makitasama Makita Sama

Talvez a minha vida esteja para virar do avesso, tudo por conta dos meus desejos.


Erótico Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#Diany #Eliel
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Como tudo começou

Esse capítulo contém sexo explicito

Meus desejos sexuais nunca foram vistos como normais e isso nunca foi um problema para mim, porém dessa vez saiu do controle, uma vez que eu queria ser usada por cinco pessoas ao mesmo tempo. Estou ciente do quão arriscada a minha ideia se tornou, mesmo assim não desistirei dela.

— Amor, o que está passando na sua cabeça? Está avoada demais até para o seu normal.

— Eu entrei naquele pensamento estranho de novo, aquele que você condena com todas as forças por medo. — Ele me olhou de uma forma bem estranha, talvez por eu ter tocado no assunto do nada.

— Eu realmente fico preocupado, já pensou o que pode acontecer com você se uma pessoa errada ter seu contato?

— Eu sei! Mas eu não tenho culpa se o meu corpo quer muito isso. — Seus olhos castanhos me encararam por muito tempo, como se não conseguisse de forma alguma aceitar esse ato, ainda que soubesse das minhas vontades.

— Antes que você brigue comigo por eu te olhar muito, vou apenas falar uma coisa, eu só aceitoD esse ato se você criar um contrato em que eles terão que assinar e te mandar o arquivo.

— Entendido. — Como toda relação BDSM que pode envolver riscos, afinal, cinco pessoas usando uma, possuí sempre uma chance de algo ruim acontecer.

Já que eu desejo muito esse momento, criarei um arquivo exclusivo com todos os termos que devemos seguir, além de seguir regras de segurança, como não deixar meu nome completo com ninguém, não mandar fotos sensuais que mostrem meu rosto, apenas mandar meu celular quando tudo já estiver bem estabelecido. Também devo criar uma conta exclusiva para a busca dos parceiros, sem contar na criação de um e-mail para não correr riscos.

Por mais que sejam muitas regras, eu, pessoa do sexo feminino e trans, não devo de forma alguma me colocar em risco, pois meu prazer nunca deve ser mais importante do que a minha segurança.

— Eu sei que você quer muito isso, eu só fico com medo de verdade, porque eu sei que nem todas as pessoas são bem intencionadas. Se fosse algo simples nunca que eu te impediria.

— Tudo bem, imagino que seja difícil para você, então de forma alguma vou te julgar. Sei que se eu fosse cis seria mais fácil, se eu fosse do sexo masculino então, mas eu não nasci assim.

— Exatamente, é isso que me apavora. Enfim, acho que é importante a gente já começar a acostumar seu corpo com os atos. — Ele me levou para cama, segurando meu corpo nos seus braços, e me deitou, ficando em cima do meu corpo. — Já que quer tanto tudo isso, comece dando prazer ao seu mestre, sua putinha.

Ele retirou suas roupas e me fez chupar seu pênis, com a minha cabeça no final da cama, ao mesmo tempo em que seus mamilos eram massageados, além de usar sua mão na minha vagina, excitando o clitóris enquanto colocava dois dentro.

Assim que chegou bem próximo de soltar seu líquido na minha garganta, voltou para cima de mim, e começou a aumentar a velocidade dos seus dedos enquanto lambia em cima do meu ânus.

— Mestre! Se você continuar assim não vou conseguir aguentar! — Nisso aumentou ainda mais a intensidade, enfiando o mais fundo possível dentro das duas áreas. — Mestre! — No mesmo instante saiu muito líquido, deixando a cama extremamente molhada com os meus fluidos.

— Posso colocar meus dedos dentro? Colocarei o máximo de lubrificante possível.

— Sim, mestre. — Ele então pegou o tubo e passou bastante, encharcando para que ficasse o mais simples possível.

— Se doer me avisa que eu paro. — De pouco em pouco estava tudo dentro, foi quando começou a mexer, excitando-me de uma forma que eu sequer sabia ser possível. — Pelo visto alguém está se sentindo muito bem, posso terminar?

— Por favor, mestre. — A camisinha foi colocada, além de uma camada a mais de lubrificante para garantir que eu não sentiria nenhuma dor.

— Posso continuar? Você aguenta?

— Sim. — Com as minhas pernas levantadas, apoiando no seu corpo, ele terminou de enfiar dentro de mim, após isso, beijou meu pescoço várias vezes, fazendo com que eu não conseguisse sentir nada que não prazer.

Então desceu para os meus peitos, massageando, lambendo e mordendo, tudo com seus lábios lindos e prazerosos, além da sua mão incrível.

— Está sentindo prazer, meu brinquedinho erótico?

— Muito. — Ele moveu cada vez mais, fazendo com que pela primeira vez eu sentisse prazer naquela área.

— O mestre gosta muito de comer o cuzinho do brinquedinho, é mesmo uma delícia, por mim eu usaria essa parte todos os dias.

— O brinquedinho ama o mestre colocando cada vez mais fundo. — No mesmo instante, o ato ficou ainda mais intenso, com nossos lábios selados a todo momento, junto a isso minhas mãos ficavam nos seus mamilos escuros, apertando-os, até que seu sêmen saiu no preservativo.

— Olha, foi bastante, parece que alguém perdeu por hoje.

— Mas se foi muito, então deu certo para os dois, não é? — Ele concordou e foi direto para o banheiro, depois eu fui e nós decidimos ficar juntos, aproveitando um pouco antes da janta.

Eu ainda não estou acostumada com sexo anal, então foi uma experiência nova e boa para mim, já que a primeira vez foi bem ruim. Por isso eu prezo por um parceiro que se importe comigo na cama, pois torna tudo melhor e me faz descobrir lados que eu jamais imaginaria.

— Como vai achar essas pessoas?

— Vou criar uma conta em uma rede social. Ai conforme eu for publicando lá, as pessoas podem mandar mensagem privada e se ela concordar com tudo, mandando o arquivo com o contrato assinado, a gente chama para cá, o que você acha? — Eliel me olhou por um bom tempo, como se estivesse pensando em uma resposta para essa pergunta, até que finalmente parou de me ignorar.

— Pode ser. A minha única condição nesse seu final é que a porta vai ficar aberta, porque eu quero poder saber se está tudo bem ou não, senão algo pode acontecer e eu não terei como te ajudar.

— Não tenho como ir contra isso, então por mim tudo bem. Até porque, nesse ano que a gente morou junto, entendemos que a porta fechada significa algo ruim, uma vez que eu posso estar passando mal mentalmente e não te falar.

— Exatamente. Sei que você não é a pessoa mais comunicativa que existe, por isso eu acho extremamente importante você deixar tudo no meu campo de visão. Enfim, o que vai fazer agora? Se não tiver nada para fazer, podemos ficar aqui por um tempo, se bem que.

— Se bem que o que? Não me diga que vai precisar levantar bem agora, estava tão bom.

— Adivinhou bem, só vou pegar água e você vai ser obrigada a tomar também. — Querendo eu ou não, Eliel estava certo, logo eu apenas deveria aceitar.

Para mim ainda causava estranheza ver seu corpo depois do sexo, ainda mais realizando algo que envolve sua preocupação com a minha saúde. Olhar seus cabelos cacheados rosados e volumosos, suas camisetas largas, seus shorts, isso sem contar no quanto seus braços e pernas eram impecáveis, como se não tivesse nenhum defeito na sua aparência. E era incrível como a cor dos seus fios de cabelo combinavam com a sua pele, já que a pele negra junto com o rosa se tornam algo maravilhoso.

— Reclama quando eu te olho muito, mas você pode né?

— A culpa não é minha, como que eu vou ficar sem te olhar?

— Então eu inverto a sua fala e tomo ela como minha, como que eu vou ficar sem te olhar? — Não consegui responder, pois a minha vergonha tomou todo o meu corpo — Agora fica com essa vergonha, enfim, toma logo essa água, não pode ficar muito tempo sem tomar.

— Você fala isso para mim há um ano, eu sei bem disso.

— Então por que eu preciso sempre te forçar a beber? — Nós nos olhamos e começamos a rir muito, porque pareceu mais uma cena em que ele me força a beber seu sêmen do que envolvendo água.

Assim que tudo isso terminou, olhei a geladeira inteira, pensando no que eu faria hoje, e não apareceu nenhuma ideia logo de cara, contudo não demorou muito para eu decidir qual seria a nossa janta. E ela será nosso almoço também, dessa maneira eu não seria obrigada a fazer algo às pressas antes da faculdade.

— Parece gostoso, se quiser, posso te ajudar.

— A regra é bem clara nessa casa, não me ajude com comida, eu funciono melhor sozinha. E você sabe bem o que acontece quando alguém tenta me ajudar, ou as várias vezes que deram errado não foram o suficiente? — Meu tom de voz firme não durou muito e sem que eu tivesse como me controlar, acabei caindo na risada por um bom tempo, até ser surpreendida por um beijo.

— Sempre funciona. — Eu gostaria de reclamar, brigar, entretanto Eliel estava certo, eu sempre paro qualquer coisa quando eu sou beijada. — Aliás, imagino que tenha mandado mensagem para todas as pessoas do planeta envolvendo hoje, aposto que eu virei de novo assunto.

Eu apenas acenei, concordando, uma vez que eu fazia no automático, ainda mais por envolver algo tão bom.

21 de Junho de 2021 às 18:13 0 Denunciar Insira Seguir história
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