlar. Gritava como uma puta pedindo mais e mais. Todos concentraram em mim. Estava delicioso. Quero meter. Gritei em um orgasmo longo. Gozei tanto que parecia interminável. Senti a porra do meu cunhado enchendo meu cú. Nico socava até encher minha buceta como um cavalo insaciável. Caí quase desmaiada no sofá. Cláudio gozava no rosto da Fernanda. Paulo estava sendo mamado por Joana e Pat. Ainda vi os jatos espalhando no rosto e nas bocas das amantes.

Nico subiu novamente sobre mim, e me penetrava incansável. Os casais transavam também, cada um com seus parceiros. Vários minutos depois, ouvia os gritos e gemidos dos orgasmos, e citações de palavras de amor.

Nico não demorou mais e novamente me encheu com sua interminável porra.

Desmaiei abraçada com Nico. Acordei, não sei que horas e somente nós dois estava ainda ali. Minha roupa estava toda suja e melada de porra. Nunca gozei tanto. Acordei Nico, catei minha calcinha e as sandálias e fomos para o quarto. A fadiga impediu de tomarmos um banho antes de dormir.

Adormeci, sonhando com reflexos daquela noite de virada de ano.

Acordei com os carinhos de Nico. Em silêncio em me acariciava e me incendiava. Seus dedos entraram na minha buceta ainda melada. Me beijou e subiu sobre mim. Seu pau duro entrou gostosamente. Metia lentamente. Tirei o pau da minha buceta e encostei na porta do meu rabinho. Enterrou todo dentro do meu reto. Aí ele ficou eufórico. Colidia com sua virilha nas minhas coxas. Socou forte. Senti enchendo meu rabo com mais um punhado de porra.

O banho demorou horas. Ele me comeu de novo debaixo da ducha. Estava insaciável. E eu adorando.

Me vesti e, com muita vergonha, fui comer alguma coisa. Estava faminta. Comeria três x-tudo. Todos estavam na sala, assistindo um filme. Um silêncio delicioso foi comunicado nos olhares para mim. Sorrisos e cumprimentos selaram o reencontro. Nunca mais tocamos sobre o ocorrido. Nem com Nico discuti. Retornamos para as nossas vidas e nossas rotinas. Eu sempre quis perguntar a Pat o que foi aquilo. Percebemos que seria mesmo o melhor ficarmos pensando que tudo não passou de um sonho. Uma traição permitida.”

13 de Outubro de 2021 às 18:23 0 Denunciar Insira Seguir história
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Juan Diskay Imagino os segredos e desejos mais íntimos de um ser e alimento-os com histórias picantes.

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