flaviasilva Flávia Silva

Any Bacardi tem 27 anos, é linda, baixinha e encantadora. Ela acaba de se mudar para seu novo apartamento de classe média alta, está ansiosa com seu novo emprego e quer deixar o passado para trás. Isso inclui seu antigo emprego e ex namorado abusivo. Ela tem tudo para brilhar e está radiante, mas ter que lidar com seu vizinho Noah Portes, o homem mais tentador que ela - e que qualquer mulher já viu - não estava nos seus planos. Ainda mais quando todo esse pacote inclui grosseira e frieza. Noah Portes, um homem estranhamente fechado e sério na maior parte do tempo. Tem quase dois metros de altura, uma beleza extrema, é um homem inefável e leva uma vida bem agitada. Ele é perfeito em cada parte de seu corpo e às vezes de sua existência, a não ser quando não passa uma primeira boa impressão à Any, o que a faz enxergar apenas seu lado arrogante e rude, mas com o tempo e muita paciência, Any acaba conhecendo Noah aos poucos. Ele guarda um segredo a sete chaves e jamais sonha em contar a Any, se fizer, a vida deles pode estar em jogo. O ódio que eles cultivavam um do outro, fruto de desentendimentos e rispidez, se transformam em um ávido desejo e lascívia. Nessa altura, Any se encontra fodidamente apaixonada por ele em tão pouco tempo. Ambos se envolvem numa relação complicada, fogosa, com muito tesão e cheia impecilios. Conseguirá Any mudar o jeito durão de seu vizinho e descobrir o segredo dele? Ou Any está apaixonada sozinha nessa relação e terá que aprender que gostar de um homem como Noah trará mais problemas do que ela imagina?


Erótico Para maiores de 18 apenas.

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CAPÍTULO I

Desembarco do meu Uber sorrindo e com mil fogos de artifício estourando dentro de meu corpo. Olho para meu novo apartamento e me sinto orgulhosa de mim mesma. Trabalhei duro e consegui comprar um AP bem legal aqui em São Paulo. É consideravelmente perto de onde vou trabalhar, tem muitas lojas por perto é o lugar é perfeito.


Com a ajuda do José, o motorista, tiramos minhas 4 malas do carro. São duas de rodinha imensas, duas de ombro bem cheias e ainda por cima tem minha bolsinha tiracolo cheia de coisas. Ah, ia me esquecendo, tem meu nécessaire que não cabe em nenhum lugar. Eu convenci minha mãe que não precisava de ajuda com a mudança, pois ela já me ajudou muito e também eu levaria poucas coisas desta vez, então ela foi ao interior visitar minha vó. Mas percebo que eu errei nas contas, pois tem mais coisas do que eu posso carregar.


José é atencioso e me ajuda a colocar tudo dentro da recepção do prédio. Ele percorre todo o percurso comigo e eu o agradeço antes de ir embora. Vou dar até uma caixinha para ele.


Passo por toda a burocraciazinha chata de me cadastrar e adicionar a digital a catraca e finalmente posso subir para minha casa. Estou vibrando e muito ansiosa. Deixo as malas perto do grande balcão enquanto Eduardo, que trabalha na recepção, vai até os fundos pegar minhas chaves as quais o antigo dono o entregou. Ando pelo saguão olhando a decoração jeitosa e bonita. Não é um AP de alto padrão e super luxuoso, mas é bem moderno e é considerado classe média alta.


Vou andando e olhando ao redor encantada com os sofazinhos, os quadros, os lustres, muito bonitos por sinal e... Ai caramba.


Que isso? Bato contra uma parede e caio dura no chão. Ah, que vergonha e ai minha bunda! Olho para frente ainda praguejando por conta da pancada que minha bunda recebeu e noto que não é uma parede. Vejo pés grandes cobertos por um tênis preto de corrida da Nike, pernas longas e torneadas com uma calça moletom e...


- Não sabe olhar por onde anda? - Uma voz grossa e sexy com um tom bem arrogante e grosseiro faz eu pular o tour pelo seu corpo, e eu olho imediatamente para um arranha-céu de homem vestido todo de preto e com uma bolsa grande pendurada em seu ombro.


Fico boquiaberta. Ele é grande, alto, forte e estranhamente amedrontador. Sinto um frio na barriga e encaro seus olhos verdes os quais carregam um olhar frio e intenso. Seu rosto é quadrado e ele tem a mandíbula bem marcada coberta por uma barba impecavelmente feita. O homem me olha de cima e eu me sinto pequena. Nunca me senti assim apesar dos meus 1,58. Fico olhando para ele sem palavras o que o faz chamar novamente minha atenção.


- Estou falando com você. - Diz num tom ríspido e sério novamente com seu vozeirão que preenche todo o lugar.


Mas que homem mais grosseiro.


- Ahm... eu... Eu estava distraída e... - Olho para mim mesma ainda no chão - Não vai me ajudar a levantar? - Pergunto incrédula e ele estende sua mão que acompanha todo o seu tamanho. Ponho minha mão sobre a sua e noto a diferença de dimensão. Como se eu não pesasse nada, ele me ergue com facilidade. - Obrigada. - Agradeço pela gentileza forçada e dou uns tapinhas em mim limpando a possível sujeira de minha bunda.


- Presta atenção da próxima vez.


- Grosso - Falo - Muito obrigada por perguntar se estou bem. - Retruco de braços cruzados.


- Nem doeu tanto. - Ele olha para meu corpo - Com um bunda desse tamanho a queda foi amortecida, não acha?


Arregalo os olhos e abro a boca notando que ele disse isso sério sem tom algum de brincadeira. Espera, é sério isso? Mas que homem mais... Ahh. Abusado. Não vou ficar aqui ouvindo isso. Tinha que ter algo para estragar meu dia. Nossa. Como a vida é injusta.


- O que? Você não ousa falar de mim, babaca. Você praticamente me empurrou com esse tronco de árvore que você tem ao invés de um peito e barriga - Dou um tapinha nele com as costas dos meus dedos e ele não move um músculo, apenas move os olhos até o local onde atingi e depois desvia seus olhos para mim com uma sobrancelha erguida.


- Eu vou indo. E você quem esbarrou em mim, eu fiquei parado. Já vi que está bem. Olha por onde anda da próxima vez. - Diz.


Ele tira da minha frente toda a muralha de músculos que é o corpo dele e me dá as costas. Costas que são largas e imensas. Ele não olha para trás e simplesmente vai embora. Nem um simples "desculpa" esse mal educado me pediu. Onde já se viu? Credo. Se todos os moradores desse prédio forem assim eu estou é fodida mesmo. Não gosto de arrogância e nem de rudez. Espero nunca mais trombar com esse cara na minha frente novamente.


Respiro fundo e volto a atenção ao Eduardo que aparece com minhas chaves. Não vou deixar que aquele bruto estrague meu dia. Com um sorriso no rosto, pego minhas chaves e coloco minhas malas no elevador. Meu apartamento é o no 6º andar e o número é o 68. Quando minhas malas estão todas dentro, ponho meu nécessaire no chão e pego a maior que eu tinha deixado na porta para segura-lo no andar. Ponho minha digital no elevador e ele já me reconhece subindo sozinho. Ah, eu estou me sentindo adorável! Subo quase que não me aguentando e solto um gritinho quando chega ao andar.


Com o mesmo esquema que fiz para subir, tiro as malas e olho para fora. Levo todas aos pouquinhos pelo corredor e observo o local. A porta do meu apartamento fica em frente a outra e tem uma mesinha feia entre elas. Não tem decoração aqui e eu murcho um pouco. Eu me lembro que tinha quando vim visitar, acho que o antigo dono levou. Olho para a porta vizinha e começo a imaginar com mora ali. Ah, será que é um casal bem legal? Ou uma mulher que ama cozinhar assim como eu? Ah, já imagino nós duas rindo num cafezinho da tarde. Ou será que é um homem bem bonito? ah, um vizinho gato e atencioso seria tudo de bom. Paro de viajar e conto minhas malas... 1, 2, 3, 4 e... e não acho meu nécessaire. CADÊ?


Olho as portas do elevador fechando e a vejo no chão. Porra, Any. Deixou para trás a mais importante. Corro e tento apertar o botão para abrir, mas é tarde. O elevador desce e eu não tenho escolha a não ser esperar. Enquanto isso, abro a porta e coloco as bagagens para dentro. Quando ouço o barulho do elevador vou correndo. Fico parada em frente e torço para ainda estar ali.


Quando as portas de abrem eu me deparo mais uma vez com aquele bruto e desfaço meu sorriso. A muralha me olha de cima abaixo e fica parado. Ele está com a bolsinha em sua mão e fecha o zíper rapidamente quando se dá conta. Não era para esse CURIOSO ter aberto. Tem minhas intimidades ali dentro, uma calcinha nova, gilete e inclusive um mini vibrador em forma de batom de comprei esses dias.


- Ahm, isso é meu. Pode me dar por favor? - Peço séria e olhando para a bolsinha preta com meu nome bordado em rosa.


- Tá certo. - Ele me entrega e veste um boné cobrindo seus lisos e bagunçados fios castanhos, alinhando-os para trás antes de ajeitar o boné preto em sua cabeça.


Saio da frente e ando até minha porta sem dizer obrigada, não quero papo com ele. Percebo que ele me segue ao invés de ficar no elevador. Antes de entrar em meu apartamento eu o observo para ver aonde ele vai.


O homem para em frente ao seu apartamento e balança a cabeça negativamente. Ele pega as chaves e abre a porta com o número 69. Ah. Ele é meu vizinho? É SÉRIO? ELE? Tantas pessoas, e é justo ele? E a minha amiga do café da tarde que fantasiei? Como assim? Cadê o casal adorável que eu inventei? Não me lembro de ter pedido um vizinho gostosão e bruto.


- Então você é a minha vizinha? - Pergunta de costas para mim antes de entrar em seu lar.


- Não por escolha - Falo numa boa - Mas cada um no seu canto e tudo fica certo. - Abre a porta e olha para mim.


- Mal chegou e já está criando confusão? - Molha os lábios e me olha bem sério e intenso.


- Você quem está criando confusão. Foi grosso e nada hospitaleiro comigo. Além de ter me empurrado. Tenho certeza que fez de propósito e olha que nem te conheço.


- Isso mesmo, não me conhece e eu não machuco mulheres - Olha dentro de seu apartamento sem sair da porta, estende o braço e pega algo. Ele põe no bolso e eu noto ser seu celular.


O grandão fecha a porta de seu apartamento e depois me encara sem dizer nada. Por que ele me olha tanto?


- É... Como você disse, pequena. É só cada um ficar no seu canto e fica tudo certo. - Ele passa por mim e eu não consigo deixar de olhar seu corpo - Olhar por onde anda e não ficar girando com a cabeça no mundo da lua também é bom, né? Passar bem, Any. - Diz meu nome e eu percebo que fica bem em sua boca. Merda... - Aliás eu tentei fechar aquele batom da bolsinha para não manchar suas coisas, mas descobri que não era um batom. - Diz levanta as sobrancelhas.


- Nunca mais mexa nas minhas coisas, curioso.


- É só não as deixar jogadas por aí. - Responde e desce pelas escadas ao invés de esperar o elevador.


Respiro fundo e entro em meu novo lar. Fecho os olhos e tento me concentrar no que realmente importa, pois aquele homem não deve existir. Nunca vi igual. Vou falar o menos possível com ele e tomara que nossos horários não se biquem.


Meu apartamento não está nu. Eu tinha decorado com o básico antes de vir para cá e fiz uma dívida em meu cartão já contando com meu primeiro salário. Ah, por que que somos assim? Fazemos compras contando com um dinheiro que nem temos ainda. Mas eu vou conseguir pagar e isso é o que importa.


Depois que ligo para a Dona Rita, minha mãe, e depois para meu pai, Max, para avisar que cheguei bem e contar como estou, passo o dia todo arrumando minhas roupas em meu mini closet e isso demora horrores. Trouxe todas as minhas roupas e pertences que faltavam. Arrumo tudinho mesmo e quando termino já me sinto mais em casa. Olho pela janela e vejo que já está de noite e estou faminta. Mas só tenho alguns biscoitos e chocolate na bolsa. Eu quero comida de verdade e também queria preparar carolinas. São minhas preferidas.


Sento em minha cama de casal centralizada no meio da minha suíte em frente a lateral do meu closet todo revestido com espelho. Olho para meu quarto e vejo que preciso dar um toque a mais nele. Um toque meu, sabe? Mas tudo no seu tempo. Depois mudo roupa de cama, compro um tapete felpudo, um criado mudo bem bonito e algumas decorações.


Levanto ainda com um paninho na mão e ando pelo corredor observando meu novo lar. Tem um quartinho vazio no meio do corredor que ainda não coloquei nada, mas futuramente penso em fazer um escritório ou biblioteca. Vou até minha sala e respiro fundo. Não tem meu cheiro ainda, mas vou comprar um aromatizante que amo. Por enquanto só um perfume está bom para tornar o lugar mais... Mais... MEU.


Minha barriga ronca novamente e eu corro para o banho. Ah, vou ter que ir ao mercadinho e comprar algumas coisas. Mas não muitas, pois não tenho carro e não vou ter por um bom tempo. Deixo que a água caia bem quentinha em meu corpo e eu gemo lavando meu cabelo. Ah, eu amo tomar banho. Amo me sentir limpinha. É a melhor parte do meu dia.


Não demoro muito, pois já são 18h46 e acho que o mercadinho fecha às 19h30. Passo um óleo pós banho e visto um vestidinho de alcinha florido que tenho. Seu decote é em V e a cintura é mais apertada, então ele sustenta bem meus seios e eu não preciso usar sutiã. Odeio usar sutiã, uso apenas quando realmente preciso. Penteio meus longos fios lisos e castanhos e os deixo soltos mesmo, mas coloco algo na bolsa para eu prender caso eu precise. Calço minhas rasteirinhas, pego minha bolsa, algumas sacolas, dinheiro e saio rumo ao mercadinho que ainda está aberto. Ainda bem. Ou eu teria que sobreviver com biscoitos e chocolate. A noite está gostosa e a rua é bem movimentada, por enquanto, então não há perigo.


Ainda bem que antes de vir eu estudei a área e sei mais ou menos onde ficam as coisas por aqui. Ou eu estaria perdida. Compro poucas coisas. Compro meu jantar de hoje, algumas coisas para eu fazer minhas carolinas, pego também algumas coisas para que eu coma durante a semana. Talvez eu não tenha tempo de fazer mercado e por enquanto terá que ser assim, aos poucos.


Quando coloco tudo na sacola e vejo que exagerei. Droga! O AP é perto daqui, mas como eu vou levar tudo isso. É. Vou ter que me virar. Pego as sacolas pesadas e vou dando o máximo de passos que posso, quando fica muito pesado eu ponho as sacolas retornáveis no chão e respiro fundo. Faço isso umas seis vezes e olho para minhas mãos. Vermelhas e marcadas. Bem que aquele bruto, que eu nem sei o nome, podia aparecer e pegar as sacolas com os braços imensos que ele tem. Não pensariam nada, aposto. Limpo o suor da minha testa e olho ao redor. Passam apenas carros na rua e decido me apressar para eu ir para casa. Está escuro e agora há poucas pessoas. Eu sozinha aqui na rua sem ninguém me causa calafrios.


Pego novamente a tonelada de compras e sinto-me aliviada quando chego nos degraus em frente ao AP. Eduardo me avista e vem correndo me ajudar depois de abrir o portão.


- Quer ajuda?


- Com certeza, Eduardo. Essas sacolas quase arrancam meus braços e dedos fora.


Com toda gentileza, ele pega as duas sacolas e as põe dentro do elevador para mim. Eu o agradeço imensamente por isso e fico aliviada.


- Obrigada, Eduardo. Você me ajudou muito.


- De nada. Sempre que precisar eu estou aqui. - Sorri e eu retribuo. Pelo menos alguém tem sido legal comigo.


Aperto o botão 6 e me escoro no espelho. Ah, estou com fome e bem cansada. Mas já descanso e vai ficar tudo bem. Quando ouço o barulho do elevador que indica que cheguei ao meu andar eu arrasto minhas sacolas para fora do elevador. Pego apenas uma sacola e dou passinhos rápidos e curtos até a porta. Ufa. Uma já foi. Pego a outra e tento fazer o mesmo. Mas me assusto com o barulho brusco da porta corta fogo e alguém esbarra em mim me fazendo derrubar a sacola no chão com força. Por sorte eu não caio.


Ouço um barulho de vidro quebrando e abro a sacola desesperada procurando o que quebrou. O vinho está formando uma piscina no fundo da sacola e eu o pego deixando de ponta cabeça para não cair mais. Olho para trás e adivinhem? O brutamontes em pessoa. Passo a mão no rosto e respiro fundo.


- Parabéns, arruinou meu jantar. Na verdade, você tem arruinado meu dia - Olho para ele e me levanto segurando a garrafa quebrada.


- Você estava na passagem eu não te vi.


- Podia ter caído em cima de mim com todo esse tamanho e me matado esmagada.


Reparo que ele está sem o boné, com o rosto sujo e o cabelo está bem bagunçado, mas de um jeito bonito, bonito até demais. Mas ainda é um idiota.


- Que seja, mas não cai. Você sempre fica no meu caminho, é pequenininha, mas está ocupando todos os espaços. - Ele arruma sua bolsa preta enorme e pesada. - Não vou ficar discutindo com você. Desculpa, tá. Não foi minha intenção. Eu... - Ele passa a mão no cabelo - Ahh. Que saco - Me dá as costas e entra em seu apartamento me deixando plantada e sozinha com o meu vinho quebrado. Merda de vida.


Fico olhando para a sacola sem saber o que fazer. Fico com raiva dele e com vontade de bater nele até ele aprender a pedir desculpas e ser mais prestativo e hospitaleiro. Ele está estragando meu dia desde o momento em que o vi.


O próprio saí de dentro de seu AP bem bravo. Ele anda ereto mostrando toda sua altura e tamanho vindo até mim e eu fico no lugar. Não vou me amedrontar. Quando penso que vou ter que golpear ele com a garrafa de vinho ele abaixa na minha frente ficando com o rosto bem próximo ao meu. Sinto um frio na barriga e mais uma vez vejo que ele é realmente lindo, a boca é bem desenhada e.... droga. Não. Ele é idiota. Sinto sua respiração por dois segundos até ele levantar com minha sacola pesada em sua mão e a levar como se não pesasse. Ele pega a outra que estava quase no meio do caminho e entra em meu apartamento com as duas. Vou atrás dele, mas antes que eu consiga alcança-lo, o grandão sai me olhando de canto de olho ainda com sua expressão séria e entra em seu apartamento.


- Boa noite, Any.


Fecha a porta e mais uma vez eu fico parada no meio do hall sozinha e com a garrafa de vinho quebrada em minhas mãos.



29 de Agosto de 2021 às 00:03 0 Denunciar Insira Seguir história
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