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Ela era a prisioneira de Moon Taeil, um garoto frio por causa de uma história trágica, envolvendo familiares e amigos e por causa disso ele se isolou e tratou mal todos à sua volta. Menos uma garotinha que ele encontrou na rua, quando ela estava acordada, tentava se mostrar frio, ao ponto dela querer fugir daquele sítio, mas tudo mudava quando ela estava dormindo. Taeil lhe dava conforto, cantando enquanto lembrava do passado. Mal a garotinha sabia quem era o verdadeiro Moon Taeil por trás da cobertura de frieza. {Capa feita por: @snowjini}


Fanfiction Bandas/Cantores Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#nct127 #nct #Moon-Taeil
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um

"Sempre a mesma coisa..."

- Me deixa ir embora - Pedi chorando enquanto pedia com todas as forças que me restavam, ele mantinha em sua mão o próprio cinto das calças, o que me fazia escolher toda quando ouvia o mesmo bater contra o chão de azuleijo.

- Para o seu quarto, não estou com mais paciência para você hoje. - Me levantou puxando meu braço para cima e me tirou de sua sala, eu só queria entender o porquê de eu estar aqui, só sei que sou uma prisioneira, mesmo achando que sou a única neste estado, acredito também que nas masmorras estejam pessoas em piores condições, mas eu simplesmente não entendo e também, eu não faço sentido. A vida na rua é bem pior, mas eu tenho medo. Medo dele.

Moon Taeil é o meu amo, nunca o chamei disso, o que servia de belos tapas em minha cara, me perguntava todos os dias porque o chamava de Taeil quando que ele é mais poderoso que eu, muitos billhões acima mesmo.

Entrei no meu quarto olhando para a janela, dava para ver a vista da aldeia de cima, não sei como ele acertou, mas isto é a melhor coisa que me podem dar num quarto. Eu amo paisagens.

Fiquei olhando a mesma até anoitecer, já não se via nada da aldeia pelo simples facto de não ter eletricidade, por enquanto.

Sento em minha cama sentindo minha barriga roncar, mas não queria lhe pedir comida, pois ele falou que não estava com paciência, eu só tenho de aceitar e não me render à fome e apenas dormir. É o melhor.

Rolei de um lado para o outro, tentando pregar o olho, mas sons estranhos foram ouvidos, como se fossem gritos, masculinos. Por causa da minha curiosidade estar ao de cima e eu não conseguir nem fechar os olhos por mais de três segundos, saí do quarto seguindo os gritos tentando não emitir algum som. Não queria apanhar.

Os gritos iam ficando mais ouvíveis ao eu atravessar o grande corredor, até que parei numa porta tentei ler o nome, mas devido à luz ser mínima, não consegui decifrar o hangul. Me encolhi quando ouvi o som de chicoteada bater contra pele e um grito seguido, sentia a dor por saber como é.

Me agachei um pouco olhando pela fechadura, não dava para ver muito, mas tinha certeza, estava meio óbvio, que o amo Taeil estava chicoteando alguém.

Engoli um seco quando senti a porta se abrir e corri dali, me escondendo atrás de um vaso, com folhas de tamanho e espessura elevada, e com meus olhos consegui ver um semblante idêntico ao do amo.

Rezei para que ele não voltasse atrás e então eu poder ir para meu quarto, mas ouvi um gemido de dor, e meio que um choro baixo. Engoli outro seco entrando na sala vendo uma cena que jurei para mim mesma nunca mais querer presenciar, claramente esta é a sala de tortura secundária, meio que um quarto, com tudo o que possa ser utilizada, tanto no sexo, espanacamento e tortura, nunca entrei aqui, sempre conseguia me escapar de climas assim, bem que acredite que um dia eu serei torturada, os prisioneiros acabam assim.

Fui até o garoto que tinha as costas totalmente deformadas, com cortes grandes abertos e ensaguentados devido às chicotadas que recebeu.

- Ei! Respire fundo, você vai ficar bem - Lhe dei esperança, pois eu não queria que ele morresse pensando que é um fraco, não é o primeiro que vejo morrer. Mas esta é a morte mais dolorosa que estou vendo.

- Você me ama? - Falou erguendo-me o olhar, ele nem me conhecia, mas se era para ser suas últimas frases, melhor falar algo bom. Ninguém merece morrer triste, sem ninguém que se importe.

- Amo - Menti, e ele fechou os olhos, sorrindo.

- Irei morrer, mas ao menos morrerei feliz. Agora se e-esconda - Gaguejou no final pos cuspir sangue no final, ouvi passos e entrei em pânico. - O armário - Ele falou antes de tossir mais e cuspir ainda mais sangue. Tentou falar mais algo, mas perdeu totalmente a cosnciência, em passos rápidos, mas sem barulho entrei no armário, rezando para que não me encontrassem, porque não fiquei apenas no quarto? Acabei de falar que amava alguém sem amar só para se sentir feliz.

Realmente eu dou muita importância em morrer feliz.

- O que vou fazer agora? Será que está morto mesmo? - Ouvi a voz de Taeil, engoli pela terceira vez o seco ouvindo algo se penetrar e depois uma risada maléfica. Ao olhar, com medo pelas grades, percebi que o mesmo havia arrancado os pulmões do prisioneiros, eu claramente estou traumatizada.

.

- Está na hora de acordar sua prisioneira maldita!

Foi só um sonho?

19 de Junho de 2021 às 10:18 0 Denunciar Insira Seguir história
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