blackangel Black angel

Tudo começou naquele beco escuro e sombrio, Johnny não saberia que naquele beco acharia uma pessoa tanto enigmática que viria ser sua "amiga", que esconde de todos sua verdadeira face, a que o mundo teme seu nome. Será que o mundo estará pronto para essa entrevista? Você está preparado para está entrevista? Kayana uma garota normal que esconde de todos sua verdadeira face uma assassina sangue frio e impiedosa que quer livra o mundo de todos os seus pecados. Mas para isso precisaria de uma pessoa para manda seu recado ao mundo e foi assim que Johnny entra em sua vida. Johnny Um garoto com uma vida normal que ama e deseja ser um entrevistador, ele vê seu mundo de cabeça para baixo quando decidiu começa a investiga uma série de assassinatos ocorrido no Brasil, suas pista forma até uma garota um tanto misteriosa que seria a sua mais nova entrevistada que quer mostrar o mundo quem será a nova deusa do mundo. Essa história tem vários autos e baixo, a polícia investiga quem está por trás desses assassinatos, uma certa pessoa indo cobra as dividas do passado e vidas salvas por aquela que o mundo teme. Esse é só o começo, essa é Entrevista de uma Assassina


Suspense/Mistério Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#Suspense #assassinato
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O começo

— Olá, vejo que você me achou Johnny, estou impressionada como me achou, se foi por acaso ou suas buscas por mim, estavam certas, não precisa ficar com medo até parece que vou te mata, vejo que você é uma pessoa boa, trabalhador e dedicado.—Comentou com um sorriso.


— Como sabe tudo isso sobre mim. — Questionou Johnny assustado com as mãos em seus cabelos.

—Eu sei..... Eu sei tudo sobre Você e todas as pessoas. —Revelou enquanto rir baixo.

—Onde está meus modos, você sabe deve saber meu nome começamos meu nome é Kayana, Kayana Melo ou conhecida como a assasina Miss Angel.

—A assassina mais procurada no mundo, que nem mesmo o FBI conseguiu prender.—Exclamou Johnny cada vez mais assustado.

—Você deve estar ser perguntando por que eu te procure.....quero que realize uma entrevista minha,a entrevista da maior assassina de sangue-frio Miss Angel, a mulher que o mundo teme hoje em dia, meu pequeno anjo. — Afirmou em um tom amigável.

—Quero que o mundo saiba como eu o-livrei da perdição, que as futuras gerações saberem quem foi sua salvadora.—Diz ela em um tom engrandecendo.

—E sei que você é um dos melhores jornalistas da América Latina. E te procurei, e sei que você adora fazer entrevistas e não se preocupe, eu não vou te machucar, só machuco pessoal que não merecem fica nesse mundo. Pessoas que se acham superiores as outras e machucam elas, principalmente as crianças. As crianças são anjos que Deus enviou para terra, mas as pessoas as maltratam por isso eu faço elas pagaram por seus pecados.— Relatou enquanto aperta seus punhos.

—Vamos para de tagarela e um ir direto ao ponto...você quer realizar uma entrevista minha.—Ressaltou a morena com uma cara fofinha, porém assustadora.

—Se eu fizer isso você não me matará. — Perguntou Johnny com espanto.

—Nem mesmo se não se aceita eu não iria matar você, mas... se me entrega-se você seria uma pessoal má e, nessa altura eu teria que acaba com você. —Exclareceu ela com um tom sério e assustador.

—Tudo bem aceito, mas só se você promete não me machucar e eu prometo não te entregar. — Anunciou Johnny sério.

—Tudo bem eu aceito.

—Ok primeiro apresente as pessoas que fazem parte da sua vida.—Diz Johnny pegando seu caderno e sua caneta.

— Ok, primeiramente,tenho que te apresentar a minha "família" se que posso chama assim, sou a quarta filha e tenho três irmãos mais velhos e um mais novo. Filha de Carlos e Caroline Melo.

—Meu pai Carlos, um alcoólatra que trabalha em um boteco da esquina, ele nunca foi um bom pai sempre me batia até quando eu não fazia nada de errado, penso que ele tinha prazer em me bater. Adoraria ter aqueles ciúmes de pai que a filha não pode namorar e se namora será quando ele morre. Ele nunca quis ter filhos, mais minha mãe engravidou cedo então ele teve que assumir, ele sempre gostou de beber mais quando meu irmão nasceu, mais nunca gostou de nós nem mesmo minha mãe. Ele só ficou com ela porque meus avós obrigaram ele, a casar com ela, ele nunca se limitou a ter só uma mulher, quando eu tinha sete anos descobri ter outras "mamães", e quando ele descobriu, ele me bateu tanto que fiquei quatro dias dentro de um porão, e contou a minha mãe que eu deixei cai as cervejas dele.

—Não sei o por que ele não se separa da minha mãe, acho porque ela ganha um salário um pouco mais alto que o dele, e ele não tinha a menor vergonha na cara de trazer suas amantes para casa quando minha mãe estava trabalhando. Lembro até hoje de quando ele trouxe uma mulher bonita para casa, ele me ameaçou de me bater e me trancar no porão por quatro dias.

—Cadê a sua mãe. —Diz Johnny.

—Minha mãe, ela deveria estar muito ocupada se drogando e ela se opor contra meu pai,hahaha..... minha mãe sempre acreditava naquele desgraçado, ela sempre foi muito apaixonada pelo meu pai, que não constatava o que ele fazia conosco, é ela não ligava. Se ele fala-se um "eu te amo" ela se derretia e fazia tudo que ele queria, só de me lembrar da vontade de vomitá. — Afirmou com um sorriso assustado.

— Caroline era o nome dela, uma drogada que trabalha em um hotel de quinta categoria, nunca se ligou em cuida da gente, ela sempre culpou a gente pela vida que ela tem, ela sempre dizia.

— E tudo culpa de vocês, se eu não tivesse vocês eu não estaria aqui! Tendo que olha vocês suas aberrações.

—Ela teve eu meu irmãos muito nova, e sempre deixou muito claro que odiava a gente, deixava eu e meus irmãos com fome e usava o dinheiro para comprar drogas, uma vez ela não deixou nada do leite do meu irmão mais novo Jack, e eu tive que corre atrás de dinheiro para comprar o leite, lembro que tive que fazer faxina para conseguir o dinheiro. Meus irmãos nem ligavam se tinha comida em casa, já que meu irmão mais velho Caius, sempre almoçava com seus amigos ricos, os meus irmãos gêmeos Lucas e Luan, comiam na casa das namoradas. Já eu Jack dependíamos dos nossos pais, quando completei doze anos comecei a trabalhar para trazer dinheiro para alimentar eu e Jack já que ele estava em meus cuidados. Tinha vezes que alguns vizinhos davam alguns alimentos para nós, agradecia muito eles, mesmo não sendo muito ajuda bastante.

—Como é seus irmãos, quais são os nomes dele.-Diz Johnny

—O primogênito se chama Caius, sempre foi uma pessoa interesseira e sempre estava com aqueles que dão um pouco de luxo para ele, quando mais novo ele falava para mim que ele iria me tira desse inferno que chamamos casa e nos dar uma vida digna. Mas o tempo passou e ele mudou seus pensamentos, não parecia a pessoa que eu conhecia ele ser tornou frio e mesquinho, quando completou seu 18 anos saiu de casa e eu ainda tinha esperança no fundo do meu coração que ele iria me leva, infelizmente a vida não é assim, ele disse que não queria levar uma pirralha como eu para mora com ele, que eu não serviria para nada. Isso me machucou muito na época eu tinha 9 anos e foi aí que comecei a intender como o mundo funcionava, que não era o conto de fadas que eu imaginava.

—Os do meio são meus irmãos gêmeos o Lucas e Luan, esses sempre me fizeram sofre muito desde pequena, eles sempre aprontavam e colocaram a culpa em mim e meu pai me agredia e me colocava trancada no porão, minha mãe nunca ligou para seus filhos então podia acontecer qualquer coisa que ela não ligava, sendo dois anos mais velhos que eu, sempre eles estão com toda a razão, acho só porque sou mulher que meu pai e meus irmãos se acham superiores a mim.

— Não sei o por que eles faziam isso comigo sempre fui amigável com eles, mas nunca se importavam com isso, acredito que porque eles adoravam me ver apanhando do meu pai. Lembro que quando estava apanhando do meu pai por deixa cai um ovo no chão eles estavam espiando pela porta da cozinha rindo de mim eu odiava ver eles riem de mim.

— O mais novo e o Jack ele apenas tem 6 anos, é o meu bebezinho, o meu anjinho ele me considera a mãe e pai dele, já que quando ele completa seis meses minha mãe largou ele comigo, porque falou que eu já tinha idade o suficiente para cuida de uma criança, eu só tinha dez anos quando tiver que cuidar do meu irmão, ele não tem culpa, ele não pediu para nascer e eu não podia deixar ele largado por aí ele é meu irmão. Não sei como ele pode ama esses monstros, uma vez ele deu um abraço em minha mãe e ela empurrou com tanta força que a cabeça dele começou a sangra e ainda ela falou.

— Não chega perto de mim sua desgraça, deveria ter te abortado.

—Mesmo ele não entendendo o que ela falou, eu fique muito mal por ela fala isso imagine o que ela fala de nós.

— Você é seus irmãos frequentavam a escola.

—Meus pais nunca quiseram que eu e meus irmãos fôssemos a escola, principalmente meu pai que pensava que não precisávamos ir para a escola porque era uma perda de tempo, ele sempre fala que...

—Para que ir à escola, se você tem o celular para fazer tudo. E para que você que ir à escola Kayana, você tem que fica em casa e cuida do seu irmão, lugar de mulher e em casa ou trabalhando. E seu souber que você tem ido escondido para lá você vai deseja nunca ter nascido está me ouvindo Kayana Melo.

—Meu pai largou a escola muito novo para "sustenta" nós e minha mãe para "cuida" da gente e pouco se ligavam para nós e foi uma luta para que assinassem os papéis da matrícula, tive que prometer que iria fazer as tarefas domesticar e que não iria perturbar eles quanto estiverem bebendo, aceitei as condições sem pensar duas vezes, e pedi muito que deixam uma menina estuda, mas conseguir, consegui entrar na escola. O que eu não sabia e que eles só nos colocaram na escola para se livrarem de nós, por mim eu e Jack estaríamos estudando em um internato longe dele.

— Entendo que sua vida foi difícil, mas por que se tornou uma assassina sangue-frio. —Diz com uma cara pensativa.

—Oh! Meu pequeno anjo, isso é uma história para outro dia, garanto que vou te contar tudo. Me encontre nesse beco toda quarta a tarde e traga seus matérias que vou conta a minha versão da história. — Diz Kayana com uma voz manipuladora ao mesmo tempo, doce e amigável.

—O..o... ok.—Diz Johnny um pouco assustado.

— Nós vemos semana que vem meu anjo. — Diz chegando perto e dando um beijo em sua bochecha.

Ela rapidamente desapareceu nas sombras do beco escuro procurando a sua próxima vítima.

— Até logo! Miss Angel. —Diz um pouco baixo.

— Foi até bom conhecer, e vou adora fazer uma entrevista com você. — Diz ele enquanto anda até sua casa.

Quando Johnny chegou em sua casa estranhou quando viu uma coisa em sua porta.....um buquê de flores?

— Um buquê para mim, deve ser um engano, mas quem me enviaria.—Diz enquanto analisa o buquê e acha um bilhete.

— Um bilhete o que será que está escrito?

—Querido Johnny, muito obrigado por aceitar a minha proposta. Aceite essas flores como um agradecimento meu. Assinado: sua querida nova amiga Kayana Melo.

— Essa experiência será muito divertido, e até que ela é bonita...pera o que estou pensando ela era uma assassina.—Diz Johnny andando de um lado para o outro em seu quarto.

— Até quarta-feira Miss Angel.—Diz enquanto ele se joga na cama.

—O que será que o destino nos prepara?



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Até logo


2 de Outubro de 2021 às 23:03 0 Denunciar Insira Seguir história
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