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Xiaojun era um garoto normal, até notar que seu reflexo no espelho não condizia com seu ser. Achou que estava tendo paranóias sobre seu corpo e até pensando que aquilo lhe falava que ele seria melhor sendo do sexo oposto. Mas, na verdade, tinha uma garota presa nos seus espelhos e sempre que Xiaojun estava na frente de um, ela tentava lhe pedir ajuda. |au;xiaojun(nct) × personagem original| - capa por: @vantelovis CRIMINAL GRAPHIC SHOP


Fanfiction Bandas/Cantores Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#wayv #Xiao-Dejun #xiaojun #nct
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um * pronúncia de maneira diferente

Tentava com todo o custo olhar meu rosto no espelho. Assim como todas as manhãs eu tinha uma sensação estranha cada vez que olhava um espelho em minha casa e a mesma não era só habitada por mim, mas só eu que via aquelas anormalidades.

Anormalidades não são de facto, mas eu chamei assim por eu próprio me declarar como anormal depois de tanto tentar perceber. Cheguei a uma conclusão louca, mas jamais diria a alguém. Além de nunca aceitarem talvez fosse só uma breve paranóia minha, pois eu nunca reclamei de nada de mais sobre meu aspeto e meu corpo.

Me rendi por sentir que já estava ficando apertado depois para mim, respirei fundo e olhei aquele espelho, meu rosto foi a primeira coisa que eu vi durante segundos, fechando rapidamente os olhos com medo que aquilo voltasse.

Abri os olhos e nada, eu apenas via meu rosto. Fiquei chocado com isso. Aproximei o mesmo porque continha uma pequena espinha que notei em meu queixo, esperando de alguma forma que algo acontecesse, mas nada.

Será que eu estava dando em doido mesmo? Aquilo foi um sonho? Paranóias sem sentido? Alguma coisa do destino por trás do que tanto vejo? Ou eu simplesmente dei uma de pessoa mais doida do mundo?

Suspirei. Mesmo que estivesse com receio no início, agora queria compreender o que aconteceu, mas também pode ser um sinal que eu só tinha dado em doido e talvez, só talvez, eu tenha voltado a um estado que se possa considerar normal.

- Bom, melhor ir. - Comentei baixinho, olhando agora para a pia. - Temos um longo dia de escola pela frente.

- Xiaojun? - Ouvi meu nome ser pronunciado numa maneira diferente, o que me assustou pois ninguém mais estava no banheiro e eu tenho total consciência disso. - Xiaojun... - Me afastei rapidamente da pia sentindo meu coração palpitar, claramente era da minha cabeça, tudo paranóias.

- Xiao Dejun se despache! Não tenho o tempo todo, chinês! - Quando ouvi a voz da minha mãe quase gritando do andar de baixo, rapidamente olhei as horas no meu relógio digital e corri do banheiro me vestindo por ainda estar com meu típico pijama que ninguém notaria que era um, mas claro que não é uma roupa indicada para se levar para a escola, mas nunca deixará de ser confortável.

Dei uma arrumada rápida em meu cabelo e voltei no banheiro para escovar meus dentes, nem me olhando mais no espelho por precaução do que poderia acontecer, e também não queria me atrasar mais.

Após isso, arrumei meus livros de hoje na mochila e corri para as escadas, as mesmas que quase escorreguei pois nunca escuto minha mãe sobre não correr nas escadas, mas desta vez era preciso.

- Come isso, estou te esperando no carro pois já está me atrasando. - Sorri fraco pela ação da mesma e peguei o pequeno pão com compota de frutos vermelhos. Delicioso e meu favorito.

Antes que minha mãe me chamasse de novo, peguei mais dois pães e os enchi, literalmente de compota e os embrulhei em um guardanapo e depois em película aderente e os coloquei na minha mochila, voltando a correr e então sair de casa, entrando num alvoroço no carro da minha mãe.

- Eu sou mulher e demoro menos que você! Se levar alguma bronca, quem se responsabiliza é você, seus atos, suas consequências.

- Se você chegar atrasada não sou só eu que sou levar bronca, mãe! - Falei num tom engraçado, mas quando percebi o que disse mais valia estar calado.

- Quando eu pensei que não poderia aturar um Xiao, estou aturando o filho praticamente igual ao pai. - Resmungou e eu ri, realmente eu era igual em tudo ao meu pai. O que trazia suspeitas antes pois a única coisa que puxei da minha mãe foi o meu amor por dormir.

Ela nega esse facto, mas eu o comprovo com toda minha certidão.

.

- Até logo mãe! - Acenei para a mesma assim que saí do carro. Retribuiu o aceno e logo partiu, já estava um pouco atrasada, assim como eu, pois mais ninguém se encontrava na parte de fora do edifício escolar.

- Nome e turma. - Comprimi meus lábios quando vi o homem da portaria, não gostava de o apanhar de jeito nenhum quando chegava atrasado. Ele sempre comunicava ao nosso diretor de turma, o que era chato ouvir isso todas as vezes quando se tinha aula com o mesmo.

- Xiao Dejun, 2°K. - O mesmo apontou minha turma e eu desatei correndo, esquecendo até de passar meu cartão na entrada, mas qualquer coisa voltaria aqui antes de almoço, para assim adquirir minha refeição na cantina que estava comprada desde a semana passada.

- Bom dia, chegou atrasado também? - Me assustei quando ouvi a voz de meu amigo, - posso mesmo o considerar assim, pois ele diz que me considera mais que colega - Yangyang, que era o aluno que mais chegava atrasado de manhã da escola, mas ele tinha um motivo: ele morava longe dessa escola e essa escola é a única que tem o que ele quer seguir, que inclusive é o que estou estudando e então ele calhou na minha turma ano passado e é o meu único mais chegado de mim, pois eu sou bem sussegado comparado aos outros que estão estudando comigo, mas sei muito bem porquê. Eu não era nada disso antes. Sinceramente, eu era bem livre.

- Sim. Tenho clara certeza que vou levaro típico ralhete do "não chegar atrasado". - Fiz aspas propositadamente para evidenciar melhor as palavras de alguma forma.

- O diretor de turma já desistiu de dar em mim, eu tenho minha mãe como testemunha pois é ela que me traz sempre de manhã.

- Eu me atrasei por pura burrice e ainda fiz minha mãe se atrasar também, mas também sempre acontece alguma vez na nossa vida. - O mesmo concordou e então quando notei chegamos à nossa sala e ele foi o primeiro a entrar.

- Já me acostumei com Yangyang, mas pode me dar a justificação do seu atraso Xiao Dejun? - Ouvi a voz de sermão do professor de Chinês para começar mesmo bem meu dia, e mais ele nem tem assim uma voz tão sobressaltada, apenas se ouve em toda a sala.

- Atrasei-me em casa e como vim de carro, também não ajuda muito por causa do trânsito perto da escola, porém muito melhor que perder a aula enquanto venho a pé. - Eu acho que tinha falado demais, mas ele não falou nada, apenas me mandou sentar e eu agradeci por ele não ter me falado mesmo mais nada.

- Se safou. - Comentou Yangyang batendo fraco em meu ombro.

- Eu só falei verdade, se ele não acreditar, o problema não é meu. - Após tirar os materiais necessários me virei para a frente escrevendo a lição de hoje na folha de meu caderno, que pela primeira vez posso falar: estava bonito e organizado, mesmo que minha caligrafia nem seja das melhores da própria escola.

- Quebra de tempo -

- Xiaojun... - Tinha acabado de entrar no banheiro para urinar. Yangyang estava vendo seu rosto no espelho enquanto eu fazia o que tinha para fazer, mas ouvi alguém me chamar, tanto que pensei ser o garoto, mas a voz não tinha nada a vez e ele me chama Dejun maior arte das vezes. E ainda a pronúncia do meu nome é totalmente diferente.

- Eu sou o único que parece que ouve coisas? - Era para comentar para mim próprio, mas acabei atraindo a atenção de Yangyang.

- O quê?

- Nada. Estava falando sozinho. - Fechei o fecho de minhas calças e fui até à pia para lavar minhas mãos. Encarei e o espelho vendo meu rosto e o rosto de Yangyang ao lado.

Algo ou mesmo alguém parecia estar no fundo do espelho, olhei para trás e não estava nada, apenas as cabines abertas como sempre devem estar.

- Eu estou vendo coisas. - Dessa vez, não falei em voz alta. Olhei Yangyang, e depois olhei o espelho, aquele algo ou alguém tinha cruzado o olhar comigo. - Eu estou ficando louco. - Mais uma vez, não falei em voz alta, apenas minha voz interior.

- Dejun, está desperdiçando àgua atoa. - A voz de Yangyang me despertou. Olhei aquele lugar onde jurava ter visto outra coisa, mas agora estava tudo normal.

Eu claramente não posso estar ao pé de espelhos.

19 de Junho de 2021 às 10:23 0 Denunciar Insira Seguir história
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Leia o próximo capítulo dois * eu não quero escutar!

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