aicodaiko aico daiko

Eu fui forçada a entrar em um contrato com um Demónio... agora encontro o meu verdadeiro amor e encaro o meu destino! Um culto Sombrio, um encanto misterioso, e uma luta por poder entre humanos e demónios... A escola para órfãos ,St. Bernadette, tem sido a minha casa desde sempre. Eu não tenho lembranças de antes de ser trazida para o orfanato aos 8 anos de idade, mas eu tive uma vida aqui estou pronta para encarar o mundo real. Deixando o orfanato e os meus únicos amigos para trás, eu sai para começar uma vida nova na cidade. No entanto, a minha alegria é interrompida quando eu sou subitamente sequestrada a caminho do meu apartamento por um grupo de homens encapuzados. Eu acordo em uma câmara com os meus sequestradores que me usam para invocar... um homem esbelto? Escapando da câmara, nós dois acabamos em uma mansão luxuosa que o homem diz pertencer a ele. Outros dois homens estão à nossa espera e todos revelam ser demónios ?! Eles consideram o mundo la fora ser inseguro pra mime e exigem que eu viva na mansão até nova ordem. O que tudo isso significa? Será que eu vou conseguir ir pra casa um dia? Quem exatamente são esses demónios e o que eles querem de mim? Incapaz de voltar para casa com o meu confinamento por um tempo indeterminado, será que eu aprenderei a viver com os três demónios?


Ação Todo o público.
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Capitulo 1

Eu estou sentada no palco e me sentindo tao desconfortável.

(É assustador ter todas as crianças do orfanato olhando pra mim!)

A diretora da escola, Sra. Malia , está agora fazendo um discurso.

-Lydia veio até nós há dez anos, uma garotinha perdida e assustada. Ela não conseguia se lembrar de nada de sua vida. Nós só soubemos o nome dela por causa da nota fixada em sua camiseta.

Assim como todas as vezes em que a ouço dizer isso eu me pergunto, como pode? Como uma garotinha de oito anos pode não saber seu próprio nome ou onde vive?

-Ela cresceu e se tornou corajosa, forte e responsável, e todas aqui em St. Bernadette estão muito, muito orgulhosos dela. Nós desejamos muita sorte à ela agora que irá partir para o mundo afora, mas ela precisa saber que nós iremos sentir muito a sua falta.

A audiência aplaude e eu tenho quase certeza de que o meu rosto está em chamas.

(Mas ao menos chegou ao fim!)

Eu desço do palco. As pessoas correm até mim para me parabenizar por ter me formado na St. Bernadette.

(Eu tento ignorar a ausência de qualquer parente... meus pais... se é que eu tive algum...)

Minhas duas melhores amigas, Lara e Kate, levam-me para longe da multidão que está indo lanchar.

-Graças a Deus acabou. Que tédio!

-Eu achei uma graça. Sra. Malia gosta muito de você,Lydia.

-Oh Ana! Como você pode ser tão estupida? Ela fala, assim de todos os graduados.

O que eu digo?

-Como vocês vão sobreviver sem mim? Vocês vão estar brigando assim que eu passar pelo portão.

-Não se preocupes, Lydia. Kate acha que eu não consigo lutar sozinha. Eu vou mostrar para ela. Ah, tá! A Santa Ana numa briga? Eu pago para ver.

-Parem vocês duas! Você estão me dando dor de cabeça.

-Rumo a grande metrópoles de Langton amanhã. Você está animada?

-Estou!

-Você dá um jeito em tudo e em dois meses eu irei me unir a você! Eu mal posso acreditar que os nossos sonhos se tornarão realidade tão perfeitamente!

-Nem eu!

-Eu queria que vocês duas tivessem mais bom senso sobre tudo isso. Langton é muito perigoso.

-Ana, quando foi que você virou uma ratinha medrosa?

-Kate, porque você não consegue aceitar que nós somos todos diferentes? Ana é um tipo de pessoa e você é outro.

-Sim! Ana é o tipo de pessoa mais tediante e eu sou o tipo,mais animado!

Eu reviro os meus olhos.

(Kate nunca irá mudar!)

É então que eu noto o Edward de pé, sozinho, na sombra do grande olmeiro.

(Que pena, ele parece tão triste!)

Kate me vê olhando na direção dele.

-Porque que o filho de Carliste está pra baixo? Dinheiro demais? Ele não sabe como gastar tudo?

-Porque você odeia tanto o Edward?

-Eu não odeio ele, só um garoto rico e mimado . Eu só não tenho interesse em garotos ricos e mimados. É isso.

-Ele é muito mais do que um garoto rico e mimado. Ele sempre foi muito gentil comigo e ele nunca abusou de autiridade comigo.

-Talvez não com você, mas isso faz você a única.

(Porque à Kate é sempre tão maldosa?)

Eu nunca vi Edward importunando os outros por ser o filho do benfeitor do orfanato.

-Você está dizendo que... sente algo especial pelo Edward?

-Bem... acho que você poderia dizer que é algo especial.

-Espera, você está mesmo a fim dele?!

-Bem, "estar a fim" não é a exatamente a palavra certa...

(Ele trouxe vida ao meu mundo cinzento. Eu odeio este lugar. Eu não gosto de todo este barulho, todas essas crianças.)

Eu olho por cima dos campos ondulados atrás do orfanato, e para a grande mansão na colina.

(Eu me pergunto quem vive lá.)

Talvez aquela devesse ser a minha casa, e não esse lugar.

(Porque eu não consigo lembrar de nada?)

É como se alguém tivesse apagado todas as minhas memorias. Como se eu nunca tivesse existido até dois dias atrás, quando eu cheguei nesse lugar horrivel.

-Olá...

Eu me assusto. Eu não sabia que havia outra pessoa aqui.

(Porque essas crianças horríveis não podem me deixar em paz?)

É um menino. Eu não sei quem é. Talvez não seja um dos órfãos já que não esta vestindo o uniforme. Eu fico quieta.

-Você não consegue falar?

-Eu posso falar. Eu só não quero.

-Meu nome é Edward.

(Quem é esse idiota?)

-Então como você ficou órfã?

-Eu não sei. Eu perdi a memoria.

-Isso é assustador. Mas é um pouco excitante também. Você pode ser uma princesa de uma terra distante e nem saber disso.

Eu olho pra esse menino novamente. Ele é o primeiro a mencionar o quão assustador a minha situação é.

(É como se ele pudesse sentir o que eu estou sentindo. E agora ele me mostrou como ver isso de uma forma positiva. Eu dou um sorriso pra ele e ele sorri de volta.)

Hmm...talvez eu seja!

-Ooooh! Eu espero que você seja! Se você for, posso ser o seu cavaleiro?

-Sim! Claro que podes, Edward.

Eu fico supresa em me ouvir dizendo isso. Nós nos sentamos em silêncio por um tempo.

-Você é um tipo especial de órfão então? É por isso que você não precisa vestir o uniforme?

-Não, eu não sou um órfão.

Ele aponta para a casa a colina, para a mansão.

-Eu moro lá... com minha mãe e meu pai.

(Se ele vive naquela linda mansão, porque ele parece estar tão triste?)

-Eu não tenho amigos. Você gostaria de ser minha amiga?

-Sim.

(É uma resposta honesta. Eu quero ser amiga desse menino engraçado.)

-Você não pode ser minha amiga se eu não souber o seu nome. Ou você quer que eu te chame de garotinha?

-Não, como eu já te disse eu não sou uma garotinha.

-Meu nome é Lydia.

-Prazer em conhece-la, Lydia.

Nós sorrimos um pro outro e então balançamos os pés em sincronia.

-Lydia...? Terra para Lydia?

-O quê? Oh, desculpa.

-Pensando no Edward, heim? Você é bem dedicada.

-Ei, não é isso! Ele é como um irmão mais velho pra mim!

-Oh você é tão sem graça! De qualquer forma, vamos ir comer. Esse povo vai acabar com tudo antes de chegarmos lá.

-Vocês vão na frente, eu irei em seguida.

Kate e Ana saem. Eu sigo até ao Edward.

-Ei.

Edward sorri mas não diz nada.

-O que há de errado?

-Eu sempre soube que esse dia iria chegar, mas agora que estamos aqui tudo parece diferente.

-O que quer dizer?

-Que você está indo embora. Acho que eu nunca achei que você iria.

O que eu digo?

-Mas você me ajudou a encontrar o apartamento em Langton!

-Eu sei. Não faz sentido.

-Se isso ajuda, eu também estou assustada pelo que vem em seguida.

Edward me abraça.

-Isso ajuda bastante na verdade. Langton está a apenas uma hora de distância de trem. Você pode me visitar o tempo todo.

-Sim... Mas não é como te ver todos os dias... não é como ter você a um passo de distancia.

-Eu sei. Escute, eu irei sentir a sua falta também, Edward. Mas sabe, não importa o que aconteça, nós sempre iremos nos amar. Você é o meu irmãozão.

Edward sorri.

-Eu estou sendo idiota. Desculpe. Eu não quero arruinar o seu dia. Eu estou feliz por você... estou mesmo.

Eu o beijo na bochecha.

-Você está bem?

-Estou bem.

-Ok, eu tenho que ir. Kate vai me matar.

Eu me viro e começo a andar.

-Lydia, espera.

Ele olha pra mim com uma expressão aflita.

-Hm?

-Eu não estou bem. Lydia... Eu não quero que você vá.

-Mas você sabe que eu preciso, Edward.

Não é apenas a St. Bernadette me expulsando, eu também quero ir. Você sabe disso.

-Mas e se tivesse outras opções.

-Do que está falando Edward? Você não é do tipo que fala em enigmas. O que você quer dizer? Apenas diga e deixe de bobagem.

Edward hesita.

-Eu quero casar com você.

Eu rio. E então eu olho pro seu rosto e vejo que ele está falando sério.

-O quê? Casar? Nós?

-Você sabe que nos amamos.

-Sim mas não desse jeito. Eu te amo como um irmão.

Ao ouvir a minha resposta, Edward olha pro chão desapontado.

-Edward...

Quando estou prestes a alcançar a mão dele, ele ergue os olhos para olhar nos meus novamente. Eu posso ver que o sorriso que ele está me dando é forçado.

-Haha, acho que sim... é... sinto muito. Essa veio do nada, não é? Eu estarei sempre ao seu lado, Lydia.

Ele passa a mão em minha cabeça e então se vai.

(Eu não achei que Edward tinha sentimentos por mim nesse sentido...)

Edward levou a mim, Ana e Kate de carro até a estação de trem. O chefe da estação anuncia o meu trem.

-É o meu!

Eu me levanto e abraço o Edward.

-Vejo você em breve Edward.

-Sem dúvida.

Eu abraço Ana.

-Ana, por favor, fique de olho na Kate. Você sabe como ela é.

Nós duas rimos.

-Eu farei o meu melhor mas você sabe tão bem quanto eu que ela é teimosa feito uma mula.

Kate empurra a Ana para fora do caminho e me abraça forte.

-Prepare tudo, eu estarei lá antes mesmo de você perceber. Eu te amo, querida.

-Eu te amo tanto quanto. Eu amo todos vocês!

Eu pego a minha mochila e subo no trem.

(Eu estou indo embora... Eu estou finalmente deixando St. Bernadette!!)

Eu obeservo eles acenando da plataforma enquanto o meu trem se afasta. Eu aceno de volta sorrindo contendo as lagrimas por pouco. Eu encosto o meu assento. Coloco minha mochila no armário. Eu me sento e observo a paisagem passar pela janela. Eu sonho com o meu novo apartamento. Como eu irei lidar tendo tanto espaço só pra mim? E eu poderei cozinhar e comer exatamente o que eu quiser!

(Toda essa liberdade é intoxicante!)

Talvez Ana esteja certa, talvez eu deva ser mais cuidadosa. Ir com mais cautela. Mas eu não consigo!

(Eu quero me jogar com tudo e voar!)

Eu penso sobre onde estive e pra onde vou, ambos ainda são um mistério.

(Eu sou uma garota de dezoito anos que sabe nada sobre si mesma.)

A única coisa da qual eu tenho certeza são as três pessoas de pé naquela plataforma, meus melhores amigos no mundo,e agora eu os deixei.

(Mas será que isso é tudo o que há pra mim...? Quem eu era antes de perder a minha memória...?)

O que eu faço?

Eu começo a chorar sobre minhas mãos.

(Eu não sei... Eu não de nada...)

Eu escondo o meu rosto nas palmas das mãos e choro. De repente eu me sinto tão sozinha. A mulher à minha frente toca em minha perna.

-Vai ficar tudo bem, querida.

Eu aceno que sim com a cabeça. Eu aceno embora não tenha certeza de que ficará tudo bem. Ela também não tem certeza é só uma frase que as pessoas dizem. Mas eu limpo o nariz e enxugo as minhas lágrimas por ela.

(Não presico estressar um estranho. )

Eu olho pela janela do meu novo apartamento, para as luzes da cidade, e eu estou tão animada!

(Eu não consigo acreditar que estou aqui!)

Eu cheguei duas horas atrás e já organizei todas as minhas coisas. Não havia muito pra começo de conversa. Eu me sento no sofá e olho para a cidade através da janela.

(O que está me aguardando lá fora?)

Eu posso apenas imaginar. Então eu me lembro que Kate pediu pra ligar assim que chegasse. Eu vasclho minha mochila pra achar meu celular. Ela não vai ficar nada feliz por ter demorado tanto pra ligar. Eu ligo pra ela.

-Oi pra você! Nosso apartamento é incrivel!! Você vai ficar maluca.

-Eu estou com tanta inveja. Eu queria estar aí agora.

-Você estará aqui logo. Você vai amar isso aqui. É tudo o que nós sonhamos. E bem no centro da cidade também! Nós ficamos no último andar, o décimo.

-Uhuu! Conte mais.

O que eu digo?

-Nós temos uma varanda ligada ao nosso quarto.

-Não creio!

-Pois acredite! É ótima.

-Oh, Lydia, nosso sonho está se realizando.

-Estão sim!

-Mal posso esperar pra chegar aí!

-Eu mal posso esperar pra você chegar aqui! Ok, Kate falamos mais amanhã. Eu preciso sair e arranjar comida.

-Tudo bem. Coma algo em exótico como comida tailandesa.

-Sem dúvida! Chega de rosbife e puré de batata!

Eu peço comida pra viagem e volto para o meu apartamento.

(Será que eu vou me cansar de dizer isso: "meu apartamento"!)

Eu estou caminhando quando de repente, eu tenho a impressão de que alguém está me seguindo. eu me viro pra checar e não tem ninguém.

(Ah, não! Estou virando a Ana!)

Eu rio e volto a andar. Assim que chego em uma área escura onde a lâmpada do poste está apagada, uma mão segura a minha cintura. Outra mão cooloca um tecido sobre minha boca e nariz. Eu me viro e atrás de mim há um homem me segurando, ele está vestindo uma tunica longa e escura com um capuz sobre o seu rosto para que eu não veja nada. Em alguns segundos tudo fica escuro. Eu abro os olhos e percebo imediatamente que estou algemada nos pulsos e tornozelos.

-Soltem-me!

Eu olho ao redor. Há velas fixadas nas paredes da câmara construida improvisadamente. A sala está cheia de homens vestidos as mesmas túnicas escuras que o homem que se sequestrou vestia.

-Você não pode fazer isso comigo! Deixe-me ir!

Os homens se movem suavemente em aglomerado e cantam em sussuros um idioma que desconheço.

(O que está acontecendo aqui?)

Um dos homens de túnica se aproxima, ele parece ser o lidar deles.

-Invoque o demônio!

(O quê? O que essa pessoa maluca está dizendo?)

-Eu não sei do que você está falando.

Com um movimento fluído, ele se aproxima de mim e me dá um tapa forte no rosto. Fazendo com que a minha cabeça vire pro lado.

(Ai! Isso doeu!)

-Eu nunca irei cooperar com você! Você pode me bater o quanto quiser, mas eu não sei o que você quer que eu faça.

Um homem diferente se aproxima. O seu rosto está oculto como todos os outros, mas ele me parece familiar...

-Corra, corra se você quiser... mas você vai estar colocando os seus amigos em perigo...

-Voce se atreveria!

-Ana, Kate... Edward... hmm... mais quem...

-...!

-Se você não cooperar, então temo que terei que...

-Pare! Eu irei ouvir... só não machuque os meus amigos...

-Excelente... agora que temos a sua atenção... Para invocar o demônio, você deve cortar a si mesma e permitir que o seu sangue caia sobre o círculo de invocação. O círculo sobre o qual você está deitada.

-Você não irá se safar disso...

-Vai fazer o que foi pedido?

Eu decido cooperar na esperança deles me libertarem quando isso acabar.

-Sim, mas não irei precisar de uma mão livre?

O Lider instrui o outro homem a libertar as minhas mãos. Omesmo homem me entrega uma faca pequena. Eu pressiono rapidamente rapidamente a faca sobre o meu braço e observo enquanto o meu sangue pinga sobre a mesa de mármore. A sala fica fria e então começa a ficar quente. Uma fumaça vermelha preenche a sala. Quando se dissipa, um homem bonito está de pé no meio da câmara. Os homens de túnica fazem "Oooo!" deslumbrados.

-Nosso príncipe...

Ele e todos os homens de túnica caem de joelhos com suas testas tocando o chão.

(O que está acontecendo?)

O homem que eles chamam de "Nosso Principe" está olhando ao redor com escárnio em seu rosto. Ele obviemente despreza esses homens.

-...Humanos deploraveis. Porque motivo estão me invocando?

-Nosso Principe, você poderia por gentileza nos conceder um pequeno milagre de riqueza? Nós trouxemos a Enfeitiçada para você formar um contrato. Esperamos que seja do seu agrado.

-Que inconveniencia...

O príncipe lança um olhar desconente sobre o grupo antes de olhar pra mim. Ele se aproxima de mim,um passo de cada vez. Enquanto ele me olha, eu cautelosamente olho pra ele também. Ele tem chifres e unhas longas e pretas, mas apesar disso ele é muito bonito.

-Então vocês a encontraram?

(Então eu sou a Enfeitiçada?)

-Eu nunca iria adivinhar que homens estupidos como vocês encontrariam alguém tão especial.

(Bonito e arrogante...)

-Você fará um contrato com ela?

O príncipe toca o meu rosto e passa o dedo lentamente pela minha bochecha. Eu ento me afastar dele mas eu fico paralisada de repente. Ele remove o seu dedo e sorri. O que eu faço?

-Porque você está sorrindo?

-Porque você é muito linda. E eu terei você.

-Nunca!

Ele ri.

-Linda e determinada que combinação atraente.

O Príncipe se vira para o Líder.

-Que seja assim.

O Líder rapidamente se vira para os homens reunidos ali e um deles trás uma faca dourada sobre um travesseiro de seda roxo, e o oferece-a ao Príncipe. O Principe a pega e rapidamente a passa sobre o braço. O sangue jorra. O Líder respeitosamente segura o braço do Principe e o segura perto de meu rosto.

-Abra a boca!

-Não irei!

Dois homens correm pra frente e abrem a minha boca a força enquanto o braço do Príncipe é estendido sobre a minha boca. O sangue preenche a minha boca e embora eu tente, eu não consigo não engolir. A sala muda novamente. Por alguns instantes ela balança e o ar vai de frio para quente e então volta ao normal. Todos os homens de túnica estão prostrados no chão. Fanaticos vestindo túnicas pretas curvados no chão, um lindo Príncipe demônio... Essa cena absorda à minha frente envia arrepios a minha espinha.

(Eu só quero sair daqui e ver Edward e Kate... Não, não, agora não é hora de perder as esperanças!)

Simplesmente fugir pode colocar a todos do orfanato e Edward em perigo... Eu preciso pensar em um plano...

(O que devo fazer...?)

Meus olhos se encontram com os do Príncipe.

(Hmm... ele não parece querer estar aqui mais do que eu. Talvez eu consiga trazer ele pro meu lado...!)

-Ei,Principe...?

Eu sussurro pra ele para que os fanáticos não nos ouçam.

-O que é esto tudo?

Eu sussurro mesmo não tendo necessidade. Esses homens de túnica estão prostrados no chão cantando bem alto.

-Esses idiotas e seus rituais estupidos. Eu devo cuidar deles de uma vez por todas. Eu estou ficando bem cansado da adoração deles.

-Deve ser um fardo ser adotado.

Eu digo em tom ironico mas ele não entende.

-Agora que eles encontraram você, você irá descobrir em breve. Eles têm procurado por uma feitiçada como você por décadas, séculos até. Uma que pode me invocar. Normalmente eles só conseguem invocar demónios inferiores. Que podem fazer apenas contratos insignificantes. Suponho que ambos seremos incomudados por esses idiotas de agora em diante.

-Eu preciso sair daqui.

-Sim precisa.

Eu puxo as correntes sabendoa futilidade por trás de tal ato. O Príncipe ri.

-Você é cruel.

-Não sou cruel, eu só acho tais fraquezas humanas cómicas.

-Eu posso ser fraca, mas fui eu quem te trouxe aqui contra a sua vontade.

Ele considera isso um momento.

-Sim... você fez um argumento válido...

Ele me observa e considera a situação.

-Você é estranhamente linda. Os encantados normalmente não são.

-O que é essa coisa de encantados?

-Isso que você fez. Você me invocar.

-Mas pra quê?

-O culto Sombrio faz contratos com os demonios em troca de coisas que desejam. Riquesas, poder, imortalidade...

-E você da isso a eles?

-Não tudo isso. Mas sim estes são os homens mais poderosos do mundo. Eles controlam os países, as indústrias... tudo, graças a nós.

-Como você se sente permitindo isso?

-É conplicado.

Nossa conversa acaba aí. Observando os fanáticos eu posso dizer que o ritual está chegando ao fim.

-Ei... talvez devessemos sair daqui? Você não quer ser usado por eles, não é? Vamos sair daqui! Vai ser melhor pra nós dois!

Ele olha ao redor por um tempo, e então parece pensar por um momento.

-Você tem razão. Estamos de saída.

-Ok. Como eu me livro disso?

O Príncipe aponta o seu dedo para as correntes em meus tornozelos e elas se explodem.

(Uau!)

Ele quebra as outras do mesmo jeito. Ele pega minha mão.

-Vamos!

Antes que eu possa responder, uma nuvem de fumaça vermelha nos cerca.

Quando a fumaça se dissipa nós estamos em uma sala grande e bonita, com candelados e mobília cara. Eu olho para o Príncipe. Os chifres e unhas longas dele desapareceram. Agora ele é apenas um homem extraordinariamente lindo. Mas a casa é de cair o queixo!

-Uau! Onde estamos?

-Essa é a minha casa. Bem vinda, Lydia!

-Você sabe o meu nome?

-Claro. Nós todos sempre soubemos o seu nome.

(O que isso quer dizer?)

-O meu nome é Levi, a proposito.

Ob... obrigado, Levi...

(Então o Príncipe dos Demónios se chama Levi...)

Antes que eu tenha tempo para processar essa informação, eu vejo outros dois homens demónios olhando pra mim.

(Quem são eles? E o mais importante: o que vai acontecer comigo agora?)

11 de Agosto de 2021 às 00:53 0 Denunciar Insira Seguir história
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