kaline16a Kaline Adriano

Ah, doce Louis, quem não se encantaria pelo o rostinho angelical? O padre sacerdote sempre fazia a mesma pegunta a si. Ele pecava. Pecava muito. Pois é de ciência comum sentir desejo carnal por alguém tão pecaminoso como Louis o acólito. Mas isso não se aplica a Harry. Pelo menos, era isso que ele pensava. Harry sabia que ia para o inferno, mas, não antes de experimentar aquele Acólito angelical que de anjo não tinha nada. E Harry sabia disso, pois anjos não é uma putinha nas horas vagas. Ou será que é?


Conto Impróprio para crianças menores de 13 anos. © O conto é meu e os direitos são reservados a mim.

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Há pecados que te leva para o inferno, no entanto há pecados que trás o inferno até você.

Louis Tomlinson. Esse é o dono de um sorriso tão doce e hipnotizante que quem tem a chance de presenciar já está com o dia ganho, mesmo que não seja direcionado a você; lábios sempre tão vermelho que dá água na boa, é a mesma coisa de pensar em um morango suculento. Suas bochechas sempre rosadas por natureza deixando o pequeno garoto com ar de inocência. Há. Os olhos azuis brilhantes que engana a todos fingindo ser puros como água, trás a aqueles que não se leva pela beleza dos mesmo a verdadeira face do menino, sempre carregados de chamas, se você não tem cuidado é mais um enganado pelo próprio pecado.


Harry era um desses que achava o pequeno e indefeso Louis inocente. Achava que o castanho esbarrava nele apenas sem querer mesmo que isso ocasione em sua grande bunda durasse alguns poucos segundos encostada no membro de seu sacerdote. Ou quando o garoto parecia sempre procurar uma frase de duplo sentido sendo direcionada a Harry. E claro que Harry achou que tava ficando louco pois Louis era apenas um cristão disposto a aprender. Como poderia ver maldade naquele ser tão puro? Que maldade ele poderia fazer quando era tão delicado e prestativo?


Pobre padre. Era um ano de sonhos eróticos e ereções não resolvidas. Nem todas. No começo ele resistiu, achava que logo passaria, porém não foi o que aconteceu, ver o menino sempre que podia chupando um pirulito 'sem nenhuma maldade' enquanto apenas o olhava fixamente foi o declínio para cada vez mais Harry usar a mão amiga, que nesses últimos tempos foi tão amiga que podia se considerar casada com seu pênis. Como podia alguém chupar um doce tão tranquilamente sem pretensão nenhuma e mesmo assim tudo ficar com um clima tão pesado? O que mais matava o padre nesse gesto era quando o pirulito era retirado da boca e os lábios vermelhos ficava ligado ao doce pelo um fio de saliva. Como isso deixava Harry de pau duro não é da conta de ninguém e pronto.


Naquela noite pós missa onde mais uma vez o padre estava sozinho, resolveu ir num mercadinho 24 horas comprar algo para fazer o jantar, tinha vez que as senhorinhas levava comida para ele como um ato de gentileza, tinha vez que mulheres casadas ou não levava o jantar com a intenção de chamar atenção do padre para seus corpos descaradamente, mas Harry sempre recusava educadamente quando a comida vinha com outro propósito. Claro que Louis como um bom menino levou várias vezes jantar para o homem, mas nunca tentou nada, afinal, não era da índole dele não é mesmo? Só porquê ele ia com uma calça super apertada, de suspensórios, com blusas geralmente brancas quer dizer que ele 'ta indo só exibir sua bunda enquanto rebola?


Claro que não.


Na metade do caminho que fazia para seu destino escutou um barulho de um beco escuro assim como a rua que mais parecia abandonada. Ele iria ignorar se o barulho não tivesse se tornado gemidos contidos com barulho que parecia de um pelo em contado com outra pele e se uns murmurinhos baixos fosse mais de 2 pessoas. Resolveu se aproximar com cuidado para não fazer barulho escutando mais nitidamente o que vinha do beco:


"Cala a boca, quer que alguém te escute?." Isso assustou Harry pois claramente aquilo se tratava de sexo.


"Isso, vadiazinha, rebola!" Uma segunda voz foi escutada pelo padre e sem saber o que fazer, pois se passasse para o outro lado poderia ficar tudo muito constrangedor e ele não queria ter que ser testemunha de algo que não cabia a ele julgar e quando ia dar maia volta escutou uma terceira voz e para seu total desgosto ele conhecia aquela voz fina que já vinha seguido de gemidos.


"Mais fundo, por favor, eu 'to quase gozando... Fode com força" e essa foi a deixa para o sacerdote cacheado fosse em frente e a cena que lhe traria ódio. Viu o pequeno Louis no colo de dois homens em pé fodendo ele ao mesmo tempo enquanto o seu anjinho gemia de prazer.


Ali foi a certeza de que o padre precisava castigar o de olhos azuis.



♪♠♣♠♠♣♪




"Espero todos na próxima missa, tenham uma boa noite e que Deus os acompanhe." Harry finalizava a missa sem um pingo da paciência que fingia 'ta tendo. "Tomlinson, espere até todos sair, tenho que ter uma conversinha com você."



Depois que a igreja se esvaziou o padre chamou o acólito para o quartinho onde ele usava para rezar e o de olhos azuis mesmo sabendo que tinha motivos de sobra para ficar apavorado não sabia por qual motivo ficar já que o de olhos verdes parecia não está com uma cara amigável e parecia o encarar o tempo todo com ódio especificamente dele. Louis engoliu seco e assim que Harry parou alguns passos de distância dele ainda de costas e Louis parou também, mas longe.


O castanho começou a pensar em tudo que fez de errado e tudo parecia piorar pois foi muita coisa e mesmo não merecendo começou a rezar por perdão. Mas já era tarde e definitivamente ele não se arrependia de nada, pois se fosse para ele voltar atrás e nunca ter feito os inúmeros sexos por dinheiro, as inúmeras vezes que disse que tava rouco por causa do tempo frio quando na verdade porque fez um boquete nas noites anterior ou por as vezes que fingiu está doente apenas para não ir a escola quando na verdade ele queria a casa livre para ele transar onde quiser ele definitivamente não voltaria atrás.



"Ajoelhe-se." O padre falou e Louis obedeceu ficando de joelhos naquele mesmo lugar esperando o motivo de ser a fúria de um sacerdote tão paciente.


Seja lá o que ele tenha feito Louis tava com medo, ao mesmo tempo não podia deixar de admirar o homem alto a sua frente que permanecia de costas dando visão da mesma que era largar fazendo párea com os seus braços musculosos. O padre ainda com a baita deixava suas curvas másculas avantajadas o que era injusto porque a bata de Louis o deixava todo perdido dentro de tanto pano o deixando sem chances de mostrar seu corpo que adorava exibir, assim tendo que usar sua última carta na manga que era insinuar coisas fisicamente e verbalmente fingindo não fazer de propósito deixando a males mentes pensar o que quiser.


E como Louis amava fazer isso com o padre.


Harry Styles sempre ficava visivelmente afetado com tudo que ele plantava e não colhia. O castanho amava a forma que todos o idolatrava como um anjo por sempre tão educado e "inocente", era a palavra que mais levava, mas que aqueles que o levaram para cama_ou beco_ sabe que ele é uma verdadeira puta e ele amava esse nome pejorativo "puta" designado a ele, pois se puta é aquele ou aquela que faz o quer, a hora que quer, pelo seu bem estar ou prazer, Louis era a maior puta que existia.



"Eu vi e ouvi coisas que me desagradaram muito Louis. Você faz ideia do que pode ser?" O cacheado perguntou virando e encarando o pequeno corpo ajoelhado vestido pela máscara de "inocente", os lábios curvados em um sorrisinho doce, bochechas coradas como sempre e claro os olhinhos brilhantes inquietos encarando a face de Harry fechada. Em outros tempos isso teria feito Harry ter a certeza de que aquele ser não faria nada tão pecaminoso quando a cena da noite anterios, também em outros tempo Harry não teria sentido tanta vontade de foder aquela boca até o menino se engasgar com sua porra.


"Não, senhor." Louis mentiu. Sabia muito bem que teria vários motivos para está ali, mas mentir era mais divertido.


"Vamos refrescar sua memória, uh... Sabe ontem eu fui comprar comida naquele mercadinho aqui perto por volta das 9 horas." Louis já havia entendido tudo e o pavor tomou conta de seu corpo e quando ia falar o padre tomou a frente. "Eu não acho que um Acólito possa se prestar aquele papel tão... Deplorável pequeno Louis. Ainda mais um tão prestigiado quanto você..."



"E-u posso explicar" ele não podia, mas o desespero em se defender falou mais alto.


"Primeiro: você não pode, eu vi. E segundo: não me interrompa de novo, ou você sabe o que acontece." Harry tinha as mãos para trás e uma postura ereta, assim como seu pênis, fazer o que? Aquele anjinho lindo está de joelhos diante de si. "O que eu faço com você." O cacheado se perguntou com a voz já rouca enquanto parava na frente de Louis abaixando-se, passou a mão do rosto do mesmo causando arrepios em ambos parou a mão no queixo e levantou o rosto dele imaginando como ficaria a mesmo com seu líquido isso fez um sorriso surgir em seus lábios por esse pensamento.


"Eu posso fazer o que o senhor quiser, estou completamente a disposição para pagar meu erro." O menor falou deixando sua máscara cair dando um sorriso malicioso fazendo o sorriso do maior aumentar.


"Disso eu tenho certeza. Sabe por que, Louis?" Harry perguntou enquanto tirava a bata ficando apenas com a calça social e uma camisa de botão preta.


"Não, senhor." Louis examinava todo o corpo do cacheado de forma descarada deixando reaparecer suas verdadeiras intenções, diferente das outras vezes.


"Porque você finalmente vai conseguir o que quer." Enquanto falava abria o cinto da calça em um puxão só deixando Louis completamente excitado.


"E o que eu quero, padre?" Fingiu desentendimento, mas logo sua cara se tornou em surpresa quando o mais alto agarrou seus cabelos puxando sua cabeça para trás deixando aquele rosto delicado exposto e uma boca entreaberta que sem muito delonga foi preenchida por um pênis grande, grosso e completamente duro, Louis logo deu passagem para o que sempre imaginou passando pela sua boca.


O de joelho logo levou a mão ao pau do cacheado para auxiliar o trabalho de sua bora que embora conseguisse engolir todos aqueles centímetros com dificuldade ele preferia ir aos poucos para sempre dar o prazer por completo. E sabia que tava fazendo um bom trabalho com os movimentos de vai e vem, pois a cabeça do padre vez ou outro era jogada para trás soltado gemidos baixos enquanto empurrava cada vez mais a cabeça de Louis para frente. O castanho vez ou outras intercalava entre chupar a cabecinha rosada e lamber enquanto masturbava o pau de Harry e quando o mesmo perdeu a paciência se enfiou por completo na boca de menor fazendo-o lacrimejar.


"Venha para meu quarto." O padre falou puxando o menor para cima pelos cabelos e então guardou o pênis de volta enquanto chegava no quarto com o seu acólito na frente para ver o seu quadril avantajado balançar de um lado para outro como sempre faz.


Assim que atravessaram a porta Harry fechou a porta e empurrou Louis na cama o deixando de bruços de modo que suas pernas continuasse no chão, levantou a bata que ainda vestia e se deparou com exatamente nada, apenas uma bunda bronzeada assim como toda a pele que revestia seu corpo.


"Sem nada por baixo, tomlinson, para quem você tava reservado hoje?" Louis não respondeu pois estava ocupado sentido dois dedos de Harry entrar nele sem nenhuma delicadeza. "Responda, sua putinha." Urrou acertando-lhe um tapa com força deixando o castanho cada vez mais excitado.


"Stan, para Stan." Stan. Claro que sim. Ele era sempre tão próximo a Louis, era óbvio que transava com ele também. Pela raiva desse nome ser pronunciado pelos doces lábios do seu anjinhos, Louis levou outro tapa, dessa vez do lado oposto da última e Louis praticamente gritou.


O cacheado já irado com tudo vindo de Louis sem nenhum aviso começou a introduzir o pênis na entrada despreparada de Louis devagar o que fez o mesmo gemer alto. Quando já estava completamente dentro dele começou a se mover lentamente vendo o menor se contorcer pela provável dor, mas logo tirando de vez a roupa ficando completamente nu assim como Harry que que questão de segundo arrancou toda a roupa do seu corpo e entrou de volta em Louis dessa vez com mais força que a última vez.


Com a dificuldade de se sair em entrar no de olhos azuis, Styles pegou seu óleo ungido que geralmente usa para benzer os fiéis, e derramou em um fio grosso na entrada de apertada de Louis enquanto se movimentava mais rápido que anteriormente. O menor rebolava ajudando na penetração e na excitação do maior enquanto gemia alto quase como uma garota ou como gosta de se nomear: uma puta.


Harry ainda movimentando-se rapidamente levantou uma das pernas de Louis descobrindo o quanto o garoto é flexível, pois ele colocou facilmente a perna do mesmo no seu ombro enquanto a outra ainda permanecia no chão e seu corpo apoiado na cama de lado. O cacheado ia cada vez mais rápido e agora com força a ponto do corpo do garoto querer recuar, mas lógico, não a mente dele, pois ele tava adorando toda aquela força. Foi exatamente do jeito que imaginou quando pensava no padre de olhos verdes lhe comendo enquanto sentava no seu maior vibrador rosa.


O padre sem muito esforço segurou na outra perna do menino bronzeado fazendo ele cair na cama, então ele levou até o meio, ficando por cima voltando a sua penetração selvagem que fazia ambos suar muito. E pela primeira vez eles encostaram os lábios em um beijo completamente animalesco abafando os gemidos por uns breves segundos, logo a boca do maior ia deixando marcas por todo o corpo enquanto Louis gritava e masturbava seu próprio pênis.


"Não era isso que você queria? Fala pra mim, Louis, fala que você me provocou durantes todas vezes que me encontrou, que você é uma vadia que finge ser inocente para enlouquecer homens. Fala." O cacheado falava baixo perto do ouvido do castanho fazendo ele se arrepiar. Louis fez uma carinha de quem não tinha culpa de nada o que fez o maior ir tão rápido e fundo que a cama batia na parede fazendo um estrondo.


"Eu n-ão sei... Do que... 'Tá faland-o" o menino fez biquinho encarando o mais velho fingindo não saber de nada, Harry agarrou o pescoço dele segurando nós lugares certos para não o machucar tanto, porém apertando até onde sabia que não o mataria.


"Ah, não sabe." O padre gargalhou da mentira descarada do garoto angelical "você com certeza não tem culpa de eu me masturbar depois de uma missa imagino eu acabando com você e essa bunda deliciosa. Você vai para o inferno por mentir, pequeno Louis."


"Eu estarei te esperando de joelhos, padre." O menino de olhos azuis falou em um tom inocente, mas que o padre tinha a certeza do duplo sentido da frase.


Sem parar um segundo as estocadas violentas, o "anjinho" sentia perto de chegar do seu ápice, sua entrada ardia como fogo assim como sua garganta.


"Eu não aguento mais. Eu quero... Eu vou..."


"Agora não, anjinho. Ainda quero ver você cavalgando e rebolando essa bunda gostosa no meu pau." O cacheado falou agora diminuindo as estocadas e lentamente, porém forte e fundo ele trocou as posições em que o pequeno menino ficasse por cima pulando com o auxílio das mãos grandes de Harry para que cada vez fosse mais fundo acertando sua próstata.


"Por favor... Por favor... Eu quero tanto gozar." Louis sentiu lágrimas escorrer pelo seu rosto tamanho prazer que sentia enquanto intercalava em cavalgar e rebolar levando tapas na bunda.


"Só deixo você gozar se for um bom menino daqui pra frente." O menor logo concordava freneticamente.


"Eu prometo. Seria um bom menino para você." Ambos sabiam que essa promessa era sobre Louis ser completamente devoto a Harry e isso ele estava muito disposto a ser.


"Goza, minha cadelinha, goza em cima de mim, para mim, mostra que você é uma putinha obediente e merece ser tratado como tal." Louis sem muito demora se desmanchou em cima do padre enquanto gritava o nome "Harry" repetidas vezes, sentindo seu abdômen se contraindo, seu corpo se contorcia ainda com o mais velho dentro dele, seus olhos revirava e tudo que ele conseguia raciocinar era que aquilo com certeza foi o melhor orgasmo da sua vida.


Para o cacheado foi como ver o próprio paraíso em forma de gente. Como podia existir algo tão perfeito gozando? Era sobrenatural aquela cena e ele foi um dos sortudos a presenciar aquilo. Era lindo ver aquela pele da cor do pecado banhada de suor fazendo com que a franja que insistia em cair em seus lindos olhos calasse na testa, sua boca soltava sons dignos de canto de uma seria com os lábios totalmente vermelhos que parecia sangrar. Seus dedos fincados em suas pernas grossas parecia uma obra de arte escupida por um artista Extremamente talentoso. Ele definitivamente era um anjo. Como lúcifer. Um anjo esbelto, mas que o pecado o rodeia, quem caiu nos encantos de Louis estava deitando com um tipo de demônio, no entanto quem se importa? Era Louis.


Depois de Louis banhar o padre com sua porra o mesmo sentiu que tava chegando então logo mudou de posição, iria se derramar no rosto pois o rosto angelical merecia ser tratado como depósito de gozo. E foi isso que fez, depois de fuder a boquinha do menino com bastante força se derramou tanto dentro dela como em todo o rosto em jatos longos, beijando-o logo em seguida dando o leve tapa depois do beijo e quando o garoto pensou em passar a mão para tirar o excesso do líquido pegajoso do seu rosto, Harry não deixou, pois queria continuar olhando para o estrago que acabou de fazer, Lou obedeceu provando que seria o bom menino para o padre.


Segundo a bíblia, há pecados que te levam para o inferno. No entanto Harry teve a prova viva que há pecados que trás o inferno até você.


Louis era o fruto proibido, quente como fogo, selvagem como lobos e claro puta como... Puta. E Harry amou experimentar cada pedaço do inferno. E sabe o que era o melhor? Ele não se arrepende.

18 de Maio de 2021 às 02:23 0 Denunciar Insira Seguir história
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Fim

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