srahatakecarol Carol Guimarães

Maisha, uma intrigante séria do clã oculto sensorial de Kakusareta é jogada por meio de um portal junto com outros jounnins, chinobis, ninjas, mulheres e crianças de sua aldeia, após um ataque implacável de Orochimaru! Um portal que liga a sua aldeia a Vila da Folha, local pactuado entre os Hogakes em caso de um ataque iminente ao clã sensorial. No local do ataque, seu pai, Hogake Itadori faleceu mas antes de falecer, lançou um jutso de expansão astral para se comunicar com o Hogake da Vila da Folha, para que ele cumprisse o que foi prometido no pacto deles e abrisse o portal para receber o Clã Sensorial, e num último pedido, solicitou ao Hogake da Folha que seu melhor shinobi continuasse treinando Maisha, que apesar de ter sido treinada a vida inteira, e mesmo tendo alcançado o posto de melhor shinobi do clã, ficou totalmente estática diante do ataque de Orochimaru, e nada fez para salvar seu pai, e que também esse shinobi fizesse a segurança de Maisha diante do segredo ali exposto ao Hogake da Folha. Para atender o último pedido de seu amigo, o Hogake da Folha designou o seu melhor shinobi, o único Jounnin que seria capaz de atender a solicitação: KAKASHI HATAKE. Mas apesar de todos os empecilhos, Kakashi que sempre era isolado e cauteloso se viu diante de Maisha. O que será que ela tem de especial que fez Kakashi ficar perdidamente apaixonado por ela?


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

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Uma raposa de nove caudas? Impossível! (1)

Tudo sempre foi muito tranquilo emKakusareta, a aldeia oculta sensorial. O sol reinava e iluminava as ondas tranquilas dessa vila oculta no país da cachoeira, ao extremo deTaki. Uma aldeia oculta rodeada dejutsusde proteção, cuja a existência é indetectável para quem passar por ali. No lugar de uma aldeia, nada enxergariam além de rochas ao encosto do mar. Os poderososjutsossensoriais dessa aldeia praticados pelos melhoresshinobisdavam a proteção queKakusaretaprecisava.

“Hokage-sama! Hai!”, disseSatoru.

“HaiSatoru! O dia está bonito hoje não? O sol brilha, as águas estão calmas... passamos um inverno duro esse ano”, disse oHokageolhando além das águas do país da cachoeira.

“Sim,Hokage-Sama! O senhor está animado? Logo mais a Sra.Mahitolhe presentará com o nascimento de uma criança, que será de todos os tempos o melhorHokagejá visto! Hai!”, disseSatoru.

“Sim,Satoru. Eu espero que seja um menino, mas ficaria bem feliz se fosse uma menina. Acho que nossa aldeia precisa de mais mulheres para nós deixar menos azedos”, brincouItadori, “nada melhor do que umas mulheres esbeltas caminhando pela nossa aldeiahuh?”

Satorurepentinamente fica envergonhado com o comentário de que a vila precisa de mais mulheres.

“S-simHokage-Sama! Aquele relatório que o senhor pediu para analisar está pronto, alguns dos melhoresshinobisestão em missões secretas para os contatos que o senhor exclusivamente tem fora da aldeia. São os únicos que já viram fora de nossa aldeia.Hokage-Sama, quanto a ida ao hospital para a Sra.Mahito, já desloquei uma equipe com nossos melhoresjounnins, tudo será seguro e eles garantiram uma ida e volta perfeita para o senhor e a Sra.Mahito,hai!”, disseSatoru.

“Obrigada,Satoru. É sempre bom contar com o meu braço direito. Aproveite para tirar o dia de folga, não precisa se preocupar em nos acompanhar mais tarde,hai!”, disse oHokage.

“Ho-hokage-sama! Agradeço, mas receio que terei que recusar essa oportunidade. Minha missão é garantir o transporte de vocês de maneira segura e eficiente atéIwa, o hospital mais próximo no país da Pedra”, disseSatorude forma decidida.

Itadorisorri levemente com o canto da boca, e vira paraSatoruparando de olhar as águas do mar calmo.

“Obrigado, por tudoSatoru. Então, eu acho que nos vemos a noite.”

Itadorisai andando em direção a casa doHokagepara preparar sua ida com sua esposa para o nascimento do bebê.

JÁ A NOITE

“Itadori, já está na hora! Vamos de uma vez por toda, por favor, eu não aguento mais carregar essa criança! Está um peso, NÃO ME ATRASE MAIS! NÃO OUSE SE ATRASAR, DO CONTRÁRIO VOCÊ VAI CONHECER A VERDADEIRA FÚRIA DAS MULHERES DESSA ALDEIAA”, gritou esbravejando a Sra.Mihato.

“S-s-simdiginissimaesposa. Devem estar nos esperando lá fora. P-p-por favor, se acalme, não queremos fazer mal a esse bebê n-né?”, por mais que fosse o honorávelHokagedeKakusareta, ali, perante a esposa bravejando,hokagese via como um simples e mero homem.

ItadorieMihatodesceram os quatro andares da casa principal da aldeia, que era a casa doHokage. No portão de entrada, aos pés da enorme escadaria estavam os melhoresjounninspresentes como prometeuSatoruque também estava ali, por um instante oHokagesealivou. Não precisaria se preocupar com a ida secreta deles, afinal, eram vários ninjas saindo de uma aldeia que quase nunca saiam, para escolta-los até o hospital de forma segura.

Tudo o que ele precisava fazer era relaxar e aproveitar o caminho com a esposa. Afinal, ela precisava de toda a atenção do mundo nesse momento. O grande dia tão esperado por toda a aldeia finalmente ia acontecer!

A viagem em si era longa, afinal,Iwanão era tão perto da localidade da aldeia sensorial. Algunsjounninspercorriam o caminho na frente, lançandojutsosde proteção e ilusão para não serem encontrados. E outros ficavam na parte de trás garantindo que ninguém estaria no caminho a ponto de esbarrar com eles.

Seria uma tragédia, vários ninjas de elite, nunca vistos em toda a nação, e escoltando umHogake.Pelo fato de alguns ninjas ali não conhecerem o mundo lá fora, eles tratariam a todos com a mesma brutalidade, força e ódio, com o toque de frieza perante o inimigo que foram instruídos a ter desde pequenos, um treinamento muito parecido com a escola preparatória dosAnbus.Os ninjas que tinham permissão para sair daaldeiraera os ninjas de elite mais elevada que realizavam algumas missões de alta complexidade para outras nações, as únicas 6 nações que sabiam da existência deles.

“O QUE É ISSO?” - gritou um dosjounninsa frente - “IM-IM-IMPOSSÍVEL EM NOME DE HASHIRAMA” - gritou ojounnindesesperado - “CUIDADO HOKAGE-SAMA!”

Todos osjounninsse aglomeraram em torno doHokagee sua esposa, fazendoum barreirade proteção antes mesmo de ver o inimigo.

Estava tudo escuro, devido ao horário, a única iluminação que tinham era a da luz da lua, assimpreferiram, pois,usar lamparinas à noite poderia chamar a atenção de algum inimigo, apesar dosjutsusde proteção.

Todos estavam trêmulos, dava para sentir o nervosismo e o medo ante o inesperado pairando no ar. Um feixe da luz da lua, iluminou então o inimigo, revelando sua verdadeira face ante ao clã deKakusareta.

Um monstro abominável, cujo a energia do chacra em busca de vingança, cujo a energia se voltava para ódio, raiva, destruição, um chacra tão abominávelque dava calafriosna almasque se faziam ali presentes. Mais alto que as árvores, vermelho como fogo, os olhos sorrateiros... era uma raposa de nove caudas, uma besta que já existia antes dacriação de muitas das nações ninjas.

“E-e-eu só tinha escutado boatos sobre a existência dasBijuus, não achei que fossem verdadeiras as lendas das bestas com caudas”, pensou estremecido oHokage.

Atravessando a barreira dejounnins, se pondo a frente de todos,Hokagelançou um olhar de ódio para a besta.

“Quem é você,bijuuabominável? EXIGO QUE SE APRESENTE AO MEU CLÔ, gritouHokage.

“Hokage-sama, não chegue mais perto, em nome deHashirama”, pediu arfando entre palavras,Mihatoestava com medo.

“Há,Há,Há.... você chama isso de clã?” - a raposa riu com desdém, entre os dentes. “Já que insiste – disse debochando enquanto suas nove caudas batiam violentamente no chão - eu souKurame, irmãogemêada outra raposa de nove caudas, minha irmãKuramae antes que pergunte, venho espalhando o terror entre essas nações em busca do meu irmão. Todas as nações acham que somos apenas em novebijuus, mas somos em dez! Vocês se dizem superiores, mas no passado mal puderam contar... Ou não sabiam contar. Quem sabe vocês ninjasrídiculostenham EVOLUÍDO UM POUCO?” - esbravejou a raposa.

Distraída com o próprio discurso, a raposa não percebeu a rápida movimentação doHokage, que sabiamente pela sua posição de líder, empenhou esforços em lançar váriosjutsosde ferimentos contra a raposa enquanto osjounninse a própria esposa doHogakepediam para ele parar, afinal, osjounninsestavam ali para se sacrificarem por eles se fosse preciso.

Ao receber os golpes, que pouco surtiram efeito emKurame, ela revidou ohokagecom uma das patas o lançando de volta ao chão, fortemente, a raposa sorriu maliciosamente ante ao seu golpe. "Quem ele pensa que é?", pensouKurame.

“VOCÊ PERDEU A NOÇÃO DE ENFRENTAR UM DOS ABOMINÁVEIS MOSTROS DE CAUDAS? QUÃO SÁBIO VOCÊ É HOKAGE? APOSTO QUE NÃO MUITO!”, a raiva da raposa ecoava pelos quatro ventos, a força com que foi lançado ao chão fez com que oHokagebatesse a cabeça em uma árvore fazendo-o perder a consciência.

“Está tudo tão escuro, onde será que eu estou?”, pensou oHokage, “SERÁ QUE EU MORRI COM A FORÇA DO GOLPE? PorHashirama, O QUE SERÁ DE MINHA MULHER E MINHA CRIANÇA? O QUE SERÁ DE NOSSA ALDEIA???? NOSSOS JUTSUS EXPOSTOS AO MUNDO!”,Itadoripensou desesperado. O medo tomou conta de sua alma.

“Será que estou dentro da minha própria consciência? Isso seria o inferno ou o paraíso?”,questinoua si mesmo oHokageenquanto revivia várias memórias de seu passado.

“Hokage-sama?” - ele escutava uma voz distante, uma voz masculina o chamando, sentia algo o balançando. “Ho-hokage-sama?? O senhor vive??”, ele estava sem forças, cada parte do corpo estava em dor. “ITADORI!”, o grito vindo do fundo da alma deSatorufez com queItadoriredobrasse a consciência.

“O que houve?”, questionou oHokagedesorientado.Ao fundo ele podia ouvir váriosjounninslançado os mais diversosjutsustentando matar a raposa e logo a sua frente viu outrosjounninsque se faziam estáveis apenas segurando oKimochijutsu.

“Hokage-sama, não há tempo! Osjounninsestão usando okimochijutsu, todos juntos, para deixar a raposa induzida ao sono, ou algo parecido como se ela estivesse perdida. Mas ela é umabijuu, está tentando resistir! HOKAGE-SAMA VOCÊ PRECISA FAZER ALGO AGORA! ELES JÁ GASTARAM MUITO CHACRA, NÃO VÃO AGUENTAR MAIS!” -odesespero deSatoruainda estava ali presente.

Num ato de rapidez oHokagerelembrou do ocorrido, e começou a andar em direção da raposa paramata-lá.

“ITADORIIIIII” - o grito desesperado deMihatoecoou pela floresta inteira, um choro de criança tirou brevemente a concentração dosjounnins, a criança que oHokagetanto esperava acabou de nascer, no meio da floresta em situação de extremo perigo.

Itadoricorreu para a sua esposa, que havia sido ferida pela raposa enquanto ohokageestava inconsciente.

“Mi-mi-hato, por favor, não...” - a voz dohokageficou embargada, a roupa dela estava com rasgos em várias partes, parecia ter sido arremessada entre as árvores. Haviam diversos ferimentos em seu corpo, principalmente nos antebraços quase como se ela estivesse se defendendo de uma queda. O rosto deMihatoestava inchado, com roxos e cortes severamente profundos. Um dos olhos deMihatofoi atingido por alguma coisa que naquele momento oHokagenão sabiadistinguir, deixando-a cega de um dos olhos.

“Mi-mi-mihato... por favor, não vá... me perdoe por ter feito isso com você”,Hokage-samase lançou em curvatura no chão, em frente ao corpo deMihatoque estava apoiado em uma árvore. Sua voz revelava profunda tristeza e desorientação.

“I-i-itadori" - a voz deMihatoestava claramente sem forças - “Você f-f-icouincoscientepor quase quarenta minutos, ara-raposa... -Mihatotossiu sangue,Hogakearregalou os olhos - “Eu tentei, eu juro que tentei I-itadori... tentei lutar contra elacom osjutsusmais poderosos que eu sei que tenho e com “aquilo”, mas ela me jogou contra as árvores, cai entre elas....qu-quase como voar” -Mihatoestava perdendo a consciência,Itadorinum surto de desespero começou a balançar a esposa - “P-p-areItadori, é inútil. Usei o pouco do meu chacra para nossafi-filha nascer. É umam-meninaItadori!” - a voz deMihatoia sumindo aos poucos entre as palavras e as lágrimas que levavam o sangue de seus ferimentos - “M-m-maisha, deverá ser o nome, “a que vive”, cuide dela como cuida dos melhoresjounnins, e-e-u te amo para toda a e-e-ternidadeI-i-itadori" - e assim, entre dificuldades de pronunciar as palavras a raposa de nove caudas levou embora a alma deMihatopara longe de tudo e de todos.

“Um diaMihato, espero que não tão breve, me juntarei aos seus braços”, pensouItadoricom o rosto lavado em lágrimas.

Ao sentir a alma deMihatopartindo, a raposa que tentava resistirsussurou"É disso que eu gosto", mesmo que entre palavras baixas, foi claro o suficiente para todos ali presentes escutarem.

A fúria, e o ódio transcendental tomaram conta doHokage.

“ATIVAR KIMOCHI JUTSU” - o grandeHokageusou sua forçaatríbuidaa raiva para induzir a raposa ao desespero, induziu ela ao sono. “SATORU, JOUNNINS, ATIVEM SEUS KIMOCHI, VAMOS INDUZI-LÁ AO MÁXIMO”, gritou oHokage.

E infalivelmente, perante a técnica dejutsurara daquele clã, a raposa deitou novamente no chão jogando o seu corpo comum força abruptanele, o estrondo do peso esmagou várias árvores e ecoou pelos quatro ventos. Inevitavelmente alguma aldeia ou vila ali próxima iria perceber.Ao fundo, osjounninsainda escutavam o choro ardido da pequena menininha alirecém nascidamas nada podiam fazer pois estavam consumindo seus chacras ao máximo. Largada ao lado da mãe edaa própria sorte nesse momento,Maishacontinuava a chorar,pois todos osjounninsestavam ocupados induzindo a raposa e seu pai, oHokage,nem sequer ainda havia a tocado.

“SEGUREM O KIMOCHI QUE EU VOU PARAR O MEU JUTSU”, esbravejouItadori.

Correu para pegar a criança, ergueu a pequena menina com uma das mãos no ar e gritou “AQUI HASHIRAMA EU INVOCO O TRONO CERIMONIAL, PRESENTE EM MINHA MÃO, BALANÇANDO NO AR, HASHIRAMA, EU INVOCO O FUINJUTSU DE SELAMENTO, SELO ESTILO...” - antes que pudesse falar,Satorusegurou a mão que invocava o selo do próprioHogake.

“HOGAKE-SAMA O SR. VAI SACRIFICAR A SUA FILHA PARA SELAR A RAPOSA? ELA NÃO VAI SOBREVIVER HOKAGE-SAMA, TENHA RESPEITO EM MEMÓRIA DE MIHATO!” - gritouSatoru.

“AFASTE-SE SATORU, É O ÚNICO JEITO” - replicou oHokage.

“NÃO, POR FAVOR....... ME USE! SELE A RAPOSA EM MIM! MAS UMA CRIANÇA INOCENTE NÃO PODE SER SACRIFICADA, VOCÊ PERDEU A SUA INSANIDADE ITADORI?” - o desespero deSatoruera claro, “ele está louco em fazer isso”, pensou.

“Sinto muito,Satoru” – a voz doHokageinstantaneamente se acalmou, como se estivesse andado no campo mais florido em plena primavera – “Mas entreMishae você... você precisa entender, eu não posso perder o meu braço direito, eu te tenhocomo..como filho” - revelou oHokage. Os olhos deSatoruse arregalaram, todos sabiam que oHokagecultivava mais sentimentos porSatoru, quase como se fosse o preferido doHokage, mas ele nunca havia revelado isso.

Quase subitamente, com apenas um único toque na testa,ItadorilançouSatorupara longe com o poder de seu chacra e voltou a sua atenção ao selamento que deveria ser rápido e preciso apesar da alta complexidade, pois a raposa estava tentando resistir aosjutsus... osjounninsnão iriam aguentar.

“AQUI HASIRAMA EU INVOCO O TRONO CERIMINIAL, PRESENTE EM MINHA MÃO, BALANÇANDO NO AR, HASHIRAMA, EU INVOCO O FUINJUTUSE DE SELAMENTO, SELO ESTILO HAKKE NA NUCA, EM TROCA DO SELAMENTO PELO PODER DE VOSSA DIVINDADE EU LHE OFEREÇO ESSE SACRIFÍCIO AQUI PRESENTE NO TRONO CERIMONIAL, EU TE OFEREÇO MAISHA”, os outrosjounninsolhavam aterrorizados proHokage, quase como se ele estivesse transtornado, e num ato de selamento,Itadoriencostou a ponta de seus dedos da mão esquerda na nuca deMaishaque estava deitada na mão direita, olhando para o chão. Ele sentia o pulsar do coração deMaishaem sua mão, tão frágil... “É a única saída que eu tenho nesse momento, me perdoeMihato”, pensou, com os dedos flamejantes quase como raios, o toque dos dedos produziu uma marca de selo.

Ohokageapontou seus dedos para a raposa e começou a capturar seu chacra o qual depositava no selo, em movimentos alternados de captura e toques na nuca deMaisha. Capturar umabijuudaquela exigia esforço de chacra enorme até para os mais habilidosos ninjas, oHokagequase se sentia derrotado, faltava pouco, “Preciso aguentar, só mais um pouco, para o bem do clã”.

Ao último esforço, o selo estava completo – o sacrifício havia sido feito. A raposa deixou de existir na face da terra, mas passou a existir em sua totalidade dentro deMaisha.

Osjounninsolhavam o grandeHokageperplexos e estáticos,horrizadospelo fato dele ter sacrificado a própria filha. A gritaria que ali havia presente, o barulho dos rosnados da raposatentandoresistir aosjutsusdesaparecera e um silêncio quase que mortal tomou conta da floresta, longos minutos sepassaram eeles assistiam oHokageparalisado encarando o corpo da filha.

Satoru, que havia recobrado a consciência, correu entre as árvores para alcançar o seu clã, a força doHokageo havia lançado consideravelmente para longe.Ao chegar, viu a movimentação estranha dosjounnins. Logo percebeu queItadoriestava no meio, rodeado pelosjounninspresentes onde todos olhavam o corpo deMaisha, enquanto oHokageolhava para o céu que se fazia estrelado.Satoruse ajoelhou diante deMaishacom os olhos cheios de lágrima, onde ali naquele momento, permitiu-se sentir a dor da perca, o sofrimento, permitiu-se chorar coisa que era proibida para umjounnin. Os demais olhavam ainda estáticos, sem reação assim como o próprioHokage.

Os longos segundos pareceram a eternidade, perecendo em silêncio e choque.

“Ichigo,Kommapor favor, peguem o corpo de minha esposa”, disse oHokagecalmo e num tom de voz baixo, totalmente destruído pelo ocorrido. Duas percas inevitáveis em uma única noite.

“HAI SENSEI!”, gritaram ambos correndo em direção a árvore ondeMihatoainda permaneciaencostadacom o corpo já frio.

“Satoru, pegue o corpo deMaisha”, pediu oHokage, “Vamos embora, todos e agora! Não podemos ficar mais aqui, não é seguro pro nosso clã, outras aldeias podem estar vindo para ver o que ocorreu por conta dos estrondos e demais barulhos emitidos pela raposa. Vamos todos se apressem! Rápido! Sei que estão cansados, nada saiu como o planejado. Mas apesar das probabilidades nem todas as missões saem como o planejado, mas precisamos agir de formaimplacável”.

Todos osjounninsconcordaram, se alinharam e começaram a ir embora seguidos peloHokage.Itadorisentiu a ausência deSatoru, e olhando para trás viu que ele havia ficado distante do clã e ainda permanecia desmoronado ajoelhado chorando ao lado do corpo deMaisha.

De maneira súbita,ouvi-seum pequeno choro. Fracodemaisporém que se fazia presente, oHokagesaiu correndo da fila dejounninsem encontro deSatoru, os demaisjounninsforam atrás.Satorujá havia mudado a expressão, ele sorria complacente com o milagre ali testemunhado, de tristeza o amor e a fé subitamente preencheram o coração deSatoru. “IM-IMPOSSÍVEL”, gritou oHokage.

“ELA VIVE ITADORI SENSEI! MAISHA É A QUE VIVE, MIHATO ESTAVA CERTA EM ESCOLHER ESSE NOME HOKAGE-SAMA!",Satorugritou de volta feliz da vida.

“Elavi-ve, minha filha, vive” - sussurrou oHokage, incrédulo pelo milagre ali testemunhado. E assim prosseguiu com o seu clã de volta para aKakusareta.

Notas Finais

Ain gente, para tudo! Achei o máximo o jeito que o Satoru tentou impedir o próprio Hokage de sacrificar a filha *-*
Tem que ser no mínimo corajoso ou louco o suficiente rsrs'
Mas e agora? Será que ela sobreviveu porque o selo não foi bem criado ou será que foi um milagre mesmo?
AAAA, o que vocês acham?

21 de Setembro de 2021 às 01:08 0 Denunciar Insira Seguir história
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