naayportilla Nayra Eisfeld

Uma noite comum, rotineira na vida da jovem dançarina noturna. Uma noite fora do comum, para o rapaz que decidiu dar o braço a torcer e sair com alguns amigos. Anthony é um rapaz tímido que cai nas garras afiadas da jovem dançarina sensual se exibindo no palco. E o que era para ser apenas uma exibição, apenas uma diversão para os olhos, acaba se tornando muito além disso.


Erótico Para maiores de 18 apenas.

#conto #Stripper
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Capítulo Único

Amy Miller


Caminho pelas ruas nova iorquinas em uma noite fria de sábado, rumo ao meu trabalho. Bom, um deles. Perdão, deixe-me me apresentar, sou Amy Miller, tenho vinte e três anos e trabalho como dançarina em uma boate de strippers nos fins de semana. Eu sei, não é o emprego dos sonhos, más me ajuda a pagar a faculdade de letras. Estou no segundo semestre e se dependesse somente do meu salário de garçonete em meio período, eu teria dinheiro para pagar o aluguel do meu apartamento e só.


Viro a esquina e lá está a boate, no fim da rua sem saída. No outdoor pisca em um vermelho extremamente chamativo a silhueta de uma mulher com roupas sexys. Bebendo algum tipo de bebida alcoólica, direto da garrafa.


Lá vou eu para mais um dia.


Respiro fundo e tiro meu celular do bolso para pausar "the hills" do The Weeknd que tocava e me deparo com uma notificação de uma nova mensagem. A abro e vejo que é de Jasmine, uma amiga, a melhor na verdade já que minha lista de amigos não é extensa. Enfim, voltando ao que importa. Na mensagem ela perguntava se eu poderia me encontrar com ela e mais alguns amigos (dela), em uma casa noturna perto daqui.


Jasmine não aprova muito meu emprego dos fins de semana, más isso porque não entende, como poderia?


Eu adoraria que meu pai tivesse deixado pago todos os anos da minha faculdade como o pai dela fez e não tivesse simplesmente desaparecido do mapa com uma antiga vizinha nossa quando minha mãe descobriu sua pulada de cerca. Na época, ficamos arrasadas por um tempo más hoje não falamos dele, é como se tivesse morrido.


Nego o convite de Jasmine alegando que tenho que trabalhar e ela responde quase que imediatamente com dois emoticons, um com o rosto triste e outro com coração partido. Nego novamente rindo e finalmente pauso a música.


A voz memorável de The Weeknd silencia em meus ouvidos então retiro meus fones, o guardando junto com o celular em uma mochila que carrego comigo.


Atravesso a rua e entro pelos fundos da boate. Me dirijo a pequena sala com espelhos e maquiagens que são reservadas as dançarinas, para nos aprontarmos antes do grande show então começo a me aprontar. Estou sozinha, as outras garotas já começaram. Merda, eu esqueci que hoje eu sou o "destaque".


Todo último sábado do mês tem uma dançarina destaque, a que vai ficar no centro das atenções, a que precisa se mostrar mais que as outras, ousar mais na sensualidade e a felizarda deste mês sou eu. Digo isso por que a dançarina destaque ganha cinquenta por cento mais que nos dias normais. Pelo menos isso.


A roupa, claro, é minúscula. Um sutiã preto de alças finas, que brilhava e tinha algumas pedrarias, o short era extremamente curto, preto e com o mesmo brilho e pedrarias do sutiã. Eu também usava uma bota de salto e cano longo que iam até meus joelhos, nos lábios um vermelho chamativo, meus olhos bem marcados, cabelo com um rabo de cavalo no alto e pronto, é isto.


-Ai, até que enfim você chegou. -Disse Carlo, meu chefe, ao entrar.


-Desculpe o atraso. Já estou pronta e indo trabalhar. -Disse e dei doi passos em direção a porta.


-Espere, coloque isto. -Pediu me entregando uma máscara, daquelas parecidas com as de baile de gala.


-Isto é sério? -Questionei a pegando para olhar a palhaçada de perto.


-Sim. Vi em uma pesquisa que acham mais sexy dançarinas de boates que usam máscara. Da um ar de mistério. -Justificou. Isso é sério? Que diabos de pesquisa é essa?.


-Está bem. -Concordei, não tinha mesmo escolha.


-Perfeito! Vou ver o movimento lá fora, vista a máscara e solte esse cabelo. -Ele fez mais um pedido antes de sair.


-Não posso reclamar a máscara não é tão ruim. -Dei de ombros.


Soltei meus cabelos e os escovei com a escova que estava ali, meu fios negros estavam com brilho e ondulado.


Coloquei a máscara que cobriu quase que completamente minha maquiagem, pelo menos meu batom estava exposto já que a máscara só ia até meu nariz.


-Vamos lá, garota, ganhar uma grana. -Disse a mim mesma na frente do espelho. Dei mais uma checada em minhas roupas e fui para a parte de trás do palco.


Eu estava atrás da grande cortina preta, a música que tocava chegou ao fim e então pude ouvir alguns aplasos e assobios. Carlo pegou o microfone e então começou a falar.


-Boa noite! Se já se animaram com o show feito agora pelas meninas, vão ficar ainda mais animados com o nosso destaque da noite. -Ele dissera e novamente eu ouvi os aplausos. -Não economizem na grana porque minhas garotas são boas. -Pediu. Mais assobios.


-Anda logo!. -Resmunguei, só queria fazer meu trabalho e ir embora.


-Não vou mais enrolar, sei que estão ansiosos então, curtam o show! -Disse ele e não ouvi mais sua voz.


As luzes foram apagadas, abri as cortinas e as fechei atrás de mim, me virei de costas para o público e quando um holofote se ascendeu em minhas costas com a primeira batida de Wet de Paloma Ford o silêncio se fez, todos prestavam atenção.


Me virei, todos os olhos fixados em mim a casa estava bem cheia, ótimo! Mais gente, mais dinheiro.


Caminhei até o poste de pole dance com quem estou familiarizada e já ouço algumas comemorações. Dou a volta pelo poste com uma das mãos o segurando, as outras meninas dançam atrás de mim mais ao fundo, todas sincronizadas cada uma com uma cadeira.


Escalando o poste, subo até mais ou menos uns dois metros com as pernas fechadas envolta do ferro, onde evito que eu escorregue até o chão. Meu corpo inclinado para trás com leveza, as pernas esticadas e ali eu dava início ao grande show. Passeio minhas mãos pelo meu corpo da nuca até a cintura, agarro com as mãos o ferro então solto as pernas e as empurro para um dos lados fazendo assim, meu corpo girar e descer deslizando até eu ficar novamente de pé no chão.


Algumas notas começavam a ser jogadas no palco, eu sorrio e encaro mesmo que com a máscara, alguns homens que estavam ali na frente os fazendo se sentirem únicos e donos de toda a minha sensualidade.


Eu rebolo e danço de forma provocante, tocando pontos estratégicos do meu corpo, os homens estavam babando, sequer piscavam.


Volto para o poste e mais uma vez o escalo, dessa vez vou mais alto. Me viro de ponta cabeça e de novo desço girando até chegar próximo ao chão. Um homem segura uma nota de cem dólares, eu me aproximo e enclino na frente dele que entende o recado, aproxima a mão com a nota dos meus seios e a guarda em meu decote, ele esta hipnotizado.


Eu seguro novamente com as mãos o poste e abro as pernas em um espacate perfeito, o público vai a loucura, então me levanto. Aumentam a frequência com que jogam as notas e já é a hora da minha parte favorita.


Vou desfilando até a cadeira sobrando no canto e a levo até o centro do palco. Chegou a hora de escolher a vítima da vez, "quem tem cara de quem tem muita grana?" Era o que eu me perguntava enquanto passava os olhos naquele lugar cheio de homens babões.


Escolhida a vítima, eu a chamo com o dedo indicador, ele não pareceu muito acreditar até que os amigos o balançaram e ele enfim veio até mim.


O levei até a cadeira enquanto "Go Fuck Yourself" de Two Feet começava a tocar e antes de apanhar no chão uma corda que uma outra dançarina me jogou, eu tirei sua camisa a deixando ali no chão. Me posicionei atrás do homem que mais tinha cara de menino e puxei suas mãos para trás do encosto da cadeira as amarrando logo em seguida.


Voltei a ficar de frente para ele e então seus olhos grudaram em mim, seus lábios estavam entreabertos e sua respiração entrecortada, parecia nervoso. Então me sentei em seu colo e ele deu um meio sorriso enquanto a platéia comemorava.


-Tudo bem, amor, fique calmo. -Eu sussurrei em seu ouvido. Confesso que "meninos indefesos" são minhas vítimas favoritas.


Me levantei e em sua frente comecei a sensualizar no ritmo da música. Eu rebolava, ia até o chão e voltei a passar as mãos em pontos estratégicos do meu corpo, ele babava assim como a platéia que o invejava.


Voltei a me afastar dele para pegar uma garrafa de vodka e quando voltei com a mesma já aberta, eu salivei. Despejei um pouco em minha boca e engoli aquela bebida forte, meu corpo queimava por dentro. Confesso que eu não odeio bem essa parte.


Me ajoelhei e derramei propositalmente um pouco da bebida em seu ombro, deixei que escorresse até seu abdômen para passar a língua ali. Uma pequena ereção já era visível sob sua calça jeans. Vou torturar mais um pouco. Me sentei exatamente em seu volume ainda sob a calça e fiz movimentos com a cintura vendo sua respiração ficar um pouco mais forte.


Levei a garrafa até minha boca e bebi poucos goles fazendo questão de deixar escapar um pouco nos cantos dos lábios. O olhei e vi que ele seguia com o olhar as pequenas gotas escorrendo por meu pescoço e indo até o vale dos meus seios. Ele então me encarou como quem pede permissão e, claro, eu cedi. Acenei com a cabeça positivamente e aproximei meu corpo ainda mais dele que não pensou duas vezes e passou a língua por onde estava as pequenas gotículas. Meu corpo se arrepiou.


O faço abrir a boca, e então é a vez dele de beber um pouco. Despejo a bebida em sua boca e ele deixa cair um pouco como eu fiz, querendo que eu passe a língua novamente em seu corpo, más não, eu tenho as rédeas da situação e eu faço o que eu quero e na hora que eu quero.


Entrego a garrafa para uma das meninas e volto a ficar perto do rapaz da cadeira. Apóio minhas mãos em seus joelhos empinando minha bunda propositalmente para a a platéia que vai à loucura. Meu rosto fica perto do dele e ele realmente está hipnotizado. Seu olhar cai dos meus olhos para meus lábios e ele tenta se aproximar más eu esquivo. Me abaixo encarando seus olhos, eu quero que ele se sinta único então começo a dançar sem desviar meu olhar do seu.


Sento-me no colo do rapaz virada para ele. As pernas dele estão fechadas e as minhas abertas uma de cada lado do seu corpo. Meus braços, joguei entorno de seu pescoço enquanto deixava a melodia da música guiar os movimentos do meu quadril. Eu estava dançando em seu colo fazendo um lap dance e sentia sua ereção quase que perfeitamente, o que estava me deixando excitada, confesso. Enrosquei minhas pernas na parte de trás da cadeira de forma que eu ficasse segura, então jogo meu corpo para trás e estico as mãos. Depois volto a me curvar e me levanto, fico atrás do rapaz da cadeira e passeio com minhas mãos em seu corpo, do peitoral até o cós de sua calça.


A música se aproxima do fim, dou um beijo no pescoço dele e então volto a ficar em sua frente. Vidara para a platéia, eu abro as pernas em um espacate e me curvando dou uma visão privilegiada da minha bunda a vítima. A platéia volta a comemorar então fechando as pernas, eu me levanto voltando a empinar meu traseiro para o sortudo da noite, estico uma das minhas mãos para cima e a música chega ao fim. Os aplausos e gritos são ensurdecedores, eu sei que fiz uma boa apresentação.


Carlo pega o microfone e entra agradecendo ao público, algumas pessoas vem junto com ele para recolher as várias notas no palco. Eu caminho até o rapaz da cadeira, me posiciono atrás dele desfazendo o nó da corda em suas mãos. Eu não queria que tivesse acabado ali, é uma idéia maluca más eu estava afim de transar com ele. O rapaz da cadeira parece indefeso, tímido e aparenta alguém que não conhece bem o mundo erótico e eu estou disposta a apresentá-lo.


O que eu podia fazer? Esse émeu fetiche, transar com meninos doces e inocentes e eu quero o rapaz da cadeira em minha pequena lista.


-Em meia hora eu espero você ao lado do palco, não se atrase!. -Eu sussurrei em seu ouvido assim que desatei o nó na corda. Em seguida eu me virei e saí do palco indo em direção ao camarim. Quando cheguei, as outras meninas conversavam entre elas enquanto eu mexia em meu celular.


Cerca de quinze minutos depois e as meninas estavam se arrumando para dar início ao próximo show quando Carlo entra.


-Vocês foram muito bem meninas eu só ouço elogios, especialmente de você, Amy. -Ele me fita entusiasmado.


-Obrigada, não fiz mais que o meu trabalho. -Eu respondi, ele sorriu satisfeito.


-Não vai se arrumar? Já está quase na hora da próxima dança. -Ele disse.


-Claro, já estou indo. -Me levantei.


Deixei meu celular no canto e fui para a frente do espelho. Eu já estava sem a máscara e agora dava para ver bem meu rosto e minha maquiagem destacada. As meninas saíram quando faltavam cerca de três minutos para começar a apresentação e eu fiquei. Olhei no relógio e só faltava dois minutos para eu encontrar o rapaz da cadeira.


Minha roupa era outra, como a do figurino das outras meninas. Assim como elas, eu usava um cropped trasparente com furinhos iguais a uma meia arrastão que também usávamos. O cropped era literalmente cheio de furinhos e somente o bico dos seios eram tampados por um X preto e para finalizar o look, uma saia mega curta também preta com babadinhos.


Já vestida, fui para o local onde disse para o rapaz da cadeira me encontrar, claro, prestando atenção nos corredores para ver se Carlo ou um dos outros funcionários não me via.


Para a minha surpresa, o rapaz já estava lá. Eu então o chamei acenando com um das mãos e ele veio até mim.


-Eu avisei aos meus amigos que ia dar uma volta, então tenho alguns minutos. -Disse ele quando chegou até mim.


-Você tem namorada?. -Perguntei. Você deve pensar que o fato dele estar em uma boate de strippers responderia essa pergunta más você não faz idéia do quanto está errado.


-Não, eu não tenho. -Ele respondeu confuso.


-É maior de idade, né? Não falsificou a identidade para entrar?. -Questionei.


-Não, meus amigos e eu viemos comemorar meu aniversário de vinte. -Explicou.


-Tudo bem, pode vir comigo?. -Perguntei. Ele acenou positivamente com a cabeça e então eu o levei para a sala onde as meninas e eu nos arrumamos.


-Por que me trouxe aqui?. -Ele perguntou quando fecho a porta.


-Pra transarmos, por qual motivo mais seria?. -Questionei. Ele ficou calado.


Depois de fechar a porta, eu caminhei em passos pequenos até o rapaz e o forcei a sentar-se no sofá. Eu me sentei em seu colo com as pernas uma de cada lado.


-Então, rapaz da cadeira. Como você se chama?. -Perguntei fitando seus olhos, eu mordia meu lábio inferior.


-Anthony. -Ele disse simples, eu voltei a sentir sua ereção quando me remexi em seu colo.


-Eu acho que é seu dia de sorte, você não vai esquecer esse aniversário tão cedo. -Disse e então ataquei seus lábios.


Ele estava tímido no começo, eu podia sentir ele com certo receio de tocar em mim, más pelo menos o beijo ele respondeu a altura.


Nossas línguas se enroscavam e a boca dele ainda tinha resquício da bebida que eu fiz ele beber no palco. Dando uma leve ajuda a ele, eu peguei suas mãos e as depositei em meu traseiro, sim, por debaixo da saia. Ele não recuou, pelo contrário ele deu uma leve apalpada ali.


Fiz uma pausa no beijo para tirar sua camisa e a joguei longe. Suas mãos desceram para as minhas coxas e novamente ele aperta, eu arfo e volto a beija-lo mordiscando vez ou outra seu lábio inferior.


Eu estava com certa pressa, talvez por que só temos uns vinte minutos apesar do número que eu deveria estar fazendo com as meninas, ser o mais longo. Ou talvez fosse pela porta não estar trancada e alguém poder entrar a qualquer momento.


Desci minhas mãos pelo seu peitoral passando minhas unhas grandes ali até chegar no cós de sua calça. Eu abri os botões e me levantei pedindo que ele a tirasse, e ele atendeu meu pedido tirando apressadamente a peça de roupa. Ele usava uma cueca boxer vermelha e sua ereção era batente visível, minha intimidade pulsava.


-Você tem camisinha?. -Perguntei, ele coçou a nuca. -Não, né?. -Questionei.


-Não. -Ele negou.


-Tudo bem. -Eu me levantei indo em direção as minhas coisas do outro lado do espelho.


Havia um espelho largo ali no centro da sala, ele refletia dos dois lados, somos em muitas então precisamos de um espelho grande e só um lado não bastaria.


-Tudo bem?. -Ele perguntou.


-Tudo bem: eu tenho tudo sobre controle. Não "tudo bem: eu vou transar com você sem camisinha". Eu mal conheço você. -Disse pegando um preservativo em minha bolsa, uma mulher bem preparada não quer guerra com ninguém. -Venha até aqui, Anthony. -O chamei.


Ele veio, eu estava ajoelhada no tapete felpudo abrindo a embalagem. Ele se aproximou e eu abaixei sua cueca até os joelhos e revesti seu membro com o preservativo.


Me levantei e sem desviar meu olhar do seu, eu tirei minha calcinha de forma sensual e provocativa, ele mal piscava. Eu a deixei ali no canto e me sentei no espaço vago da mesa de maquiagem.


-Venha até aqui, Anthony. -Voltei a chamá-lo e abri minhas pernas. Apoiando minhas mãos na mesa um pouco atrás do meu corpo eu dei uma leve curvada.


Ele caminhou até mim em passos largos, segurou com uma das mãos enquanto com a outra ele direcionava o seu membro até a entrada da minha intimidade.


Lentamente ele fora entrando até estar dentro de mim, quase que por completo. Os movimentos começaram lentos más aos poucos, foram se intensificando e quanto mais intensificaca, mais eu queria.


Eu gemia baixo, sabia que não podia exagerar e eu tentava me conter o máximo que podia. Ele também gemia, rouco, e eu não preciso dizer o quanto gemido masculino é excitante, não é?


Eu tenho uma boa flexibilidade e aproveitando disso, eu coloquei uma das minhas pernas em seu ombro sem dificuldade alguma. Nessa posição era quase que como senti-lo chegando mais fundo dentro de mim.


Ele começava a ofegar e nossos gemidos estavam começando a aumentar de volume. Ouvi passos do lado de fora e então eu o empurrei fazendo-o sair de dentro de mim e me olhar confuso.


-Tem alguém vindo, deita no chão. -Pedi, ele é extremamente alto apesar da cara de menino, e naquela posição com toda certeza o veriam.


-O que?


-Só faça o que estou mandando. -Pedi e ele imediatamente o fez.


Eu me sentei em cima dele, propositalmente em seu pênis. Me curvei e distribuí beijos na curva de seu pescoço vendo sua pele arrepiar. Senti suas mãos apertarem meu traseiro então eu dei uma levantada para nos conectarmos novamente.


A porta fora aberta e eu comecei a rebolar com ele dentro de mim. Não satisfeita, logo em seguida comecei a subir e descer meu quadril fazendo movimentos razoavelmente rápidos, más não deixavs minha bunda se chocar com suas coxas para evitar barulho.


Eu via a respiração dele ficar mais forte então tapei com uma das mãos sua boca.


-Ela não está aqui, Chefe. Deve ter ido embora. -Pude ouvir um dos seguranças falar no rádio que usavam para se comunicar. Estão me procurando.


Ouço a porta ser fechada e finalmente tiro a mão da boca dele. Eu apoio então minhas mãos em seu peito e cavalgo como se eu precisasse daquilo para continuar viva.


Ele começou a me ajudar e fora nessa hora que eu enlouqueci, ele estava fazendo movimentos de baixo para cima de forma frenética, eu só conseguia ficar parada.


Minha boca estava aberta más nenhum som saía, minha respiração ficou presa até notar que a estava prendendo e soltar.


Ele parou por alguns segundos para descansar e eu retomei o ritmo rebolando.


-Eu preciso que... que faça uma coisa, Anthony. -Disse ofegante e ele me encarou. -Eu preciso que você me foda, vem. -Eu saí de cima dele para me deitar no tapete ao seu lado.


Ele ofegou mais algumas vezes antes de se levantar e ficar por cima de mim.


Ele penetrou em mim mais uma vez e voltou com seus movimentos. Eu entrelacei minhas pernas em torno de sua cintura enquanto o sentia entrar e sair depressa. Eu tentava em vão gemer baixo más acho que não há ninguém aqui próximo agora.


Minhas mãos, levei até suas costas e o arranhei ali enquanto ele fez uma breve pausa nas estocadas. Eu o sentia pulsar dentro de mim e sabia que ele tentava não gozar ainda, más não tínhamos muito tempo e afinal, estavam me procurando.


-Goze para mim, Athony -Incentivei e fora como se o tivesse ligado na tomada.


Ele voltou a estocar e estocava fundo. Eu inclinei minha cabeça para trás enquanto gemia de olhos fechados.


Eu o ouvia gemer e gemia junto com ele, minhas mãos estavam agarradas aos pêlos do tapete enquanto eu sentia o orgasmo vir.


Eu voltei a morder o lábio inferior quando senti que gozaria. Ele urrou e eu sabia que estava gozando. O ouvir gemer daquele jeito fora tão excitante que eu não consegui me conter mais e gozei junto com ele.


Ele saiu de dentro de mim e se jogou exausto ao meu lado. Ficamos ali fitando o teto por alguns minutos então eu me levantei e fui até o banheiro fazendo uma leve higienização. Voltei minutos depois e ele já estava se vestindo.


-Você precisa sair, as meninas já devem estar voltando. -Falei sem fazer contato visual, eu tentava lembrar onde tinha deixado minha calcinha.


-Eu posso pegar seu número?. -Ele perguntou vestindo a camisa.


-Não, más se quiser voltar a me ver sabe que eu trabalho aqui. Quem sabe não da sorte de novo. -Finalmente achei minha peça então a vesti. -O que fez com a camisinha?


-Enrolei em um papel e joguei no lixo. -Explicou.


-Ótimo! Até mais Anthony.


-Posso ao menos saber seu nome?. -Perguntou esperançoso.


-Por enquanto, não. Pode ficar com "A garota mascarada com quem transei na boate de strippers". -Brinquei. Agora vai. -Apressei.


-A propósito, eu prefiro sem a máscara. -Contou.


-Fico agradecida. Tchau..


-Tchau. -Ele se despediu antes de, finalmente, sair.


...


Eu ja estava para sair da sala e pensar em alguma desculpa para dar a Carlo quando o próprio abriu a porta.


-Aí está você, por onde andou? -Questinou irritado. -Ficou um buraco no palco.


-Eu não estou me sentindo bem, acho que alguma coisa caiu mal em meu estômago. -Menti com a mão na barriga.


-Um dos seguranças veio aqui e você não estava. -Ele disse.


-Pude ouvi-lo, eu estava no banheiro vomitando tudo o que eu comi hoje, por favor posso ir embora mais cedo?. -Perguntei.


-Está bem, só por que me fez ganhar uma boa grana hoje. Se estiver melhor amanhã, passe aqui para pegar seu ganho da noite. -Ele diz.


-Está bem, Chefe. Obrigada. -Eu sorri fraco me fazendo de coitada.


-Quer que eu chame um Uber?. -Ele ofereceu.


-Não, obrigada. Vou trocar de roupa e pedir para uma amiga vir me buscar.


-Está bem então. Melhoras. -Ele disse antes se retirar...


....

Fim

11 de Outubro de 2021 às 23:58 0 Denunciar Insira Seguir história
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