patykastanno Patricia Kastanno

[Vminkook • Jungkook Top • Taehyung Top • Jimin Bottom • Romance • Vampiros • Longfic] Park Jimin é um humano selecionado para ser o terceiro noivo do vampiro Kim Taehyung, que vive em seu sombrio palácio. Lá, o rapaz tem de lidar com os outros dois noivos humanos, os religiosos e caçadores que os perseguem constantemente e também Jeon Jungkook, o chamado "King", que o quer à todo custo, além da vida complexa de ser alimento e amante do sanguessuga. Porém, em meio à tantos desafios, Jimin descobrirá um sentimento inesperado pelo príncipe amaldiçoado e pelo líder lendário.


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

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Um Rapaz Comum



Notas Iniciais:


Olá amores, bem vindos(as)!
Eis que surgi aqui com outra Vminkook e um plot acidental que precisei desenvolver.

Abaixo seguem observações importantes da nossa fic:
# Tradução do título: Terceiro Noivo;
# Trilha sonora: In Favila (Ignis Spiritus) de In Strict Confidence;
# Focada no trio Vminkook, portanto se não gosta, NÃO LEIA;
# Conteúdo não recomendado para menores de 18 anos;
# Narrada na terceira pessoa;
# Plágio é crime, portanto não copie ou adapte o conteúdo dessa fic que é de minha total autoria intelectual;
# Disponível também nas plataformas Wattpad, Spirit e Nyah;

Bom, agora com tudo OK, vamos lá.
Espero que gostem, boa leitura!


***


Capítulo 01 - Um Rapaz Comum


Um suspiro de plena satisfação reverberou nos lábios do rapaz, após dispôr sobre a velha mesa plana de madeira polida, o último recipiente do café da manhã para seus estimados fraternos, que acordariam em breve. Com todos os nutrientes necessários e uma jarra de café, tudo estava feito.

Esticou as costas num estalo e sorriu, vendo os raios de sol começarem à surgir no horizonte e conquanto, debruçou-se na janela de vidro, testemunhando o espetáculo da natureza que gostava de vislumbrar com toda a calma.

Calma esta, que logo lhe foi tirada pelo som alto de conversas em timbres grossos e passos pesados, ecoando pelo piso de madeira. Seus irmãos estavam ali despertos, adentrando a cozinha em conjunto. O primeiro que entrou foi Jiwon, lhe sorrindo amistoso como usual.

Sendo o mais velho do quarteto, o alfa era dono de traços firmes, corpo robusto, vozeirão e aura dominante de um líder, mas quando abria um belo sorriso, especialmente para seu irmão mais novo, soava como um garotinho fofo e encantador, que não metia medo em ninguém.

Já o segundo que chegou, arrastando uma das cadeiras com pouco caso foi Jiho, esbanjando sua boa pose de galã da família. Era o filho que mais possuía atributos de altura e também de delicadeza, apesar de ainda ser deveras viril.

Sua personalidade era caricata e encantadora. Galanteador, sempre vivia sendo atormentado pelas ômegas e betas do vilarejo, as quais queriam casar, mas ele não parecia de fato interessado em mais que uma noite e um adeus.

Já o último e não menos importante, também chegou, parecendo discutir alguma futilidade com o segundo. Este, sendo Jinhyeong, o mais novo do trio de homens de maior idade, que era o responsável por ser motivo de chacotas, graças à pouca massa corpórea.

Magro, mas muito bonito, ele também era o mais quieto. Não ria tão estridente quanto Jiwon, tampouco era expressivo e espirituoso como Jiho. Era tímido com multidões, mas amoroso com quem estimava e por vezes até brigão com os fraternos, inclusive... naquele começo dia, ao que indivcava sua carranca.

- Oras Jinhyeong, que culpa temos nós de você ainda não ter conseguido isso?! - riu-se o mais velho dos rapazes.

- Pois é. Se fosse eu, já teria a cortejado. Marcaram até um encontro. - opinou o do meio em seguida.

- Mas sabem que não podemos sair à noite. - entonou em lembrete o terceiro, na defensiva.

E com a fala, todos se calaram em concordância, já que sim, ninguém podia sair à noite, em vista da ordem direta da lei: toque de recolher. Mas também pelo motivo mais que convincente para ninguém se atrever à desobedecer: vampiros. As criaturas noturnas que habitavam em conjunto com os poucos humanos que restaram na Terra.

A vida não era considerada fácil, em vista de serem explorados à trabalhar duro, mas não podiam reclamar. Estarem vivos já compensava bem, pois no fim, tudo que os sanguessugas exigiam, era a quantidade de um tubo de ensaio para cada cidadão por mês, para ser enviado ao palácio.

Palácio este, que ficava no meio da cidade pouco vistosa, mas que era de algum luxo. Possuía altos portões e segurança, para os humanos não tentarem matar os pálidos seres dali, em suas peles frias de porcelana e posturas arrogantes e tão miseravelmente belas.

Eles caminhavam sempre à noite, pois no dia, o calor do sol queimaria suas perfeitas peles, até dissecá-los em cinzas. Sendo assim, nenhuma pessoa de bom senso caminhava na penumbra pelo lugar, sabendo que seria alvo fácil e quase estúpido de óbvio, para vampiros.

Algumas perversas punições de maridos traídos ou até pais cruéis com filhas que cometiam "delitos", eram orquestradas também. Com duros corações, estes mandavam filhas e esposas para fora de casa nas noites.

Estas, que gritavam à plenos pulmões por misericórdia, até enfim serem silenciadas. Não se sabia bem pelo quê, mas nenhuma alma se atrevia à verificar. Contudo, era mais que certo serem pelos vampiros.

Depois disso, não eram mais vistas e possivelmente, segundos os boatos, acabavam como servas no palácio, escravas sexuais ou ainda, um banquete único e fresco deles de aperitivo, se fosse o caso.

Mas de volta à conversa dos fraternos, Jimin se atentou à careta do irmão mais novo, que baixou a guarda, entristecido. E com as risadas dos outros dois, o caçula se atreveu à entrar no diálogo, sentando ao lado do mesmo.

- O que há? De quem falam? - cutucou o trio, num estreitar de olhos.

- Uma garota por quem Jinhyeong nutre sentimentos, mas não consegue se declarar. - sanou o Jiho com descaso.

- Ainda não tive oportunidade, hyung. - relinchou o citado, ofendido.

- Oras, vocês se vêem todo dia. Como não? - volveu Jiwon.

- Apenas... não sei como abordá-la. - admitiu o rapaz, unindo as mãos com acanho.

- Já lhe ensinei dicas, você é mesmo um frouxo. - debochou o segundo irmão, num menear de cabeça. E nisso...

- Não fale assim, Jiho. - pediu Jimin, broncando o mais velho, que ergueu os braços em gesto de "rendição".

- Talvez Jimin saiba cortejar alguém melhor que você, mesmo sendo mais novo. - continuou à alfinetar Jiwon.

E sob a dita, o menor se calou, sob risos de todos. A verdade é que apesar de ter aparência fofa e todas as meninas o procurarem, não pensava tanto nisso. Os hormônios eram sim um problema, mas se detinha em aguardar por alguém que fizesse seu coração bater mais forte.

- Já podemos ir, o sol clareou. - apressou o mais velho, rompendo os divagos do ômega.

- Isso aí, mais trabalho! - comemorou o irmão do meio em euforia, enquanto que o terceiro permaneceu quieto, ainda parecendo pensativo e aborrecido. E logo...

- Obrigado pela comida, irmãozinho. - Jiwon foi o autor da fala, beijando a testa do mencionado.

- Imagine, hyung. - curvou-se respeitoso.

- Obrigado, Jimin. - foi a vez do segundo fraterno agradecer, beijando o mesmo local do menor. - Se cuida. - desejou por fim.

- Obrigado, dongsaeng... já vamos. - elucidou o último destes, ainda que disfarçando seu desgosto, todavia...

O caçula foi mais rápido em segurá-lo, o impedindo de se afastar.

- Ei, não fica assim. Faça as coisas no seu ritmo. Quando se sentir confortável, fale com ela. - encorajou o mais novo em sorriso brando e o mais alto não tardou em retribuir o gesto.

- Obrigado, Chim. - curvou-se com animação, ouvindo o "fighting!" soprado do quarto Park. E...

- Vamos, Jinhyeong. - apressou o mais velho da porta da casa e enfim a dupla se despediu. - Tenha cuidado, Jimin. Muito cuidado. - destacou o primogênito, conciso. - Os guardas dos vampiros estão por aí. - relembrou, sob o assentir do menor, para que enfim fossem embora, floresta à dentro.

E Jimin sabia bem, à que seu irmão se referia. A chamada "caça" era outro dos problemas atuais, vulgo um cenário onde qualquer desavisado solto pelo vilarejo, acabava sendo levado pela guarda para o palácio e uma vez lá dentro, como já dito, não saía mais.

Era a lei. Não se podia brincar com vampiros. Eles eram fortes, rápidos e sanguinários. Não exigiam mais que distância dos humanos e até pareciam desprezá-los nas raras vezes que surgiam na cidade, com guarda chuvas enormes e seus rostos imaculados.

Uma família deles vivia ali, por assim dizer. O líder Kim e seus dois noivos, para ser mais exato. O vampiro principal, era isolado e todos os poucos que o viam, diziam ser incomparavelmente bonito e também, para título de curiosidade, abertamente gay.

Algo não muito diferente dos boatos para os dois cônjuges do mesmo. Estes, que se diferenciavam por serem humanos transformados. E juntos, constituíam uma espécie de domínio naquela província, assim como outras por toda a Coréia do Sul e do Norte, agora unificadas após a morte violenta dos humanos governantes anteriores.

Kim permitia que vivessem ali, mas não podiam sair sem autorização. Apenas a realeza vampírica saía e entrava livremente nos domínios, pois caso um humano fosse pêgo fora, era morto por outros vampiros. Na capital, existia ainda o líder supremo: Jeon.

Jimin não sabia muito sobre este último, assim como todos. Apenas se especulava, que era um ser muito poderoso. Já sobre Kim, diziam que apesar da maldição em si, não era dos mais ruins, se comparado aos outros cinco donos de províncias.

Estas, sendo por excelência, divididas para os cinco "cabeças" e também por seus sobrenomes, para diferenciá-las: Kim 1 era da zona leste, Kim 2 da zona oeste, Kim 3 da zona sul, Jung da zona norte e Min do pós fronteira, vulgo a antiga Coréia nortista.

E nos devaneios de toda a hierarquia, o ômega terminou de limpar tudo num suspiro. Como a humanidade acabou se deteriorando, era incrivelmente duro de pensar e por isso, preferiu abandonar tais lamentos, pegando as várias roupas em seu cesto, para lavar no rio.

Caminhou tranquilo, cumprimentando as vizinhas e se isolou num canto, onde ficou recluso, cantando e lavando tudo com calma. Os irmãos voltariam tarde e ele apenas precisava preparar comida para si e esperar a noite cair, quando eles chegassem também.

Sendo menor de idade, não podia exatamente fazer serviços como os outros e também alguém precisava limpar tudo. Jimin não se incomodava e com isso, também se ausentava de outros deveres, como por exemplo... seu sangue não ser levado ao palácio.

Por decreto, apenas maiores, vulgo adultos, podiam doar o precioso líquido vital e o caçula Park o faria em breve, quando outubro chegasse e fizesse seus temidos dezoito anos. Uma lembrança, que também não era boa de pôr em pauta.

Assim sendo, terminou a tarefa braçal e voltou no entardecer como pressuposto, comendo e regando o jardim da casa humilde. Este local em específico, que tanto lembrava sua omma.

Ela, uma viúva que faleceu anos antes, deixando os quatro meninos sem alguém. O mais velho na época, Jiwon, cuidou e sustentou-os como pôde e assim, viveram. Um dia de cada vez.

Sob lágrimas, Jimin permaneceu reflexivo. Mas passado algum tempo, ouviu o som dos rapazes entrando na residência e logo...

- Jimin... tudo bem? O que foi? - o mais velho acudiu, preocupado.

- N-nada, bem vindos. - ciciou, curvando-se em sorriso fechado.

- Ninguém chora por nada. - cobrou o do meio, também surgindo em cena.

- Nada de mais. - corrigiu o menor, querendo despistar os fraternos de seu momento de luto, mas...

- Jimin. - Jinhyeong proferiu com censura e sem saída, o caçula bufou, vencido.

- Apenas lembrando da mamãe. - admitiu em sorriso breve e todos assentiram em silêncio de comoção partilhada.

- Ela faz falta. - o terceiro Park comentou em suspiro.

- Mas também não gostaria que ficassem tristes. - pontuou o irmão do meio e sob a sentença, Jimin acatou e conquanto...

- Parecem cansados e... felizes. - observou o mais novo, analisando o trio.

- Vamos lá, Jinhyeong... conte a boa nova. - incentivou Jiho, enquanto o outro fitava o chão, parecendo tímido por algum motivo.

- O que houve? - Jimin não hesitou em perguntar, curioso.

- Ér... a moça que t-te falei. B-bom... eu a chamei para um passeio. - revelou enfim o rapaz e sob os risos, tapinhas nas costas e palavras de encorajamento dos outros dois, o ômega se alegrou.

- Isso é ótimo, Jinhyeong. - refutou sorridente.

- Sim. Obrigado por me ajudar, dongsaeng. Você sim, me deu ânimo e não esses três bobocas. - provocou risonho e sob uma breve confusão saudável dos fraternos, a casa parecia como todos os dias: em uma gostosa harmonia, enquanto o quarteto de Park's comia sua refeição.

As coisas pareciam maravilhosas daquela maneira. E Jimin desejava que isso nunca mudasse. Mas para seu desalento, mudaram. E... muito antes do que ele poderia prever e ainda, da forma mais inesperada possível.


***


Notas Finais:


E aí, gostaram? Express yourself ♥

Bom, como puderam notar, foi só um comecinho pra dar aquela "esquentada". Essa historinha, assim como outras, ficará fora do cronograma semanal por enquanto.
E claro, pretendo atualizá-la o mais rápido possível e peço sua compreensão :)

Ah e por último e não menos importante, quero fazer meu agradecimento mais que especial à @storya pela capa maravilhosa, muito obrigada :3

E é isso por ora. Beijos e até breve!

30 de Setembro de 2021 às 05:23 0 Denunciar Insira Seguir história
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Continua… Novo capítulo A cada 30 dias.

Conheça o autor

Patricia Kastanno Escritora|Cronograma: • Sex (Double Paternity) • Sáb (The Kim's & Rent Romance) • Dom (The Prince and the Plebeian) • Hiatus (Golden Souls, Unfixed, Strawberry is Addiction, Third Groom & Futuristic Lover) Leitora|Favoritos: • BTS (Vmin, Jikook & Vminkook) • Yaoi (Jungkook Top, V Top & Jimin Bottom) • Outros (Vampiros, ABO, Fluffy, Friendzone, Híbridos, BDSM, Casamento Arranjado & Incesto) Contato|Plataformas: • Nyah: patykastanno • Spirit: patykastanno • Wattpad: patykastanno

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