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Nathaly Mansine De Souza


Uma garota de 16 anos criada pelo pai recem casado com sua nova mulher, tenta viver de acordo com as regras,porem as quebrando para conseguir viver,resolve sumir com seu irmão,mais velho que foi recentemente expulso de casa. E em busca da mae que os abandonou com o pai quando os tres irmaos eram apenas criancas,passando por maus bocados,durante o longo percurso. O maior problema e ter que lidar com a irmã,izzy que resolve ir atras para empedir eles,com a intencao de protege-los de algo que os dois nem imaginam .


Ficção adolescente Impróprio para crianças menores de 13 anos.
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800 Dolares,alguns cigarros,e um encontro.

Capitulo 1

do lado de fora da sileciosa casa de amber o sol iluminava a escuridão do imenso céu,o unico som vindo da casa era do vento que soprava fortemente atravessando as pequenas frestas das paredes,causando um frio inimaginavel no franzino corpo da garota,que se encontrava embrulhada em um emaranhado de lencois e cobertores que se destacavam no quarto escuro.

Eram 5h em ponto quando o sono profundo da garota foi interrompido por sons de passos vindos do corredor.

Com calma e cautela a garota se levanta lentamente e e esquiva ate a porta que se encontrava trancada desde a ultima noite,entao com todo o cuidado e sem fazer nenhum som,ela abre a imensa porta de madeira que da acesso ao longo e escuro corredor, sua respiracão, foi se alterando junto com a frequencia do vento que uivava do lado externo da casa.

quando a porta finalmente esta completamente aberta a figura esguia e escura tapa sua boca antes de qualquer som pudesse sair.

A garota se vê enfiada denovo dentro de seu quarto,a figura ainda nao revelada ainda tampava sua boca,o medo cercava o lugar,tao depressa quanto a reaçao da garota,a porta foi fechada, o silencio tomava conta do quarto,Amber nunca se viu tao amentrontada como naqueles segundos, seus membros estavam pesados e não a obedeciam,o desespero foi crescendo ate que assustadora figura se revela retirando o capuz.

A luz vinda da janela aberta refletia nos olhos assustadoramente azuis,a pele extremamente branca se destacava dentre as pontilhadas sardas uniformimente espalhadas pelo rosto,e o cabelo negro desgrenhado estava umido graças ao frio congelante que vinha do lado fora.

Um sorriso pertubator vinha da boca do garoto, que fixava o olhar na palida garota que respirava descompassadamente.

com um suspiro a garota se pronuncia susurrando.

-Puta que pariu Alec quer me matar do coração?

-Foi mal,não quis te assustar.

-Adivinha,assustou.

-Ja pedi desculpa pow.

com um sorriso o garoto se afasta e se senta no meio da bagunca de lencois.

-Estava dormindo?

-Não!imagina...É claro que sim.. são exatas 5:05... o que esperava que eu estivesse fazendo?A proposito onde estava?e o que deu na sua cabeca pra fazer uma coisa dessas,aparecer do nada... quase me matar do coração.

-Um irmão não. pode mais visitar a irma mais nova?pensei que estivessem com saudades do seu irmãozão.

-As 5 da manhã?

- Porra tu é chata pra carai,ta ficando igual a vaca da tua irmã.

-Nossa irmã,izzy é nossa irma.

-Blà blá blá.

-Uau quanta maturidade, vai desembucha,o que quer aqui?e como entrou aqui?

-Bom já que esta tão interessada... To precisando de uma graninha,se tiver como descolar um pouquim pra mim,eu ia ficar bem agradecido.

-Calma Calma, veio aqui depois de seila quanto tempo so pra me pedir grana?serio? voce nao muda nunca?e acha que vou sustentar seus vicios pode esquecer.

-Para de gritar porra!

-Some daqui-diz empurrando o esguio garoto.

-Para cacete,nao quero comprar porra nenhuma,quer dizer nao com tua grana, eu preciso pra pagar meu aluguel,preciso de 200 miseros dolares amber, vai me negar isso,quer que morra nas ruas amber?é isso? vc é exatamente como ela.

Com essas ultimas palavras o silencio se instaurou no quarto, os olhos automaticamente se inundaram de lagrimas que escorriam descontroladamente.

Quase que imediatamente ele se arrependeu de tais palavras,e se jogou pra cima da garota que que estava sentada chorando,Com um movimento rapido ele agarrou a garota com a maior carinho ele conseguia e a abracou com seus longos e fortes bracos.

-Desculpa.

Silencio.

-Hey,Amor,nao faz assim, ee ee eu nao quis dizer aquilo,nao chora por favor,eu te amo.

Ela retrubuio o Eu te amo com um abraco mais forte.

-Voce nunca vai ser como ela,sabe disso,não é?

Silencio

com um movimento rapido ela enxuga as lagrimas e se levanta.

-Me desculpa.

Ela simplesmente sai do quarto e volta alguns minutos depois, com varias notas nas mãos.

-Ai tem 800 Dolares,pega e some daqui.

-Amor...

-Por favor Alec.

-Esta com raiva de mim?

-Ja ouvi coisas piores de vc... agora saia antes que a vadia acorde, e chame a policia pra vc.

Com um leve beijo na testa da garota ele se despede.

-Te amo maninha,Sabe disso né?

-Sei.

-Não me ama amber?

com um sorriso bobo ela responde.

-Sim,mas não deveria,agora sai daqui seu idiota.

O sol ja estava alto no céu. assim que ele chegou na 5 Avenida, as solas de seus sapatos desgastados faziam barulhos em contato com o asfalto, eram em torno de 6h e ele observava os pais sairem com seus filhos arrumados para ir pra escola,o que fazia despertar a memoria de quando ele caminhava sozinho com suas duas irmãs,em direcão a escola.

Enquanto isso na casa.

o despertador da garota que ja se arrumava pra escola toca

com um movimento rapido ela pega seu celular e e desliga.

alguns minutos depois,alguem bate a porta.

-To entrando.

Uma garota entra com a rosto cheio de esfoliante verde.

-Bom dia amber!como dormiu essa noite?

-Bem.

-Hum, então porque acordou mais cedo?

-Por nada ué.

Silencio.

-Ele veio aqui de novo não é ?

-Quem?

-Quem? quem é que vem aqui a cada dois malditos meses te pedir dinheiro pra se drogar?

-Porra izzy cala a boca de vdd.

-Pare de dar dinheiro pra ele amber antes que o papai descubra.

-Não faça isso,nao faça aquilo,a vai se foder nao sou criança.

-Ok,ok nao diga que não avisei.

-Ain nao diga que nao avisei-disse a garota com desdém.

enquanto isso Alec entrava dentro de sua casa, que cheirava a sujeira,sexo e suor.

ao chegar em seu armario nada se via alem de algumas comidas enlatadas e um maço de cigarro velho.

-Droga,nao tem nada nessa merda de casa.

-Não reclame de barriga cheia,pelo meno tem onde morar, vai anda cade a minha grana vagubundo?




1 de Agosto de 2021 às 02:11 0 Denunciar Insira Seguir história
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