oberonina Nina Oberoni

Sakura tinha seguido em frente. Entendeu que havia muito mais para se viver do que um unico homem em sua vida, e aproveitou ao máximo. Tudo começou quando se voluntariou para a missão mais perigosa que poderia imaginar, infiltrando-se na Akatsuki para conseguir informações. E foi ali que ela renasceu. Quando voltou para a vila, seu vicio por homens já tinha sido desenvolvido, e ela continuava a saciá-lo, mas em segredo, pois se soubessem o que ela fazia em suas horas vagas, não poderia imaginar os xingamentos que seriam direcionados a ela. [AVISO] todos os capítulos [+18] [Conteudo MADURO] OBS: alguns detalhes da história original foram alterados para se encaixarem à fanfic, como a idade deles. Mais detalhes nas notas do capítulo 1 (história sendo postada no wattpad e no spirit também)


Erótico Para maiores de 18 apenas.

#pwp #literatura-erotica #hot #hentai #sasusaku #kakasaku #narusaku #sasosaku #deisaku #peinsaku #itasaku #gaasaku #allsaku #genma #harem #harem-invertido #harem-inverso #hinasaku #inosaku #sakuhina #sakuino #indra #indrasaku #kakashi #kakashi-hetake #kakashi-hot #naruto #kakasaku-hentai #kakasaku-hot #sasusaku-hentai #sasusaku-hot #narusaku-hentai #narusaku-hot #madara #madasaku #obisaku #shisui #shikasaku #sakura #sakura-hot #sakura-icon #sakura-hentai
3
964 VISUALIZAÇÕES
Em progresso - Novo capítulo Toda semana
tempo de leitura
AA Compartilhar

Bad Chick

gente, por conta de essa ser uma fanfic erótica, ou seja, todos os capítulos vão ter sexo explícito, eu preciso q vcs imaginem que a sakura é maior de idade então aqui, o shippuden se passa quando eles já tem 18, ok? entao tudo acontece 2 anos depois do que acontece no anime:

eles formam os times com 14, o sasuke foge com 16 e o naruto volta pra vila quando eles já tem 18

beixoss


"What a bad chick
She wants to flaunt it
Got that look in her eye
She wants to own this"
"Que garota má
Ela quer ostentá-lo
Tem aquele olhar nos olhos
Ela quer possui-lo"
- Bad Chick, SoMo

Sakura chegou em casa exausta. Estava cansada por exigir tanto de si mesma no trabalho, mas não tinha escolha, era a única coisa que a ajudava a reprimir seus sentimentos e se distrair do desastre que era sua vida amorosa.

Subiu as escadas com rapidez antes que seus pais a vissem e começassem a enchê-la por ser fraca e chorar demais, e jogou-se na cama, chorando por estar farta de não conseguir seguir em frente e por ser tão idiota a ponto de chorar por alguém que nem ligava para ela.

Era uma mulher de 21 anos, uma médica excepcional e uma ótima ninja, mas não conseguia superar um coração partido.

Assim como incontáveis vezes, ela dormiu com lágrimas nos olhos pensando em Sasuke.

Mal sabia ela que aquela seria a última vez.

No dia seguinte, as coisas aconteceram rápido demais: Naruto voltara para vila e logo receberam uma missão nível S para salvarem o Kazekage.

A missão tinha exigido o suficiente dela para que não pensasse em seu amor e concentrasse em impedir que Kankuro morresse por aquele veneno complicado e depois, derrotar Sasori.

Quando a missão acabou e voltaram para a vila da folha em segurança, logo foram para a torreda Hokage, fazer o relatório da missão.

— O que eles queriam com a uma cauda, afinal? — indagou aGodaime.

— Não conseguimos descobrir, Tsunade-Sama — disse Kakashi. — Mas iremos. Talvez devêssemos colocar alguém infiltrado, para roubar informações.

— E quem você sugere? — ela o olhou ansiosa.

— Um ANBU, que possa se virar caso o descubram.

— Não — interveio Sakura.

— Isso não é assunto para você, Sakura — suashishoua advertiu.

— Tsunade-Sama, perdoe-me, mas acho que devemos ouvi-la, talvez tenha uma boa ideia— a Hokage hesitou, mas a deixou prosseguir.

— Eles sabem identificar um ANBU, e os ninjas não podem manter a tatuagem escondida para sempre. Se descobrissem que é um ANBU, poderia ser pior.

— E o que você está querendo dizer? — seu sensei estava receoso com a resposta, mas quis saber mesmo assim.

— Deixem que eu vou — ambos a olharam como se estivesse louca, mas antes que pudessem protestar, ela falou primeiro: — Eles conhecem a minha habilidade, eu posso ser muito útil para eles, eles sabem disso. Posso demorar para conseguir sua confiança, mas valerá apena, eu sei.

Aquilo era a oportunidade perfeita para se distrair o suficiente para nem sequer lembrar de Sasuke. Era juntar o útil ao agradável: seria uma ninja infiltrada e estaria preocupada demais em manter seu disfarce para chorar por alguém que não a merecia.

Por fim, eles acabaram concordando, masconvencer a organização a aceita-la foi mais difícil que pensou, afinal, tinha matado um deles a pouco tempo. Mas a mulher misteriosa de cabelos azuis, cujo nome Sakura desconhecia, convenceu o ruivo atrazê-la para a base, dizendo que poderia ser um bom acréscimo.

Seus olhos roxos brilhantes a encaravam na escuridão. As correntes que pendiam do teto e terminavam em seus pulsos, a obrigavam a deixá-los para cima, o que jáfazia seus braçosformigarem. Seus joelhos contra o chão de pedra já ardiam pelo atrito e latejavam por estarem tanto tempo na mesma posição.

Ele deveria estar ali, apenas encarando a garota de cabelorosapender para frente – só sendo impedida de cair no chão pelas correntes – há uma meia hora. E não falara nada. Mal dava para ouvi-lo respirar.

A boca de Sakura estava seca, fazia mais de dois dias que não bebia água. O líder do grupo de criminosos a deixou trancada ali pouco depois que a aceitaram, e embora não houvesse luz solar no recinto, Sakura sabia que se passara dois dias inteiros.

Mas não a alimentaram nem deram água. O motivo daquilo, ela já imaginava: eles queriam deixa-la fraca antes que ela pudesse ataca-los, embora isso não aconteceria.

Achou que fossem deixa-la ali por mais alguns dias, mas Pain apareceu antes. Depois que tantos minutos se passaram com ele apenas a observando, ele finalmente fez o primeiro movimento: se aproximou dela com um copo.Água.

Sakura não esperou que ele fosse até ela. Foi mais rápida e se levantou, puxando-se pelas correntes e correndo até ele. Ou tentou. Não foram as correntes que a impediram de avançar, mas sim suas pernas. A falta de comida, Sakura podia aguentar dias, mas como médica sabia que o corpo humano não sobreviveria por mais de dois dias sem água. Fome, frio, calor, tudo era suportável perto da agonia de sentir sede. Sentir seu corpo enfraquecendo, desidratando.

Ela caiu mais uma vez de joelhos, e seu corpo inteiro doeu. Não sentia mais os braços.

Ele soltou uma lufada de ar pelo nariz e meneou a cabeça.

— Vai acabar se matando antes de conseguir o que quer — sua voz soou grossa em seu ouvido, mas ela não deu atenção, pois ele já se abaixara até a garota e segurava o copo contra sua boca. — E não queremos isso, queremos?

Sakura nem desviou os olhos do copo para encará-lo, apenas bebia ferozmente, forçando o Akatsuki a virar mais o copo que se esvaziava rapidamente, não se importando que escorria um pouco de sua boca e molhava suas roupas no processo.

O copo finalmente se esvaziou e ele reencheu oferecendo a ela mais uma vez. Já se sentia recuperando um pouco das forças, o suficiente para levantar-se e agarrar o copo com as próprias mãos, agarrando as mãos dele junto no processo. Ela percebeu que seus dedos estavam roxos, provavelmente pela falta de circulação que aquela posição causava, mas não se importou, nem com isso nem com a dor.

Apertou firme o copo contra as mãos, não medindo a força, e ele se espatifou ali, cortando seus dedos. Suas pernas tremiam e seus dedos ardiam, mas ela não se importava muito com isso, afinal, matara sua sede.

E então percebeu que suas mãos não eram as únicas que estavam cortadas, e soltou um grunhido de culpa, desculpando-se por machucar seu novo mestre. Antes que ele falasse algo, ela iluminou as pontas dos dedos, tingindo-as de verde e direcionou ao corte na mão de Pain - curando a si mesma no processo e sentindo a dor se esvair de todo seu corpo.

— Você realmente é boa com isso — ele ponderou, como se ainda pensasse se deveria ficar com ela ou deixa-la ali para morrer de fome— Depois agradeça a Konan por me convencer a te receber aqui. Se não fosse por ela, já estaria morta.

— E-Eu... — ela tinha dificuldades para falar, mas continuou. — agradeço a todos por me aceitarem. Sei que não vão se arrepender, sou uma ótima médica.

Ele não respondeu, porém. Apenas ergueu os braços e soltou as correntes de seu pulso. Levou a mão esquerda para suas costas, e ela se segurou para não fugir do toque. Pain a encaminhou para fora da “sala” e caminhou com ela até um corredor. Uma porta estava aberta e revelava um quarto pequeno, com uma cama que não parecia muito confortável e uma cômoda ao lado. Em cima da cama, ao lado do travesseiro e junto aos lençóis dobrados, estava uma peça de roupa preta com nuvens vermelhas – sua própria capa da Akatsuki.

— Terá de se livrar de tudo que tenha relação com sua vida passada. Tem uma roupa nova para você abaixo da capa — ele falou sem entusiasmo. Sua voz intensa causava arrepios. Sakura assentiu e agradeceu, esperando que ele fosse se retirar para que ela pudesse se trocar, mas ele foi apenas até a porta e a fechou. — Ande.

Ela se controlou para não enrubescer. Ele queria que ela se trocasse na frente dele? Respirou fundo e controlou a respiração. Era melhor não contrariar.

Tirou a capa de cima das suas novas peças de roupa– ficando de costas para ele– e as observou. A blusa era um tanto decotada demais para o seu gosto, mas a calça era como a deles; cinza e confortável. Acabou aceitando seu destino, pelo menos todos eles viviam com as capas mesmo na base, estaria coberta o tempo inteiro.

Sakura queria olhar para ele antes de se despir, para ver se ele estava mesmo falando sério, mas imaginou que caso se mostrasse puritana demais ele suspeitaria. Era um pensamento sem sentido, mas na sua cabeça criminosas não podiam ser puritanas. E ela era uma criminosa agora. Teoricamente, uma das mais procuradas. Tinha que provar que podia ser perigosa.

Então apenas retirou a blusa, sem pressa, deixando o sutiã a mostra. Abriu o fecho de sua “saia” rosa que usava por cima do short cinza e a jogou perto da porta, logo depois abaixando o short, empinando a bunda provocativamente em direção ao homem. Quando estava apenas de lingerie, finalmente virou-se em sua direção, notando o olhar abaixado dele. Ele não se importou em disfarçar que a encarava.

— Tenho que me livrar das roupas intimas também? — ela lançou um sorriso pequeno para ele.

Mas, mais uma vez, ele não falou nada. Apenas foi até ela, demorando seu olhar pela cintura fina e depois pelos peitos pequenos, pensando em quão lisa sua pele era – ele adoraria deixa-la toda marcada. Ele parou poucos centímetros da garota, agora apenas olhando emseus olhos. Ela firmou nos seus. Precisava se concentrar, sem ruborizar, nem olhar para o lado.

Sakura se perguntou porque ele tinha tantos piercings. Não era algo da Akatsuki, ele era o único. Mas ficava estranhamente bom nele, combinava com seus olhos roxos. A garota se pegou admirando a beleza dele.

— Tem que se livrar de tudo — ele levou as mãos na direção de seus peitos e fez menção de arrancar seu sutiã, mas Sakura não conseguiu controlar seus próprios braços quando voaram na direção dos dele e os seguraram fortemente. Pain a olhou com repreensão.

— Eu mesma faço isso — ela disse ao perceber que esqueceu de controlar o rubor nas bochechas. Precisava de uma desculpa do porquê que ela atacou seu braço.

Fez o mesmo movimento que o homem fizera segundos antes quando ele voltou a descansar os braços ao lado do corpo e arrancou seu próprio sutiã, rasgando a renda –droga, era tão bonito...– e ele pareceu se deleitar com a cena, encarando os seios expostos dela.

Por um tempo, não fizeram nada, Pain apenas a encarou, avaliando-a. Então, em um rápido movimento, ele a jogou na cama sentada. Ela usou as mãos para se apoiar, mas ele pressionou o meio de seu peito, obrigando-a a substituí-las pelos cotovelos, ficando na extremidade da cama.

— Eu disse tudo — ele se ajoelhou e puxou sua calcinha para baixo, e ela não reprimiu um grito baixo de susto. Sentiu os dois significados daquela frase. Ele não falava apenas de coisas materiais, mas de seu espirito também. E ele queria estreá-lo.

Pain a encarou, e ela pode ver um olhar de divertimento em eu rosto. Em resposta, Sakura pendeu a cabeça para trás, como se desse passagem, uma invitação para que ele a saboreasse. E assim o fez.

Passou a língua na altura de seu ventre, rodeando o umbigo. Não subiu e nem desceu, como se quisesse atiça-la. Queria esperar que ela ficasse molhada por conta própria, e então satisfaria a necessidade carnal da garota.

O piercing que ele tinha na língua parecia provoca-la ainda mais, fazendo-a ansiar para tê-lo em sua intimidade, mas ele não o fez.

Céus, não acredito que estou fazendo isso!

Não que ela nunca tivesse ficado nua na frente de um garoto, mas um criminoso como ele? Principalmente o líder, o responsável pela morte de Gaara? –ah, mas ele está bem, não é?Mas a ideia de estar fazendo isso justamente com ele era o que mais a deixava excitada: o perigo.

Sakura sempre esteve longe do limite, sempre vivendo de acordo com as regras, sempre se esforçando para fazer tudo certo e ser a melhor da sala. Sem correr perigos – exceto quando estava em missões. E agora, tinha uma das pessoas consideradas mais perigosas do mundo shinobi lambendo sua barriga, prestes a leva-la as alturas. E ela adorava esse pensamento.

Ele mordia e chupava sua pele branca, mas ela queria mais do que apenas beijos na barriga. Ele queria sua língua esfriando a queimaçãoque ela sentia um pouco abaixo de onde ele estava. Levantou sua mão direita e levou até os cabelos ruivos, pressionando sua cabeça levemente para baixo, para que ele entendesse o que ela queria. Mas ele agarrou seu pulso e olhou para ela. Seus olhos brilhavam de excitação.

— Não é você que faz as regras aqui — ele usou a outra mão para agarrar seus cabelos e a deitar na cama do jeito certo, jogando o travesseiro e os lençóis no chão. A mão que estava agarrada no pulso fino, o pressionou contra o colchão, deixando-o preso. Ele a ouviu gemer de dor, provavelmente por causa da marca roxa que as algemas tinham deixado, mas ele não se importou, na verdade, gostou do som.

É claro, ela pensou ao vê-lo sorrindo com sua dor.Pain. Dor. Ele gosta disso. Mas será que também gosta de sentir?

Não teve muito tempo para pensar nisso, pois ele avançou sobre ela e mordeu seu pescoço. Não era fraco a ponto de ser apenas um ato sensual, mas não era forte para perder o tesão. Enquanto sua boca se perdia em seu pescoço, em meio de mordidas e chupões – os quais ele olhava orgulhoso após apreciar o roxo –, a outra mão tinha suas unhas ligeiramente compridas arranhando sua barriga, sendo mais pressionadas quando passavam pela lombar, deixando marcas, e depois voltavam a barriga.

Até que parasse de movê-larepentinamente em seu seio e beliscasse o mamilo com força. Sakura gemeu mais alto de dor dessa vez, ainda gostando da sensação. Ele se deliciou com o som e levou a boca aos lábios dela, primeiro contornando-os e então, adentrando com força. Mais uma vez, Sakura gostou da sensação causada pelo piercing.

Pain pressionou mais os dedos contra o prévio machucado de seu pulso e ela mordeu seu lábio. Ele subitamente soltou sua mão e agarrou seu rosto, fazendo o som de sua palma arder em sua bochecha. Não foi um tapa, mas foi perto disso. E foi bom.

A garota imaginou que tivesse sido uma punição, como se dissesse que só ele tinha permissão para morder, mas ele se divertiu com a sensação, sentindo seu lábio latejar. Já não era a única coisa que latejava no corpo do homem, Sakura podia sentir.

Ele voltou a boca para seu pescoço, e os piercings em seu nariz, gelados contra a pele agora praticamente febril da garota, a faziam arrepiar. Ela aproveitou que ele ainda estava próximo e desabotoou a capa da Akatsuki, deixando-a caída ao seu lado, e deslizou as mãos para baixo de sua blusa, fazendo a menção de tirá-la, mas ele a interrompeu, prendendo uma mão contra o colchão mais uma vez.

Pain não se demorou muito no pescoço, logo desceu para seu seio esquerdo, arrastando os dentes por sua pele. Passou a língua e mordiscou a ponta. Mordiscou forte e Sakura reprimiu um grito na garganta.

— Não precisa se acanhar, Sakura — ele falou sem levantar muito a cabeça, deixando perto o suficiente para lamber o mamilo antes de continuar a frase — Essas paredes não deixam o som passar.

Ficou bem claro o que ele queria dizer. Queria ouvi-la gritar.

Mais uma vez, ele abandonou seu pulso e arranhou sua barriga, com mais intensidade dessa vez. E Sakura gemeu mais alto.

Agradeceu a liberdade da mão e a direcionou para sua intimidade. Não estava mais aguentando, parecia que ele nunca a tocaria lá. Mas era isso que ele queria, vê-la desesperada, vê-la suplicar por misericórdia.

— Você é teimosa, não? — ele agarrou mais uma vez o pulso, usando as unhas dessa vez, ouvindo-a gemer.

Mas não ficou entre seus dedos por muito tempo, pois precisava destes para puxá-la pela cintura até a extremidade da cama, ajoelhando-se contra o chão e não gastando tempo antes de adentra-la com a língua.

Sakura gemeu ainda mais alto, e pôde senti-lo sorrir contra sua intimidade. Levou as mãos ao seu cabelo por puro instinto, pois sabia que ele não gostava de ser controlado. Mas não protestou contra as mãos quando as unhas se cravaram no couro. A dor o fez movimentar sua língua mais rápido e intensamente, usando-a para massagear o clitóris e entrando mais fundo uma vez ou outra.

Às vezes levantava a cabeça para morder os lábios avermelhados da intimidade, fazendo-a gemer seu nome, cada vez mais alto. E enquanto sua língua ficava apenas na parte mais sensível, mais perto ao início da abertura, ele escorregou dois dedos de uma vez, com força e rapidez.

— Kami-Sama! — ela chamou quando sentiu seu limite próximo. — Mais rápido! Mais... Ah! — ela gritou quando ele a obedeceu.

Subiu uma mão para massagear seu seio, e a sentiu tremer quando fez uma última investida com o dedo e pressionou a língua em seu clitóris. Levantou a cabeça para vê-la se erguendo um pouco no colchão, tremendo o quadril contra sua mão e clamando por seu nome.

O orgasmo veio forte para Sakura, e se intensificou quando ele adicionou mais um dedo em sua abertura e usou o polegar para acaricia-la mais em cima, já que seu rosto estava levantando, a observando.

Quando aquele caos finalmente passou, Sakura sentiu o corpo amolecendo sobre a cama e sua intimidade pegando fogo. Mas não teve muito tempo para relaxar o corpo, pois ele se levantou e deitou-a de bruços, aproveitando para deixar impressa a marca de sua mão em uma se suas nádegas. Ela gritou mais uma vez, sem forças.

— Agora é a minha vez — ele sussurrou em seu ouvido quando se abaixou um pouco, deslizando a mão espalmada em suas costas e mordendo sua nuca ao levantar os cabelos róseos da garota. Aquela voz tão perto de si, tão intensa...

Voltou a levantar o tronco, arrastando as unhas – e aproveitando o som de dor – e a admirou naquela posição, com a farta bunda arrebatada para si, como se implorasse por mais. Ele se esfregou nela antes de puxar seu membro rígido para fora e adentra-la. E ela gemeu mais alto do que nunca.

Pain puxava seus cabelos, presos fortemente em sua mão, arranhava suas costas, que já ficavam arroxeadas em um ponto ou outro em que ele as enterrava, e batia em sua bunda continuamente.

E Kami-Sama, Sakura não conseguia parar de gemer.

Ótimo, agora eu sou masoquista.

Ele investia cada vez mais rápido quando sentiu que estava perto, mas resistiu à vontade de acabar com aquilo ali, para observá-la em um ângulo ainda mais favorável, embora adorava aquela visão.

Tirou-se rapidamente dela e a virou para cima, encaixando a parte de baixo do joelho dela em seu braço e voltando a investir. Ela mordia as costas da mão, não para reprimir gemidos, apenas pois precisava de algo para morder – aquilo com certeza deixaria uma bela marca roxa de dentes. O som molhado da coxa dele contra as nádegas dela, o excitava cada vez mais, e os movimentos que ela fazia com o próprio corpo, causando o vai-e-vem de seus peitos o ajudavam nesse quesito.

Ela começou a se estimular, e ele normalmente interviria – aquela era sua função –, mas estava perto demais para pensar em outra coisa senão o quão perfeita ela ficava fazendo aquilo.

Ele gozou antes, mas se retirou dela antes de jorrar dentro, e deixou que seu liquido banhasse sua barriga e um pouco de seus peitos. Sua visão ficava turva, mas não queria deixar de vê-la mais uma vez gozando para ele, então voltou a adentra-la, mas suas pernas estavam bambas, então se debruçou sobre ela, ainda deixando um espaço para que ela mexesse a mão.

Não demorou muito para que ela desse o último gemido prolongado da noite e cravasse seus dentes em seu pescoço.

— K-Kami-Sama... — foi tudo o que ela conseguiu dizer ao senti-lo desabar ao lado de seu seu corpo, retirando-se da médica-nin. Ele ainda apertava as pontas dos dedos em sua cintura.

Mas ele logo a soltou, colocou-se de volta para dentro da calça e pegou sua capa da Akatsuki que caíra no chão.

— De fato — ele disse, voltando a voz mais controlada de antes e acalmando seu chakra. Ele a olhou uma última vez e esboçou um sorriso quando ela se sentou na ponta da cama e um pouco do seu liquido escorreu sobre sua barriga, em direção à intimidade agora vermelha dela. Aquela visão o deixou com desejo novamente, mas se limitou a dizer: — Devia tomar um banho.

E saiu do quarto, deixando-a sozinha se perguntando onde seria o banheiro.



não se esqueçam de votar caso tenham gostado <3

2 de Junho de 2021 às 02:23 2 Denunciar Insira Seguir história
3
Leia o próximo capítulo Into You

Comente algo

Publique!
Sakura Inuzuka Uchiha Sakura Inuzuka Uchiha
hi!! it's Sakura Inuzuka from spirit fanfic i also started writing on this format it's much easier to use than ficwad so i thank you for the idea and example
June 04, 2021, 14:27
juliana Santana juliana Santana
Moça fico muito feliz por você postar essa fic aqui! Ela é incrível! Os ships dela são surpreendentes! Nunca vou esquecer uns capítulos, foram marcantes! 😘
June 02, 2021, 11:40
~

Você está gostando da leitura?

Ei! Ainda faltam 3 capítulos restantes nesta história.
Para continuar lendo, por favor, faça login ou cadastre-se. É grátis!

Histórias relacionadas