serephine6 Ana Paula

Jά imɑginou você ser ɑpenɑs um plebeu sem sobrenome, levɑndo umɑ vidɑ simples, e do nɑdɑ ser convocɑdo pelo rei do reino vizinho, pɑrɑ se cɑsɑr com suɑ filhɑ? E detɑlhe, o rei estά morto ὰ três ɑnos, mɑs deixou ɑpenɑs cɑrtɑs dizendo o que fɑzer. Vocês ɑceitɑriɑm? É muito suspeito, nα̃o ɑchɑm? Pois é, essɑ é ɑ nossɑ dúvidɑ ɑpɑrtir de ɑgorɑ. Mɑs mesmo odiɑndo tɑnto o rei pelo que fez no pɑssɑdo, Jungkook estά obstinɑdo em sɑber ɑ verdɑde sobre o que ɑconteceu com seus pɑis biológicos, e por isso ɑceitɑ o último pedido do monɑrcɑ, de cɑsɑr-se com suɑ filhɑ. Mɑs isso nα̃o seriɑ fάcil, pois terά que ɑbrir mα̃o de todɑ suɑ vidɑ simples, pɑrɑ cɑsɑr com ɑ Princesɑ. Assim, tomɑndo diversɑs ɑtividɑdes como rei. Mɑs em meio ɑ tudo isso, Jungkook vɑi conseguir encontrɑr ɑ verdɑde que tɑnto desejɑ? Serά que ele vɑi conseguir sɑber lidɑr com tudo isso que estά vindo, e principɑlmente com o ɑmor?


Fanfiction Bandas/Cantores Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#jk #jungkook #bts #fanfic
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Prologue - Dead Leaves

"A grande diferença
É que a noite é muito solitária agora
A última folha presa no galho está despedaçando
Eu consigo ver isso chegando ao fim."

Dead Leaves - BTS

Hwang Na-bi não conseguiu acreditar no que estava vendo. – Ele está morto? – Pensou. O corpo jogado pelo chão, completamente ensanguentado com a sua própria espada cravada no meio de seu peitoral. Nabi se assustou. – Não! Não pode ser o papai. As mesmas roupas, na mesma posição... Não! Isso só pode ser outro sonho contínuo. – Mas infelizmente, não era. Ouviu passos agitados entrarem, tirando Nabi de seu transe. E percebeu que aquilo não estava nem perto de ser um simples pesadelo.

— Papai? – A voz suave de Jina invade toda a sala real. Mas assim que vê a mesma cena que sua irmã, se desespera. – PAPAI!

Entre segundos, mais passos desvairados entraram pela sala. Certamente, os guardas ouviram os gritos de desespero da Princesa mais nova, e entenderam que algo errado estava acontecendo. Nabi, a irmã mais velha, pensava em se aproximar do corpo e tirar sua irmã dali, mas não conseguia mover um músculo sequer, de tão assustada.

Os Guardas levaram elas dali, Jina aos berros, tentando se soltar, enquanto Nabi, dura feito uma pedra. Deixaram as duas sentadas na câmara separada da sala do trono, um pouco longe da sala do rei, onde tinha acontecido a tragédia. As cozinheiras lhe fizeram chá para acalmar um pouco os nervos, pareciam que iam romper todas as veias a qualquer momento.

Enquanto Jina vestia um belo vestido amarelo com pedrinhas brilhantes, Nabi estava vestida com os seus trajes de toda manhã. Trajes esses cujo compunha calça, blusão e o cinto especial para treino com espadas que ela faz desde seus dez anos. Para o rei, desde que ninguém da aldeia a visse daquele modo, estaria tudo bem treinar. Ela sempre foi uma boa espadachim, tentara ensinar a Jina diversas vezes, mas não era bem seu forte.

Logo, o guarda mais fiel do rei, passou pelo saguão e entrou na câmara com uma expressão de eterna tristeza no rosto. – Então ele realmente está... morto? — Ponderou a de cabelos enrolados, sem crença nenhuma.

Sentiu-se rodeada pelos dois braços pequenos de Jina, fazendo a ficha cair. Entrelaçou seus braços no corpo pequeno da irmã e lhe consolou. Não seria fácil para ela que sempre foi tão apegada com o seu pai, o rei. Nabi, por outro lado, não era tão apegada assim com ele da mesma forma que a mais nova era, mas ele também era seu herói protetor. Jina infelizmente cresceu sem mãe, por complicações na hora do parto, ela veio à óbito. E agora, as duas perderam seu único porto seguro na terra, e Nabi teria que deixar tudo nas mãos do conselho real, até que tenha idade suficiente para comandar tudo.

Depois de longas horas em que Nabi tentava acalmar a pequena Jina, ela dormiu. Pois o que ela viu foi muito aterrorizante para uma adolescente de apenas treze anos de idade. Subiu para seu quarto e tomou um banho bem demorado. Precisava pensar e esfriar a cabeça para tudo isso que iria vir a cair em suas costas, como futura nova rainha.

Mas tem uma coisa que lhe estava muito embaraçado na mente. O que aquela borboleta de sangue do lado do corpo quis dizer? Várias vezes em que pessoas foram mortas, aquela mesma borboleta estava lá. Na sua cabeça, aquilo não fazia sentido em momento nenhum. Nabi, seu nome, significa Borboleta, era algo relacionado a ela? E isso ficou martelando na sua cabeça o resto dos dias.

Todos na aldeia já foram avisados em uma pequena convocação no salão real, aos poucos, até o dia do funeral do falecido rei. As duas princesas não compareceram por serem menor, e todo o discurso foi feito pelo anfitrião da segurança do reino. Todos lamentavam, apavorados, até que ouviu-se uma voz no meio de todos, do lado de fora do Castelo.

— Quem irá comandar o reino? Pelo que sabemos, a filha mais velha, digo, a princesa, não tem idade ainda para reinar. – O homem barbudo comentou, trazendo toda atenção das pessoas para si, que logo se perguntavam a mesma coisa. – Ficaremos sem nenhum monarca?

Nabi mesmo proibida de ir até lá, estava ouvindo tudo detrás da porta, logo após a cremação do corpo e o enterro. E no mesmo instante em que ouviu a pergunta do homem, sua fúria surgiu e aumentou em instantes. Abriu a porta, tomando toda atenção para si, e entrou com todo vigor, parando de frente a todos que ali estavam, aguardando que ela dissesse algo. O anfitrião tentara falar algo, mas o guarda não deixara, pois uma das regras era bem clara: Não atrapalhar ninguém da família real quando estivesse discursando.

— Boa tarde à todos. Agradeço pela presença de cada um. Eu sei que vocês não estão nem aí para a morte do rei, e que estão aqui apenas para saber quem será o sucessor. Bom, e isso está bem claro, sou eu. – fez gestos apontando para si mesma. — Entretanto, pelos decorridos obstáculos, não posso ser coroada ainda. Mas ainda sou eu quem mando aqui. Não se preocupem, que não há de faltar nada em suas casas, e muito menos no reino por causa disso. É hora de juntarmos nossas forças e trabalharmos juntos como um só povo. – Alguns começaram a aplaudir, mas logo pararam, assim que lembraram aue o luto dura sete dias. — Vamos entrar em reunião agora com o conselho para escolher um líder que fique no comando nos próximos três anos, até que a minha idade adulta chegue. Boa tarde, e obrigada.

Ela saiu dali sentindo que sua cabeça ia explodir, e subiu direto para o quarto, de novo. Desde o ocorrido, Nabi não tem treinado de manhã e nem calvagado com seu cavalo favorito. Jina não tem saído mais para tomar sol e nem para brincar lá fora. As duas mal tem se visto dentro da própria casa, e a situação estava apenas piorando. Todos na casa, principalmente empregados, estavam em silêncio eterno, em respeito ao rei.

Mas o que todos queriam mesmo, é que tudo voltasse ao normal, como era antes. As meninas sempre sorrindo e brincando com os empregados, a alegria da casa. O rei, sempre visitando lares, pois ele sempre dizia que todos eles eram como uma família. E foi assim que Nabi cresceu e aprendeu, sempre com esse mesmo espírito de Líder que seu pai tinha.

O Reino Hwang, localizado em Seoul, é um dos mais conhecidos de todos os redores da Coréia. Várias pessoas vieram de seus aposentos para o cortejo fúnebre, no dia três de março. Todas as taberdas ficaram lotadas rapidamente na aldeia, alguns até pelas ruas estavam ficando, à espera do velório do Rei.

— Você viu? O tanto de pessoas que gostavam do papai? Tenho certeza que ele não faria uma coisa dessas, ele sempre foi muito amado por todos. – a pequena princesa já estava em prantos novamente. — Ele não nos deixaria assim.

— Ele não fez isso Ji, você nem deveria ter ouvido a conversa da reunião do conselho, você é apenas uma criança. – Afagou os dedos nos cabelos da menor, fazendo um carinho por ali. – Amanhã é um dia muito importante Ji, vê se melhora. Boa noite e dorme bem.

— Você pode dormir aqui comigo? – A de olhos castanhos mel assentiu, tirando um mínimo sorriso da pequena. – Boa noite.

Eu prometo, prometo até no fundo da minha alma, que eu vou encontrar você e vou fazer você pagar por tudo que você está fazendo à minha família.






















19 de Maio de 2021 às 19:07 0 Denunciar Insira Seguir história
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