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Relatos de pensamentos que tomam minha mente e me fazem perder o foco nas atividades cotidianas. Aqui, colocarei várias cronicas eróticas que podem ou não ser baseadas em fatos reais.


Erótico Para maiores de 18 apenas.

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Divagações sobre um primeiro encontro

Acordei pensando Nele, o cara que estava paquerando há alguns dias somente por uma foto que postei e era um pouco mais reveladora do que deveria. Ainda não tivemos nada, mas já tinha algumas semanas que me imaginava transando com ele nos lugares e situações mais inusitadas. Com certeza, os nudes que eu recebi ajudaram muito a alimentar esses pensamentos.

Hoje, pensava em nós num parque na região da Barra Funda, em São Paulo, num canto isolado lá na parte mais ao fundo do parque, transando discretamente, baixinho, com movimentos não tão intensos, tudo mais focado na pegação, no desejo.

Na minha fantasia, ele me buscara de carro em casa e nos conduzira até o metrô, já era muito mais fácil chegar nesse parque de metrô. Quase desistimos de ir pela pegação que se sucedera no carro. Realmente era muito mais fácil ir direto para algum quarto, mas convenhamos, o que é muito fácil tem menos graça. Comecei minha investida olhando ele dirigir, perigosamente desconcentrando ele do que estava fazendo. Entre uma parada e outra, uma mão na coxa, um beijo rápido.

Depois disso, já no estacionamento, começamos a nos beijar intensamente, logo ele afastou o banco do motorista e me puxou para o seu colo. O desejo que tínhamos um pelo outro era maior que o espaço interno do carro, o flerte que tivemos antes e as fotos que trocamos talvez até fosse pouco para a maioria das pessoas, mas nossa química tornava mais que o suficiente, tinha a ver com toque, com feromônios, éramos simplesmente compatíveis.

As mãos dele percorriam minhas coxas, minha bunda, minhas costas, e então minhas costelas e meus seios, em leves apertões. Nossas línguas mal paravam para respirar. A posição em que estava somente me permitia lhe acariciar o peitoral, o pescoço e a cabeça, brincando com seus cabelos curtos vez ou outra, tentando sentir seu pau com a virilha mesmo com tantas camadas de roupa.

Estava com meus seios confortavelmente acomodados nas mãos dele, dependurados do sutiã quando duas batidas na janela interromperam nossa ação. Era o guardador de carros já aos berros dizendo que ali não era motel e nos dando o ultimato de descer e deixar o carro ou ir embora com ele.

Rindo e nos recompondo, fomos embora e tomamos o metrô, seguindo nosso percurso. No caminho fomos mais discretos, optamos por conversar um pouco mais, afinal era a primeira vez que saíamos, ambos tínhamos que sondar se aquilo que nem acontecera ainda poderia acontecer novamente. Não que não tenhamos nos beijado, nem que eu não tenha apertado a bunda dele, firme e redonda, várias vezes durante o percurso, pois certamente o fizemos e com muito gosto.

Finalmente no parque, logo nos encostamos num canto e voltamos ao que tínhamos começado no estacionamento. Sem muita cerimônia iniciamos um sexo gostoso, daqueles cujo objetivo não é acabar num orgasmo nem bater coxa até o mundo acabar, mas daqueles em que estamos tão excitados que simplesmente não somos mais capazes de nos governar, daqueles em que, se não sentirmos o corpo de um preenchendo e abraçando o do outro, se não sentirmos o cheiro do pescoço da pessoa de perto, se não sentirmos o gosto da pessoa na boca, acabaríamos desfalecendo de tesão. Nossos corpos cairiam em desgosto e desistiriam de viver, nosso sangue entraria em greve e se recusaria a voltar a circular fora da virilha, provocando falência dos órgãos.

Na minha fantasia, talvez tivesse uma câmera nos olhando, um guardinha entediado do outro lado vislumbrando algo interessante pela primeira vez em semanas. Ou talvez algum segurança passasse e, em vez de acabar logo com aquela patifaria em um local público tão familiar, ficasse só olhando, guardando a imagem para quando estivesse sozinho em casa, ou para quando estivesse com a pessoa com quem mantém um relacionamento, quem sabe. Talvez passasse outro casal, um pouco mais jovem e, aproveitando o espaço consagrado por nós para aquilo, também o fizessem, a sua maneira, igualmente baixinho, inspirados, de certa forma compartilhando do nosso tesão, criando uma aura vermelho arroxeado ao nosso redor, quentes, cúmplices.

Eu conseguia imaginar o cheiro dele, a temperatura de sua pele, a textura de seu cabelo. Imaginei as coisas esquentando, os sons molhados que fazíamos juntos, harmoniosamente combinados ao som que fazíamos ao respirar, cada vez com mais desejo, um ar brincalhão de quem sabe que está fazendo a coisa certa no momento ou no lugar errado. Sabendo que aquele amasso era só o começo de algo maior que estava por vir, mas aproveitando o momento presente em toda sua eternidade.

Olhei no relógio, últimos 10 minutos para levantar e ir me aprontar para os meus compromissos do dia, nenhuma mensagem dele desde o "boa noite" que eu lhe enviara acompanhado de uma foto minha usando uma das minhas melhores lingeries. Era o tempo ideal para me tocar e torcer para que esse orgasmo matinal fosse capaz de colocar minha mente de volta no lugar em que deveria. Por deus, estava tão molhada. Deu pena desperdiçar isso com uma masturbação matutina.

Gozei imaginando que, sentada numa mureta, ele massageava meu clitóris com a cabeça do pau, rindo do meu estado, se esfregando em mim, ambos molhados. Vez ou outra introduzia somente a cabeça, me deixando sedenta por seu pau dentro de mim por completo.

Então, já não me importando com mais nada, muito próximo do orgasmo, eu erguia a camiseta e oferecia meus seios para que ele os chupasse, o que ele fazia com gosto, enchendo sua boca e depois mordiscando meus mamilos, revezando as chupadas entre um seio e outro e, quando num, beliscando o outro, úmido de saliva, com as pontas dos dedos. Depois subiu até meu pescoço, beijando-o, e introduziu o pau em mim, fazia um vai e vem muito sutil enquanto, com o polegar, esfregava meu grelo deliciosamente.

Soltei um gemido entrecortado, abafado, daqueles que sai sem querer. Tanto em minha imaginação quanto na vida real.

"bizz bizz"

Era meu celular vibrando.

"Crush enviou uma foto autodestrutiva" — dizia a notificação.

Não exitei em abrir, a sincronia era perfeita. E lá estava ele na foto, duro, posando sedutoramente. Me mostrando seus atributos da maneira mais valorizadora que conseguia. Sua pele lisa, bem cuidada. Suas coxas grossas. O peitoral, delicioso. O abdômen, tenso. E o pau, duro, avermelhado, praticamente me implorando para ser chupado.

O temporizador de autodestruição da imagem já estava quase sumindo quando minhas pernas começaram a ficar levemente formigantes. Estava tomada pelo prazer que acabara de me autoconduzir. Percebi estar levemente suada, meu coração disparado, a respiração descompassada.

"bizz bizz" — outra mensagem.

"Crush: E ai, vamos nos encontrar hoje? ;)"

1 de Setembro de 2021 às 22:43 0 Denunciar Insira Seguir história
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