alexisrodrigues Alexis Rodrigues

Na noite de Dia dos Namorados, o anjo Cassiel, profundamente entediado, decide se misturar aos humanos naquela data comemorativa, sem imaginar, porém, aonde isso o levaria. Cassiel logo aprenderia que nem sempre certas coisas que acontecem em um corredor ficam em um corredor.


Erótico Para maiores de 18 apenas. © Alexis Rodrigues

#erótico #consumo-de-álcool #Cidade-Tulipa #cassiel #amordecinema #camelia #consumo-de-cigarro
Conto
9
1.5mil VISUALIZAÇÕES
Completa
tempo de leitura
AA Compartilhar

Único

música para acompanhar

~

Ímpeto
Movimento repentino, impensado; impulsão, impulso.
Violência de sentimentos; ardor, arrebatamento.


Os humanos tinham costumes... Curiosos.

Decidiam que algumas datas eram dignas de celebrações anuais, faziam da coisa um grande evento, movimentavam o mercado, geravam emprego e lucro com isso. Era como se eles tentassem compensar um dia o que não faziam no restante do ano.

Cassiel achava aquilo estranho. Todo o tempo que passou na Terra ainda não havia o ajudado a se acostumar com aqueles costumes estranhos. Se os humanos se amavam tanto, por que precisavam esperar por datas específicas para mostrar o quanto se importavam? Não fazia sentido. Aquele foi um dia em que ele viu dezenas de milhares correndo de um lado para o outro em busca do presente perfeito para seu par, e a coisa toda era caótica.

Os pombinhos se reuniam em grupos e celebravam o Dia dos Namorados em lugares variados. Em restaurantes chiques, ocupados ao máximo, ou em hotéis, ou em viagens. Aos solteiros restavam as festas, onde bebiam para afogar as mágoas ou flertavam descaradamente com todo mundo, na esperança de conseguir alguém com quem passar a data.

Cassiel achava aquilo um tanto miserável e digno de pena. Humanos eram tão carentes... Ele não entendia o interesse de tantos anjos em cair e se tornarem humanos. Onde estava a graça naquilo tudo? Ele era o único anjo na Terra, agora, e ainda não entendia os humanos ou o motivo de seu Pai ter os criado.

Mas entendia o motivo de Ele ter os abandonado, definitivamente.

Com tantas coisas acontecendo no mundo, eles se importavam mais com uma caça a presentes perfeitos para seus pares.

Francamente – ele revirou os olhos. Suas vidas passam em um piscar de olhos e é com isso que se preocupam?

Estava entediado naquela noite. Havia barulho demais e não conseguia se concentrar em outras coisas. Havia salvado muitas vidas naquele dia ao redor do mundo, feito alguns milagres, e ainda assim...

Nada parecia lhe deixar mais feliz.

Mas Cassiel não era do tipo de criatura que admitiria sua miséria emocional. Não, de forma alguma. Ele era um anjo do Senhor e não tinha sentimentos mundanos ou desejos carnais, ele não era baixo daquela forma, ele não precisava daquelas coisas, não era humano.

E ainda assim, quanto mais tempo passava ali, em meio à todos aqueles humanos enamorados uns com os outros, por que se sentia tão vazio?

Não era como se ele também quisesse um presente. Não, ele não precisava daquilo. Estava apenas curioso. Isso, curiosidade e nada além disso. Era a curiosidade que o levou a entrar naquele antro, cheio de solitários, perdidos, e pecaminosos humanos.

A música era alta, irritante, e de baixo valor, para os padrões dele. Os humanos se agarravam uns com os outros na pista de dança, alguns se amontoavam em filas para comprar bebidas no bar, outros se amontoavam em algum canto para se agarrarem e ficarem aos beijos com desconhecidos.

Ele nem perdeu tempo procurando por bebida. Não tinha interesse em se entorpecer ali, mas observava, com um misto de asco e fascínio, os humanos que faziam aquilo. Se entocou em um canto da boate e lá, sob as luzes coloridas e frenéticas, alguém chamou sua atenção.

Alguém que tinha uma mulher de cada lado para lhe beijar, e ainda assim, não parecia ter interesse nelas, se atendo a fumar um cigarro entre seus lábios.

Seus olhos estavam fixos naquela pessoa. Todos ali pareciam ter um interesse em comum, o de se relacionar, e ainda assim, aquela ali não. Aquela ali apenas queria fumar seu cigarro e parecia profundamente entediada com o lugar, assim como ele.

Cassiel teve de dispensar alguns humanos que o rondavam como abelhas sobre flores, e ser educado com todos aqueles ébrios não era tarefa fácil. Ele só queria ficar ali observando aquela pessoa entediada, a única graça naquela zona.

E quase como um instinto animal, aquela pessoa o encarou de volta. O encarou de volta em confusão, por um momento, mas a confusão deu espaço à um sentimento de determinação. Aquela pessoa queria saber o que o fazia a encarar tão fixamente, o que queria consigo.

Em uma competição, Cassiel se pôs a observar aquela estranha criatura. De óculos quadrados, cabelo que parecia ser azul. As roupas folgadas e masculinas o deixavam incerto sobre o gênero daquela pessoa, mas não importava realmente.

O que esse besta tá olhando? – a criatura pensou. Se tá me olhando assim ou quer me comer ou quer me matar. Por que ele não acaba logo com esse suspense? Tá com medo, será? Que idiota.

Cassiel se sentiu desafiado, quase ultrajado. Por que teria medo de um mero ser humano? Absurdo!

Em um ímpeto puramente movido pelo ego, ele se afastou do canto onde havia se enfiado e caminhou até a afrontosa criatura, sem quebrar, em momento algum, o olhar que mantinham um sobre o outro.

Quando ele enfim chegou à mesa onde ela se encontrava, ainda a encarando sem nada dizer, ela apenas expirou a fumaça do cigarro pelo nariz, semicerrando o olhar para ele.

E agora, ô palhaço? Vai fazer o que?

Depois de Amarilis, ele nunca pensou que se depararia com outro ser humano tão desrespeitoso quanto aquele à sua frente. Não havia aberto a boca para lhe dizer nenhuma palavra, mas seus pensamentos conseguiam ser absurdamente ofensivos para ele.

Ela se pôs de pé para encará-lo de perto, percebendo-se bem mais baixa que Cassiel, mas não recuando. Tragou seu cigarro longamente, expirando a fumaça no rosto dele.

Continua me afrontando? – ele engoliu a seco.

Estava na hora de ensinar modos à aquele ser humano. Cassiel tirou o cigarro da boca dela, jogando-o no chão. A criatura arqueou as sobrancelhas, ainda em desafio, imaginando o que ele faria em seguida.

Vai me pegar ou o que?

Cassiel respirou fundo, tomando-a pela mão e levando-a dali. Ela não protestou em momento algum, curiosa para saber o que ele faria, e continuando a afrontá-lo em seus pensamentos.

Caminharam até um corredor mais afastado da festa, um que levava à saída, e colocou a criatura contra a parede, seu braço contra seu colo, a mantendo parada à sua frente.

E aí, bonitão? Vai fazer o que? Não tem coragem?

Apesar de ainda o afrontar mentalmente, ele podia ouvir seu coração bater mais rápido, sua respiração acelerando enquanto engolia a seco. Cassiel aproximou o rosto, analisando as feições da estranha, curioso com a forma como ela o encarava. Suas emoções oscilavam entre irritação, curiosidade e desejo.

Ela o queria, e ele percebeu, assustado, que também a queria. De alguma forma, a audácia dos pensamentos dela lhe provocavam coisas... Coisas humanas demais para ele entender, mas que não o incomodavam naquele momento.

As mãos dela seguraram seus pulsos, no que ele franziu o cenho, não entendendo. Engoliu a seco quando ela colocou as mãos dele em seu pescoço. Ela queria mesmo que ele...?

A ideia de enforcá-la o deixou perturbado por um momento, mas ele então se lembrou que humanos tendiam a fazer aquilo de forma não-letal. Aparentemente, para algumas pessoas, dentro de determinados contextos, ser enforcado era algo que provocava grande prazer.

E aquela afrontosa era uma daquelas pessoas.

Cassiel precisava medir sua força para que aquilo não acabasse mal, mas começou a apertar o pescoço dela, conforme ela silenciosamente pedira. Sentiu quando ela se arrepiou com isso, fechando os olhos no mesmo instante, suspirando.

Mais um sentimento que ele não reconhecia invadiu sua mente. Não entendia o motivo, mas aquela visão o deixou mais interessado na coisa.

Ele se aproximou dela, arriscando a beijar sua bochecha. Ela não recuou. Em vez disso, suas mãos o seguraram pela jaqueta, puxando-o mais perto. Seu coração batia ainda mais rápido, sua pulsação ficando mais alta para ele.

Cassiel soltou seu pescoço, seus dedos se entrelaçando aos cabelos azuis curtos, segurando-os firmemente enquanto avançava para beijar aquela boca estranha, explorando-a vagarosamente, saboreando as estranhas nuances que ela tinha. Conseguia sentir o gosto de cigarro de canela, o gosto de uísque misturado à refrigerante de cola.

Aqueles lábios eram tão macios, tão quentes...! Sua língua começava a brincar com ele, explorando-o, permitindo que ele avançasse mais, e uma ânsia gradualmente se apossava dele conforme seu beijo se intensificava e tirava o fôlego dela. Sentiu suas mãos o segurarem pelos quadris, suas unhas cravando em sua carne, mantendo-o perto.

Alguma coisa estava começando a pulsar entre suas pernas, sufocando em suas jeans. Era aquilo que os humanos chamavam de tesão? É, fazia sentido sentir aquilo naquele momento. A criatura com a qual estava se agarrando definitivamente havia provocado nele coisas que ele não sabia ser capaz de sentir.

Ele queria continuar aquilo, e aquele corredor não era o lugar mais adequado para tal. Aquelas luzes, aquele barulho todo, ele queria distância daquele ambiente caótico. Queria a privacidade de um lugar onde não seriam interrompidos ou incomodados por nada, mas teleportá-la dali de repente talvez não tivesse o efeito esperado e apenas a assustasse.

Então sentiu as mãos dela percorrerem seu ventre até alcançarem seu membro e parou de se mover ali mesmo. Aquelas sensações que tomavam conta de si começavam a alterar seu julgamento, pois logo tudo o que ele queria era possui-la ali mesmo, sem se importar se seriam vistos ou não.

Não – ele engoliu a seco. Aqui não.

O que estava acontecendo naquele corredor não poderia ficar ali. Segurou sua mão e começou a caminhar com ela para a saída. Fez sinal para o primeiro táxi que viu passar e disse o endereço do hotel mais próximo que lhe veio à mente.

E em nenhum momento os dois conversaram. A estranha criatura ao seu lado apenas o encarava com um olhar de pura malícia, que ele evitava corresponder por saber que não conseguiria se conter se continuassem ali daquele jeito.

Agir racionalmente depois de descer daquele táxi foi outra tarefa complicada. Pagou pelo quarto mais barato, afinal, o que importava era só o que faria com ela e a privacidade para isso, e não o cenário.

Assim que passaram pela porta, ele não perdeu tempo, indo ao banheiro e lavando suas mãos, as deixando impecáveis para fazer com ela o que tinha em mente. Se livrou de sua jaqueta de couro, largando-a em um lugar qualquer, assim como os tênis e as meias. Roupas humanas sempre eram um incômodo.

Ela observou-o com curiosidade enquanto fazia o mesmo, e por fim tirou os óculos do rosto, deixando em uma mesinha de apoio ao lado da porta, se aproximando dele devagar, como se esperasse por um movimento repentino dele.

De fato, assim que ela estava ao seu alcance, Cassiel a virou de costas para ele, prensando-a contra a parede, segurando seus braços para imobilizá-la.

E ela riu.

Ela riu daquilo.

É só isso? – ela pensou.

Mas que humana mais...! – ele nem sabia como descrevê-la. A última a tirá-lo do sério assim fora Amarilis, mas Amarilis nunca chegou perto de despertar nele desejo sexual como aquela estranha despertava.

Segurou seus seios com um braço enquanto sua mão livre se ocupava em abrir o zíper de sua bermuda jeans, sua mão descendo até a intimidade daquela debochada criatura, cuja roupa de baixo se encontrava úmida e os lábios escorregadios. Senti-la daquela forma estava deixando-o cada vez menos no controle de si.

Não havia espaço para preliminares ali. Em uma briga pela posição de poder, ela se soltou de seus braços, se livrando de sua camisa preta extra grande, ficando somente com seu sutiã esportivo de mesma cor, no que Cassiel logo ajudou-a a se livrar de sua bermuda.

Ela o jogou na cama logo atrás deles, tirando de um dos bolsos da bermuda o que parecia ser um pacote de camisinhas e a deixando a postos na mesinha de cabeceira, avançando sobre ele, segurando-o pelos pulsos, mantendo seus braços acima de sua cabeça.

Cassiel engoliu a seco enquanto ela lhe beijava a mandíbula e o pescoço, mordendo com gradual força e eventualmente lhe chupando, o que provavelmente deixaria marcas.

Estou mesmo me misturando aos humanos? – pensou horrorizado, mas com desejo demais para recuar naquele momento.

A agonia crescente em seu membro e o desespero por alívio fizeram com que ele se soltasse do controle dela e a jogasse na cama, onde ela se sentou, abrindo o zíper da jeans dele para baixá-la, bem como a boxer que ele usava.

Ela se ateve a lhe mostrar mais um de seus sorrisinhos maliciosos ao segurá-lo pela base, no que ele estremeceu. Colocou a camisinha em seu membro e se deitou. Cassiel a virou de bruços, puxando-lhe a calcinha com urgência antes de avançar sobre ela e finalmente a penetrar.

O gemido que ela deixou escapar foi mais que o suficiente para fazer com que ele estocasse rápida e intensamente. Cassiel queria apenas se livrar daquele desejo impetuoso que o cegava e afetava seu julgamento. Não deveria se misturar à eles, não era certo.

Mas a forma como aquela estranha fazia ele se sentir...

Naquele momento ele não saberia dizer se era errado.

Sentir seu calor, o cheiro de sua pele, de seus cabelos azuis agora bagunçados. Sua intimidade úmida e convidativa, que ela o desafiou a possuir, como ninguém nunca tinha feito.

Quanto mais ela gemia, mais ele estocava, segurando-a pelos pulsos e a puxando contra si a cada estocada. Seu arfar e seus gemidos preenchiam o ambiente, o som de pele contra pele o deixando cada vez mais louco.

Soltou os pulsos dela, que agora parecia ter cedido e se submetido, enfim. Se deitou sobre ela, agarrando-se ao seu torso, segurando seus seios com firmeza enquanto beijava seu pescoço.

Ela também estava desesperada por alívio.

Apesar de não gostar da maneira debochada como ela agiu, não queria que ela pensasse em si como um egoísta que só levou em consideração a própria satisfação, então uma de suas mãos encontrou sua intimidade e começou a tocá-la enquanto a penetrava, o que pareceu rendê-la de vez.

Estava completamente entregue à ele.

A noção de tempo foi perdida em meio à aquele frenesi absurdo e sem sentido tipicamente humano, mas ela foi a primeira a gritar e estremecer quando seu orgasmo veio, provocando-lhe espasmos.

Era o sinal que ele precisava para se render.

Cassiel a fodeu sem se preocupar em se conter mais, puxando-a pelos cabelos para beijar-lhe a boca, calando seus gemidos, contendo seus gritos.

Então o alívio enfim veio quando ele atingiu seu ápice, grunhindo contra o pescoço dela, seu membro pulsando enquanto se derramava.

Aquela foi a maior de todas as insanidades que já tivera.

Quando se recuperou o suficiente para sair de dentro dela, se deitando ao seu lado, sua lucidez lentamente começou a retornar.

Mais de dois mil anos invicto andando entre eles, e o dia da derrota enfim chegou para ele. Ceder aos instintos de uma raça que não era a sua era absurdo, mas ali estava ele, satisfeito com o desastre.

Engoliu a seco, tentando encontrar sua voz.

– Você tá bem?

Ela teve um espasmo com o susto que tomou ao ouvi-lo falar.

– Tô – respondeu com o rosto ainda contra o colchão, o olhando. – Isso foi...

– Intenso – ele suspirou.

– É – engoliu a seco.

– Cassiel – ele se apresentou, envergonhado.

– Camellia – ela deu um sorrisinho nervoso.

– É um prazer te conhecer.

Ela fechou os olhos, rindo.

– O prazer é meu.

– Então... – ele pigarreou, chamando sua atenção. – Sempre comemora o Dia dos Namorados naquela boate?

– Eu não comemoro. Só fui porque meus amigos estavam lá.

– Ah... Bem... É a primeira vez que eu comemoro a data.

– É? E o que achou dela até agora?

– Não tenho certeza. Não encontrei uma palavra pra definir tudo isso ainda.

– Bem... – ela se virou na cama, puxando sua calcinha para o devido lugar. – Espero que encontre – se levantou da cama.

– Você já vai? – ele se sentou.

Camellia pestanejou algumas vezes.

– Já, ué.

– Eu pensei que... Pensei que talvez a gente pudesse... Ficar mais um pouco.

Ela arqueou uma sobrancelha. Cassiel suspirou, sentindo-se sem graça.

– Se você quiser, talvez, uma segunda rodada ou, quem sabe, sair pra jantar?

– Tá me chamando pra sair? – ela semicerrou os olhos.

– É – ele engoliu a seco. – Acho que eu tô.

– Hm – Camellia desviou o olhar por um momento. – Beleza. Mas se vamos pra uma segunda rodada, podemos, por favor, sem roupas? Elas realmente estavam atrapalhando.

Cassiel riu, concordando, e Camellia voltou para a cama, onde começou a beijá-lo novamente enquanto terminavam de se despir.

Ele concluiu, ali, que os humanos ainda eram tolos em perder tanto tempo em busca do presente material perfeito. Para ele, o melhor presente que recebera em sua primeira comemoração foi aquela mistura enlouquecedora de sensações em seu corpo, coisas que nunca tinha experimentado.

É, talvez, no fim das contas, aquela data de comemoração humana não fosse totalmente idiota e sem sentido. Talvez, só talvez, ela tivesse certa graça.

E Cassiel estava ansioso para se misturar aos humanos mais vezes.

8 de Junho de 2021 às 02:15 15 Denunciar Insira Seguir história
7
Fim

Conheça o autor

Alexis Rodrigues Olá, turubem? Meu nome é Alexis (na verdade é pseudônimo), manauara de 25 anos (tô velha). Tenho graduação plena em Letras - Língua Inglesa pela UNINORTE e atualmente estou terminando minha pós-graduação em Criminologia pela Unyleya. Sou feia, mas não mordo ;) Fanfiqueira de carteirinha, mas posto originais aqui também. Faço parte do Time de Verificação do Inkspired. Em caso de quaisquer dúvidas com a plataforma, não hesite em nos perguntar ;) Estamos aqui para melhor atender vocês <3

Comente algo

Publique!
Inkspired Brasil Inkspired Brasil
Olá, Alexis! Primeiramente, gostaríamos de agradecer a sua participação no #amordecinema! Ficamos sempre muito felizes por suas participações. Sabemos que, como embaixadora, você tem outras responsabilidades, mas mesmo assim se mostra presente sempre para nos incentivar e apreciamos isso demais! Que história, minha gente, que história! Ímpeto fez com que analisássemos melhor o que seria o tipo de presente perfeito, além de, de uma forma diferente, mostrar que muitas vezes ficamos presos no meio de situações desnecessárias por não dar valor ao que realmente se faz necessário em algum momento. Uma história simplesmente maravilhosa, e na medida certa de erotismo, não esperávamos por nada menos vindo de você! Apesar de sua história falar sobre a busca do presente perfeito para o dia dos namorados, esperávamos um pouco mais, confessamos. No entanto ela ainda pode ser considerada dentro do tema, visto que o Cassiel, ao fim de tudo, conseguiu compreender para ele próprio o que seria um presente perfeito para o dia dos namorados. E sabe que ele tem até que um pouco de razão?! Às vezes nos preocupamos tanto com a busca, que esquecemos de coisas simples e prazerosas. No entanto gostaríamos de dar uma notícia ruim. Sua história infelizmente não poderá fazer parte dos destaques, pois você não conseguiu cumprir com o número de comentários estipulado no edital. Ainda assim, agradecemos sua participação e esperamos que a próxima vez seja melhor. O que dizer sobre um anjo na posição a qual ele estava? Na verdade, é um pouco inimaginável, mas ficou simplesmente surpreendente. Cassiel tem uma presença tão forte, que é simplesmente impossível de desviar os olhos dele, é simplesmente fantástico o quão notável ele é, notável e intenso, muito intenso. Quanto à ambientação, é impossível não se sentir bem habituada com a história, acreditamos que se tivesse uma margem maior de caracteres, ela teria sido melhor ainda e só Deus sabe para onde iremos parar com tanta imaginação. Sua gramática e ortografia estão muito boas como sempre, no entanto gostaríamos de chamar sua atenção para o uso incorreto do fenômeno da crase antes de palavras masculinas. Sabemos como pode ser complicado lembrar de tantas regrinhas, mas esperamos que você se supere sempre! Foi um imenso prazer poder acompanhar mais uma história sua. Ficamos sabendo que é a sua primeira história no gênero Erótico e queremos dizer que você se saiu muitíssimo bem. Adoramos, em principal, toda a construção gradual do clímax da história e consequentemente a preparação do leitor, através de palavras mais eróticas e ao mesmo tempo contidas, para o que viria a seguir. Esperamos poder contar com sua participação em outros desafios também, Alexis, pois você sempre nos ilumina com suas obras. Apesar de Ímpeto não poder ser parte dos destaques dessa vez, vamos torcer para que a próxima história que você inscreve num desafio possa concorrer. Obrigada pela sua participação, foi muito bom poder contar com você neste desafio e esperamos poder vê-lo em outros. Os resultados serão divulgados em breve nas nossas mídias sociais. Fique de olho e boa sorte!
June 19, 2021, 18:30
Ellen Batista Ellen Batista
Minha nossa senhora do fogo no parquinho. Sem mais delongas, parabéns. Seu texto é sem dúvidas uma pérola, tô quase tendo um ataque, por que tudo, está no lugar, sem tirar nem pôr, sem exagero, sem falta. Um fogaréu digno, uma conversa digna, umas afronta necessária, e um repetir é viver muito necessário. Simplesmente SENSACIONAL.
June 19, 2021, 15:01

  • Alexis Rodrigues Alexis Rodrigues
    <3 <3 <3 <3 <3 obrigada, fico feliz que tenha gostado :3 June 19, 2021, 22:31
Karimy Lubarino Karimy Lubarino
Ai, ai, ai, que essa história quase me fez ter um negócio aqui no coração. Sem or. Você sabe que eu não conheço bem o personagens, apesar de ter uma ideia de quem ele é e tudo o mais, porém ainda assim não me senti, em momento algum, perdida na sua narrativa. Consegui imaginar bem ele agindo na história e até a personalidade dele através de todos os fatos dela apresentados por você. E, claro, os lentos de erotismo da história estão incríveis, em especial a construção dos elementos que preparam o leitor pro ápice da história. Obrigada pela participação. A sua história tá ótima como sempre 💖.
June 16, 2021, 21:52

Arnaldo Zampieri Arnaldo Zampieri
Já falei isso em alguma outra oportunidade? Desculpa se soar repetitivo. Curto demais o modo que você detalha as cenas, é um capricho as suas escolhas de palavras. Sou fã! =)
June 16, 2021, 14:45

  • Alexis Rodrigues Alexis Rodrigues
    ♡♡♡♡♡♡ valeu, Arnaldo ^.^ foi a primeira vez me aventurando no gênero, espero que tenha sido legal ;) June 16, 2021, 21:15
Kehillah Sanchez Kehillah Sanchez
Caramba, apaga a luz que a coisa ficou séria. A princípio, pensei que Cassiel ia passar o conto inteiro afirmando o quanto os seres humanos são patéticos, e que dia doze é mais uma data para os capitalistas arrancarem mais dinheiro dos desavisados, mas aí aparece a tal criatura dos cabelos azuis, e mostra que não é bem assim, não. Resumindo a obra, amei os personagens que apesar do pouco diálogo entre Cassiel e Camillia, deu para ter uma noção do clima e sentimentos entre eles. Enfim, foi uma história descontraída e cativante, parabéns!
June 15, 2021, 19:44

  • Alexis Rodrigues Alexis Rodrigues
    Cassiel não teve boas experiências com os humanos kk a Amarilis (de ''Café?'') foi mt grossa com ele e ele e Cassiel ficou ainda mais arredio com os humanos precisava fazer ele quebrar a cara um pouco kk fico feliz que tenha gostado :3 obrigada por comentar <3 June 15, 2021, 20:56
Eric Sandric Eric Sandric
Então Cassiel só posso dizer que a sua descida é de tobogã
June 12, 2021, 13:41

Artemísia Jackson Artemísia Jackson
Cassiel, o pai tá vendo sua hipocrisia viu u.u Muito bom, autore, uma delícia inusitada com um tema que não estamos acostumades, muito bom! Parabéns pela escrita e pela história <3
June 12, 2021, 02:34

  • Alexis Rodrigues Alexis Rodrigues
    Cassiel aprendeu a lição dele kkkk muito obrigada <3 June 15, 2021, 20:53
NíngYì Mèng NíngYì Mèng
Além de Cassiel, eu também tive sensações (mas não como as dele, rsrs). Geralmente, a primeira coisa que me vem a mente ao pensar Dia dos Namorados, é algo fofo, doce ou melancólico, escuro. Todavia, aqui temos algo diferente. Revelador, erótico, recheado de prazeres até então dormentes e intenso. Simplesmente intenso. Cassiel não entende o fato de nós, humanos, gastarmos nossa curtíssima duração com situações que considera irrelevante para se ter uma vida. Para mim, o que não ele sabe é que, aí está a graça. Sua relação íntima com Camellia foi incrível, mas durou pouco. Ocorreu muito rápido. E nosso pouco tempo de existência neste plano é assim, incrível (ou às vezes nem tanto), intenso e queremos mais. É por esse motivo que gastamos nossa pouquíssima presença com coisas triviais, não sabemos o amanhã e não temos certeza se há outra vida pra fazê-lo novamente. Eu amei, achei sua escrita magnífica. Parabéns e obrigada por criar esta obra que me deixou inspirada para o desafio. Kiss❤️
June 08, 2021, 13:57

  • Alexis Rodrigues Alexis Rodrigues
    aaaaaaaaaaaa <3 fico feliz que você tenha ficado inspirada pro desafio <3 tô doida pra ler mais histórias do desafio :3 June 08, 2021, 14:16
~
Cidade Tulipa
Cidade Tulipa

A cidade Tulipa é a principal exportadora de flores do continente Flos, mas o que faz dela especial não são suas flores, e sim os estranhos acontecimentos que tendem a ocorrer em seu solo mágico. Leia mais sobre Cidade Tulipa.