vegebul76 Débora Santos

Após a ameaça de invasão de uma de suas fronteiras, Centúria se vê obrigada a mandar seu exército para defende-la. Após o embate em defesa de sua pátria, dois guerreiros só queriam voltar para casa e retomar suas vidas. Mas o destino reservou-lhes caminhos que eles nunca imaginaram ter que percorrer! Em meio as agruras da vida, eles precisam lutar por um reino de paz e o direito de amar quem quiserem! Apresento a vocês um Vegebul dramático e um Gochi singelo, em meio a ação e aventura! Convido vocês a viajarem no tempo até o século XV neste universo alternativo onde os caminhos de Goku e Vegeta se cruzam na era dos clãs em meio a espadas e armaduras!


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#chichi #Kakaroto #goku #Vegebul #Vegeta #bulma #db #dragonball
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Capítulo 01

A noite seguia fria como sempre no grande deserto de Salgarden, a lua minguante dominava entre nuvens deixando o céu escuro, tudo parecia tranquilo na capital de Namek. Ao longe se podia ver a grande muralha que protegia a cidade, no alto do portão as sentinelas faziam sua ronda, como sempre, sem novidades. Após a passagem da sentinela, um vulto negro pode ser visto se esgueirando pelos muros, protegido pela escuridão da noite. Habilmente, o ser todo vestido de negro, atira uma flecha com um gancho na ponta para o alto, que se prende no topo da muralha, ele puxa a corda para se certificar de que estava bem presa e imediatamente começa a escalar o muro com incrível agilidade. Ao conseguir chegar do outro lado, o meliante recolhe a corda e continua seu caminho se esgueirando entre as sombras.

O homem anda pela cidade, sorrateiro, sobre os telhados das casas, até atingir o suntuoso templo Namek. Ele escala uma das torres do templo e adentra por uma das janelas, desce as escadas e atravessa um estenso corredor, rumo ao salão principal eventualmente se escondendo dos guardas que encontrava pelo caminho. Entre as sombras, ele atravessa o grande salão, até chegar ao altar onde repousava um livro dourado sobre o púlpito central. Ele passa as mãos sobre o livro, que possuía um dragão esculpido em relevo em sua capa, com um orifício vazio no peito do dragão. Ele, então, analisa o púlpito onde repousava o livro, tocando toda sua extensão, até conseguir achar uma pequena fenda na estrutura. Tocando no lugar certo, ele consegue abrir um pequeno compartimento onde havia uma caixinha dourada. Ao abri-la, ele acha um colar que possui um pequeno rubi em forma de coração ao qual ele coloca no orifício do livro, que se encaixa perfeitamente o abrindo. O homem sorri satisfeito, rapidamente pendura o colar no pescoço tomando o cuidado de esconde-lo por dentro da roupa. Coloca o livro dentro de uma sacola preta e a amarra em suas costas. Logo o gatuno, refaz todo seu caminho de volta, saindo do templo, pelo mesmo lugar que entrou. Após descer os muros da grande muralha, o homem de negro desaparece feito fumaça, se embrenhando em meio ao deserto sem deixar rastros.

Longe dali, num acampamento nômade, Babidi andava de um lado para o outro inquieto.

— Se acalme Babidi! Ele vai conseguir! — Uranai dizia incomodada com a movimentação do mago.

— Eu espero mesmo que sim Uranai! Eu estou pagando muito bem para esse seu pupilo me trazer o livro! Espero mesmo que ele não faça nenhuma besteira!

— Não precisa se preocupar! Yamcha é o melhor ladrão de todo o deserto! Não há lugar seguro o suficiente para impedir sua entrada!

Mal a velha bruxa terminou de falar, Yamcha adentra a grande tenda, retirando o capuz.

— Consegui! — fala retirando a sacola das costas.

— Onde está? — pedi Babidi impaciente.

Yamcha abre a sacola e retira o livro entregando-o a Babidi.

— Excelente! — ele exclama com um brilho insano no olhar. — E a chave?

— Aqui! — Yamcha retira o colar do pescoço.

Babidi estica a mão para pega-lo mas é impedido por Yamcha.

— Não tão rápido mago! O restante do meu pagamento! — ele fecha a mão impedindo que Babidi pegue a joia.

Babidi estreita os olhos, mas anda em direção a um baú, abrindo-o e retirando uma pequena sacola, jogando-o para Yamcha, que a abre em seguida conferindo as moedas de ouro.

— Agora o rubi! — Babidi estica a mão.

Yamcha olha para o mago. Fecha a sacola e entrega o colar.

— Finalmente! Todo o segredo da magia Namek agora me pertence! — os olhos do mago brilham ao contemplar a pedra, colocando-a no orifício do livro e abrindo-o em seguida.

— Foi bom fazer negócio com você mago! Você vem? — Yamcha guarda sua paga e vira-se para a bruxa interpelando-a.

— Mais tarde meu filho! Agora vá! — ordena Uranai.

Yamcha dá de ombros e sai deixando os dois bruxos sozinhos. Babidi sorria folheando o livro e nem percebe o sorriso diabólico de Uranai atrás de si. A velha bruxa vai até uma garrafa enchendo duas taças. Aproveitando que Babidi estava distraído folheando o livro, ela abre um pequeno compartimento de um de seus anéis e coloca o conteúdo dele em uma das taças.

— Acho que isso merece um brinde! — ela entrega a taça a Babidi.

Totalmente distraído e empolgado por finalmente conseguir o tão sonhado livro, ele pega a taça erguendo-a e brindando com a velha bruxa, sorvendo todo o seu conteúdo em seguida.

— “Foi mais fácil do que imaginava!” — Uranai sorri satisfeita.

— Isso é só o começo Uranai! Com o livro e o rubi, poderei ter sobre o meu poder quem eu quiser! Hahaha! Qualquer um se curvará a mim! — Babidi retorna sua atenção para o livro, mas de repente sente uma pontada no peito! O ar começa a lhe faltar. Ele arregala os olhos encarando a bruxa.

— O que você fez Uranai?! Sua bruxa maldita!

— Hahaha! Achou mesmo que eu continuaria a te servir para sempre Babidi! Sinto muito meu amigo, mas a partir de hoje eu sigo sozinha!

Sem forças Babidi cai ao chão apertando o peito. Uranai anda tranquilamente até o livro o fechando, coloca o colar em seu pescoço.

— Adeus velho amigo! Descanse em paz no inferno! Hahaha! — ela sai deixando Babidi estrebuchando ao chão.

Algum tempo depois, Uranai chega a uma gruta escondida entre os rochedos no deserto. Lá Yamcha aguardava atiçando a fogueira.

— Você demorou! Conseguiu?

Ela mostra o livro sorrindo.

— É... você conseguiu! E agora? O que vai ser? — Yamcha continua atiçando a fogueira sem muita empolgação.

— Vamos voltar para Centúria!

— Centúria! Pra que?! Sabe que não somos bem-vindos lá!

— Isso vai mudar Yamcha! Com esse livro, ninguém poderá se colocar em nosso caminho! Não mais!!!

3 de Julho de 2021 às 21:19 0 Denunciar Insira Seguir história
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