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"Park Jimin tinha a vida perfeita antes do acidente; era um modelo da Chanel muito importante, estava se dando bem com sua mãe, aproveitando da companhia de sua irmã e amando ficar uns dias com sua sobrinha que não via há muito tempo. Porém, o triste incidente lhe tirou tudo. A vontade de viver se tornou inexistente e o fez tornar-se um homem amargurado, frio e carrancudo. Enquanto Jeon Jungkook, apesar de levar uma vida difícil e cheia de altos e baixos, esforçava-se ao máximo para concluir o dia com um lindo sorriso no rosto. Quando, na verdade, só desejava estar longe de tudo e de todos, principalmente de seu pai, que se negava a mexer no passado. O preço para quem é bom demais, no entanto, é uma demissão. E em seguida surge uma nova oportunidade; ser cuidador do homem mais difícil de Seul, o ex-modelo, Park Jimin. Apesar dos boatos e alerta do seu irmão, Jeongguk não se importa e aceita o emprego, pois precisa muito de uma nova oportunidade e dinheiro. Ele só não esperava que aquela oportunidade faria com que sentisse não só raiva, como amor. E Jimin, acreditava que nunca mais teria aquele sentimento outra vez, acaba se surpreendendo cada vez mais com o jovem sorridente e de roupas largas." "Não existe nenhuma palavra que defina o que senti cada segundo que estive perto dele."


Fanfiction Bandas/Cantores Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#BTS #JungHoseok #KimTaehyung #JeonJungkook #ParkJimin # #Eueleeocaos
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Prólogo

2010


Ele dormia profundamente em sua cama, mesmo com todo aquele barulho que existia na casa ao lado, como se já não bastassem os ruídos que ocorriam em pleno fim de semana. Por conta da festa que havia dado na noite passada,se embebedou tanto que acabou indo para cama bem mais tarde do que imaginava. Por isso, não conseguia abrir os olhos ou criar coragem para sair dali.


Entretanto, quando seu celular tocou em cima de sua escrivaninha – na qual ele chutava pela quinta vez - foi obrigado a se levantar. O som persistiu por mais um tempo até que ele finalmente desligasse o aparelho, completamente irritado por ter sido acordado daquela forma e com todo aquele barulho, e, quando pensou que poderia retornar à cama quentinha que havia saído há pouco, o sono que antes parecia não voltava mais.


Cogitou a ideia de gritar, visando fazer sua vizinha parar com aquele barulho chato que o incomodava tanto e fazia-o ter cada vez mais dores de cabeça, mas, para sua "felicidade" a vizinha era sua mãe. Então não tinha muito o que fazer.


— Aish... São 10 da manhã! Amanhã tenho que viajar de novo e não posso dormir no meu quarto em paz... — Resmungava para si mesmo enquanto marchava ainda bravo, até o banheiro, sendo surpreendido por ninguém menos que sua sobrinha, Amber.


A garotinha, filha de sua irmã, viajou de Londres para Seul junto a mãe para passar a semana com o tio e a avó. Ela era uma menina doce, fofa, mas não sabia falar coreano muito bem, por isso aprendia do jeito que dava e quando sua mãe podia lhe ensinar.


Park Sora, mãe de Amber e irmã de Jimin, era professora de línguas de sinal, sabia diversas línguas e ensinava a filha e os colegas dela aos quais dava aula. Contudo, a irmã não era tão presente na vida dos pais e do seu irmão mais novo.


Com 20 anos, ela decidiu sair de casa e disse que se tornaria independente. Com 23, casou-se e teve uma filha. Dois anos depois, separou-se e agora estava feliz por dividir seu apartamento com sua filha e seus cachorros. E, ao contrário do que muitos possam ter pensado, em nenhum momento ela pensou em desistir. Não pediu nenhum dinheiro à mãe ou ao seu pai, esforçando-se até o último segundo para conquistar todos os seus desejos e ter seu próprio dinheiro de forma independente.


Assim como dito, foi feito. Hoje em dia, ela tem tudo o que deseja e não precisa pedir nada, pois apenas o básico era capaz de deixá-la feliz e satisfeita.


Sora, ganha muito bem, mora em Londres e diz que lá é muito melhor que a vida em Seul. Amber nem concorda nem discorda, diz apenas que gosta de ambos os lugares, por isso estava ali, matando a saudade.


— Bom dia, Tio Jimin! — A menininha disse risonha, fazendo seu tio ter quase um treco, provocando risos nele, em seguida, enquanto pegava-a no colo, levantando-a até a sua nuca. Depois, os dois começaram a andar juntos, brincando de cavalinho até a sala de jantar.


— Por que a mocinha estava no banheiro? Quer me matar de susto? — Disse para menininha que se sentava em uma das cadeiras, murmurando inocentemente um "Desculpa, eu não sabia que era seu banheiro", e ele a beijou em todos os lugares que pôde, porque não aguentou tamanha fofura.


Na mesa, estavam distribuídos diversos tipos de pães, além de café, chá e bolo, tudo que um rico bem-sucedido poderia ter. Sua mãe apareceu bem na hora, com a roupa toda suja de tinta para parede e os cabelos com os fios meio soltos, saltando para todo lugar, fazendo o filho e a neta rirem.


— Do que os dois bonitinhos estão rindo, hein? — Ela pôs as mãos na cintura, fingindo-se de inocente, e foi atacada por abraços e beijos do seu querido filho e da sua neta. — Amo vocês também.


O café da manhã havia sido ótimo e cheio de conversas e de risadas.


Depois de um tempo, a irmã de Jimin apareceu para levar sua filha para um parque em Seul que ela tanto queria ir, e disse que mais tarde passaria na casa do irmão para fazer as malas, porque naquela mesma noite voltaria a Londres.


Quando se despediram, Jimin logo apressou-se em fazer o mesmo, deixando a tristeza de lado por ficar longe de sua sobrinha mais uma vez. Agora, ele teria que ir até a agência de moda para vestir diversas peças de roupas. Rapidamente levantou do sofá, no qual apreciava o bom e velho chá de alecrim de sua mãe, e pegou sua jaqueta em cima do estofado.


Em seguida, deu atenção a sua progenitora que o encarava um tanto preocupada. Fazendo um sinal com as mãos, deixou que ela dissesse o que a atormentava.


— Bebê, você vai dirigir até o trabalho? — A mãe, preocupada como sempre, perguntou sem deixar de usar o apelido "bebê" com seu filho, que não era mais criança.


— Mamãe, não sou mais criança, pode me chamar de- Ela o interrompeu, e ele não pôde fazer nada a não ser ouvir a mais velha.


— Bebê! Você é meu bebê. Não importa quantos anos tenha. — Cortou-o, fazendo o filho ficar quieto,e ele logo sorriu assentindo, rendido pelo carinho da mãe.


— Certo, certo... — Jimin apenas concordou várias vezes enquanto caminhava até a porta, ouvindo um suspiro muito profundo atrás de si, e logo deu um sorriso irônico. Voltando para a mais velha, deixou um beijo casto em sua bochecha e um abraço carinhoso e reconfortante. — Bem, mamãe, estou indo. Vou no meu carro mesmo, sei que você tem muita coisa pra fazer.


— Sozinho? Não é melhor chamar um motorista ou sei lá? Você acabou de tirar a carteira... Não sei não. — A mulher passou a mão no peito, parecendo se sentir mal, Jimin apenas beijou sua bochecha outra vez, dessa vez com mais afeto, fazendo-se ouvir o som do estalar quando a soltou.


— Eu vou ficar bem! — Disse animado. — Sei me cuidar. E, olha, eu sou um Park. — Deu uma piscadela e saiu rumo à agência de modelos onde tiraria milhares de fotos.


No carro, ele pegou um de seus remédios dentro do porta luvas, ingerindo um deles com o auxílio de um pouco de sua água que carregava em uma garrafa térmica, mantendo o pensamento positivo de que ficaria bem e que seu dia seria incrível.


Ligando o motor e o rádio, cantava alguns versos daquela música que conhecia bem e, quando menos percebeu, um caminhão enorme atingiu-o em cheio.Um caminhão havia batido de frente com o carro em que ele estava, e não podia ouvir mais nada a não ser os gritos que ele dava ao não sentir mais suas pernas.

1 de Agosto de 2021 às 23:18 0 Denunciar Insira Seguir história
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